Sistemas Estaduais de C&T
PLANO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESTADO DE MATO GROSSO


1. INTRODUÇÃO

     O Estado de Mato Grosso, face ao processo desenvolvimentista que vem empreendendo e fortalecido pelas suas especificidades regionais, com base em sua geografia, ecossistemas e cultura, busca nesta oportunidade, sua preparação em conhecimentos científicos e tecnológicos apropriados, para que, com sustentabilidade e produção competitiva, possa explorar suas riquezas naturais.

     As perspectivas de crescimento da economia Mato-grossense são promissoras, diante da atual realidade vivenciada no Estado, representada pelo equacionamento da questão energética que antes impedia o processo de industrialização, pelo surgimento dos novos eixos intermodais de escoamento da produção, especialmente as hidrovias e a ferrovia, pelos avanços nos processos de integração latino-americana, principalmente o Mercosul e pela emergente e crescente participação da produção local no comércio internacional.

     As características regionais, quando analisadas, primeiro, sob o ponto de vista geográfico. Segundo, pela riqueza de recursos naturais, e, terceiro, pelo potencial agroindustrial, proporcionam a Mato Grosso, uma vantagem comparativa de suma importância para a competitividade globalizada do Brasil em relação aos blocos econômicos mundiais. Tal vantagem comparativa, é justificada pelos seguintes fatos: Devido estar localizado na posição central da América do Sul, é atribuída ao Estado, uma importância estratégica de localização em relação aos países vizinhos. Os recursos naturais distribuídos nos distintos biomas (pantanal, cerrado e amazônico) que o compõe, permitem uma exploração diversificada de bens e serviços, e, o potencial agroindustrial, que é favorecido pela extensão territorial, pela vocação agrícola, pelo volume e diversificação da produção, propicia o desenvolvimento de agronegócios, importantes para o crescimento econômico e social.

     Os setores governamental e empresVerdana de Mato Grosso, em uma postura contemporânea de políticas públicas e privadas, têm procurado, rápida e necessariamente, atender as demandas e desafios impostos pelo fenômeno da globalização e pelo conceito de competitividade, fatos que pressionam buscar alternativas e soluções técnicas e científicas para responderem de maneira exemplar esses novos paradigmas de desenvolvimento regional.

     O propósito mato-grossense de imediato desenvolvimento globalizado e competitivo, em um momento de apreensão filosófica e expectativa otimista do início de um novo milênio, cuja inicialização pelo Século XXI, já marcado pelo estabelecimento da chamada "sociedade do conhecimento", terá que responder em níveis elevados de velocidade e qualidade, as ações de ciência e tecnologia prementes e prioritárias, objetivando o aumento de padrão de vida humana, a sustentabilidade dos recursos naturais e o devido aproveitamento da biodiversidade regional.

     A capacitação acadêmica e o treinamento técnico, juntamente com a pesquisa científica e o desenvolvimento tecnológico, são bases inquestionáveis para que um Estado com as características de Mato Grosso possa ser inserido de maneira competitiva na conjuntura nacional e mundial, onde as fronteiras regionais se tornaram inócuas frente à ciência e tecnologia como diretrizes para o aumento do conhecimento, e este, transformando-se em bens e serviços para a sociedade.     

     Assim, a implementação de ações em ciência e tecnologia que contemplam essas bases, é primordial do ponto de vista estratégico para a formulação de um novo paradigma de desenvolvimento, que atenda aos apelos contemporâneos da produção competitiva e sustentável, com bases sociais, econômicas e ambientais, capazes de contribuir para o bem estar social e a sinergia dos elementos de desenvolvimento da sociedade.

sobe

2. ANTECEDENTES

2.1. Análise Retrospectiva
2.1.1. O Setor de Ciência e Tecnologia do Estado

     Os principais entraves para o desenvolvimento científico e tecnológico do Estado, citados no Plano Metas 1995/2006 e no Programa de Governo, atual Administração, foram:

- a desorganização institucional do Estado na área de ciência e tecnologia (C&T);

- a baixa prioridade política voltada para a área;

- a falta de planejamento estratégico para o setor; e

- a insuficiência de investimentos em C&T.

     No Programa de Governo para o período 1995/98, como forma de superar aqueles entraves de desenvolvimento, foram sugeridas as seguintes propostas:

- a ativação dos instrumentos, legalmente criados, como o Sistema Estadual de Ciência e Tecnologia – SECT/MT, e o seu Conselho Deliberativo;

- a implementação dos instrumentos contemplados no Artigo 354 da Constituição Estadual, ou seja: a destinação de recursos para investimentos na área de C&T, e, a Instalação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso – FAPEMAT; e

- a definição de uma política estadual de C&T e a reestruturação dessa função a nível da administração pública estadual.

     Também foram sugeridas propostas para que a política estadual de C&T contemplasse ações que pudessem viabilizar:

- a realização de estudos básicos visando a geração e ou a sistematização dos conhecimentos técnicos-científicos;

- a geração de tecnologias de produção voltadas para o desenvolvimento e ou aperfeiçoamento de processos de produção de novos produtos e da otimização das condições de operação das unidades produtivas;

- a difusão de conhecimentos técnicos científicos; e

- a formação e o aperfeiçoamento de recursos humanos.

2.1.2. O Sistema Estadual de Ciência e Tecnologia

2.1.2.1. No âmbito político

     O Sistema Estadual de Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso – SECT/MT, foi criado pelo Decreto n.ş 954 de 09 de abril de 1981, vinculado ao Sistema Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – SNDCT. O SECT/MT tem por finalidade organizar no Estado todos os elementos que se incluem na função Ciência e Tecnologia, de modo que a interação dos mesmos permitam alcançar objetivos socialmente desejados, com menores custos.

     O SECT/MT, é estruturado em três níveis:

I – Nível Deliberativo;
II – Nível de Coordenação; e,
III - Nível de Execução.

     O Nível Deliberativo é privativo do Conselho Deliberativo, que regimentalmente, é constituído por representantes das entidades filiadas ao Sistema Estadual de Ciência e Tecnologia e tem como prerrogativas, propor, discutir, aprovar e, ou reprovar as matérias que interessem às finalidades do SECT/MT.

     O Nível de Coordenação é ocupado por uma Coordenadoria Geral, cujo funcionamento é previsto na Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral – SEPLAN.

     O Nível de Execução é ocupado pelas Unidades Executivas, que são entidades estaduais, municipais e ou particulares, sediadas no Estado, que, de algum aspecto se ocupem com a função Ciência e Tecnologia, e, que venham a se filiar ao SECT/MT.

     O Conselho Deliberativo do SECT/MT, foi reestruturado e instalado em junho de 1999, com a nomeação e posse dos conselheiros.

     A Secretaria de Estado de Estado Planejamento e Coordenação Geral – SEPLAN, responde pela função de Ciência e Tecnologia no Estado, existindo na estrutura organizacional da secretaria, a Coordenadoria de Informação e Ciência e Tecnologia, que abriga, em uma de suas divisões a área de C&T. Porém, sem estrutura administrativa necessária para de exercer as funções da Divisão, que dentre as quais, a primeira é de exercer a função de secretaria executiva do Conselho Deliberativo do Sistema Estadual de Ciência e Tecnologia – SECT/MT

     A SEPLAN, em ação conjunta com a FAPEMAT, por ocasião da elaboração do planejamento estratégico para o período 1999/2002, incluiu na sua missão institucional as ações de ciência e tecnologia.

2.1.2.2. No âmbito estratégico

     A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso – FAPEMAT, teve sua instituição prevista no Artigo 354 da Constituição de 1989, do Estado, tendo sido, efetivamente criada através da Lei Nş 6.612 de 21 de dezembro de 1994.

     Em abril de 1995, através do Decreto Nş 116 de 24 de abril de 1995, foram nomeados os integrantes do primeiro Conselho Curador. Por razões aqui desconhecidas, aquele Conselho Curador, não deu prosseguimento às suas competências e obrigações estabelecidas na lei, e assim, a Fundação não foi implementada.

     A instalação da FAPEMAT foi então, novamente contemplada nas metas da Lei das Diretrizes Orçamentárias para o ano de 1998, e ainda no mês de setembro de 1997, o Governador do Estado, nomeou e deu posse a novos integrantes do Conselho Curador e à Diretoria da Fundação. A Fundação tem com principal finalidade a promoção e o amparo ao desenvolvimento da pesquisa humanística, científica e tecnológica no Estado de Mato Grosso.


2.1.2.3. No âmbito operacional

     Existem, no Estado de Mato Grosso, 27 (vinte e sete) instituições que se ocupam com a função de Ciência e Tecnologia (anexo I).

     Destas instituições, 40% representam os setores de execução das atividades de pesquisa científica e ou tecnológica e 60% se ocupam da função de interlocução e representação poítico-institucional frente aos organismos político, econômico e social do estado.


2.1.3. Base Institucional Instalada para Apoio às Atividades de C&T

     Em levantamento realizado recentemente junto à instituições que compõe o Sistema Estadual de Ciência e Tecnologia SECT/MT, procurou-se levantar a base para apoiar e / ou desenvolver atividades de C&T, concernente ao contingente de recursos humanos, e as base físicas, como laboratórios, centros de pesquisa, campos experimentais, entre outros conforme pode ser visto nas tabelas de 1 a 6.


2.1.3.1. Recursos Humanos

     Os recursos humanos existentes nas diversas instituições de ensino superior e pesquisa, de desenvolvimento de pesquisa, de ensino médio profissionalizante, de capacitação de mão-de-obra, de estudos, e, de capacitação tecnológica, são relaçionados na Tabela 1. Na mesma tabela também é possível verificar o número de profissionais por titulação nas instituições.

TABELA - 1- Recurso humanos existentes no estado de mato grosso, por instituição pública e privada / 2000

INSTITUIÇÃO

T I T U L A Ç Ã O

TOTAL

Graduado

Espec.

Mestrado

Doutorado

EAF CUIABA/MT

10

17

11

3

41

EAF CÁCERES/MT

-

6

4

1

11

EMPAER/MT

7

-

21

2

30

ESCOLA TECNICA FEDERAL

48

169

19

4

240

FEMA

89

30

18

-

137

FUNDAÇÃO MATO GROSSO

5

-

4

3

12

FUNDAÇÃO RIO VERDE

1

-

1

-

2

IMEA

-

2

2

-

4

INDEA/MT

-

9

-

-

9

SEBRAE/MT

2

-

-

-

2

SENAI/MT

9

-

-

-

9

SENAR/MT

4

-

-

-

4

UFMT

119

351

410

122

1.002

UNEMAT

-

-

151

41

192

UNIC

79

341

97

40

557

UNIRONDON

17

59

28

6

110

UNIVAG

23

88

41

5

157

T O T A L

413

1.072

807

227

2.519

Fonte: FAPEMAT, 2000

     Observa-se que do total, 41,05 %, possuem curso de pós-graduação, sendo 32,04% a nível de mestrado e 9,01%, com o nível de doutorado. Com curso de especialização, perfazem 42,55% e somente com graduação superior, 16,40%, do número de profissionais, levantado.

TABELA 2 – Recursos humanos existentes no Estado de Mato Grosso que compõem o sistema de ciência e tecnologia por área do conhecimento.

ÁREAS DO CONHECIMENTO

T I T U L A Ç Ã O

TOTAL

Graduado

Especialização

Mestrado

Doutorado

Ciências Exatas e da Terra

36

94

82

28

240

Ciências Biológicas

17

17

66

29

129

Engenharias

42

72

58

12

184

Ciências da Saúde

44

299

138

38

519

Ciências Agrárias

58

54

92

26

230

Ciências Sociais Aplicadas

134

285

84

26

529

Ciências Humanas

50

167

173

46

436

Linguísticas, Letras e Artes

32

84

114

22

252

TOTAL

413

1.072

807

227

2.519

Fonte: FAPEMAT, 2000

2.1.3.2 Bases físicas

     As bases físicas que suporte às atividades de ciência e tecnologia são apresentadas nas tabelas 3,4 e 5.

TABELA 3 – Bases físicas existentes no estado de Mato Grosso, por área do conhecimento.

ÁREA DO CONHECIMENTO

B A S E S F Í S I C A S

LABORATÓRIO

CENTRO DE
PESQUISA

CAMPO
EXPERIMENTAL

ESTAÇÃO AGROMETEO-
ROLÓGICA

OFICINA DIDÁTICA

TOTAL

Ciências Exatas e da Terra

87

-

-

-

-

87

Ciências Biológicas

14

-

-

-

-

14

Engenharias

51

-

-

-

-

51

Ciências da Saúde

56

-

-

-

-

56

Ciências Sociais Aplicadas

11

-

-

-

01

12

Ciências Humanas

25

-

-

-

-

25

Lingüísticas, letras e Artes

11

-

-

-

-

11

Ciências Agrárias

58

02

14

16

20

110

TOTAL

313

02

14

16

21

366

Fonte: FAPEMAT, 2000.

TABELA 4 – Laboratórios existentes no estado de Mato Grosso, por Instituição.

INSTITUIÇÃO

N.ş DE LABORATÓRIOS

EAF CUIABÁ/MT

05

EMPAER/MT

05

ETFMT

36

INDEA/MT

07

SENAI

12

UFMT

146

UNEMAT

06

UNIC

84

UNIRONDON

08

FUNDAÇÃO MATO GROSSO

02

FEMA

02

TOTAL

313

Fonte: FAPEMAT, 2000.

TABELA 5 – Outras bases físicas existentes em Mato Grosso, por Instituição.

INSTITUIÇÃO/ ÓRGÃO

CENTRO DE PESQUISA

ESTAÇÃO EXPERIMENTAL

CAMPO EXPERIMENTAL

ESTAÇÕES AGROMETEO-
ROLÓGICAS

EAF Cáceres-MT

-

-

03

01

EAF Cuiabá-MT

-

-

01

01

EMPAER-MT

02

-

11

15

Fundação MT

04

-

48

01

Fundação Rio Verde

-

-

03

-

UFMT

-

01

05

01

UNEMAT

-

01

-

-

UNIC

       

UNIRONDON

-

01

-

-

TOTAL

06

03

71

19

Fonte: FAPEMAT, 2000.

2.1.4. Linhas de financiamento e incentivos para o desenvolvimento

2.1.4.1. Fundo Constitucional do Centro Oeste – FCO

- Programa de Desenvolvimento Industrial
- Programa de Infra-estrutura Econômica
- Programa de Desenvolvimento do Turismo Regional
- Programa de Apoio às Exportações
- Programa de Desenvolvimento Rural
- Programa de Desenvolvimento de Sistema de Integração Rural
- Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – PRONAF/ Reforma Agrária
- Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar - PRONAF
- Financiamento para Capital de Giro Associado
- Financiamento para Custeio Dissociado
Programa de desenvolvimento da Natureza – PRONATUREZA

2.1.4.2. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social

- Programa Centro-Oeste – PCO BNDES Automático;
- FINEM – Financiamento a Empreendimentos;
- FINAME – Financiamento para Aquisição de Equipamentos;
- FINAME Agrícola, BNDES EXIM – Financiamento à Exportações.


2.1.4.3. Fundo de Investimento da Amazônia – SUDAM/FINAM;

2.1.4.4. Fundo de Desenvolvimento Industrial – FUNDEI;

2.1.4.5. Programa de Geração de Emprego e Renda – PROGER;

2.1.4.6. Programa de Apoio Direto às Iniciativas Comunitárias – PRODEAGRO / PADIC.

2.1.4.7. Incentívos Fiscais Disponíveis

- Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia – SUDAM
- Programa de Desenvolvimento Industrial – PRODEI;
- Progra de Melhoria da Pecuária de Corte e Incentivo à Criaçào do Novilho Precoce – PROMMEPE;
-  Programa "GRANJA DE QUALIDADE" – Incentivo à Suinocultura
-  Programa de Apoio ao Algodão de Mato Grosso – PROALMAT
-  Programa de Incentivos ás Indústrias Têsteis e de Confecções de Mato Grosso - PROALMAT INDÚSTRIA;
-  Programa de Desenvolvimento do Agronegócio da Madeira no Estado de Mato Grosso – PRÓ-MADEIRA;
-  Programa de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva do Boi – PRÓ-COURO

2.1.5. Políticas do Governo para do Desenvolvimento do Estado

     As políticas de desenvolvimento para o Estado, concebidas no documento Visão Estratégica & Programa de Governo, versão 1999-2002, contemplam quatro macro-questões, a saber: a questão econômica, a questão social, a questão político institucional e a questão ambiental.

     As políticas voltadas às questões econômicas, buscam privilegiar os seguintes eixos estruturadores para assegurar a agroindustrialização e competitividade à economia do estado:

- Implantação, consolidação e modernização da infra-estrutura física;

- Educação e capacitação profissional; e,

- Desenvolvimento científico e tecnológico.

     A implantação, consolidação e modernização da infra-estrutura física e tida como um dos mais importantes requisitos para as iniciativas voltadas ã integração e desenvolvimento econômico regional do Estado.

     A política de educação e capacitação profissional, aborda a associação da educação com o desenvolvimento científico e tecnológico, como uma pré-condição fundamental para o sucesso da estratégia de desenvolvimento adotada pelo Governo do Estado. "Sem educação e sem tecnologia, não há como assegurar um nível adequado de eficiência, produtividade e competitividade para a economia regional, indispensável à ampliação dos seus mercados, nos planos nacional e internacional".

     O desenvolvimento científico e tecnológico é abordado como um processo complexo e multidimensional, que, necessariamente requer a articulação do trabalho governamental com o setor privado, no sentido de convergir esforços de investimentos em pesquisa e em inovação tecnológica. Implica em ações de planejamento e coordenação, de fortalecimento da capacidade institucional dos organismos de pesquisa e de mobilização de novos recursos, para que seja tratado frontalmente o problema do relativo atraso tecnológico em que se encontra o Estado.

     As políticas voltadas à solução dos problemas da questão social, além da Educação, Ciência e Tecnologia, apoiam-se também nos eixos: Saúde, Oportunidade de trabalho e renda e no Combate à pobreza.

     As políticas para a questão ambiental, contemplam os recursos naturais, como um dos maiores patrimônios do Estado. Preconizam que as ações e os empreendimentos necessários promoção do desenvolvimento econômico e social, devem assegurar a conservação ambiental, via aplicação e desenvolvimento de tecnologias que buscam evitar o esgotamento dos recursos naturais, tornando-os fonte permanente de renda. Assim o solo, os recursos florestais, minerais, a água e o clima, devem ser utilizados com os cuidados que possam garantir o desenvolvimento futuro e a melhoria contínua da qualidade de vida da população mato-grossense.

     As quatro macro-questões apresentadas contemplam ao todo, vinte e três políticas de desenvolvimento que estão contidas em objetivos de longo prazo, que entre outros, destacam-se:

- Promover o desenvolvimento para a cidadania;
- Transformar Mato Grosso em importante pólo agroindustrial;
- Assegurar a conservação da biodiversidade;
- Promover a integração regional e internacional.

     A política de desenvolvimento científico e tecnológico reserva ao Estado, o papel de indutor do desenvolvimento dos empreendimentos produtivos, através de insumos e serviços que não possam ser atendidos pelo setor privado. A sua presença na produção de tecnologias depende da necessidade de adequação tecnológica às condições e demandas locais estratégicas e da potencialidade específica dos recursos naturais.

     Dentre as ações realizadas, a implantação da Fundação de Amparo à Pesquisa – FAPEMAT, surge como instrumento institucional a ser fortalecido e sua atuação ampliada para estimular e liderar a execução da política de ciência e tecnologia.

     As metas traçadas para a política de C&T, no programa de governo, contemplam:

 
 

- Implementar o Plano Estadual de Ciência e Tecnologia, priorizando as áreas da agroindústria, agropecuária-florestal, mineral, pesca, saúde, educação, energia alternativa, transporte multimodal, da conservação e preservação da biodiversidade.

- Realizar a adequação organizacional da área de ciência e tecnologia, com destaque para a estruturação do Sistema Estadual de ciência e tecnologia.

- Buscar parcerias com o setor privado e universidades para o desenvolvimento de pesquisa aplicada, visando estruturar setores menos dinâmicos da economia mato-grossense.


2.1.6. Conclusão

     Da breve análise retrospectiva, pode-se observar que a ciência e tecnologia, há tempo é contemplada nas ações do Governo do Estado, haja visto, a criação do Sistema Estadual de Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – SECT/MT, em abril de 1981. Porém, desde a criação do SECT/MT, poucas foram as iniciativas para a estruturação e ativação do sistema, e mesmo assim, algumas frustradas. A esse fato, pode ser atribuída a causa do relativo atraso tecnológico em que se encontra o Estado, citado no programa de governo.

     O Governo do Estado instalou a FAPEMAT, atribuindo à Fundação o papel de implementar as ações de ciência e tecnologia demandas à esfera governamental, bem como, encaminhar e dar solução aos problemas da área, no Estado.

     A Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral – SEPLAN, ao elaborar seu planejamento estratégico para o período 1999/2002, dá nova estrutura à área, criando a Coordenadoria de Ciência e Tecnologia. A FAPEMAT, até então, vinculada ao Gabinete do Governador, passa sua vinculação à SEPLAN, assumindo a responsabilidade de coordenação e execução das atividades inerentes à ciência e tecnologia no âmbito político.

     Assim, com a reestruturação da função ciência e tecnologia a nível da administração pública estadual e com a ativação do SECT/MT e instalação de seu Conselho Deliberativo, buscou-se dar solução ao problema da desorganização institucional do Estado na área de ciência e tecnologia, anteriormente citado.

     Por outro lado, no campo operacional, as instituições, tanto públicas, quanto privadas, que se ocupam com a função de ciência e tecnologia, surgiram e se estruturam, dispondo de considerável base instalada de apoio ao exercício de suas atividades. No entanto, observa-se o desempenho de ações isoladas e pouco divulgadas, fato atribuído a desconectividade dos elementos de desenvolvimento científico e tecnológico a serviço do Estado, que compõe o sistema.

     Nas políticas do Governo do Estado para a promoção do desenvolvimento, anteriormente citadas, é notória a importância atribuída à área de ciência e tecnologia para o sucesso do programa e do modelo de desenvolvimento almejado.

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3. CONTEXTUALIZAÇÃO E CONCEPÇÃO DO PLANO

     A pressão sobre setores produtivos de bens e serviços, dos países em desenvolvimento, exercida pelo atual processo de globalização, exige desses setores, nos níveis regional, estadual e nacional, transformações e adequações nos processos de produção, através da inserção de bases inovadoras e serviços tecnológicos que possam garantir a produção de bens e serviços, pelo menos em igualdade de condições, com qualidade, competitividade e sustentabilidade temporal, assegurando-lhes as condições de competir dentro dos padrões impostos, pela economia local, nacional e mesmo mundial.

     A ausência de competitividade e de condições estruturais, são os principais obstáculos ao desenvolvimento regional, citados nas propostas de desenvolvimento do Governo do Estado que, ao mesmo tempo preconizam que a inserção competitiva e a modernização produtiva a nível regional, deverá efetivar-se através da remoção dos entraves à produtividade, via investimentos, principalmente, em ciência e tecnologia.

     O desenvolvimento econômico de uma região está associado ao desempenho das cadeias produtivas e dos respectivos sistemas produtivos. E, que, frequentemente, condicionam as variáveis de desempenho social, como o nível de trabalho, renda, habitação, educação e saúde.

     Os setores governamental e empresVerdana do Estado de Mato Grosso, em uma postura contemporânea de políticas públicas e privadas, têm procurado, rápida e necessariamente, atender as demandas e desafios impostos pelo fenômeno da globalização e pelo conceito de competitividade, fatos que pressionam buscar alternativas e soluções técnicas e científicas para responderem de maneira exemplar esses novos paradigmas de desenvolvimento regional.

     Observa-se pouca sinergia entre as ações de ciência e tecnologia, decorrente da desconectividade das instituições atuantes em ciência e tecnologia que compõe o Sistema Estadual de Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – SECT/MT. Esse fato tem acarretado maior prazo na obtenção de resultados, paralelismo nas ações e tem dificultado o compartilhamento de recursos humanos, técnicos e financeiros entre as instituições, na geração de soluções tecnológicas adequadas às demandas locais. Ao mesmo tempo em que dificulta a principal finalidade do Sistema que é a de organizar no Estado todos os elementos que se incluem na função Ciência e Tecnologia, de modo que a interação dos mesmos permitam alcançar objetivos socialmente desejados, com menores custos.

     Quanto à questão da disponibilização de informações, o estado de Mato Grosso não dispõem de sistemas que permitam mapear a infra-estrutura e capacitação regional em ciência e tecnologia.

     Em relação à informação tecnológica, carece de instrumentos que disponibilizem para o setor produtivo informações sobre: tecnologias disponíveis, especialistas, entidades, fontes de financiamento e serviços tecnológicos, abrangendo inclusive o conjunto das Tecnologias Industriais Básicas-TIB’s (que compreendem as funções de metrologia, normalização, certificação, propriedade industrial, informação tecnológica, tecnologias de gestão, design e marketing tecnológico).

     Nesse contexto, o Plano de Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso, bem como os propósitos de desenvolvimento científico e tecnológico nele contidos, tiveram sua concepção a partir:

- Da análise do atual paradigma da globalização econômica e das dificuldades e potencialidades do Estado em concorrer nos mercados interno e internacional com uma economia de qualidade;

- Das vantagens comparativas do Estado, proporcionadas pela riqueza dos recursos naturais, distribuídos no três ecossistemas que o compõe: amazônico, cerrado e pantanal; da expressiva e diversificada produção agrícola e pela potencialidade de desenvolvimento do agronegócio, e, da privilegiada localização geográfica que ocupa no país e no continente sul-americano;

- Das premissas de que: A modernização do sistema produtivo do Estado e a transformação de sua base técnica com o uso intensivo de ciência e tecnologia é a única forma de assegurar o alcance de condições de vida contemporâneas às dos países de industrialização mais avançada; e, de que a associação da educação e capacitação profissional com o desenvolvimento científico e tecnológico, é pré-condição fundamental para o sucesso da estratégia de desenvolvimento adotada pelo Governo do Estado, contidas no documento VISÃO ESTRATÉGICA & PROGRAMA DE GOVERNO;

- Da leitura das políticas governamental que orientam a inserção e as prioridades de ciência e tecnologia para o desenvolvimento sustentável do Estado;

- Da necessidade de melhoria da qualidade de vida da população, através de sua inserção no mercado de trabalho e da melhoria do bem estar social, via educação e capacitação profissional, e do acesso a bens e serviços;

- Da análise da atuação do Sistema Estadual de Ciência e Tecnologia - SECT/MT;

- Do estudo da realidade da base institucional instalada no Estado para dar suporte às atividades de Ciência e Tecnologia;

- Da necessidade de organizar e difundir informações através do Sistema Estadual de Informações de Ciência e Tecnologia – SEICT, capazes de identificar a demanda local e de informar a oferta tecnológica existente no Estado, na Região Centro-Oeste, e, no País, além de enfatizar a criação de programas multidisciplinares; e,

- Da recente orientação e do esforço conjunto desempenhado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e pelo Ministério da Integração Nacional, em definir uma pauta de ação em comum que orientou a contribuição da ciência e tecnologia no desenvolvimento sustentável da Região Centro-Oeste e que culminou com a elaboração do Plano de Ação em Ciência e Tecnologia para a Região Centro-Oeste, com a participação e adesão dos estados da região em torno do mesmo.

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4. OBJETIVOS

4.1. Objetivo Geral

     Inserir atividades de Ciência e Tecnologia no processo de desenvolvimento sustentável do Estado.

4.1. Objetivos Específicos

- Elevar a capacidade científica e tecnológica em setores considerados estratégicos para o desenvolvimento sustentado do Estado;

- Concorrer para a modernização do sistema produtivo do Estado e para a transformação de sua base técnica, através do uso intensivo de ciência e tecnologia;

- Contribuir para a inserção do conhecimento científico e tecnológico nos processos de produção de bens e serviços, cujos resultados na melhoria da produtividade e da qualidade dos produtos gerados, venham beneficiar os segmentos produtivos e a sociedade;

- Assegurar a preservação do meio ambiente, orientando a transformação dos recursos naturais em bases sustentáveis, de maneira a torná-los fonte permanente de renda para suporte do desenvolvimento sócio-econômico;

- Contribuir para a consolidação, expansão e o aprimoramento da base física de apoio às iniciativas científicas e de desenvolvimento tecnológico, instalada no Estado;

- Concorrer para a capacitação de recursos humanos dedicados ao ensino, pesquisa científica, desenvolvimento experimental e serviços técnicos, atuantes nas instituições que integram o Sistema Estadual de Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – SECT/MT;

- Contribuir para a capacitação profissional da força de trabalho do Estado, no sentido de viabilizar investimentos geradores de trabalho e renda;

- Promover a dinamização do Sistema Estadual de Ciência e Tecnologia, através da integração e interação de seus componentes, e da mesma forma, do SECT/MT, com os Sistemas dos Estados da Região Centro-Oeste;

- Promover o desenvolvimento de ações regionalizadas em ciência e tecnologia com os Estados da Região Centro Oeste, proporcionadas pelas existência de características comuns entre os estados da região e contempladas no Plano de Ação em Ciência e Tecnologia para a Região Centro Oeste.

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5. DIRETRIZES

5.1. Diretrizes Estratégicas

- Inserir a ciência e tecnologia nas políticas e estratégias de desenvolvimento social do Estado;
- Fomentar a capacitação tecnológica em setores estratégicos de desenvolvimento do Estado;
- Fomentar tecnologias indutoras do desenvolvimento sustentável, sem desconsiderar o impacto ambiental das iniciativas propostas;
- Fomentar estudos prospectivos em ciência e tecnologia no Estado com a finalidade de identificar tecnologias-chave para o desenvolvimento socio-econômico, capazes incrementar melhorias na qualidade de vida da população e na competitividade de bens e serviços;
- Apoiar e orientar as iniciativas de investimentos em ciência e tecnologia das empresas ou instituições empreendedoras através da articulação com agentes nacionais de financiamento;
- Fomentar e apoiar grupos de pesquisa existentes e grupos novos e / ou emergentes;
- Apoiar e fomentar iniciativas de inovação tecnológica, com base em oportunidades e capacidades locais;


5.2. Diretrizes Político-Normativas

- Fomentar empreendimentos em ciência e tecnologia que estejam sintonizados com as políticas dos programas de governo;
- Estimular as instituições de pesquisa a orientarem suas ações pela demanda dos setores econômicos e sociais do Estado;
- Estimular e apoiar empreendimentos cuja estratégia inovadora fundamenta-se na inovação e ou na liderança tecnológica;

sobe

6. ESTRATÉGIA

6.1. Estratégia Operacional

     A partir da percepção da necessidade e da importância em se promover o desenvolvimento integrado e sustentável, através da inserção de atividades de ciência e tecnologia, levando-se em considerando o tripé formado pelas bases social, econômica e ambiental do Estado, foram identificadas e priorizadas, com a participação das instituições integrantes do Sistema Estadual de Ciência e Tecnologia – SECT/MT, as ações que deverão merecer apoio, e portanto, serem contempladas no plano.

     Dessa forma, foram relacionados as áreas prioritárias para a inserção de atividades de C&T, as linhas prioritárias de pesquisa por área, a seguir apresentadas:

6.1.1. Áreas Prioritárias para Inserção de Atividades de Ciência e Tecnologia

1. AGRONEGÓCIO

2. BIOTECNOLOGIA

3. MEIO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS

4. TURISMO

5. REALIDADE SÓCIO-CULTURAL

6. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

7. DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO

8. EDUCAÇÃO

9. SAÚDE

6.1.2. Linhas Prioritárias de Pesquisa por Área

1. AGRONEGÓCIO

LINHAS DE PESQUISA

1. Agricultura

1.1.De precisão

1.2.Orgânica

1.3.Familiar

2. Desenvolvimento da aquicultura, fruticultura, avicultura, bovinocultura,

suinocultura, de cereais, oleaginosas, olerículas, culturas perenes, algodão e

outras fibras, silvicultura e de novos produtos.

3. Gestão da qualidade na agroindústria de alimentos de Mato Grosso;

4. Identificação de oportunidade de negócios: plantas exóticas e medicinais,

reaproveitamento de resíduos;

5. Estudos de novos mercados;

6. Tecnologias de Produção Mais Limpa aplicada à agroindústria;

7. Infra estrutura de armazenagem.

2. BIOTECNOLGIA

LINHAS DE PESQUISA

1. Pesquisa e desenvolvimento de imunológicos, medicamentos, produtos e

processos terapêuticos;

2. Pesquisa e desenvolvimento para conservação e o uso sustentável da

biodiversidade;

3. Projetos estratégicos de biotecnologia;

4. Criação de bancos de germoplasma e coleções de cultura;

5. Estudos em recursos genéticos de fauna e flora;

3. MEIO AMBIENTE, RECURSOS NATURAIS E TURISMO

LINHAS DE PESQUISA

1. Ecologia

1.1. Criptógamos

1.2. Fanerogamos

1.3. Animal

1.3.1. Invertebrados

1.3.2. Vertebrados

1.4. Microorganismos

1.5. Comunidade

1.6. População

2. Etnobiologia

2.1. Etnobotânica

2.2. Etnozoologia

3. Recursos hídricos

4. Biogeografia

4.1. Paleontologia

5. Climatologia

6. Geoecologia

7. Impacto Ambiental

7.1. Avaliação

7.2. Controle

8. Manejo e Conservação

8.1. Flora

8.2. Fauna

9. Coleção de Referência

9.1. Flora

9.2 Fauna

10. Recursos Minerais

10.1. Renováveis

10.2. Não renováveis

11. Turismo

11.1. Potencial dos pólos turísticos

11.2. Atrativos turísticos

11.2.1. Recursos naturais

11.2.2. Culturais

11.3. Comunidades tradicionais

11.4. Lazer e formas de turismo

11.5. Turismo de Eventos

11.6. Ecoturismo

11.7. Turismo e impactos ambientais.

4. REALIDADE SÓCIO-CULTURAL

LINHAS DE PESQUISA:

1. Processos históricos de ocupação sócio-econômica;

2. Tendências de oferta de trabalho no estado;

3. Inventário e mapeamento de sítios arqueológicos;

4. Organização sócio-cultural das etnias de Mato Grosso;

5. Oferecimento de estrutura para manter o patrimônio cultural no

Estado;

6. Ordenação do espaço para assentamentos rurais;

7. Avaliação da sustentabilidade ecológica e econômica de unidade de

produção.

8. A sustentabilidade da exploração madeireira associada a migração do

empresário do setor.

5. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

LINHAS DE PESQUISA

1. Geoprocessamento;

2. Sistema Estadual de Informação em C&T

6. DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO

LINHAS DE PESQUISA

    1. Tecnópolis urbanas:

    2. 1.1. Instrumentação de obras;

      1. Sistemas construtivos;

      2. Construção de baixo custo;

      3. Construções pré-moldadas;

      4. Saneamento;

      5. Urbanização.

2. Demandas tecnológicas em Mato Grosso:

2.1. Transportes:

2.1.1. Rodoviário;

2.1.2. Intermodal;

2.1.3. Urbano.

2.2. Matriz energética:

2.2.1. Geração e conservação de energia;

2.2.2. Geração alternativa;

2.2.3. Transporte de energia;

2.2.4. Biomassa.

2.3. Barragens:

2.3.1. Aproveitamento hidrelétrico;

2.3.2. Resíduos sólidos;

2.3.3. Rejeitos industriais;

2.3.4. Técnica de construção e instrumentação de barragens.

2.4. Estradas:

2.4.1. Geotecnia rodoviária;

2.4.2. Revestimento de pavimentos;

2.4.3. Manutenção de estradas;

2.4.4. Estradas vicinais;

2.4.5. Gerenciamento de pavimentos.

2.5. Potencial de necessidade das indústria;

3. Incubadoras de bases tecnológicas.

4. Gestão do conhecimento

5. Desenvolvimento do comércio eletrônico (e-commerce)

7. EDUCAÇÃO

LINHAS DE PESQUISA:

1. Educação e meio ambiente

2. Linguagem, Educação e sociedade

2.1. Ensino e aprendizagem das línguas: Estrangeira e Materna;

2.2. Texto literário teatral e educacional.

3. Gestão Educacional;

4. Educação e diversidade étnico-cultural;

5. Educação à distancia;

6. Educação e telemática;

7. Educação, cultura e sociedade:

7.1. Movimentos sociais e educação;

7.2. Psicologia social e educacional;

7.3. História da educação;

7.4. Políticas públicas e educação;

7.5. Filosofia na educação;

7.6. Educação indígena;

7.7. Educação especial;

7.8. Fundamentos e metodologias e epistemologias das ciências

humanas e sociais.

8. Educação em ciências:

8.1. Química;

8.2. Física;

8.3. Matemática;

8.4. Ciências Cartográficas.

9. Avaliação:

9.1. Do Processo ensino-aprendizagem;

9.2. Institucional.

10. Educação Profissional – Proposta de estudos de adequação curricular:

10.1. Currículo por Competência;

10.2. Avaliação de egresso da Educação Profissional;

10.3. Metodologia de integração Escola X Comunidade X Empresa;

10.4. Construção de Perfis de novos Gestores.

10.5. Metodologias de Ensino Profissional.

10.6. Reconversão Profissional.

8. SAÚDE

LINHAS DE PESQUISA

1. Epidemiologia dos principais programas do Estado de Mato Grosso

1.1. Estudos descritivos e de fatores de risco

2. Avaliação de programas e projetos em saúde;

3. Modelos assistenciais:

3.1. Saúde da família;

3.2. Sistema de referência microrregional e estadual;

4. Gestão em saúde:

4.1. Da qualidade em saúde:

4.1.1. Hospitalar em serviços de saúde;

4.1.2. Geoprocessamento em saúde;

4.1.3. Sistema de acompanhamento e avaliação do SUS;

4.1.4. Consórcios intermunicipais e intergestores de saúde;

4.1.5. Microrregionalização;

4.2. Financeira

4.3. De materiais

4.4. De recursos informacionais – sistemas de informações municipais,

desenvolvimento de home page municipal e metodologia para

reconhecimento e disponibilização de base de dados em saúde

(data mining);

4.5. Dos recursos humanos.

5. Informação, educação e comunicação social

6. Controle social;

7. Fitoterapia:

7.1. Etnobotânica;

7.2. Fitoquímica;

7.3. Fitofarmacologia;

7.4. Manufatura e mercado;

7.5. Terapêutica;

8. Química ambiental

8.1. Química de recursos naturais;

8.2. Metais como contaminantes na saúde e ambiente;

8.3. Pesticidas na saúde e ambiente;

8.4. Química (e biologia) na água;

9. Farmacologia:

9.1. Farmacologia de produtos naturais;

9.2. Farmacovigilância;

9.3. Imunofarmacologia.

10. Relação Trabalho Saúde

6.1.3. Programas de Suporte Técnico-Financeiro as Linhas de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico

     O apoio técnico e financeiro necessário à implementação do Plano será buscado junto ao Governo Federal com a devida contrapartida do Estado, previstas no PPA Estadual. Nesse sentido, através do Ministério de Ciência e Tecnologia – MCT e de suas agências: o CNPQ, o FINEP e a CAPES e do Ministério de Integração Nacional – MI, propostas de Cooperação Técnico-Financeira deverão ser concretizadas, com vistas a desenvolver ações, no Estado, com apoio dos Programas de C&T constantes no PPA Federal, a seguir relacionados:

6.1.3.1. Programas Instrumentais

     São programas de longo prazo que visam contribuir para a ampliação, consolidação da capacidade instalada de ciência e tecnologia no Estado e dar suporte às ações desenvolvidas pelos programas temáticos

CAPACITAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS PARA A PESQUISA

Objetivo:

Ampliar a capacidade de resposta do Sistema Estadual de Ciência e Tecnologia às demandas de conhecimento e de serviços técnico-científicos da sociedade, mediante a formação e qualificação de pesquisadores.

Ações:

Concessão de bolsas de estímulo à pesquisa. Concessão de bolsas de formação e qualificação de pesquisadores. Concessão de bolsas de iniciação à pesquisa.

EXPANSÃO E CONSOLIDAÇÃO DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO

Objetivo:

Ampliar e ajustar a base técnico-científica do Estado às necessidades do mercado de conhecimento e de serviços em ciência e tecnologia.

Ações:

Desenvolvimento de conhecimentos em ciências humanas, sociais naturais e da terra. Fomento à pesquisa fundamental; Fomento a projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Fomento à pesquisa e ao desenvolvimento de conhecimentos científicos. Expansão e modernização da infra-estrutura de pesquisa. Apoio a grupos de pesquisa novos e / ou emergentes. Fomento á difusão da produção científica e tecnológica.

INOVAÇÃO PARA A COMPETITIVIDADE

Objetivo:

Desenvolver e difundir soluções e inovações tecnológicas voltadas à melhoria da competitividade dos produtos e processos estaduais e das condições de inserção da economia local no mercado internacional.

Ações:

Concessão de bolsa de pesquisa em desenvolvimento tecnológico. Fomento à inovação tecnológica nas micro e pequenas empresas.

6.1.3.2. Programas Horizontais

     São programas cujo objetivo é fortalecer o esforço de constituição de um efetivo sistema de inovação , através da integração e qualificação dos diversos componentes do sistema.

SISTEMAS LOCAIS DE INOVAÇÃO

Objetivo:

Ampliar a capacidade local e regional para gerar e difundir o progresso técnico, visando a competitividade econômica e a qualidade de vida da população

Ações:

Fomento à geração e adaptação de tecnologias apropriadas. Fomento a processos de inovação tecnológica baseados em oportunidades e capacidades locais.

6.1.3.3. Programas Temáticos

CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA O AGRONEGÓCIO

Objetivo:

Incrementar a competitividade das cadeias produtivas e dos complexos agroindustriais via geração e adaptação de conhecimentos e tecnologias, visando o desenvolvimento sustentável do agronegócio Mato-grossense.

Ações:

Pesquisa e desenvolvimento em agronegócios. Inovação e gestão tecnológica nas cadeias produtivas do agronegócio.

CLIMATOLOGIA, METEOROLOGIA E HIDROLOGIA

Objetivo:

Ampliar a antecedência e a confiabilidade das previsões de tempo e clima, protegendo a sociedade, o meio ambiente e os setores produtivos.

Ações:

Pesquisa, desenvolvimento e operação em previsão de tempo e estudos climáticos Desenvolvimento de pesquisas sobre o clima e a hidrologia dos ecossistemas de Mato Grosso.

CONSERVAÇÃO DE SOLOS NA AGRICULTURA

Objetivo:

Recuperar áreas degradadas com vistas à sua reincorporação ao processo produtivo, mediante a adoção de práticas conservacionistas de uso e manejo adequados do solo e da água.

Ações:

Pesquisa e desenvolvimento em manejo e conservação de solo e água. Implantação de unidades demonstrativas de manejo e conservação de solo e água.

BIOTECNOLOGIA E RECURSOS GENÉTICOS – GENOMA

Objetivo:

Conservar recursos genéticos e desenvolver produtos e processos biotecnológicos relevantes para a produção industrial, agropecuária e a saúde humana.

Ações:

Caracterização e avaliação de recursos genéticos; Fomento à pesquisa e desenvolvimento de imunológicos, medicamentos, produtos e processos terapêuticos; Fomento à pesquisa e desenvolvimento para conservação e o uso sustentável da biodiversidade; Fomento a projetos estratégicos de biotecnologia; Criação de bancos de germoplasma e coleções de cultura; Estudos em recursos genéticos de flora e da fauna.

BIODIVERSIDADE E RECURSOS GENÉTICOS – BIOVIDA

Objetivo:

Promover o conhecimento, a conservação e o uso sustentável da biodiversidade e dos recursos genéticos e repartição justa e equitativa dos benefícios derivados de sua utilização.

Ações:

Pesquisa em diversidade vegetal. Pesquisa sobre fauna silvestre.

CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA A GESTÃO DE ECOSSISTEMAS

Objetivo:

Desenvolver pesquisas para a exploração sustentável dos recursos naturais e da biodiversidade e para o gerenciamento racional dos ecossistemas de Mato Grosso.

Ações:

Fomento à pesquisa e ao desenvolvimento sobre a composição e a dinâmica dos ecossistemas mato-grossenses.

FOMENTO À PESQUISA EM SAÚDE

Objetivo:

Promover a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologia de produtos e processos aplicáveis em saúde pública e promover a divulgação e difusão de informações científicas e tecnológicas do setor saúde.

Ações:

Apoio à grupos de pesquisa em doenças infecciosas e doenças não transmissíveis. Desenvolvimento de pesquisa sobre causas externas de morbidade. Desenvolvimento de pesquisa em gestão da qualidade em saúde.

SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

Objetivo:

Desenvolver e difundir as tecnologias da informação, visando preparar e qualificar Recursos Humanos no Estado.

Ações:

Implantação do Sistema de Informações em Ciência e Tecnologia. Socialização e

popularização das informações científicas e tecnológicas. Criação de rede de inter-

comunicação e interconexão à longa distância (INTERNET II).


6.1.3.4. Programas de Incentivos Fiscais Disponíveis Estado

     No Estado, a cooperação técnico-financeira será buscada junto às instituições de ensino e pesquisa e de desenvolvimento tecnológico e às instituições estaduais responsáveis pelos programas de desenvolvimento criados através de incentivos fiscais, cujos recursos dão origem a fundos destinados ao fortalecimento da atividade. Tais fundos deverão destinar um percentual ao desenvolvimento científico e tecnológico do setor. Existem no Estado os seguintes programas de incentivos fiscais:

PROGRAMA DE MELHORIA DA PECUÁRIA DE CORTE / PROGRAMA DE INCENTÍVO À CRIAÇÃO DO NOVILHO PRECOCE / PROMMEPE

Objetivo:

Elevar os índices de produtividade do rebanho bovino do Estado.

Ações:

Melhoramento genético do plantel zebuíno. Informações técnicas ao pecuarista sobre alimentação, manejo e sanidade. Treinamento e qualificação de técnicos e inseminadores. Orientação sobre cruzamento industrial visando aumentar o índice de desfrute e a produção precoce. Formação de rebanho leiteiro.

PROGRAMA "GRANJA DE QUALIDADE"

Objetivo:

Promover e estimular a suinocultura estadual, dentro dos mais altos padrões de qualidade, visando atender às exigências dos consumidores nacionais e internacionais.

Ações:

Controle e erradicação de doenças, principalmente Peste Suína Clássica, Febre Aftosa, Aujeski e Brucelose. Qualificação e treinamento de mão-de-óbra, de interesse dos suinocultores. Promoção de eventos (cursos, palestras, seminários e feiras demonstrativas) que incentive a atividade suinícola no Estado de Mato Grosso. Investimentos de interesse coletivo, de saneamento, de prevenção de doenças e de prevenção ambiental.

PROGRAMA DE APOIO AO ALGODÃO DE MATO GROSSO - PROALMAT

Objetivo:

Recuperação e expansão da cultura do algodão.

Ações:

Pesquisa com fins de obter-se cultivares mais produtivas, com melhor qualidade de fibras e resistentes a pragas e doenças. Desenvolvimento de técnicas de manejo visando a sustentabilidade da cultura. Desenvolvimento de ações que visam minimizar o impacto ambiental da cultura. Difusão de tecnologia. Treinamento de mão-de-obra. Realização de eventos técnicos. Investimentos de interesse coletivo de prevenção de doenças e de preservação ambiental. Promoção e marketing do setor algodoeiro.

PROGRAMA DE INCENTIVOS ÀS INDÚSTRIAS TEXTEIS E DE CONFECÇÕES DE MATO GROSSO – PROALMAT INDÚSTRIA

Objetivo:

Dinamizar processo de industrialização do algodão produzido no Estado, dentro de padrões tecnológicos e ambientais de qualidade e de prevenção, bem como estimular investimentos públicos e privados.

Ações:

Investimentos no processo de verticalização e agregação de valor ao algodão produzido no Estado. Treinamento operacional da mão-de-obra empregada nas usinas de beneficiamento.

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO AGRONEGÓCIO DA MADEIRA NO ESTADO DE MATO GROSSO – PRÓ-MADEIRA

Objetivo:

Garantir a sustentabilidade do recurso florestal como fator de perenização da atividade madeireira, incentivar a verticalização e a agregação de valores à atividade e promover a modernização e a inserção competitiva do setor.

Ações:

Ordenar a exploração florestal, instituir a sustentabilidade do processo de exploração florestal, fortalecer o desenvolvimento científico e tecnológico, incrementar suporte de serviços e estratégias de comercialização.

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA CADEIA PRODUTIVA DO BOI – PRÓ-COURO

Objetivo:

Estimular o processo de agregação de valor e melhoria de qualidade e produtividade dos produtos derivados da pecuária de corte.

Ações:

Melhoria da qualidade, agregação do valor, integração dos elos da cadeia produtiva, comercialização e marketing, sustentabilidade ambiental e desenvolvimento de pesquisa e difusão de tecnologia.

PRGRAMA DE INCENTIVO À CULTURA – LEI HERMES DE ABREU

Objetivo:

Incentivar a produção cultural e artística, preservar, recuperar e divulgar o patrimônio cultural do Estado e dar apoio a outras atividades culturais consideradas relevantes pela Secretaria de Estado de Cultura.

Ações:

Fomento à edição de obras relativas a arte, a literatura, e à pesquisa.

6.2. Estratégia de Gestão do Plano

     A ação de coordenação do plano será desempenhada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso – FAPEMAT, que deverá adotar os instrumentos necessários à elaboração das programações anuais, bem como, ao acompanhamento, controle e avaliação das atividades.

     A gestão do plano se dará através do acompanhamento e avaliação de resultados. O acompanhamento, terá a finalidade de monitorar, no curto prazo, o desempenho das atividades programadas e a avaliação, para aferir os resultados (quantitativos e qualitativos) alcançados, e orientar, quando necessário, a reprogramação ou a tomada de novas decisões.

     Anualmente, serão realizadas reuniões com o Conselho Deliberativo do SECT/MT e com a comunidade científica com a finalidade de avaliar resultados e identificar o progresso científico e tecnológico do Estado, advindo da implementação das ações deste plano.

7. METAS

- Elevar em 30% o número de profissionais com título de mestrado, nas instituições pertencentes ao SECT/MT, até dezembro de 2003;
- Elevar em 20% o número de profissionais com título de doutorado, nas instituições pertencentes ao SECT/MT, até dezembro de 2003;
- Incrementar em 50%, anualmente, o número de projetos fomentados pela FAPEMAT, através de auxílio à pesquisa, até dezembro de 2003;
- Realizar anualmente 01 evento com a comunidade científica para apresentação de trabalhos técnico-científicos, avaliação do progresso científico e tecnológico do Estado e estabelecer prioridades de apoio para o desenvolvimento de novos trabalhos, até dezembro de 2003;
- Realizar 01 (uma) reunião anual do Conselho Deliberativo do SECT/MT, no mês de julho, com a finalidade de avaliar a programação das atividades de C&T, do ano em curso, e, programar as ações do ano seguinte, até dezembro de 2003;
- Incrementar em 50% até o ano de 2003, os veículos de divulgação da produção científica e tecnológica do Estado de Mato Grosso;
- Implantar em 100%, até o ano de 2003, um sistema de indicadores e de informação em Ciência e Tecnologia.

8. ORÇAMENTO, CRONOGRAMA DE UTILIZAÇÃO E ORIGEM DOS RECURSOS

     Os recursos necessários ao suporte financeiro das atividades previstas no plano, terão origem no orçamento da União, principalmente no Plano Plurianual de Investimentos – PPA, e nos Fundos Setoriais de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico do Ministério da Ciência e Tecnologia. Nos fundos oriundos de incentivos fiscais criados pelo Governo do Estado, no orçamento do Estado, além das contrapartidas do setor privado. O volume de recursos financeiros está demonstrado nas tabelas de 06 a 10.

Tabela 6 - RECURSOS NECESSÁRIOS PARA IMPLANTAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS

PROGRAMAS E PROJETOS DURANTE O PERÍODO DE 2000/2003

Tabela 7 - RECURSOS NECESSÁRIOS PARA IMPLANTAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS PROGRAMAS NO ANO DE 2000

Tabela 8 - RECURSOS NECESSÁRIOS PARA IMPLANTAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS PROGRAMAS NO ANO DE 2001

Tabela 9 - RECURSOS NECESSÁRIOS PARA IMPLANTAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS PROGRAMAS NO ANO DE 2002

Á R E A S

VALOR (Em R$ 1.000,00)

PARTICIPAÇÃO

TOTAL

GOV. FEDERAL

GOV. DO ESTADO

AGRONEGÓCIO

1.935,00

640,80

2.575,80

BIOTECNOLOGIA

300,00

99,90

399,90

RECURSOS NATURAIS

360,00

119,70

479,70

EDUCAÇÃO

1.695,00

564,30

2.259,30

SAÚDE

180,00

60,00

240,00

REALIDADE SÓCIO-CULTURAL

120,00

39,60

159,60

ECOTURISMO

45,00

15,00

60,00

DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO

330,00

109,50

439,50

T O T A L

4.965,00

1.648,80

6.613,80

Tabela 10 - RECURSOS NECESSÁRIOS PARA IMPLANTAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS PROGRAMAS NO ANO DE 2003

Á R E A S

VALOR (Em R$ 1.000,00)

PARTICIPAÇÃO

TOTAL

GOV. FEDERAL

GOV. DO ESTADO

AGRONEGÓCIO

1.290,00

427,20

1.717,40

BIOTECNOLOGIA

200,00

66,60

266,60

RECURSOS NATURAIS

240,00

79,80

319,80

EDUCAÇÃO

1.130,00

367,20

1.497,20

SAÚDE

120,00

40,00

160,00

REALIDADE SÓCIO-CULTURAL

80,00

26,40

106,40

ECOTURISMO

30,00

10,00

40,00

DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO

220,00

73,30

293,00

T O T A L

3.310,00

1.099,20

4.409,20

ANEXO 1

     Relação das Instituições que se ocupam da atividade de C&T no Estado de Mato Grosso

01.

Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural - EMPAER-MT

02.

Escola Agrotécnica Federal de Cáceres – EAF Cáceres/MT

03.

Escola Agrotécnica Federal de Cuiabá – EAF Cuiabá/MT

04

Escola Técnica Federal de Mato Grosso – ETFMT

05.

Faculdades Integradas Cândido Rondon – UNIRONDON

06.

Faculdades Unidas de Várzea Grande – UNIVAG

07.

Federação da Agricultura do Estado de Mato Grosso – FAMATO

08.

Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso – FIEMT

09.

Fundação de Amparo á Pesquisa do Estado de Mato Grosso – FAPEMAT

10.

Fundação de Amparo à Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Mato Grosso – FUNDAPER/MT

11.

Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento Integrado de Rio Verde – Fundação Rio Verde

12.

Fundação Estadual do Meio Ambiente – FEMA

13.

Fundação Mato Grosso – Fundação MT

14.

Instituição Mato-grossense de Economia Agrícola – IMEA

15.

Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA

16.

Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso – INDEA/MT

17.

Secretaria de Estado de Agricultura e Assuntos Fundiários – SAAF

18.

Secretaria de Estado de Educação – SEE

19.

Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração – SICM

20.

Secretaria de Estado de Saúde – SES

21.

Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso – SEBRAE

22.

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI

23.

Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – SENAR/MT

24.

Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC

25.

Universidade de Cuiabá – UNIC

26.

Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT

27.

Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT

 

 


- Sistemas Estaduais

- FAPs

- Mato Grosso