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Brasília, 14 a 17 de julho de 2011 - Nº 1056 - Ano 11



DESTAQUE DA EDIÇÃO _______________________________________________

1. Presidente do CGEE, Lúcia Carvalho Pinto de Melo, é a nova entrevistada da Seção Impressão


LEIA TAMBÉM ______________________________________________________

2. MCT articula a vinculação de novos institutos de pesquisa

3. Capacidade da rede Ipê é ampliada em 280%

4. ABIPTI promove palestra com especialista em busca de conteúdo no Google

5. Finep negocia empréstimo de R$ 2 bilhões com o BNDES

6. Projetos inovadores voltados para segurança são foco de investimento da Finep

7. Brasil e Letônia discutem parcerias na área de tecnologia da informação

8. Inmetro certifica selo da ABDI

9. Amanhã é o último dia para candidatos concorrerem a bolsas oferecidas pela Braskem

10. Programa de Qualificação de Docentes e Ensino de Língua Portuguesa no Timor Leste recebe inscrições

11. Capes seleciona projetos para o Programa NoPa

12. Brasil e Panamá assinam parceria para a realização de projetos agropecuários

13. Fapeg seleciona projetos para o Pappe Integração

14. Estado de Goiás divulga tema para Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

15. Fapes anuncia mais R$ 612 mil para o Programa Nossa Bolsa

16. Fapemig investe mais de R$ 6 milhões em dois editais

17. Programa irá articular ensino médio e cursos profissionalizantes em São Paulo

18. Fapergs seleciona candidatos para Programa Agentes Locais de Inovação

19. Tecpar define diretrizes para os próximos quatro anos

20. Protocolo de intenções garante incentivos fiscais às empresas de Lages

- Editais Vigentes Nacionais – Foram incluídos, nesta edição, dois novos editais da Capes.

- Editais Vigentes Estaduais – Foram incluídos, nesta edição, dois novos editais: um de Goiás e um do Rio Grande do Sul.

- Editais Vigentes Internacionais

- Eventos TIB

- Agenda

- Prêmios

- Profissionais C&T

 

1 - Presidente do CGEE, Lúcia Carvalho Pinto de Melo, é a nova entrevistada da Seção Impressão

     A presidente do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), Lúcia Carvalho Pinto de Melo, faz um balanço de dez anos da atuação da instituição. Ela está à frente do órgão há mais de cinco anos e participou do processo de sua criação, o que lhe confere um lugar confortável para fazer esta análise.

     “O trabalho do centro foi fundamental para estabelecer um novo ‘modus operandi’, na construção de políticas e estratégias de C&T no país”, disse em entrevista exclusiva ao Gestão C&T online, no dia 5 deste mês, em Brasília (DF). Ela aponta também os principais desafios do Brasil na área de ciência, tecnologia e inovação na próxima década e diz o que precisa ser feito para manter o ritmo de crescimento alcançado nos últimos anos.

     Lúcia Melo avalia, ainda, a proposta de transformar a Finep em um banco. Na opinião dela, não basta ter elevação de recursos se não houver uma base da instituição adequada que garanta a operacionalização da verba no ritmo necessário. Leia a entrevista na íntegra.

     A senhora está há cinco anos e seis meses à frente do CGEE. Qual o balanço que a senhora faz da sua gestão e quais os principais resultados alcançados?

    
Eu fiz parte da primeira diretoria do centro, ou seja, da equipe da gênesis da instituição. Assim, a minha avaliação não é somente dos últimos cinco anos, mas da década. Nesse período, o centro atingiu um estágio importante de consolidação no sistema [Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação]. Foram mobilizados cerca de dois mil especialistas e concluídas ou desenvolvidas de 64 a 90 subações, sendo dois terços delas provenientes do contrato de gestão com o MCT.

     Eu poderia apresentar mais indicadores quantitativos, como números de estudos realizados. Entretanto, a minha análise é na perspectiva do intangível, ou seja, não só sobre o que produziu em termos de estudos, mas como contribuiu para alavancar políticas ainda mais abrangentes para ciência, tecnologia e inovação (CT&I).

     O centro atuou nesta década em agendas diversificadas, como recursos humanos, planejamento institucional, e diretrizes estratégicas para o Brasil como o mar e ambientes costeiros, bioetanol, mudanças climáticas, e a construção de uma economia verde.

     Vale destacar que o apoio irrestrito da alta cúpula do MCT foi fundamental para o desempenho positivo do centro. O ex-ministro Eduardo Campos [2004-2005] teve um papel muito importante em resgatar o CGEE. Sergio Rezende [chefe da pasta de 2005 a 2010] deu as condições necessárias para a consolidação da instituição. O atual ministro [Aloizio Mercadante, que assumiu o ministério neste ano] compreendeu o papel do CGEE muito rapidamente e tem sido um parceiro imprescindível.

     Na sua opinião, como evoluiu o setor de ciência, tecnologia e inovação no país e quais as principais contribuições do CGEE nesse contexto?

    
Reforço que a última década foi a fase de implantação e consolidação de um ator novo no SNCTI. O CGEE foi criado para responder à necessidade associada ao crescimento e à expectativa de modernização do setor, com a introdução da dimensão da inovação como um elemento importante e estratégico para a definição de políticas de ciência e tecnologia.

     O trabalho do centro foi fundamental para estabelecer um novo ‘modus operandi’, na construção de políticas e estratégias de C&T no país, em perfeita sintonia com as tendências mundiais, em que a dimensão da ciência e tecnologia é cada vez mais valorizada na definição de diretrizes voltadas para o desenvolvimento econômico e inclusão social.

     A atuação do CGEE tem sido fundamental para subsidiar os processos que levam à escolha de políticas de C&T mais abrangentes e de longo prazo. Isso significa que seu trabalho é primordial para distinguir entre o que é importante e o que é urgente. O órgão também faz análises de instrumentos e avalia políticas e programas, apontando como esses mecanismos podem ser aprimorados. A ideia é agilizar ainda mais o processo de construção de uma base de C&T que dê resposta aos desafios brasileiros.

     A partir dos diversos estudos realizados pelo CGEE ao longo desta década, com prospecção de cenários futuros, qual o principal desafio para o setor brasileiro de C&T?

    
Sem dúvida é criar condições mais efetivas para incrementar o processo de inovação nas empresas. O país registrou uma expansão muito favorável da base científica tecnológica. Não vou dizer que o nível já é o ideal, mas é confortável. Trata-se de uma pré-condição absolutamente necessária para que o país possa agora enveredar por outros caminhos.

     Desta forma, devemos não só manter essa base científica, como fazer com que as empresas incorporem cada vez mais a questão da inovação, e aí eu me refiro à inovação tecnológica, inovação mais robusta. As empresas precisam inserir a atividade de pesquisa e desenvolvimento (P&D) como algo corriqueiro. Somente assim o país terá condições de alavancar o desenvolvimento sustentável, a geração de riqueza e empregos de qualidade, com agregação de valor a todas as cadeias produtivas.

     A Finep anunciou que pretende inverter gradativamente a proporção do crédito direcionado para centros de pesquisa e empresas, que hoje é de 60% e 40% respectivamente, com o intuito de justamente impulsionar a inovação no setor produtivo. Na sua avaliação, esta é uma boa estratégia?

    
A escala de investimentos em inovação no país, sejam eles públicos ou privados, ainda é inadequada para as nossas pretensões como nação. Temos cada vez mais centros de pesquisa, mas eles ainda são pequenos. Os nossos competidores estão alavancando estratégias de uma forma muito agressiva, com uma base muito mais ampla. Eu acredito que a Finep, ao se transformar numa agência de maior vulto, poderá certamente contribuir fortemente para isso, ou seja, dar escala aos processos de inovação.

     Entretanto, é importante lembrar que não adianta ter recursos mais elevados, se não tivermos uma base institucional adequada para fazer com que a operacionalização desses recursos se dê na velocidade e intensidade necessárias. Precisamos de recursos humanos de alta qualificação, universidades bem consolidadas e institutos de pesquisas fortes. Não é possível pensar que as empresas isoladamente serão capazes de dar esta resposta.

     Para a senhora, o ritmo de crescimento registrado nos últimos anos, com a elevação da produção científica brasileira e maior investimento de recursos no setor, será mantido nos próximos anos?

    
A manutenção dos investimentos em patamares elevados vai depender do desempenho da economia brasileira. Também será determinante para a sustentação desse cenário assegurar que parte dos recursos obtidos com a exploração do pré-sal seja direcionada para o setor.

     No que se refere à produção científica, os indicadores apontam que o crescimento será mantido. Esse resultado é reflexo de um processo de avaliação rigoroso que tem acontecido, por exemplo, nos cursos de pós-graduação. É preciso manter esse ritmo.

     Atingimos uma posição confortável, agora precisamos ter metas de médio e longo prazos para atingirmos patamares ainda mais elevados e criar condições mais favoráveis para a realização de pesquisa. Neste sentido, é fundamental a internacionalização da agenda da pesquisa, com maior fluxo de pessoas indo para fora do Brasil e também de absorção de pessoas do exterior. Este é um movimento que pode ser feito tanto por universidades, como por empresas.

     Na sua avaliação, quais os desafios do novo presidente do CGEE, Mariano Laplane, para fortalecer a atuação do centro em nível nacional e internacional?

    
O Conselho de Administração fez uma escolha muito acertada. O professor Laplane tem um perfil bastante adequado, com grande experiência em política industrial e de inovação, o que permitirá ao CGEE dar saltos ainda maiores na construção de agendas estratégicas para CT&I.

     Quais os seus planos para o futuro?

    
Eu voltarei para Recife (PE) e vou continuar a trabalhar com ciência e tecnologia.

     (Cynthia Ribeiro para o Gestão C&T online)

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2 - MCT articula a vinculação de novos institutos de pesquisa

     O subsecretário de Coordenação das Unidades de Pesquisa do MCT, Arquimedes Diógenes Ciloni, antecipou em Goiânia (GO), que tramita no Congresso Nacional um projeto de lei que prevê a vinculação de novos institutos de pesquisa à estrutura do órgão. Caso a medida seja aprovada, o número de instituições passará de 18 para 22.

     De acordo com ele, o projeto propõe a reconfiguração dos institutos nacionais do Pantanal, da Mata Atlântica, das Águas e, ainda, o Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene). O MCT também tem trabalhado para tornar o recém-criado Centro de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) como instituto. “Mas, para isso, precisamos esperar um período de maturação até que tenha estrutura adequada”, disse.

     Está em estudo, ainda, a criação de um quinto instituto, resultado do convênio firmado recentemente com a empresa Foxconn, responsável pela fabricação de ipads no Brasil. Segundo Arquimedes, o objetivo é descentralizar a ciência no país.

     (Com informações do MCT)

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3 - Capacidade da rede Ipê é ampliada em 280%

     A capacidade agregada da rede Ipê vai ser ampliada em 280%, elevando-a ao patamar das mais avançadas redes acadêmicas do mundo. A inauguração da nova capacidade foi feita ontem (13), em Brasília (DF), pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e pelo diretor geral da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), Nelson Simões.

     O aumento foi viabilizado por meio da parceria com a empresa de telecomunicações Oi e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A capacidade da nova geração da rede Ipê, com conexões multigigabits (acima de 1Gbps), passa a atender as 24 unidades da Federação, incluindo todas as capitais das regiões Nordeste e Centro-Oeste e alcançando o Norte do país.

     Com a iniciativa, o grande desafio de levar infraestrutura de redes avançadas para a Amazônia começa a ser superado, ampliando a possibilidade de integração e colaboração nacional e internacional.

     (Com informações do MCT)

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4 - ABIPTI promove palestra com especialista em busca de conteúdo no Google

     O Google é uma ferramenta indispensável para quem precisa fazer algum tipo de pesquisa na rede. Entretanto, o principal site de buscas de conteúdo na internet possui recursos que podem facilitar e ampliar o uso desta tecnologia.

     No intuito de subsidiar os internautas com técnicas que oferecem autonomia ao usuário na busca de informações e respostas pelo mundo virtual, a ABIPTI promove, no próximo dia 26 de julho, às 16h, uma palestra online com o tecnólogo João Dinaldo Kzam Gama.

     Na apresentação, que terá a duração de duas horas, Gama dará dicas de busca básica e avançada no Google, além da mostra de sites curiosos e interessantes na área acadêmica e de pesquisa. A palestra será transmitida pelo site www.otg.abipti.org.br.

     Gama ressalta que as informações oferecidas não vão garantir o que o usuário procura. Pelo contrário, este conhecimento tem o intuito de fazê-los persistir na busca, sempre almejando melhores resultados. “Como disse Larry Page, um dos fundadores do Google - a inspiração ainda precisa de muita transpiração”, cita.

     Buscando na internet
    
Responsável pelo site www.buscandonainternet.com, desde 2005 Gama se dedica à busca na internet com o uso do Google. O tecnólogo ressalta que o principal site de buscas da internet é revolucionário na logística de distribuição de conteúdo. “O Google tem tido sucesso por que faz o que se tem estudado e aprendido há muito tempo na área de desenvolvimento: foca na solução que o usuário final precisa”.

     Gama completa que os criadores do Google tiveram persistência e acreditaram. E que se mantiveram firmes quando perceberam que as atividades deles não estavam sendo notadas pelos concorrentes. “Na área de negócios ou se faz o novo ou se remodela o que já existe, alterando totalmente a forma e melhorando o conteúdo”, ensina.

     Para o especialista, os usuários comuns não aprenderam como fazer uma pesquisa eficiente. Já alguns especialistas acadêmicos ignoram a importância de determinadas tecnologias, dificultando a evolução pedagógica do aprendizado virtual. “Eu acho que essa transformação é a missão da nova geração, que nasceu na era digital. Mas as antigas gerações podem colaborar, mesclando as formas de conteúdo”.

     (Cristiane Rosa para o Gestão C&T online)

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5 - Finep negocia empréstimo de R$ 2 bilhões com o BNDES

     O diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Finep, Roberto Vermulum, defendeu durante a 63ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorre em Goiânia (GO), mais recursos para a agência. De acordo com ele, está em curso uma negociação com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 2 bilhões, para estimular a inovação no setor privado.

     “Com o recurso atual o nosso limite de financiamento não permite investimentos altos. Além disso, poderemos aportar recursos em segmentos que nos trarão inovações em um tempo mais curto como o setor têxtil”, disse. Neste ano, o orçamento da financiadora é de R$ 5,1 bilhões.

     A meta da agência para os próximos três anos é disponibilizar R$ 50 bilhões para financiamento. “No Brasil a taxa de inovação ainda é baixa. Com mais recursos temos mais chances de mudar esse panorama”, concluiu.

     (Com informações do MCT)

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6 - Projetos inovadores voltados para segurança são foco de investimento da Finep

     Números apresentados pela Finep nesta semana mostram que o investimento da agência em projetos inovadores voltados para segurança pública soma nos últimos anos recursos da ordem de R$ 80 milhões.

     Entre as propostas apoiadas está o Disque-Denúncia do Rio de Janeiro, que recebeu R$ 1,2 milhão. O primeiro aporte, em 2006, foi de R$ 335 mil e financiou a compra de equipamentos. O segundo, de R$ 950 mil, foi direcionado para um projeto de vigilância e inteligência.

     Vale citar ainda um projeto Lepus, da empresa Photonita de Santa Catarina. A inovação auxilia os peritos a identificarem as armas envolvidas em crimes por meio de exame microcomparativo dos elementos dos projéteis disparados. Nesta iniciativa, a financiadora investiu aproximadamente R$ 400 mil para o desenvolvimento do protótipo.

     Informações sobre a Finep estão disponíveis no site www.finep.gov.br.

     (Com informações da Finep)

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7 - Brasil e Letônia discutem parcerias na área de tecnologia da informação

     O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel e o primeiro-ministro da Letônia, Valdis Dombrovskis discutiram na última terça-feira (12), parcerias nas áreas de logística, construção civil e tecnologia da informação. A ideia é estreitar as relações entre os setores produtivos dos dois países e elevar o intercâmbio comercial.

     Durante a reunião foi tratada, ainda, uma cooperação na área educacional, com treinamento em áreas de ciências exatas, em que a Letônia é considerada avançada. De acordo com Pimentel, a parceria é estratégica para o Brasil, visto que aquele país poderá ser uma porta de entrada para os mercados da Estônia, Lituânia, Rússia, Cazaquistão e Ucrânia.

     A relação entre as duas nações também tratará resultados para projetos de banda larga brasileiros. Valdis Dombrovskis anunciou a criação de uma linha de produção de equipamentos de telecomunicações, como de tecnologia wireless capazes de transmitir até 366 Mb de dados por segundo em Curitiba (PR). “É bastante estratégico, no momento em que há um esforço de se expandir o acesso à internet e o uso das tecnologias de banda larga no Brasil”, disse Pimentel.

     Informações sobre o MDIC estão disponíveis no site www.mdic.gov.br.

     (Com informações do MDIC)

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8 - Inmetro certifica selo da ABDI

     O Selo Qual, da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), foi certificado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). Criado em 2006, o instrumento certifica empresas de confecção, com padrões de qualidade e responsabilidade socioambiental e leva em consideração requisitos e sistemas de avaliação alinhados aos do Inmetro.

     Atualmente três empresas em todo o Brasil possuem o selo, criado em parceria com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções (Abit). De acordo com a ABDI, outras dez estão em fase de certificação e 23 foram capacitadas neste ano.

     “É um certificado com enfoque moderno, que alia qualidade com ações sociais e respeito ambiental”, explica o líder do projeto de Têxtil e Confecções da ABDI, Caetano Ulharuzo. A perspectiva para 2011 é capacitar mais 27 empresas. O instrumento possui três categorias: bronze, prata e ouro. Cada fase tem requisitos normativos próprios.

     Informações sobre o Selo Qual estão disponíveis no site www.seloqual.com.br.

     (Com informações da ABDI)

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9 - Amanhã é o último dia para candidatos concorrerem a bolsas oferecidas pela Braskem

     Esta sexta-feira (15) é o último dia para interessados se inscreverem a bolsas de estudo de mestrado e doutorado oferecidas pela Braskem. O objetivo é apoiar projetos que contribuam para o desenvolvimento da química sustentável no país.

     Serão concedidas dez bolsas de mestrado e dez de doutorado, nos valores de R$ 1,5 mil e R$ 2,5 mil mensais, respectivamente. O candidato deve estar cursando as modalidades em qualquer universidade do Brasil.

     O tema do trabalho dos candidatos deve estar relacionado às seguintes áreas: produtos químicos a partir de matérias primas renováveis; soluções para o pós consumo de plásticos; e desenvolvimentos na área de processos, produtos e catalisadores para a indústria petroquímica.

     As inscrições podem ser feitas neste link

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10 - Programa de Qualificação de Docentes e Ensino de Língua Portuguesa no Timor Leste recebe inscrições

     Estão abertas até o dia 11 de agosto as inscrições para o edital 24/2011 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), no âmbito do Programa de Qualificação de Docentes e Ensino de Língua Portuguesa no Timor Leste (PQLP). O objetivo é ampliar a formação de docentes para o ensino básico naquela região, assim como apoiar a formulação e implementação de novas diretrizes curriculares para a formação de professores.

     Serão selecionados candidatos para as modalidades de bolsista, com 44 vagas, e de articulador pedagógico, com seis vagas, que atuarão nos projetos de Formação de Professores da Educação Básica e Ensino de Língua Portuguesa Instrumental, ambos no Timor-Leste. Será concedida mensalidade no valor de 1,3 mil euros para a modalidade bolsista e de 2,1 mil euros para articulador pedagógico.

     Poderão participar do programa: estudantes brasileiros de cursos de pós-graduação stricto-sensu em educação, educação científica e tecnológica, ensino de ciências, ensino de língua portuguesa, linguística e/ou áreas afins; docentes brasileiros de instituições de ensino superior (IES) com no mínimo dois anos de experiência em ensino, pesquisa e/ou extensão naquelas áreas; entre outros.

     O edital está disponível neste link

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11 - Capes seleciona projetos para o Programa NoPa

     A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) seleciona projetos conjuntos de pesquisa para o Programa NoPa, nas áreas de energias renováveis e eficiência energética, e proteção e gestão sustentável das florestas tropicais. A data limite para a submissão das propostas é 25 de agosto.

     O programa, uma parceria da Capes com o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD) e o Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ), tem como objetivo apoiar o intercâmbio científico entre grupos de pesquisa brasileiros e alemães e a formação de recursos humanos, além de incentivar a inovação tecnológica no setor produtivo público e privado.

     Serão selecionados até oito projetos conjuntos, com o início das atividades previsto para novembro de 2011. A mensalidade para graduação sanduíche é de 870 euros mensais, para doutorado sanduíche de 1,3 mil euros e para pós-doutorado no valor de 2,1 mil euros.

     É necessário comprovar a vinculação do projeto a programa de pós-graduação reconhecido pela Capes, assim como a proposta deve contemplar a formação de doutorandos e o aperfeiçoamento de docentes e pesquisadores vinculados à equipe de trabalho.

     O edital está disponível neste link.  

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12 - Brasil e Panamá assinam parceria para a realização de projetos agropecuários

     Foi firmado ontem (13), em Brasília (DF), um memorando de entendimento entre o Brasil e o Panamá para a realização de projetos de pesquisa conjuntos nas áreas de agricultura, pecuária e recursos naturais. O acordo foi firmado entre a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Instituto de Investigación Agropecuaria de Panamá (Idiap).

     A cooperação abrangerá, por exemplo, as áreas de agricultura sustentável, biocombustíveis e recursos genéticos. Estão previstas, ainda, atividades de capacitação. Para estabelecer os planos de trabalho a serem desenvolvidos será criado um comitê de implementação.

     A Embrapa é uma instituição associada à ABIPTI.

     Para saber mais sobre a Embrapa acesse o site www.embrapa.gov.br.

     (Com informações da Embrapa)

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13 - Fapeg seleciona projetos para o Pappe Integração

     A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) recebe propostas para o edital 1/2011 - Apoio à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Micro Empresas e Empresas de Pequeno Porte de Base Tecnológica na Modalidade Subvenção Econômica (Pappe Integração). As inscrições podem ser feitas até o dia 31 de agosto.

     O objetivo é selecionar propostas empresariais para subvenção econômica à pesquisa e desenvolvimento de processos e/ou produtos inovadores no Estado. Serão destinados ao programa recursos financeiros de R$ 16,5 milhões para desembolso em até 24 meses.

     O edital contempla as seguintes áreas: agronegócio; fármacos e medicamentos; máquinas e equipamentos; biotecnologia e nanotecnologia; tecnologia da informação; meio ambiente e recursos naturais; oleoquímica e sucroquímica; biomassa e energias renováveis; e ações horizontais.

     Serão elegíveis empresas cuja atividade produtiva seja direcionada para o desenvolvimento de novos produtos ou processos, com base na aplicação sistemática de conhecimentos científicos e tecnológicos e na utilização de técnicas consideradas avançadas ou pioneiras, ou que desenvolvam projetos de ciência, tecnologia e inovação.

     O edital está disponível neste link

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14 - Estado de Goiás divulga tema para Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

     O tema da sessão goiana da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia será “Prevenção de risco e desastres naturais: compromisso da Sectec/Simehgo para Goiás”. O evento irá mobilizar as instituições de ensino e pesquisa do Estado, além das prefeituras e sindicatos rurais. O calendário com os temas das apresentações e expositores será finalizado em setembro.

     Serão realizadas palestras em todo o Estado, com vistas à conscientização e instrução sobre a prevenção de ocorrência dos desastres naturais. Em Goiânia, os encontros acontecem no mês de outubro, na Secretaria de Ciência e Tecnologia (Sectec), no dia 17; na Prefeitura de Goiânia, no dia 18; na Prefeitura de Aparecida de Goiânia, no dia 19; na Fieg/Sebrae, no dia 20; e na Fapeg/UEG/Prefeitura de Anápolis, no dia 21.

     A Sectec-GO é uma instituição associada à ABIPTI.

     (Com informações da Sectec-GO)

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15 - Fapes anuncia mais R$ 612 mil para o Programa Nossa Bolsa

     A Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo (Fapes) lançou edital para ofertar bolsas dedicação aos estudantes contemplados pelo Programa Nossa Bolsa. A submissão das propostas pode ser feita até 2 de agosto. Trata-se da chamada 14/2011, que prevê investimentos da ordem de R$ 612 mil.

     Podem concorrer bolsistas integrais dos cursos de engenharias, medicina, farmácia, fisioterapia, enfermagem, odontologia e de ciência da computação, que ingressaram no programa entre 2010 e 2011. Os recursos cobrem despesas educacionais e prevê a destinação de R$ 300,00 a cada trimestre para o aluno até a conclusão da graduação. A proposta é atender 120 estudantes.

     Para a concessão do benefício serão observados critérios como as notas do Enem e a renda per capita familiar. O objetivo é atender o estudante de menor renda. Vale destacar que o proponente não pode ter vínculo empregatício ou receber qualquer outra bolsa oriunda de recursos públicos federais, estaduais ou municipais, assim como de órgãos internacionais. Para ter acesso aos benefícios, o estudante não poderá reprovar em nenhuma disciplina e ter média igual ou superior a sete.

     O edital está disponível neste link.

     (Com informações da Fapes)

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16 - Fapemig investe mais de R$ 6 milhões em dois editais

     A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) selecionou 34 propostas referentes ao edital 5/2011, de apoio à publicação de periódicos científicos institucionais. Ao todo, serão investidos R$ 1,2 milhão.

     O objetivo é contemplar projetos de editoração e publicação de periódicos científicos brasileiros, impressos ou eletrônicos, em todas as áreas do conhecimento, assim como contribuir para a divulgação dos resultados de pesquisas científicas e tecnológicas.

     Outro edital que teve o resultado divulgado pela fundação é o 15/2010, no âmbito do Programa Primeiros Projetos (PPP). Foram aprovadas 204 propostas das 667 recebidas. Os investimentos somam R$ 5 milhões.

     O PPP é uma iniciativa para jovens doutores executada em parceria com o CNPq e tem como objetivo dar oportunidade ao jovem pesquisador de se iniciar na pesquisa científica, financiando um pacote básico de instalação do profissional na sua instituição de origem.

     A Fapemig é uma instituição associada à ABIPTI.

     Os resultados estão disponíveis neste link.

     (Com informações da Fapemig)

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17 - Programa irá articular ensino médio e cursos profissionalizantes em São Paulo

     O governo do Estado de São Paulo lançou na última segunda-feira (11) uma iniciativa que objetiva aliar a rede estadual de ensino médio com cursos técnicos gratuitos. Trata-se do programa Rede Ensino Médio Técnico, que inicia com orçamento de R$ 60 milhões e pode ofertar 100 mil vagas já no próximo ano.

     “O aluno sairá formado do ensino médio e já pode atender ao mercado, porque ele vai ser um técnico diplomado, capacitado para ter um bom emprego", destacou o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. A iniciativa será executada pela Secretaria da Educação, em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) e com o Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza.

     O programa tem início em outubro próximo, com a modalidade concomitante, em que o estudante cursará o ensino médio na rede estadual e o técnico em uma das instituições de educação profissional que serão credenciadas pela Secretaria da Educação mediante chamada pública. A proposta é atender 155 municípios paulistas com mais de 40 mil habitantes e ofertar ainda em 2011 30 mil vagas.

     No próximo ano terá início a modalidade integrada, em que a formação básica e o ensino técnico serão oferecidos em um único curso. Poderão concorrer às vagas alunos matriculados na 1ª série do ensino médio das escolas estaduais selecionadas.

     Informações sobre o programa podem ser obtidas no site www.educacao.sp.gov.br.

     (Com informações da Secretaria da Educação)

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18 - Fapergs seleciona candidatos para Programa Agentes Locais de Inovação

     A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) recebe propostas até o dia 25 de agosto para o edital 7/2011, no âmbito do Programa para Agentes Locais de Inovação (ALI).

     Os selecionados vão atuar junto às micro e pequenas empresas (MPEs) localizadas nas cadeias produtivas e nas localidades definidas no programa, no intuito de motivar a inovação, elevando o poder de competitividade da empresa e contribuindo para o desenvolvimento do Estado.

     Espera-se capacitar 20 ALIs, assim como formar um cadastro de reserva. Além disso, o edital visa sensibilizar cinco mil MPEs e atender, no mínimo, 1,5 mil MPEs pela metodologia ALI. Serão financiadas 20 bolsas nível 1 (etapa de capacitação) no valor de R$ 1 mil, por um período de até dois meses, e 20 bolsas nível 2 (etapa de execução), no valor de R$ 2 mil.

     Poderão participar do processo candidatos graduados nas áreas de administração de empresas, ciências da computação, desenho industrial, economia, engenharias, ciências contábeis e tecnólogos das áreas de gestão de negócios, controle e processos industriais, produção industrial e informação e comunicação.

     O edital está disponível neste link.  

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19 - Tecpar define diretrizes para os próximos quatro anos

     O Conselho de Administração do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) aprovou, no dia 6 deste mês, o planejamento estratégico que norteará as ações da instituição pelos próximos quatro anos. O plano conta com 13 objetivos e define o negócio, a missão e visão do instituto.

     Entre os principais pontos, estão a recuperação de clientes e a conquista de novos. “Pretendemos equilibrar as contas do Tecpar até o final do ano e depois, ampliar as áreas de atuação, buscar o lucro e ser mais pró-ativos”, disse o secretário de Ciência e Tecnologia do Estado, Alípio Leal, que preside o conselho.

     Foi aprovado também na reunião o novo regimento interno, que reduz de 92 para 31 o número de gerências do órgão. De acordo com o Tecpar, esta medida trará mais agilidade e também reduzirá os custos.

     O conselho aprovou, ainda, um plano de demissão voluntária para os funcionários aposentados que continuam trabalhando. A instituição não informou quando este projeto será implementado, mas adiantou que haverá concursos públicos para atualizar o quadro técnico.

     O Tecpar é uma instituição associada à ABIPTI.

     Para saber mais sobre o Tecpar acesse o site www.tecpar.br.

     (Com informações do Tecpar)

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20 - Protocolo de intenções garante incentivos fiscais às empresas de Lages

     Dois protocolos de intenções que garantem incentivos fiscais a corporações que estão em processo de instalação em Lages (SC) foram assinados pelo governo do Estado de Santa Catarina.

     O primeiro ato aconteceu na semana passada, na Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), onde o Micro Distrito de Base Tecnológica de Lages (Midilages) apresentou suas novas instalações.

     O ambiente conta com um laboratório de empreendedorismo tecnológico, que disponibilizará equipamentos de informática de última geração. Os recursos são oriundos da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc).

     As empresas que estão se instalando na região são a Flex Contact Center, que presta serviços de telemarketing e deve abrir 400 novos postos de trabalho, e a Chocoleite, uma indústria de laticínios que está incorporando-se a Lactoplasa, aumentando a produção de produtos derivados do leite na região.

     (Com informações da Fapesc)

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