
Brasília, 20
de fevereiro de 2008 - Nº 15 - Ano 1
DESTAQUE
_____________________________________________
1 - Governador da Paraíba
assina decreto para o funcionamento da Câmara Setorial da Cana-de-Açúcar e
do Álcool
2 -
Pesquisa avalia sustentabilidade do biodiesel de soja
3 - Projeto de lei incentiva geração de
energia solar, eólica e outras alternativas
LEIA TAMBÉM
___________________________________________
4 - Portaria institui Grupo Técnico de
Segurança de Infra-Estruturas Críticas de Energia
5 - Brasil, Estados Unidos e União
Européia divulgaram análises das especificações de biocombustíveis
6 - Novas usinas
garantem preço justo para energia
7 - Centro de Rio Verde abre 180 vagas para
especialização em energia renovável
8 - Prêmio Bahiagás de Inovação prorroga
inscrições
9 -
Universidade estuda plantas oleaginosas para produção de biodiesel no
Maranhão
10 -
Programa Biodiesel Sergipe beneficiará 6 mil famílias de
agricultores
Agenda
1 - Governador da Paraíba
assina decreto para o funcionamento da Câmara Setorial da Cana-de-Açúcar e
do Álcool
O governador do Estado da Paraíba, Cássio
Cunha Lima, assinou, na quinta-feira (14), um decreto de criação e
implantação da Câmara Setorial da Cana-de-Açúcar e do Álcool vinculada à
Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca. O
objetivo é identificar e promover a execução de ações do setor
canavieiro no Estado. Durante a
solenidade, que aconteceu no auditório da Associação dos Plantadores de
Cana da Paraíba (Asplan-PB), o governador adiantou que o governo deseja
expandir também a geração de energia, por esse motivo, a criação de uma
câmara setorial será decisiva. Entre as
atribuições compete à câmara setorial promover o desenvolvimento
econômico, social, ambiental e a pesquisa das regiões do Estado onde se
desenvolve a cultura canavieira; promover a recuperação e a reestruturação
dos níveis de produtividade da cana-de açúcar, bem como a melhoria das
condições de trabalho e a conquista da sustentabilidade ambiental das
atividades do setor produtivo; promover a expansão e a recuperação do
emprego e da renda dos trabalhadores, dos cultivadores de
cana-de-açúcar e das indústrias de forma sustentável; em níveis de
produção e qualidade; propor políticas públicas que tratem os impactos
sociais decorrentes das atividades canavieiras, a exemplo dos problemas de
habitação, de segurança alimentar e de desemprego
permanente. A Câmara Setorial da Cana-de
açúcar e Álcool, por intermédio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento
da Agropecuária e da Pesca, poderá firmar acordos e convênios de
cooperação técnica com entidades públicas ou privadas. Cássio
Cunha Lima acrescentou que o governo do Estado pode contribuir
com o setor por meio da câmara, com ações de infra-estrutura como
construção e recuperação de estradas e obras hídricas, além de procurar
parcerias com o governo federal, por meio do Banco do
Nordeste. No auditório da Asplan,
trabalhadores rurais, plantadores e empresários produtores da
cana-de-açúcar participaram da solenidade de assinatura do
decreto. Além do governador, participaram do evento o
presidente da Asplan, Raimundo Nonato; o presidente da Federação dos
Trabalhadores da Agricultura do Estado da Paraíba (Fetag), Liberalino
Ferreira; o presidente do Sindicato dos Produtores de Álcool e Etanol
(Sindalcool), Edmundo Barbosa; o presidente da Federação da Agricultura do
Estado da Paraíba (Faepa), Mário Borba, e o secretário do
Desenvolvimento da Agropecuária e Pesca, Francisco
Quintans. A íntegra do decreto está
disponível neste link. (Alessandra
Braga para o Inovação Energética).
voltar
2 - Pesquisa avalia
sustentabilidade do biodiesel de soja
Foi apresentada, em novembro do ano
passado, no Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de
Brasília (CDS/UnB), a dissertação com tema A Avaliação da Sustentabilidade
do Biodiesel de Soja, de autoria da administradora Magaly Fonseca Medrano.
O estudo aborda os impactos ambientais decorrentes do uso do biodiesel de
soja quanto à emissão de gases dos motores de diesel quando operam com as
misturas de B2, B5 e B10. A pesquisa apresenta as possibilidades de
inclusão social da produção de biodiesel de soja e o potencial para
geração de energia. Segundo a
administradora, em seu estudo, a maioria dos projetos a serem
desenvolvidos por entidades privadas, governamentais ou pertencentes ao
terceiro setor, devem conter na fase de planejamento algum aspecto
socioambiental. A dificuldade que geralmente se encontra, segundo a
pesquisa, é tentar conciliar os interesses sociais com os
econômicos.
Conclusões A
conclusão obtida pela administradora na avaliação da sustentabilidade do
biodiesel de soja foi dividida em quatro aspectos: dimensão social,
econômica, ambiental e
estratégica. No que diz respeito à
dimensão social, Magaly verificou que o biodiesel de soja faz parte de um
complexo industrial concentrador de renda e excludente. “A soja é uma
cultura mecanizada onde o agricultor deve contar com infra-estrutura
específica para realizar sua produção, o que dificulta a participação do
agricultor familiar.” Em termos
econômicos, a pesquisadora concluiu que a introdução das misturas
obrigatórias B2, B5, B10 geraria uma diminuição dos gastos na conta de
importações de combustíveis, decorrente da introdução do biodiesel de soja
no mercado. O atual custo e preço de venda fazem com que o biodiesel de
soja não seja suficientemente
competitivo. Quanto à dimensão
ambiental, a administradora questiona que tanto a soja quanto a
cana-de-açúcar ocupam grandes extensões de terra. Ela esclarece que os
impactos ambientais decorrentes das plantações de cana-de-açúcar com o
propósito de produzir as quantidades de etanol que são necessárias para
ser inseridas no processo de produção de biodisel são mínimas. Por outro
lado, a rota etílica (etanol) traz uma série de benefícios em termos
ambientais por ser menos poluente do que o metanol e é menos perigoso de
ser transportado por ser menos propenso a incendiar. Porém, o atual preço,
quantidade de matéria e consumo de energia que necessita para realizar a
reação são maiores que a rota metílica
(metanol). No ponto de vista estratégico,
a autora defende que produzir biodiesel com soja e etanol é muito
vantajoso, as duas práticas estão inseridas em complexos industriais que
possuem infra-estrutura tecnológica e financeira para realizar
investimentos e modificações nas suas cadeias produtivas sem maior
dificuldade. Finalmente, ainda em termos
estratégicos, Magaly alerta que o país utiliza primeiramente soja para
produzir biodiesel. Ela explica que isso coloca em risco a produção
nacional de biodiesel, visto que o setor da soja é altamente dependente do
mercado externo, sendo que o ganho principal do setor deriva-se do farelo
que, de acordo com a administradora, representa maior rendimento
financeiro. Seguido pelo grão de soja
(volume). A administradora afirma
enfaticamente que o biodiesel de soja não contribui para solucionar os
problemas sociais, econômicos, ambientais e estratégicos do país. De
acordo com Magaly, as autoridades políticas devem reavaliar o atual
sistema produtivo de biodiesel de soja para efetuar as modificações
pertinentes na produção nacional. Para
entrar em contato com a autora do estudo, utilize os e-mails magaly_fonseca@hotmail.com e
fonsecatolke@yahoo.com. (Alessandra
Braga para o Inovação Energética)
voltar
3 - Projeto de lei
incentiva geração de energia solar, eólica e outras
alternativas
Uma comissão especial está em criação na
Câmara dos Deputados para avaliar o projeto de lei 2.023/07, do deputado
Guilherme Campos (DEM-SP), que institui incentivos tributários para a
aquisição de bens e prestação de serviços necessários para a utilização de
energia solar, eólica ou outras formas de energia alternativa. Se
aprovado, o projeto vai beneficiar tanto aqueles que consomem, bem como
aqueles que fornecem recursos para a geração de energias
alternativas. Os contribuintes
poderão deduzir da base de cálculo do Imposto de Renda, pessoas física e
jurídica, e da contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL), as
despesas referentes à energia utilizada. As empresas que fabricam os bens
e prestam serviços para a utilização de energias alternativas serão
dispensadas do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados
(IPI), da Contribuição para os Programas de Integração Social e de
Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e da Contribuição
para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) incidentes sobre
operações com os referidos
bens. A
proposta tem como objetivo amenizar os efeitos do aquecimento
global. Guilherme Campos relembrou, em sua justificativa, que recentemente
foram divulgadas pesquisas, revelando que até o final de 2100, a
temperatura no planeta pode ser elevada de 1,8ºC para até 4º C. E apontou
ações relativas a energias limpas que já vêem sendo desenvolvidas em todo
o mundo. Ainda em sua justificativa, o
deputado ressalta que a intenção do projeto é incentivar o país a
aumentar a produção de energias limpas, contribuindo assim para que se
evite o lançamento de gases que contribuem para o aquecimento global na
atmosfera. O projeto de Guilherme Campos
segue junto ao Projeto de Lei 630/03, do ex-deputado Roberto Gouveia, que
cria um fundo especial para financiar pesquisas e a produção de energia
elétrica e térmica a partir de energia solar e eólica. Os textos tramitam
em caráter conclusivo e serão analisados por comissão especial, ainda em
fase de criação, que responderá pelas comissões de Defesa do Consumidor
(CDC), do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS) e Finanças e
Tributação (CFT). Veja a íntegra da
proposta neste link. (Thaís
Paranhos para o Inovação Energética)
voltar
4 - Portaria
institui Grupo Técnico de Segurança de Infra-Estruturas Críticas de
Energia
Foi publicada no Diário Oficial da União,
na última quinta-feira (14), a portaria nº 3 do Gabinete de Segurança
Institucional da Presidência da República, que institui o Grupo Técnico de
Segurança de Infra-estruturas Críticas de Energia (GTSIC – Energia). O
grupo deverá propor a implementação de medidas e ações relacionadas com a
segurança das infra-estruturas críticas (IEC) na área de
energia. O GTSIC – Energia será
composto pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da
República, que o coordenará, pelos ministérios das Minas e Energia (MME) e
da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), pela Agência Nacional de
Energia Elétrica (Aneel), pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico
(ONS), pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa/Sede),
pela Embrapa Monitoramento por Satélite e por orgãos e especialistas
convidados pelo GSI. A íntegra da
portaria está disponível neste link
.
voltar
5 - Brasil, Estados
Unidos e União Européia divulgaram análises das especificações de
biocombustíveis
Os governos do Brasil e dos Estados
Unidos (EUA) e a Comissão Européia, em nome
da União Européia, divulgaram, no dia 1° deste mês,
análises das especificações de biocombustíveis. O objetivo é
facilitar o incremento do comércio de fontes renováveis de energia. Os
países vão trabalhar em conjunto para que os combustíveis feitos a partir
de vegetais, como cana-de-açúcar, milho, soja ou mamona sejam cada vez
mais utilizados em todo o
planeta. Segundo texto da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), as análises, estimuladas
pelas crescentes demandas de mercado, compõem relatório que foi
encomendado pelos governos do Brasil e dos EUA e pela Comissão Européia. O
trabalho foi desenvolvido por um grupo internacional de especialistas em
padrões e normas de combustíveis. O White Paper on Internationally
Compatible Biofuels Standards está disponível no site da ABNT www.abnt.org.br.
Contextualização Ainda
com informações da ABNT, a União Européia estabeleceu que até 2010 seus
países-membros devem adicionar 5,75% de biodiesel em seu combustível e,
até 2015, esta meta seria de 8%. Já o governo dos Estados Unidos oferece
incentivos fiscais para que a indústria aumente o percentual de biodiesel
no diesel comum. Atualmente, as usinas
brasileiras têm capacidade de produzir 800 milhões de litros de biodiesel
por ano, utilizados na mistura de 2% ao diesel comum. A meta estabelecida
pelas empresas do setor é chegar a um bilhão de litros por ano até o final
de 2008, quando a previsão é adicionar 5% ao combustível
fóssil. Análises do BNDES (Banco Nacional
de Desenvolvimento Econômico e Social) indicam este tipo de investimento
como prioridade e estimam a construção de cem usinas até 2010. Em 2004, o
banco investiu R$ 580 milhões no setor e, em 2006, este montante subiu
para R$ 2,2 bilhões. O Brasil produz atualmente 17 bilhões de litros de
álcool por ano. Segundo o BNDES, seriam necessários mais oito bilhões de
litros somente para atender o mercado interno. Portanto, o banco prevê que
o Brasil deve expandir sua produção para outros países. Com a pretensão de
controlar 50% do mercado mundial de etanol. O BNDES estima que o Brasil
poderá produzir 110 bilhões de litros por
ano. ABNT é uma instituição
associada à ABIPTI.
voltar
6 - Novas usinas
garantem preço justo para energia
A construção da Usina Hidrelétrica (UHE)
Santo Antônio, no rio Madeira, na Região Norte é um exemplo de como o
Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) começou a recuperar a
infra-estrutura com obras por todo país. É o que informa a Secretaria de
Comunicação Social da Presidência da República, por meio do boletim em
questão, do último dia 7. O leilão da usina, com 3.150 MW, resultou
no valor do MWh em R$ 78,77 – deságio de 35%. A obra está prevista para
começar no final de agosto deste ano. Outras 15 hidrelétricas, somando
2.775 MW, já tiveram suas obras iniciadas. Duas Usinas Termelétricas estão
concluídas e foram iniciadas as obras de construção de 16 térmicas,
representando no total 1.373 MW. Na área
de transmissão, foram leiloados 1.930 km de linhas, com deságio médio de
54,9%. Foram concluídos 850 km de linhas de transmissão (LTs) e as obras
de instalação de mais 2.240 km foram iniciadas, incluindo a linha de
transmissão Interligação N – S III, com 1.654 km, que vai aumentar a
capacidade de transferência de energia do Norte para o Sul e a linha de
transmissão Desterro-Palhoça, que vai garantir segurança no abastecimento
na ilha de Santa Catarina
(Florianópolis). Para este ano, estão
previstos quatro leilões, com estimativa de geração de 7 mil MW. Um deles
é a Usina Hidrelétrica de Jirau, a segunda do complexo rio Madeira (RO),
com 3.300 MW, previsto para o dia 9 de maio, além de outras cinco que já
foram iniciadas. A construção de 31 empreendimentos de geração (6 UHEs, 20
UTEs e 5 Pequenas Centrais Hidrelétricas – PCHs), somando 7.731 MW também
será iniciada. Acesse a página do
boletim em questão neste link
.
voltar
7 - Centro de Rio
Verde abre 180 vagas para especialização em energia
renovável
O Centro Federal de Educação Tecnológica
(Cefet) de Rio Verde (GO) vai oferecer, a partir desse semestre, 180 vagas
para o curso de especialização lato sensu em biocombustíveis. A
duração será de um ano com carga horária total de 360 horas. O curso será
gratuito e o material didático estará digitalizado. “Porém, os alunos
deverão adquirir o material na forma impressa e pagar taxas subsidiadas. O
valor mensal relativo a essas taxas não poderá ultrapassar o montante de
R$ 100 por aluno”, explica o coordenador do curso, professor Aristeu
Tininis. O processo seletivo
consistirá de provas de conhecimentos específicos e avaliação curricular.
A especialização tem o objetivo de capacitar recursos humanos
relacionados à cadeia produtiva de biocombustíveis. Pretende-se aumentar a
qualidade tecnológica do cultivo de plantas oleaginosas no sudoeste goiano
destinadas à produção de biodiesel. Além de profissionais do Cefet-RV, as
aulas serão ministradas por docentes da Universidade de Brasília (UnB) e
do Ministério de Ciência e Tecnologia
(MCT). Mais informações no
departamento de química do Cefet-RV, no telefone (64) 3620-5644 ou
pelo e-mail aristeu@cefetrv.edu.br.
voltar
8 - Prêmio Bahiagás
de Inovação prorroga inscrições
As inscrições e entrega de trabalhos para o 1º
Prêmio Bahiagás de Inovação foram prorrogadas até o dia 29 de fevereiro. O
Prêmio é promovido pelo governo do Estado, por meio da Companhia de Gás da
Bahia, empresa de economia mista vinculada à Secretaria de
Infra-Estrutura, em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado
da Bahia (Fapesb). A iniciativa tem como objetivo estimular o interesse na
utilização de fontes alternativas de energia e contemplar trabalhos de
pesquisa e inovação na área. A
premiação será entregue durante a Conferência da Indústria do Gás Natural
e o Seminário Nacional de Energia e Ambiente, que serão realizados de 9 a
11 de abril de 2008, no Bahia Othon Palace
Hotel. O prêmio é dividido nas seguintes
modalidades: Prêmio Ensino Médio, Prêmio Acadêmico e Prêmio Empresarial.
Valores em dinheiro serão distribuídos aos três melhores trabalhos sobre
gás natural, produzidos por alunos de nível médio, graduação, mestrado e
doutorado, em suas respectivas categorias.
Exceto no nível médio, os candidatos
poderão ser de qualquer unidade da Federação. Na categoria empresarial, as
empresas de pequeno, médio e grande portes que mais se destacaram na
utilização eficiente de gás natural receberão um troféu. Nesta categoria,
só serão aceitos empresas do Estado da Bahia. Na modalidade Apoio a
Projetos de Pesquisa, serão selecionados os três melhores projetos
propostos e coordenados por alunos de mestrado ou doutorado de
instituições científicas e tecnológicas (ICTs), sediadas na Bahia, com
orçamento de até R$ 70 mil. A Fapesb é
uma instituição associada à
ABIPTI. Para mais
informações e inscrições, acesse o site.
voltar
9 - Universidade
estuda plantas oleaginosas para produção de biodiesel no
Maranhão
Nesta segunda-feira (18), aconteceu na
Universidade Virtual do Maranhão (Univima) a primeira reunião de estudos
específicos da flora maranhense com o propósito de desenvolver a produção
de biodiesel segundo os arranjos produtivos locais (APLs) do
Estado. O objetivo principal do estudo é
realizar pesquisas sobre plantas oleaginosas com potencial para a produção
do biodiesel nas regiões do Estado onde estão localizados os pólos
tecnológicos da Univima. A universidade terá uma equipe coordenada por
engenheiros agrônomos para desenvolver a
pesquisa. De acordo com o
engenheiro agrônomo Cláudio Urbano, em texto da universidade, após fazer
estudos nas regiões dos pólos tecnológicos, a equipe de engenheiros
partirá para o procedimento metodológico, que será feito por meio de dados
secundários que abrangem pesquisas bibliográficas sobre as espécies
oleaginosas do Estado. O engenheiro
apresentou durante a reunião algumas espécies com potencial para a
produção de biodiesel. São elas: babaçu, buriti, anajá, tucum, bacaba,
sumaúma, andibiroba, girassol, pequi, mamona, entre
outras. Para mais informações,
entre em contato com a universidade pelo e-mail univima.imprensa@gmail.come
e pelos telefones (98) 32664666 e 32664602. Acesse o site www.univima.ma.gov.br.
voltar
10 - Programa
Biodiesel Sergipe beneficiará 6 mil famílias de
agricultores
Seis mil famílias, aproximadamente, farão
parte da cadeia produtiva de biodiesel em Sergipe. O governo estadual e a
Petrobras assinarão contratos que destinarão 6 mil hectares para plantio
de sementes de girassol. A produção se concentrará em 29 municípios do
Estado. Representantes da
Petrobras, da Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento
Agropecuário (Seagri) e do Departamento Estadual de Desenvolvimento
Agropecuário de Sergipe (Deagro) se reuniram no dia 6 deste mês, para
discutir o plano de assistência técnica voltado para os agricultores
familiares que vão cultivar oleaginosas destinadas à produção do biodiesel
para a usina de Candeias, na
Bahia. No dia 7, a secretaria de
agricultura promoveu uma reunião, onde foram apresentados dados
técnicos pelo Emdagro sobre quais oleaginosas poderiam ser plantadas. O
girassol foi destaque devido à produção e produtividade acentuadas e ao
teor de óleo alcançado em outras regiões em que a cultura já está em
exploração. Num trabalho preliminar, a Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária (Embrapa) apontou 26 municípios, levando em consideração as
condições climáticas e do solo, aptos para a plantação de
girassol. Estão marcados dois cursos nos
dias 21 e 22 de fevereiro para formar pessoas que possam passar adiante os
ensinamentos para os agricultores
sergipanos. Para mais informações, acesse
os sites www.sagri.se.gov.br e www.seplan.se.gov.br.
voltar
Agenda . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
VIII Sinconee - Seminário Nacional da Gestão da Informação e do
Conhecimento no Setor de Energia Elétrica e o IV Gedoc - Encontro Nacional
da Documentação do Setor de Energia Elétrica 26, 27, 28 de
maio Realização: Eletronorte Informações: (61) 32442366 ou (61)
34435474 Site: www.sinconee.com.br Local:
Centro de Convenções Ulysses Guimarães - Brasília-DF
voltar
Contato . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Para assinar este informativo, envie
e-mail com nome, cargo, instituição e telefone para inovacaoenergetica@abipti.org.br.
Para solicitar sua saída da lista, também envie
o pedido para o mesmo endereço. Informações . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . .
O informativo quinzenal Inovação
Energética é um produto da Agência Gestão C&T de
Notícias elaborado por meio de parcerias entre as Unidade de Arranjos
Produtivos Locais (APLs) e de Tecnologia Industrial Básica (TIB) da
ABIPTI, juntamente com a Unidade de Informação e Gestão Tecnológica (IGT),
que é a responsável pela Agência. As notícias
veiculadas pelo informativo Inovação Energética podem ser reproduzidas
mediante a citação da fonte. Para obter mais
informações, encaminhe e-mail para inovacaoenergetica@abipti.org.br.
Telefones: (61) 3348-3129 e (61) 3348-3113.
Expediente . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
ABIPTI - Associação Brasileira das Instituições de
Pesquisa Tecnológica www.abipti.org.br
Presidente: Luis Fernando Ceribelli Madi
Vice-Presidentes: Aldair Rizzi, Alfredo Gontijo,
Aristides Monteiro Neto, Isa Assef dos Santos, Kepler Euclides Filho
Secretário Executivo: Lynaldo Cavalcanti de
Albuquerque
Unidade de Arranjos Produtivos Locais
(APLs) e de Tecnologia Industrial Básica (TIB)
Unidade de Informação e Gestão Tecnológica
(IGT)
|