Inovação Energética

 

Brasília, 16 de janeiro de 2008 - Nº 13 - Ano 1

DESTAQUE _____________________________________________

1 - Universidades abrem cursos voltados para engenharia bioenergética

 

LEIA TAMBÉM ___________________________________________

2 - ANP lança anuário com estatísticas do setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis 


3 - Lula deve nomear novo ministro para o MME


4 - Ministro da agricultura divulga prognóstico para 2017/2018


5 - Óleo diesel com a adição de 2% de biocombustível passa a ser obrigatório


6 - MME estimula a fabricação de eletrodomésticos que consumam menos energia


7 - MDA destaca a competitividade das oleaginosas para produção de biodiesel


8 - Usina de biodiesel alimentará o mercado internacional


9 - Estudo garante a descoberta de uma nova fonte de etanol


10 - Bush aprova lei que eleva a produção de etanol nos EUA  


Agenda

 

1 - Universidades abrem cursos voltados para engenharia bioenergética

     Neste ano, pelo menos três instituições brasileiras de ensino passam a oferecer cursos de engenharia bioenergética. São elas: Fundação Mineira de Educação e Cultura (Fumec), Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc) e Centro Universitário de Araraquara (Uniara), em São Paulo. 
     O currículo foi elaborado pelo engenheiro civil e mestrando em patrimônio natural, Gustavo Isaia. Em entrevista ao Inovação Energética, Isaia explica as vertentes que o curso segue. “Basicamente, o curso está dividido em duas áreas, a de biocombustível, que engloba álcool, biodiesel, biogás, biomassa; e a de bioenergias: eólica, solar, do mar, geotérmica, hidráulica, ente outras”.
     Para estudar a produção, distribuição e consumo do biocombustível e bioenergias, o curso terá a duração de cinco anos. Nos primeiros semestres, os alunos terão matérias básicas de engenharia, como matemática, física e química. Nos últimos, os alunos terão disciplinas voltadas para ciências humanas, como políticas energéticas, planejamento integrado e engenharia econômica.
     O professor diz que outras duas instituições demonstraram interesse em ministrar aulas sobre o setor. Uma delas é a União Pan-Americana (Unipan), no Paraná, que estima iniciar o curso no próximo ano. Outra, a Universidade de Minas (Uniminas), optou por transformar o esquema elaborado por Isaia, em um curso de pós-graduação. “Neste caso, o curso é especializado em biocombustível e dura menos tempo”, diz Isaia.

     Capacitação 
     “Hoje não existe um profissional que entenda de toda a cadeia, desde a plantação de cana-de-açúcar até a poluição advinda do álcool em automóveis”. Este foi o propósito que levou Isaia a criar o curso. Ele diz também não ter sido uma tarefa das mais fáceis, a elaboração do curso, já que não havia em que se basear.
     Com o objetivo de formar um profissional que tenha uma visão global sobre biocombustíveis e bioenergias, em tempos em que não existe outro assunto que movimente tanto o setor energético, o engenheiro aspira levar o seu curso para outras partes do Brasil. 
     De acordo com o Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia, o salário inicial de um engenheiro nessa área é de R$ 2,1 mil.
     Para entrar em contato com o professor, o e-mail é guisaia@via-rs.net
     (Basilia Rodrigues para o Inovação Energética)

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2 - ANP lança anuário com estatísticas do setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis

     A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) lançou, no final de dezembro, o Anuário Estatístico Brasileiro do Petróleo e do Gás Natural 2007. A publicação é uma junção de dados consolidados do setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis no período de 1997 a 2006. 
     O anuário está dividido em seis partes: Panorama Internacional, Indústria Nacional do Petróleo, Comercialização, Biocombustíveis, Licitação de Blocos e Resoluções ANP. Ele oferece ainda um glossário, com os termos utilizados, com uma relação de fatores de conversão e com agentes econômicos que atuam na indústria brasileira de petróleo.

     Amplo panorama 
     O anuário procura também relacionar a indústria nacional com dados estatísticos mundiais. De acordo com os dados apresentados, entre 2005 e 2006 o volume de petróleo produzido no mundo aumentou 0,5% em relação ao período anterior, passando de 81,3 milhões de barris/dia para 81,7 milhões de barris/dia. Já a produção brasileira de petróleo cresceu 5,4% em 2006, em relação a 2005, atingindo 1,8 milhão de barris/dia. Tomando como base esses dados, a Arábia Saudita se manteve como o maior produtor de petróleo no mundo, extraindo uma média de cerca de 10,9 milhões de barris/dia, enquanto o Brasil situou-se na 16ª posição. 
     Existe também a possibilidade de se consultar, no documento, dados referentes ao preço do petróleo e do gás natural em cada Estado brasileiro, de 1997 a 2006. Além da evolução da capacidade de refino, de processamento de gás natural e de importação e exportação de petróleo e derivados.
     Em 2006, as reservas brasileiras provadas de petróleo corresponderam a 12,2 bilhões de barris, o equivalente a 3,5% mais volume que o registrado em 2005. Desse total, 92,6% localizavam-se no mar, em especial no Rio de Janeiro (com 86,6% das reservas) e 7,4% situavam-se em terra. O maior crescimento de reservas provadas foi identificado no Estado do Espírito Santo, no mar, com crescimento de 14,2% no período. 
     No final do mesmo ano, 34.709 postos operavam no país. Desse total, 46% estavam nas mãos de cinco das 133 bandeiras atuantes: BR (18,3%), Ipiranga (11,4%), Chevron (6,3%), Shell (5,3%) e Esso (4,7%).
     Consulte essas e outras informações no anuário. A íntegra do documento está disponível neste link

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3 - Lula deve nomear novo ministro para o MME

     Foi amplamente divulgado pela imprensa, na semana passada, a informação de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia decidido, em combinação com a cúpula do PMDB, que o novo ministro de Minas e Energia (MME) seria o senador Edison Lobão (PMDB-MA). A nomeação deveria acontecer hoje (16), após a volta do presidente de uma viagem a Cuba e Guatemala. Até o momento, o presidente ainda não confirmou tais informações.

     Lobão
     Edison Lobão já exerceu o cargo de chefe do departamento jornalístico da Rede Globo no Distrito Federal e trabalhou em jornais como o Correio Braziliense e Última Hora. Atualmente, ocupa o cargo de senador representando o Estado do Maranhão. Para a candidatura a ministro de Minas e Energia, Lobão conta com o apoio político do senador José Sarney (PMDB-AP).  
     Em 2005, o cargo de ministro do MME foi ocupado por Silas Rondeau. No ano passado, ele foi apontado como suspeito de envolvimento no esquema de corrupção em obras públicas desarticulado pela Operação Navalha, da Polícia Federal. Rondeau renunciou ao cargo de ministro, ainda que alegasse inocência. Em maio do ano passado, o então secretário executivo, Nelson Hubner, assumiu como ministro interino. Mas há rumores de que a ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, é quem controla a pasta. No início do primeiro mandato de Lula, em 2003, Dilma assumiu o MME. Ela saiu em 2005, quando foi indicada para a Casa Civil, em substituição a José Dirceu. Até o momento, Dilma não tornou pública sua opinião quanto ao possível novo ministro, Edison Lobão.
     Conheça o MME acessando o site www.mme.gov.br.

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4 - Ministro da agricultura divulga prognóstico para 2017/2018

     No dia 9 deste mês, foram divulgadas as previsões, para os próximos dez anos, de crescimento do plantio e da colheita dos principais produtos agrícolas exportados pelo Brasil. O prognóstico, feito pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), foi divulgado pelo ministro, Reinhold Stephanes, durante um anúncio feito à imprensa em Brasília. 
     Para o setor de biocombustíveis, de acordo com o ministro, a previsão é de que a produção de etanol no país triplicará até 2018. Stephanes baseou o índice na estimativa de que cresça o plantio e a colheita dos principais produtos agrícolas do Brasil, como cana-de-açúcar, soja, milho e trigo – fontes de biocombustível.

     Etanol
     De acordo com o ministro, a produção de álcool de cana-de-açúcar aumentará 222,9% até a safra de 2017/2018, passando de 17,6 milhões para 41,6 milhões de litros. Já para a soja, a previsão é de que a produção passe de 57,6 milhões de toneladas, na safra 2007/2008, para 75,1 milhões na safra 2017/2018. Já a exportação de soja subirá 40% nesse período.
     Quanto a produção de milho, ela passará de 51 milhões para 64,1 milhões de toneladas, dos quais 15 milhões a 20 milhões serão exportadas. 
     Visite o site Ministério da Agricultura www.agricultura.gov.br
     (Com informações da Agência Brasil)



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5 - Óleo diesel com a adição de 2% de biocombustível passa a ser obrigatório

     No dia 1º de janeiro, deste ano, passou a vigorar o B2. O óleo diesel com o acréscimo de 2% de biodiesel. É esperado, com a mudança, uma economia de aproximadamente US$ 410 milhões em divisas na balança comercial, o que corresponde a uma diminuição da dependência externa do diesel de 7% para 5%. Estima-se que sejam consumidos cerca de 840 milhões de litros de biodiesel por ano.
     Nos primeiros 60 dias deste ano, a distribuição do combustível será acompanhada de uma Sala de Monitoramento do Abastecimento de Biodiesel, montada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

     Programa Biodiesel
     O Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel foi iniciado em 2003, com o objetivo de que fossem elaborados  combustiveis menos poluentes a partir de uma série de oleaginosas, como mamona, soja e girassol. Ao longo desses anos, o programa sofreu com o descrédito dos pesquisadores nada esperançosos e com a desinformação dos futuros usuários. No ano passado, ocorreu a implementação oficial do programa. Foram feitos leilões públicos para desenvolver a capacidade produtiva, agrícola e industrial, e para suprir a demanda futura de biocombustível. Atualmente, os recursos existentes no Brasil são suficientes para produzir 2,4 bilhões de litros por ano, índice superior à demanda para a mistura B2. 
     Em 2007, foram realizadas ações para uma aceitação gradual do novo combustível. Agora, em 2008, a mistura é obrigatória. Sendo que, a partir de 2013, a adição passará para 7%, o chamado B7. De acordo com o MME, em abril ou maio deste ano, serão realizados mais leilões para a contratação da demanda do segundo semestre e formação de estoques de biodiesel.

     Memória
     O engenheiro químico cearense Expedito Parente é conhecido por ter registrado mundialmente a primeira patente de um processo de produção industrial de biodiesel. Em entrevista a Agência Brasil, ele explicou como, em 1977, descobriu uma forma de produzir biocombustível. “De repente, olhando para uma vagem de ingá, eu vi a molécula do biodiesel. Era assim, comprida, lá dentro tinha uns grãos ligados... Aquilo tem óleo... Tudo aquilo, aquele arquétipo da natureza fomentou a molécula do biodiesel, com os ésteres de ácidos graxos”, lembra Parente. A partir de então, o engenheiro fez uma síntese do óleo de algodão, até então usado no cozimento de alimentos e observou que a viscosidade era uma das características aparentes que se assemelhavam às do óleo diesel. Ele contou que tentou um ensaio de combustão num algodão e percebeu que a queima aparentava ser eficaz. Na mesma semana, ele produziu dois litros desse combustível e passou a testar em motores. Na época, existia o programa Pró-alcool, de 1975, pelo qual foi estimulada a substituição de combustiveis veiculares derivados de petróleo por álcool.
     Conheça o programa de biodiesel do governo federal neste link.
     (Com informações do MME, ANP e Agência Brasil)

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6 - MME estimula a fabricação de eletrodomésticos que consumam menos energia

     No final do mês passado, o Ministério de Minas e Energia (MME) publicou portarias que aprovam a regulamentação específica para os índices máximos de consumo de energia para refrigeradores e congeladores e para os índices mínimos de eficiência energética para fogões e fornos a gás natural e condicionadores de ar. 
     O principal objetivo das portarias é diminuir o consumo de energia elétrica, gás natural e de gás de cozinha (GLP), e que os equipamentos, como ar condicionado e fogões mantenham a eficiência energética.
     Os equipamentos que não atenderem aos requisitos definidos nas portarias, não poderão ser fabricados ou importados no prazo de 90 dias após a publicação. Os fabricantes têm ainda 270 dias, para comercializar os estoques de refrigeradores, congeladores e condicionadores de ar; e 360 dias para fornos e fogões a gás.
     Confira as portarias na íntegra nestes links abaixo: 
     Portaria n° 362 – Refrigeradores e congeladores 
     Portaria n° 363 – Fogões e fornos a gás
     Portaria n° 364 – Condicionadores de ar

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7 - MDA destaca a competitividade das oleaginosas para produção de biodiesel

     A Agência Brasil divulgou, no dia 7 deste mês, uma avaliação feita pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, sobre a produção de oleaginosas. Para o ministro, haverá uma redução do uso de soja no país, o que tornará o mercado mais competitivo e abrirá espaço para as outras oleaginosas, como a mamona, o dendê, o amendoim e o algodão. Segundo o ministro, a preferência das empresas produtoras de biodiesel por operações a partir do óleo de soja deverá deve ser relativizada com variações futuras de mercado. Para ele, essa perspectiva é positiva, já que beneficia também a geração de empregos e a agricultura familiar.
     Levando-se em conta a necessidade de dar vantagens a agricultura familiar, o ministro destacou o Selo de Combustível Social. Esse selo é dado a empresas produtoras de biodiesel que priorizam a compra de matéria-prima dos agricultores familiares. Até hoje, o selo já foi dado a 28 empresas e há mais dez pedidos encaminhados para avaliação neste ano.
     O ministro disse também que essa competição só será possível por meio de investimentos em pesquisa, sementes e assistência técnica adequada ao plantio e oferta de crédito. Para ele, o ano de 2008 deve terminar com o dobro dos atuais 100 mil agricultores familiares que trabalham no cultivo das oleaginosas, fontes de biocombustível. 
     Leia mais sobre o Selo Combustível Social neste link

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8 - Usina de biodiesel alimentará o mercado internacional

     Em julho deste ano, será iniciado o funcionamento da usina de biodiesel Bionasa, em Porangatu, extremo norte do Estado de Goiás. A usina faz parte de uma parceria feita entre o grupo Jaraguá Participações e o fundo inglês TEP. Toda a produção da usina será direcionada para a alimentação do mercado internacional de biocombustíveis. A Bionasa utilizará como matérias-primas a soja, insumos de óleo de girassol e gordura animal (sebo). 
     A usina ocupará uma área de 85 mil metros quadrados. Destes, quase 60 mil metros quadrados será de área construída. Estima-se que, no início do funcionamento, a usina seja capaz de produzir 200 mil toneladas de biodiesel por ano e que, em 2010, esse índice chegue a 400 mil toneladas. 
     (Com informações da revista Indústria Brasileira da CNI)

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9 - Estudo garante a descoberta de uma nova fonte de etanol

      No início deste mês, uma descoberta agitou os pesquisadores e produtores de biocombustível em todo o mundo. Um estudo divulgado nos Anais da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (PNAS) revelou uma espécie de gramínea, de nome científico Panicum vigartum, potente na produção de etanol.
     O rendimento energético líquido da erva é 5,4 vezes maior que a energia necessária para cultivá-la e produzir etanol. Até a sua descoberta, o rendimento máximo atingido era de 3,43 vezes.
     Os resultados deste estudo são baseados nos plantios da erva feitos em 2000 e 2001, ocupando de três a nove hectares em dez propriedades agrícolas localizadas no oeste dos EUA.

     Efeito Estufa
     De acordo com o estudo divulgado, as emissões de gases causadores do efeito estufa vindos do etanol produzido a partir do Panicum virgatum são 94% menores que as encontradas durante a combustão da gasolina.
     (Com informações da Agence France-Presse)

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10 - Bush aprova lei que eleva a produção de etanol nos EUA

     No dia 19 de dezembro, foi aprovada a Lei da Segurança e Independência Energética dos Estados Unidos da América, por meio dela será permitido o aumento da produção de etanol no país, como forma de diminuir a dependência dos postos de petróleo. 
     De acordo com a lei, 136 bilhões de litros anuais de combustíveis renováveis devem ser produzidos até 2022, o que corresponde a quase 500% a mais do que atualmente é produzido de álcool nos EUA. Outra medida, determinada na lei, prevê que os carros e caminhonetes consumam menos combustível. Até 2020, as montadoras deverão oferecer automóveis que usem 6,7 litros de combustível para cada 100 km rodados. Já para este ano, a lei obriga que o consumo médio seja de 8,55 litros por cada 100 km, para os carros, e de 10,45 litros para caminhonetes.
     Outro dispositivo da lei estabelece que edificações gastem menos energia. Para atingir a meta, até o fim do ano fiscal de 2013, os edifícios federais deverão utilizar lâmpadas de pouco consumo energético para a iluminação geral.
     De acordo com especialistas do setor, a lei tornará os carros mais caros; a terra usada para o cultivo de alimentos será destinada para a produção de álcool e o preço da comida será elevado, já que os grãos serão disputados entre os refinadores de combustíveis e as empresas alimentícias. 
     Para os defensores da lei, essa é uma forma de diminuir as importações de petróleo, o que contribui, positivamente, na redução do aquecimento global. 
     Vejo o texto da lei na íntegra neste link 
     (Informações do The New York Times reproduzidas pela Folha de S. Paulo)

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Agenda  . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

VIII Sinconee - Seminário Nacional da Gestão da Informação e do Conhecimento no Setor de Energia Elétrica e o IV Gedoc - Encontro Nacional da Documentação do Setor de Energia Elétrica
26, 27, 28 de maio
Realização: Eletronorte
Informações: (61) 32442366 ou (61) 34435474
Site: www.sinconee.com.br
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães - Brasília-DF

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    O informativo quinzenal Inovação Energética é um produto da Agência Gestão C&T de Notícias elaborado por meio de parcerias entre as Unidade de Arranjos Produtivos Locais (APLs) e de Tecnologia Industrial Básica (TIB) da ABIPTI, juntamente com a Unidade de Informação e Gestão Tecnológica (IGT), que é a responsável pela Agência.

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