
Brasília, 10
de outubro de 2007 - Nº 07 - ano 1
1 - Pesquisador da
Embrapa diz que pinhão-manso tem baixa produtividade
2 - PL reduz em 20% as alíquotas
incidentes sobre álcool produzido a partir da mandioca
3 - Projeto propõe programa de
certificação para o etanol
4 - Programa ajuda famílias que cultivam oleaginosas para o
biodiesel
5 -
Diretor da Cetene diz que usina do sertão pernambucano vai produzir
biocombustível a partir do algodão
6 - Seminário discute agroenergia e o
desenvolvimento de comunidades rurais isoladas
7 - Especialistas debatem questões energéticas
do Estado de São Paulo
8 - Usina termelétrica produzirá energia por meio da casa do
arroz
9 - Congresso
debate o futuro dos combustíveis
10 - Iapar e Seti assinam convênio voltado
para projetos e pesquisas com biodiesel
Agenda
1 - Pesquisador da Embrapa
diz que pinhão-manso tem baixa produtividade
Em entrevista ao Inovação Energética, o
pesquisador da Embrapa Algodão, Liv Soares Severino, revela que,
analisando os resultados de pesquisas, verifica-se que a produtividade do
pinhão-manso é baixa e tem alto custo de produção, pois depende da
colheita manual. “Quando se cultiva
em solos de baixa fertilidade ou com pouca água, a planta pode até
resistir para não morrer, mas não é capaz de produzir”, avalia o
pesquisador. Ele conta ainda que o pinhão não é resistente a
pragas e doenças. “Nós da Embrapa estamos
há dois anos investigando o que há de real nas informações
divulgadas, mas descobrimos que praticamente nada do que se divulga pode
ser confirmado e, na maioria das vezes, é até o contrário do que se diz
por aí”, afirma. Severino ainda explica o
porquê do custo de produção ser alto. “O plantio é feito por mudas,
as sementes estão muito caras, a abertura das covas é custosa e ainda, há
necessidade de controle de pragas e doenças”,
diz. Na avaliação do pesquisador, a
produção dos dois primeiros anos é desprezível, por conta dos gastos com
os fertilizantes. Ele explica também que a maturação dos frutos não é
uniforme, o que leva a necessidade de se fazer colheitas manuais
freqüentes, esse é o principal custo de
produção. Severino acrescenta
que o pinhão-manso está se tornando conhecido nos dias de hoje como
alternativa para produção de óleo para fazer biodiesel. “Teoricamente, o
óleo pode ser usado também para outros fins, mas o biodiesel certamente é
o mais importante”.
Meio
Ambiente Já o diretor da empresa
BiodieselBR, Univaldo Vedana também, em entrevista ao Inovação Energética,
conta que o pinhão-manso contribui de forma benéfica para o meio ambiente.
“Ao substituirmos o diesel mineral por biodiesel de pinhão-manso,
seguramente, estaremos contribuindo para minimizar os efeitos dos gases
poluidores”, afirma.
Cautela Severino
conta ainda que a Embrapa recomenda cautela na produção do pinhão-manso. A
idéia é que os agricultores não façam muitos investimentos por enquanto,
pois os riscos são altos. “Estamos
juntos com universidades de todo o do Brasil e de outros países
trabalhando no desenvolvimento de tecnologia para esse cultivo, mas
precisaremos de, no mínimo, cinco anos para termos algum resultado para
orientar os produtores”, explica. Para
obter outras informações sobre a planta, acesse os sites www.embrapa.br ou www.biodieselbr.com. (Gabriela
Müller para o Inovação Energética)
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2 - PL reduz em 20%
as alíquotas incidentes sobre álcool produzido a partir da
mandioca
A Comissão de Agricultura, Pecuária,
Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados
aprovou o projeto de lei 1.522/07, do deputado Fernando Coelho Filho
(PSB-PE), que prevê a redução de 20% da contribuição para o Programas de
Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público
(PIS/Pasep) e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social
(Cofins) incidentes sobre o álcool produzido a partir da
mandioca. O deputado considera que o
intuito do projeto é, também, criar um mecanismo de incentivo ao uso da
mandioca como matéria-prima para a produção de etanol. Segundo informações
da Agência Câmara, as alíquotas do PIS/Pasep e da Cofins que estão
reincidindo atualmente são de 1,65% e 7,6% respectivamente, sobre o
faturamento mensal. A redução de 20% nesses índices, prevista no projeto,
valerá para o mercado interno, pois já existe isenção total de impostos
para as exportações. A proposta está
tramitando em caráter conclusivo na Câmara, ou seja, não será apreciada
pelo plenário, apenas por comissões. Após a votação na CAPADR, o PL
passará pelas comissões de Minas e Energia; Finanças e Tributação; e
Constituição e Justiça e de
Cidadania. Para acessar a
íntegra da proposta consulte este link.
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3 - Projeto propõe
programa de certificação para o etanol
Tramita, na Câmara dos Deputados, o
projeto de lei 1.299/07que estabelece o Programa de Certificação para o
Etanol, além da participação governamental sobre a produção do
combustível. O objetivo do projeto
é garantir a padronização, a qualidade e sustentabilidade da produção do
etanol. Os critérios e os parâmetros para a certificação serão
estabelecidos pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e
Qualidade Industrial (Inmetro), que é uma instituição associada à
ABIPTI. O autor da
proposta é o deputado Márcio França (PSB-SP), que diz, em sua
justificativa, que além de ajudar na criação de um mercado internacional,
transformando o etanol em uma commodity, a padronização garantirá
o abastecimento dos mercados interno e externo, e evitará uma crise no
futuro. Ainda de acordo com o parlamentar, o projeto busca ainda promover
parcerias em pesquisa e desenvolvimento tecnológico no setor, pois prevê
que 25% da arrecadação dos royalties sejam revertidos em P&D.
A proposta tramita em caráter conclusivo, ou seja, não será analisado pelo
plenário da Casa. O texto será, apenas, analisado pelas comissões de Minas
e Energia; de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças
e Tributação; e de Constituição e Justiça e de
Cidadania. Para acessar a íntegra da
proposta, consulte este link.
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4 - Programa ajuda
famílias que cultivam oleaginosas para o biodiesel
O Programa Nacional de Produção e Uso do
Biodiesel, existente há dois anos, auxilia a renda de 91 mil agricultores
familiares de todo o país. A
iniciativa é desenvolvida pelo governo federal, em parceria com empresas
produtoras de biodiesel e detentoras do Selo Combustível Social, concedido
pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário
(MDA). As famílias, que integram a
cadeia do biodiesel, cultivam 540 mil hectares de oleaginosas, entre
girassol, soja, mamona, pinhão e dendê usadas como matéria-prima para
fabricação do biocombustível. Segundo informações do ministério, existe a
proposta de incluir mais 100 mil agricultores familiares no programa até o
próximo ano. Para apoiar a produção, o
governo concede incentivos, por meio do Programa Nacional de
Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) que conta com R$ 12
bilhões em linhas de financiamento para a safra atual. Além disso, o
ministério concede o Selo Combustível Social às empresas que adquirirem,
dos agricultores familiares das regiões Nordeste e do Semi-Árido, pelo
menos 50% das matérias-primas usadas na produção do biodiesel. Se as
famílias forem das regiões Sudeste e Sul, o percentual mínimo passa a ser
de 30% para a conquista do selo. Já
para conquistar o selo dos produtos comprados das regiões Norte e
Centro-Oeste, os produtores precisam comprar 10% da matéria-prima. As
empresas ainda têm que assegurar a capacitação técnica dos agricultores
familiares.
Interior
gaúcho A União das Associações
de Produtores do Interior de Canguçu (Unaic) reúne 1.500 famílias, de 29
municípios da região mais pobre do Estado do Rio Grande do Sul. Eles
cultivam mamona, girassol e canola. Os agricultores contam com o apoio do
Pronaf, e estão prevendo colher, nesta safra, mil toneladas de girassol,
300 toneladas de mamona e mais 300 toneladas de canola. Somente no caso do
girassol, será um ganho de 750 toneladas em relação à safra
passada. (Com informações da Presidência
da República)
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5 - Diretor da
Cetene diz que usina do sertão pernambucano vai produzir biocombustível a
partir do algodão
A usina de biocombustível que será criada
na cidade de Serra Talhada (PE) irá produzir o óleo a partir do algodão.
Em entrevista ao Inovação Energética, o diretor Centro de Tecnologias
Estratégicas do Nordeste (Cetene), Fernando Jucá, conta que a usina ainda
irá trabalhar com o óleo animal. No fim
do mês passado, foi lançada a pedra fundamental para dar o inicio ao
projeto da usina que será a primeira do sertão
pernambucano. A iniciativa é do
Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene) e do Ministério da
Ciência e Tecnologia (MCT). Jucá diz que a capacidade de produção da usina
deverá ser de cinco mil litros de biodiesel por dia. Ele ainda conta que a
expectativa é que o projeto desenvolva a agricultura regional e melhore a
qualidade de vida da população do
sertão. (Vitor Rodrigues para o Inovação
Energética)
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6 - Seminário
discute agroenergia e o desenvolvimento de comunidades rurais
isoladas
Nos dias 17 e 18 de outubro, acontece o
Seminário Agroenergia e Desenvolvimento de Comunidades Rurais Isoladas, em
Brasília (DF). O evento é promovido pelo Ministério de Minas e Energia
(MME), por meio do Programa Luz para Todos; do Instituto Interamericano de
Cooperação para Agricultura (IICA) e pelo Fórum Permanente de
Desenvolvimento Rural Sustentável (Fórum
DRS). A iniciativa também conta com
a parceria da Secretaria de Agricultura Familiar (SAF) do Ministério do
Desenvolvimento Agrário (MDA). O objetivo
do encontro é discutir a geração de energias alternativas como instrumento
de inclusão social e de desenvolvimento sustentável de áreas rurais
isoladas. A programação prevê
discussões sobre seguintes temas: segurança alimentar e produção de
agroenergia; impactos ambientais da produção de agroenergia; desafios da
geração de agroenergia em áreas isoladas; articulação das políticas de
desenvolvimento territorial e agroenergia; e a universalização da energia
elétrica nas áreas rurais isoladas.Outras informações, pelo link.
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7 - Especialistas
debatem questões energéticas do Estado de São Paulo
O workshop de Tecnologia e
Ciência para o Desenvolvimento Sustentável da Bioenergia foi realizado, no
último dia 2, pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
(Fapesp) e pela Comissão Especial de Bioenergia do Estado. No
evento, especialistas debateram a questão energética, sob o tema
“Cana-de-Açúcar e Outros Vetores
Bioenergéticos”. Uma análise da
situação do Estado foi feita, no evento, pelo pesquisador do Núcleo
Interdisciplinar de Planejamento Energético (Nipe) da Universidade
Estadual de Campinas (Unicamp), Isaias
Macedo. Ele disse, na ocasião, que
o Estado tem uma base bem estabelecida para a pesquisa em produção de
cana-de-açúcar. O pesquisador salienta, porém, que é preciso montar uma
estrutura para o desenvolvimento de tecnologias de transformação
industrial para o setor em São
Paulo. Segundo informações da
Agência Fapesp, o diretor científico da fundação, Carlos Henrique de Brito
Cruz, disse, no debate, que o Brasil precisa rever sua estratégia geral
para produção de biocombustíveis. “Ainda que essa tenha sido bem-sucedida
nas últimas décadas”, avalia. Os debates
vão servir de subsídios para elaborar o Plano de Bioenergia do Estado de
São Paulo.
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8 - Usina
termelétrica produzirá energia por meio da casa do
arroz
A Cooperativa Agroindústria Alegrete (Caal)
construirá uma usina termelétrica que produzirá energia a partir da casca
do arroz. No dia 28 de setembro, a pedra fundamental da usina foi
instalada no município de Alegrete (RS). A proposta é que as ações da
cooperativa sejam ampliadas. O investimento total do empreendimento será
de R$ 13,6 milhões, sendo que desse valor R$ 9 milhões são financiados
pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul
(BRDE). Em entrevista ao Inovação
Energética, a funcionária da Caal, Luciana Marotz, disse que a
cooperativa já utiliza a casca do arroz para outros fins. “A
idéia é aproveitar o subproduto da matéria-prima [arroz] para produzir a
energia”, afirma. Luciana ainda explica
que a energia termelétrica será produzida a partir da queima da casca do
arroz. A expectativa é que a usina, que produzirá 3,8 megawatts,
entre em funcionamento em julho de 2008. A energia gerada será utilizada
em todo o município. Outras
informações, pelo site www.caal.com.br. (Gabriela
Müller para o Inovação Energética)
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9 - Congresso debate
o futuro dos combustíveis
A cidade de Foz do Iguaçu (PR) vai
sediar o 1° Congresso Internacional de Energia Renovável, nos dias 24 a 26
de outubro, no Centro de Convenções do Hotel Mabu, Thermas &
Resort. O objetivo do evento é
discutir o futuro dos combustíveis, expor produtos, serviços e tecnologias
para produção de biocombustíveis, além de promover rodadas de negócios e
discussões entre países
produtores. Estão previstas a
participação dos seguintes palestrantes: José Octavio Pachoal, do
Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN); Alexandre
Strapasson, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA);
Napoleão Beltrão, da Embrapa Algodão; Expedito Parente Junior, da Tecbio;
Carlos Khalil, da Petrobras; Waldir Quirino, do Instituto Brasileiro do
Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
(Ibama). O IPEN é uma instituição
associada à
ABIPTI. Mais
informações e inscrições para o congresso, neste link.
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10 - Iapar e Seti
assinam convênio voltado para projetos e pesquisas com
biodiesel
No dia 29 de setembro, foi assinado um
convênio, entre o Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e a Secretaria de
Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), em Londrina (PR),
para financiar pesquisas com biodiesel, agricultura familiar, pecuária
leiteira. Segundo informações do Iapar, o
instituto vai receber R$ 1,3 milhão. O convênio foi assinado pelo
presidente do Iapar, José Augusto Teixeira de Freitas Picheth, e pela
secretária, Lygia Pupatto. No mesmo
dia, foi assinado outro convênio entre a Seti e a Prefeitura
Municipal de Londrina, que prevê investimentos de R$ 500 mil no projeto
“Laboratório de Idéias para o Desenvolvimento Agroindustrial de Londrina”.
A proposta é incentivar a criação de novos empreendimentos e estimular o
desenvolvimento de produtos, processos e
serviços. A Seti é associada à
ABIPTI. Outras
informações, pelo site www.iapar.br.
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Agenda ................................................................................................................
Seminário sobre Agroenergia e Desenvolvimento Rural
17 e 18 de outubro de 2007
Realização: Instituto Interamericano de Cooperação para
Agricultura (IICA) e Ministério de Minas e Energia
(MME).
Informações: (61) 2106-5417 ou
2106-5429
Site: www.iicaforumdrs.org.br
Local: Brasília (DF)
1º Congresso Internacional de Energia
Renovável
24 a 26 de outubro de 2007
Informações: (19) 3206-0665
Site: www.expobiocom.com.br
E-mail: info@expobiocom.com.br
Local: Foz do Iguaçu (PR)
ExpoBiocom 2007 (Feira Internacional de Combustíveis
Alternativos & I Congresso Internacional de Energia
Renovável 24 a 26 de outubro de 2007 Realização: Consórcio
OUSAR – Biocombustíveis / Esphera
Eventos Informações: (19) 3206-0665 E-mail: info@expobiocom.com.br Site:
www.expobiocom.com.br Local:
Centro de Convenções do Hotel Mabu, Thermas & Resort - Foz do Iguaçu –
(PR)
5° Workshop Internacional Brasil-Japão em
biocombustível, meio ambiente e novos produtos da biomassa 29
de outubro a 01 de novembro de 2007 Realização: Universidade Estadual
de Campinas (Unicamp) Informações: (19) 3521-2121 E-mail: andre@reitoria.unicamp.br Site:
http://www.cori.unicamp.br/centenario2008/evento1.htm Local:
Centro de Convenções da Unicamp, Campinas – SP
2º Congresso
da Rede Brasileira de Tecnologia de
Biodiesel 27 a 29 de novembro de 2007 Realização:
ABIPTI e MCT Informações: (61) 3348-3129 Site: www.abipti.org.br/congressobiodiesel2006/ Local:
Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio (Cntc) – Brasília -
DF
Feira e Congresso Internacional de Energias
Alternativas, Renováveis, Limpas e Co-geração - Feira de
BioCombustíveis 27 a 29 de novembro de 2007 Realização: ITM
Expo Feiras e Convenções Informações: (11) 5521-6008 E-mail: energias@latinevent.com.br
Site: www.itmexpo.com.br/ Local: ITM -
São Paulo SP
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Produtivos Locais (APLs) e de Tecnologia Industrial Básica (TIB) da
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que é a responsável pela Agência. As notícias
veiculadas pelo informativo Inovação Energética podem ser reproduzidas
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(APLs) e de Tecnologia Industrial Básica (TIB)
Unidade de Informação e Gestão Tecnológica
(IGT)
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