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Brasília, 26
de setembro de 2007 - Nº 06 - Ano 1
1 - Pesquisadores
desenvolvem nova tecnologia para energia eólica
2 - Brasil poderá ter incentivo para energia
solar
3 - Comissão
rejeita PL de preços mínimos para os biocombustíveis
4 - Cana-de-açúcar passa a não ser
única opção de cultivo em algumas regiões
5 - Seminário em Goiânia debate energias
renováveis
6 -
Diretor-geral da ONU fala, em artigo, sobre o contraste econômico dos
biocombustíveis
7 -
Petrobras vai construir usina de biodiesel no norte de Minas Gerais
8 - Assembléia
Legislativa de São Paulo promove seminário sobre energia
9 - Pinhão-Manso é
mais uma alternativa para a produção de biodiesel
10 - Lactec promove o
desenvolvimento da área de energia
11 - Seminário discute a oferta de energia no
Brasil
Agenda
1 - Pesquisadores desenvolvem
nova tecnologia para energia eólica
Dois pesquisadores desenvolveram uma
máquina capaz de aproveitar melhor todo o potencial da energia eólica.
Trata-se do Gerador de Relutância Variável (GRV). O professor da Faculdade
de Engenharia Elétrica (Feelt), da Universidade Federal de Uberlândia
(UFU), Darizon Alves de Andrade e o doutorando, Augusto Veloso, são os
responsáveis pela nova
tecnologia. Darizon, que é o
orientador da pesquisa que resultou no aparelho, explica, em entrevista ao
Inovação Energética, o funcionamento da tecnologia. “A máquina opera pelo
princípio da relutância variável. Em palavras simples, ela utiliza o
princípio da variação da energia envolvida quando duas peças imantadas se
movem - uma em relação à outra”, Segundo ele, internamente a máquina
possui estrutura diferenciada das máquinas elétricas
convencionais. Darizon informa que
os experimentos realizados até o momento mostram uma máquina muito
robusta, de eficiência energética mais elevada que as máquinas
convencionais, entretanto, com exigências mais complexas no que diz
respeito ao seu controle. Ele relata que
a fabricação dessas máquinas fica por conta de apenas alguns protótipos e
revela os custos da tecnologia. “Como ainda não existe linha de montagem
comercial e, portanto, não existe produção em série, vivemos de
protótipos. A prototipagem tem custo elevado. A fabricação de um único
protótipo de potência em torno de 5 kW pode custar até R$ 6
mil.” O professor da UFU ainda analisou a
situação da energia eólica e uma possível contribuição da máquina
produzida por eles no futuro. “Aproveitamentos em energia eólica estão
muito disseminados na Europa e evoluem rapidamente nos Estados Unidos.
Ainda é uma forma de energia mais cara que a de origem hidráulica e sofre
da questão da sazonalidade, portanto o fornecimento não é 100% confiável,
pois se a natureza resolve parar de soprar não tem energia”, diz
Darizon. Entretanto, ele explica
que como forma de fonte complementar, limpa, renovável, para contribuir
para a matriz energética, a energia eólica é muito promissora. Para ele,
Nesse contexto, o GRV pode ser utilizado como forma complementar de
geração local de energia, tendo como fonte a energia dos ventos,
complementando a potência requerida a custo bastante
baixo. (Vitor Rodrigues para o Inovação
Energética)
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2 - Brasil poderá
ter incentivo para energia solar
Já é obrigatório por lei na cidade de São
Paulo o uso de energia solar em novos empreendimentos que tenham mais de
três banheiros, uma piscina, além de hotéis, clubes esportivos, hospitais,
escolas e parte do setor industrial, entre outros. O uso de energia no
aquecimento de água tem que atingir 40% da demanda total utilizando
energia solar. De acordo com Centro Incubador de Empresas
Tecnológicas (Cietec), o Ministério de Minas e Energia (MME) pretende
expandir nacionalmente essa obrigatoriedade em residências e no comércio.
Seriam cerca de 32 milhões de lares abastecidos por energia
solar. O MME, em parceria com o
Ministério do Meio Ambiente (MMA), espera apresentar, ainda este mês, um
estudo sobre o programa de incentivo ao aquecimento da água. Esta pesquisa
tem o objetivo de abordar métodos adotados por outros países para
incentivar o uso da energia solar para o aquecimento de água. Já no
Brasil, outro estudo do MME mostra três tecnologias desenvolvidas no
Brasil para uso de energia solar: a fotovoltaica, já em uso comercial; a
fotovoltaica com concentração, ainda pouco comercial; a heliotérmica,
ainda em fase de demonstração, mas com possibilidade comercial, que pode
ser instalada por grandes consumidores de
energia. (Com informações do
Diárionet)
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3 - Comissão rejeita
PL de preços mínimos para os biocombustíveis
O projeto de lei 592/07, que prevê a
criação de um programa de preços mínimos para os biocombustíveis e para as
matérias-primas utilizadas na sua produção, foi rejeitado, no dia 19 de
setembro, pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio
da Câmara dos Deputados. O deputado
e relator da comissão, Leandro Sampaio (PPS-RJ), apesar de elogiar a
intenção do autor, o deputado Uldurico Pinto (PMN-BA), foi contra o
projeto. Um dos problemas identificados pelo relator seria que o projeto
não leva em consideração a possibilidade de graves distorções
econômicas. O PL tramita em caráter
conclusivo e será analisado ainda pelas comissões de Minas e Energia, de
Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para acessar a íntegra do projeto,
consulte este link. (Com
informações da Agência Câmara)
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4 - Cana-de-açúcar
passa a não ser única opção de cultivo em algumas
regiões
Este ano, a soja ganhou um espaço acima
do esperado na opção de cultivares. Em parte de Minas Gerais e São Paulo,
onde há predominância de regiões canavieiras, a cana-de-açúcar passou a
não ser a única opção de
plantio. Segundo apurou o Inovação
Energética, neste segundo semestre, produtores estão expandindo as áreas
de produção para plantio da soja, já que a cana teve seu preço reduzido e
houve recuperação no preço do grão. Grande parte dos agricultores dessas
áreas quer trocar um pelo outro durante esse período de recuperação da
soja, que teve seu preço valorizado.
Economistas especializados no assunto,
que prestam consultoria à imprensa, advertem os produtores quanto à
substituição das áreas de plantio da cana pela soja e aconselham a somente
reduzir o cultivo. Segundo eles, o mercado do etanol está crescendo
gradativamente, principalmente com a utilização do álcool por conta da
demanda de carros flex, que se tornam, cada vez mais, maioria entre as
vendas. Com esse quadro, a exportação desse produto só tende a
crescer. Segundo Leonardo Menezes,
que é o consultor em agronegócio e trabalha na empresa Céleres, países de
vários continentes, como Ásia, América do Sul e Norte, estão produzindo
menos soja e importando mais, devido a outros interesses, como os Estados
Unidos, por exemplo. Naquele país, o milho é supervalorizado,
por conta da produção de etanol. Com isso, os centros de cultivo
dentro do país têm aumentado. A China e a Argentina também estão
diminuindo a produção do grão. Por isso a demanda no Brasil só tende a
crescer. De acordo com dados da
Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou de janeiro a
agosto deste ano, um total de R$ 18 milhões e 516 mil toneladas de soja.
Leonardo Menezes lembra que a bolsa de
Chicago está em alta em dez pregões consecutivos. O que significa que, com
preços elevados no mercado internacional, o Brasil é atingido e por
isso também eleva seus preços, além de precisar expandir as áreas de
cultivo do grão. “As cotações da soja estão em um patamar, historicamente
acima da média, até a semana passada, o preço da saca da soja em regiões
como Minas Gerais e São Paulo, ficou em torno de R$ 40 e R$ 39,50. Já no
Centro-Oeste e Sul do país, os valores estão em torno de R$ 37,50 e R$
35,50”, afirma Menezes.
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5 - Seminário em
Goiânia debate energias renováveis
O Governo de Goiás, em parceria com o
Ministério da Integração Nacional, realizará nos dias 26 e 27 de setembro,
o 1º Seminário do Centro-Oeste de Energias Renováveis. O evento acontece
no Espaço Oliveira’s Place, em Goiânia. O
evento tem o objetivo de discutir os cenários e as tendências, com foco
regional, nacional e internacional, das energias renováveis. Estão
previstas a participação de várias autoridades. Entre elas, o ex-ministro,
Antônio Delfim Netto; o governador do Estado de Goiás, Alcides Rodrigues
Filho; o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda; o governador
do Mato Grosso, Blairo Maggi; o governador do Mato Grosso do Sul, André
Puccinelli. Serão também convidados ministros de Estado, entre outras
autoridades dos setores de biocombustível e
energia. As inscrições para o seminário
devem ser feitas neste link. Outras
informações, pelo site www.seplan.go.gov.br/energias.
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6 - Diretor-geral da
ONU fala, em artigo, sobre o contraste econômico dos
biocombustíveis
O diretor-geral da Organização das Nações
Unidas (ONU) para a Agricultura e Alimentação (FAO), Jacques Diouf, em
artigo publicado no Jornal Financial Times e, posteriormente, no Correio
Braziliense, no último dia 13, analisa o contraste econômico
produzido pela má aplicação da política dos biocombustíveis. Ele fala
sobre a questão da biomassa beneficiar os ricos e empobrecer mais ainda os
já desfavorecidos economicamente no
mundo. Diouf diz, em seu texto, que
agindo corretamente, a bioenergia dará oportunidade histórica de acelerar
o crescimento em muitos dos países mais pobres do mundo e possibilitará um
renascimento da agricultura e entregar energia moderna a um terço da
população mundial. Porém, alerta que esses planos e promessas só se
tornarão reais, se políticas apropriadas forem implantadas, como a criação
urgente de uma estratégia internacional para a bioenergia. Pois sem esse
rumo, o risco de se ter uma conseqüência oposta ao proposto é alto - maior
pobreza e dano
ambiental. Para ele, essa
estratégia deve assegurar que grande parte da bioenergia, um mercado de
bilhões de dólares anuais, seja produzida por agricultores e trabalhadores
rurais nos países em desenvolvimento, pessoas que representam mais de 70%
dos países pobres do mundo. Algumas medidas estratégicas são traçadas no
artigo. Entre elas:
• reduzir barreiras comerciais de
alguns países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico
(OCDE), que são impostas à importação de etanol;
• garantir a pequenos agricultores,
que eles consigam produzir a matéria-prima bioenergética na escala
necessária;
• assegurar, por meio de um sistema
de certificação, que os produtos bioenergéticos sejam comercializados
somente se cumprirem padrões ambientais
definidos. Segundo o artigo,
essas medidas permitiriam aos países em desenvolvimento usar sua vantagem
comparativa, já que são os países que geralmente possuem ecossistemas e
clima favoráveis à produção de biomassa em comparação com as nações mais
industrializadas. O autor se atenta
para a questão de não debater exclusivamente biocombustíveis para
transporte. Ele lembra a importância de tratar assuntos relacionados à
pobreza. No artigo, Diouf fala que a eletricidade é o que impulsiona o
desenvolvimento e cita um exemplo: “redes de computadores não funcionam
movidas a esterco de vaca seco”. Mas ele próprio rebate, completando que
com tecnologia moderna, pode-se transformar o esterco em biogás e, assim,
ajudar 2 bilhões de pessoas com menos de US$ 2 dólares diários.
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7 - Petrobras vai
construir usina de biodiesel no norte de Minas Gerais
A futura usina de biodiesel de Montes
Claros (MG) está em fase construção pela Petrobras e deve entrar em
operação em janeiro de 2008. Apesar da estimativa, Francisco Petroni
Ramos, da Divisão de Desenvolvimento Rural da Secretaria de Agricultura e
Abastecimento de Montes Claros, disse, em entrevista ao Inovação
Energética, que a usina funcionará primeiramente em fase de testes. “A
unidade já está em franca expansão de construção, com previsão de
inauguração em dezembro próximo e entrará em fase de testes de produção em
janeiro de 2008”. Essa unidade do norte
de Minas será capaz de produzir 54 milhões de litros de biodiesel ano e
vários empregos serão gerados, principalmente na área rural. “Na zona
rural, estima-se que 45 mil empregos sejam gerados. Para agrônomos e
técnicos agrícolas cerca de 1.300 empregos, isso sem contar outras
empresas que virão para atender a Petrobras em outros segmentos como, por
exemplo, o transporte” afirma
Petroni. Segundo ele, os investimentos
dessa obra giram em torno de R$ 75 milhões e ele se diz animado com a
construção dessa usina. “A expectativa em torno do projeto é a mais
animadora que já vimos aqui no Norte de Minas, pela seriedade e histórico
da Petrobras”. Acesse o site da
Secretaria de Montes Claros neste link. (Vitor
Rodrigues para o Inovação Energética)
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8 - Assembléia
Legislativa de São Paulo promove seminário sobre
energia
A Assembléia Legislativa de São Paulo (Alesp)
promove, no 1° dia de outubro, no auditório Franco Montoro, o seminário “O
Problema como Parte da Solução: Aproveitamento Energético de Resíduos,
sobre o tema Co-geração de Energia e Resíduos da Agro-indústria
Canavieira”. Entre os participantes
do seminário estão: o presidente da Assembléia Legislativa do Estado de
São Paulo, Vaz de Lima; a secretária de Saneamento e Energia do Estado,
Dilma Seli Pena; o secretário de Meio Ambiente de São Paulo, Francisco
Graziano; o coordenador de energia da Secretaria de Saneamento e Energia
do Estado, Jean Cesare Negri; o assessor da Secretaria de Saneamento e
Energia de SP, Sergio Goldbaum; o presidente da Andrade & Canellas
Consultoria e Engenharia, João Carlos de Mello; e outras personalidades do
ramo. No dia 17 de outubro,
acontece a segunda etapa da iniciativa, que tratará do aproveitamento
energético do lixo urbano. Informações
adicionais podem ser obtidas pelo telefone (11) 3886-6122. O site
da Alesp é www.al.sp.gov.br.
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9 - Pinhão-Manso é
mais uma alternativa para a produção de biodiesel
O engenheiro agrônomo, Dilson Caceres,
da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati) do Estado de São
Paulo, em entrevista ao Inovação Energética, falou sobre a oleaginosa
pinhão-manso. “Plantada por todas as regiões brasileiras, o pinhão-manso é
usado em muitos lugares como cerca viva. Mas, atualmente, o mercado vem
utilizando a planta na produção de
biodiesel”. Segundo Caceres,
enquanto no Brasil o pinhão-manso se transforma em biocombustível, em
Cuba, por exemplo, essa planta é utilizada para uso medicinal. Ele
informa que no Brasil, dependendo da tecnologia usada, o custo de produção
fica em torno de R$ 1.500,00 por
hectare. Sobre o processo para
produzir o biodiesel, Dilson explica que os grãos devem ser colhidos secos
ou maduros, com posterior secagem em terreiros e encaminhados para a
extração de óleo. Após a obtenção do óleo, o processo de produção de
biodiesel é por meio de transesterificação ou craqueamento. Esse processo
é parecido ao de outras oleaginosas, que também são usadas para o
mesmo fim.
Planta O
pinhão-manso é uma espécie perene da família das Euphorbiaceas. É um
arbusto que quando adulto sua altura pode variar de três a cinco metros de
altura. A multiplicação se dá por meio de sementes (plantadas diretamente
em covas ou por meio de mudas produzidas em saquinhos), utilizando estacas
ou cultura de tecidos. Para informações
sobre o Cati, acesse o site www.cati.sp.gov.br. (Gabriela
Müller para o Inovação Energética)
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10 - Lactec
promove o desenvolvimento da área de energia
O Instituto de Tecnologia para o
Desenvolvimento (Lactec) está trabalhando em vários projetos relacionados
à energia, que visam contribuir para que as fontes alternativas e
renováveis tenham viabilidade sob os aspectos técnico, econômico e social.
É o que informa, em entrevista ao Inovação Energética, o diretor
superintendente do instituto, Aldair Rizzi, que também é vice-presidente
da ABIPTI pela região
Sul. Segundo Rizzi, três projetos
de biodigestores estão em execução. “Além da produção de energia,
contribuem para a melhoria do meio ambiente, tendo como insumo dejetos de
eqüinos e suínos”, informa. Ele explica que esses três projetos são
realizados em parceria com o Ministério de Minas e
Energia. Há outros dois projetos na
área de energia eólica, um com a Companhia de Energia Eletrica (Copel) do
Paraná e um com a Eletrobrás, no
Nordeste. De acordo como diretor
superintendente, outro projeto em desenvolvimento está sendo realizado em
colaboração com a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Copel, para
elaborar o mapa solarimétrico do Estado. E, ainda em parceria com a Copel,
há um projeto que visa utilizar o gás de síntese a partir da
biomassa. Aldair Rizzi, afirma que tem
preocupações em relação ao setor de energia. “Questões como a extinção das
fontes tradicionais de energia, danos à natureza e o aquecimento global
são preocupantes para todo o mundo e não poderia ser diferente para o
Lactec que, consoante aos seus objetivos e conscientes de seus
compromissos para com a sociedade, tem este tema em alta prioridade”,
afirma. Para ele, instituições de
pesquisa como o Lactec, são fundamentais para desenvolver tecnologias que
viabilizem o uso em larga escala das energias alternativas e renováveis
como a eólica, a solar, os biocombustíveis, e
outras. A Lactec é uma instituição
associada à ABIPTI. Outras informações,
no site www.lactec.org.br. (Vitor
Rodrigues para o Inovação Energética)
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11 - Seminário
discute a oferta de energia no Brasil
A Associação Brasileira de Engenharia
Sanitária e Ambiental do Rio Grande do Sul (ABES-RS) realizará, de 20 a 22
de novembro, o seminário Energia & Sustentabilidade. O evento acontece
no salão de eventos do Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre, Rio Grande
do Sul. O evento tem o objetivo de
proporcionar o debate sobre a oferta de energia no Brasil frente ao
crescimento socioeconômico desejado e seus impactos ambientais e outros
temas relacionados à energia. Informações
e inscrições para o seminário podem ser obtidas pelo site www.abes-rs.org.br/energia.
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Agenda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Seminário da Rede Baiana de Biocombustíveis 10 e
11 de outubro de 2007 Realização: O Governo do Estado da Bahia, em
parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
(Secti) Informações: (71) 3116-5852 Site: http://www.rbb.ba.gov.br/index.php?id=120&prefixo=det&menu=evento
E-mail: gsantana@secit.ba.gov.br Local:
Departamento de Tecnologia da Universidade Estadual de Feira de Santana
(UEFS) – BA
Seminário Energia &
Sustentabilidade 20 a 22 de novembro de 2007 Realização: A
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, Seção do Rio
Grande do Sul (ABES-RS) Informações: (51) 2108-3111 Site: www.abes-rs.org.br/energia
E-mail: energia@officemarketing.com.br Local:
Salão de Eventos do Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre,
RS
5° Workshop Internacional Brasil-Japão em
biocombustível, meio ambiente e novos produtos da biomassa 29
de outubro a 01 de novembro de 2007 Realização: Universidade Estadual
de Campinas (Unicamp) Informações: (19) 3521-2121 E-mail: andre@reitoria.unicamp.br Site:
http://www.cori.unicamp.br/centenario2008/evento1.htm Local:
Centro de Convenções da Unicamp, Campinas – SP
2º Congresso
da Rede Brasileira Brasileira de Biodiesel 27 a 29 de
novembro de 2007 Realização: ABIPTI e MCT Informações: (61)
3273-0469 Site: www.abipti.org.br/congressobiodiesel2006/ Local:
Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio (Cntc) – Brasília -
DF
Feira e Congresso Internacional de Energias
Alternativas, Renováveis, Limpas e Co-geração - Feira de
BioCombustíveis 27 a 29 de novembro de 2007 Realização: ITM
Expo Feiras e Convenções Informações: (11)5521-6008 E-mail: energias@latinevent.com.br
Site: www.itmexpo.com.br/ Local: ITM -
São Paulo SP
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