Brasília, 29 de agosto de 2007 - Nº 04 - Ano 1


1 - Evolução da energia eólica no Brasil depende de mais investimentos do governo federal


2 - Professor da UnB critica a visão de energia limpa dos biocombustíveis


3 - Prazo para envio de artigos ao 2º Congresso da RBTB termina no dia 31


4 - Expedito Parente fala sobre a Medalha do Conhecimento


5 - Lula oferece ajuda à Nicarágua, que passa por crise energética 


6 - Rede Baiana de Biocombustíveis completa mais de dois anos


7 - Primeiro Encontro Regional de Biodiesel acontece em São Luís   


8 - Gilman Rodrigues fala sobre desenvolvimento na área energética do Estado de Minas Gerais


9 - Sampaio Filho fala sobre projetos de energia da Secretaria de Agricultura de São Paulo 


Agenda

 

1 - Evolução da energia eólica no Brasil depende de mais investimentos do governo federal

     A falta de investimentos em programas de longo prazo do governo federal é o principal fator contra o desenvolvimento da produção de energia eólica no país. É o que afirma o engenheiro do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Energias Renováveis (IDER), Ivo Albuquerque, em entrevista ao Inovação Energética. “O Brasil tem capacidade para ser um dos maiores geradores de energia elétrica utilizando os ventos como matriz energética, mas para isto é necessário muito investimento” informa. 
     A energia eólica pode ser uma das grandes apostas para os problemas energéticos que o mundo vem enfrentando. Se comparado com outras possíveis fontes, em termos de tempo e custos. Uma usina hidrelétrica, por exemplo, é bem mais desfavorável do que o investimento em aerogeradores ou turbinas eólicas, que são os aparelhos responsáveis pela produção de energia eólica. “O total de energia gerada dependerá da velocidade do vento, mas, em geral, as melhores áreas no país para este tipo de energia são os litorais do Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Rio Grande do Sul” explicou Ivo Albuquerque. O Estado do Ceará se destaca por seus três parques eólicos que já funcionam na região e o Rio Grande do Sul por possuir o maior parque eólico brasileiro, o Parque Eólico Osório. 
     De acordo com o engenheiro, a energia eólica no país precisa de maior apoio do governo para crescer.  “Para se desenvolver precisa de compra de energia garantida por parte do governo federal, isso tem acontecido por meio de um programa chamado Proinfra e leilões de energia elétrica que começaram este ano. Entretanto, para que os preços desta energia fiquem mais baratos e atrativos é necessário um investimento em programas de longo prazo”. Segundo ele, pessoas comuns também estão investindo na produção de energia eólica em suas pequenas propriedades. “Alguns cidadãos têm comprado pequenos equipamentos para geração de energia, inclusive existem pequenas fábricas no Brasil, mas não há números em relação à produção” explicou o engenheiro. Sobre outras formas de energia, ele disse que cada uma tem seus pontos positivos e negativos. “Há vantagens e desvantagens e não há uma receita, apenas o quanto menos ficarmos dependentes de uma tecnologia, melhor será”.
     Apesar de todo o potencial demonstrado pelo Brasil, o aproveitamento de energia eólica está longe de estar em seu ideal. “O potencial de geração de energia eólica no Brasil é superior a 143 gigawatts, no entanto, apenas 237 megawatts são atualmente aproveitados” afirmou o diretor do IDER, Jörgdieter Anhalt, em entrevista ao Inovação Energética. Segundo o diretor, em outros países há centenas de projetos para o setor. Ele ainda tem uma opinião um pouco diferente da de Ivo Albuquerque, em relação à capacidade do Brasil em ser potência em energia eólica. Para o diretor, o país pode ser a maior potência e não, somente, uma delas.  “Certamente, o nosso potencial eólico é o maior do planeta, mas é necessário investir em pesquisa e em tecnologia. Todas as máquinas em operação comercial no Brasil, por exemplo, são importadas. A fabricação local tem o potencial de baixar os custos, apontado sempre como o principal gargalo para as energias renováveis. Mas é preciso, sobretudo, vontade e determinação política, envolvendo não apenas o poder público, mas também o empresariado e a sociedade como um todo”.
     (Vitor Rodrigues para o Inovação Energética)

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2 - Professor da UnB critica a visão de energia limpa dos biocombustíveis

     Durante o debate O impacto dos biocombustíveis na agricultura e na indústria de fertilizantes, realizado no último dia 16, na Universidade de Brasília (UnB), o professor do Instituto de Geociências da universidade, José Carlos Gaspar, ressaltou ser importante mostrar que os biocombustíveis não podem ser considerados como uma fonte limpa, “ao contrário do que está em alta, na mídia principalmente”. A idéia de que a solução ambiental para boa parte dos países está no biodiesel e no etanol é combatida pelo professor, que também falou um pouco sobre agricultura e os insumos que lhe dão sustentação. 
     José Carlos Gaspar, em entrevista ao Inovação Energética, enfatizou o biodiesel como uma fonte não renovável. Segundo ele, a questão energética é extremamente grave e, por isso, todos estão buscando energia a qualquer custo. Ele explicou que ao queimar etanol e biodiesel, gera-se poluição, ainda que inferior às derivadas de fósseis, como por exemplo, o petróleo e o gás, por isso não pode ser considerada energia limpa. 
     Segundo Gaspar, o futuro da humanidade no quesito energia está nas fontes efetivamente renováveis e limpas, tais como eólica e solar. 
     O debate fez parte do projeto Quintas do Futuro, da UnB. O evento foi programado para discutir não só o impacto dos biocombustíveis como também para lançar questões sobre fontes renováveis e apresentar dados da renda agrícola do país. 
     A mesa do debate foi composta por mais dois palestrantes, o professor do Departamento de Economia da Universidade de São Paulo (USP), Fernando Homem de Melo, e o diretor-executivo da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), Eduardo Daher. Foram abordados outros temas como dados da taxa de câmbio e como ela afeta a indústria agrícola, e o uso de fertilizantes. 
     (Gabriela Müller para o Inovação Energética)

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3 - Prazo para envio de artigos ao 2º Congresso da RBTB termina no dia 31

     O prazo para submissão de artigos técnicos-científicos para o 2º Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel, com a prorrogação, termina nesta sexta-feira (31). O evento é fruto de parceria entre a ABIPTI e o MCT e está agendado para acontecer nos dias 27 a 29 de novembro, em Brasília (DF).
     No primeiro dia de evento haverá apresentação da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel (RBTB); sessões coordenadas de Biodiesel e Desenvolvimento Sustentável; e Agricultura. 
     No dia 28, as sessões são sobre Produção; Co-produtos; e Armazenamento. E no terceiro e último dia, serão realizadas as seguintes sessões: Controle de Qualidade de Biodiesel; e Uso de Biodiesel.
Durante os três dias de evento haverá exposição tecnológica. 
     O 1º Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel foi realizado nos dias 31 de agosto e 1º de setembro do ano passado, também em Brasília. O evento contou com a presença do ministro da C&T, Sergio Rezende, e com a participação de cerca de 300 pessoas. 
     As inscrições para o evento deste ano podem ser feitas neste link
     Mais informações, no site www.2congresso.rbtb.abipti.org.br.

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4 - Expedito Parente fala sobre a Medalha do Conhecimento

     O engenheiro químico Expedito José de Sá Parente é um dos dez contemplados ao prêmio Medalha do Conhecimento 2007. Ele foi condecorado na categoria Empresário. Em entrevista ao Inovação Energética, Expedito disse estar lisonjeado com a premiação. “É um reflexo de minhas ações”. 
     Segundo ele, ser escolhido por uma condecoração oferecida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) significa um grande reconhecimento de seu trabalho. O engenheiro explicou que no dia seguinte à cerimônia de entrega da Medalha, que será realizada no dia 27 de setembro, em Brasília, ele receberá o troféu cearense Sereia de Ouro. “Quando começamos a receber esses prêmios, nos sentimos um pouco história, mas não quero ser história e sim futuro”, disse, com bom humor. 
     Expedito Parente explica que é bom se ver no presente e querer virar, em vez de história, futuro. “Inovar sempre e crescer cada vez mais. O reconhecimento de meu trabalho é importantíssimo por esse mesmo motivo. Estou muito agradecido com as premiações, pois me incentiva a ser futuro”, afirma.  
     A comenda Sereia de Ouro, criada pelo industrial Edson Queiroz, homenageia quatro personalidades que se destacaram em seu campo de atividade profissional, ajudando a projetar o Estado do Ceará.
     Expedito Parente é cearense, engenheiro químico e é o pioneiro na produção de biodiesel ainda na década de 1970. Ele é proprietário da Tecbio, empresa de produção do biocombustível. 
     Informações sobre a Tecbio podem ser obtidas no site www.tecbio.com.br. Para informações sobre a Medalha do Conhecimento, acesse o link.
     (Gabriela Müller para o Inovação Energética)


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5 - Lula oferece ajuda à Nicarágua, que passa por crise energética

     Em visita à capital da Nicarágua, Manágua, na segunda quinzena deste mês, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ofereceu ajuda ao país, que passa por crise energética. O presidente da Nicarágua, Daniel Ortega é colega de longa data de Lula e o recebeu em sua capital para assinarem acordos de cooperação. 
     Segundo a BBCBrasil, Lula disse que “o governo brasileiro está disposto a discutir com a Nicarágua financiamento, participação de empresas e ajuda para construir as hidrelétricas que precisam ser construídas na Nicarágua”. Além de assuntos na área de energia, o presidente brasileiro se ofereceu a cooperar com a infra-estrutura do país de Ortega. Os dois falaram sobre programas de auxílio à população menos favorecida, como o Fome Zero, entre outros assuntos como educação, transporte e saúde. 
     O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Miguel Jorge se reuniu com outros ministros na mesma semana para tratar sobre a criação de uma hidrelétrica que deve ser construída ao norte da Nicarágua por uma empresa brasileira. A construção da hidrelétrica deverá ser financiada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), com um valor estimado entre US$ 100 milhões e US$ 150 milhões.
     O presidente Lula abre, com essa visita, ofertas à América Central, e soluções não só no campo energético, por meio dos biocombustíveis, como em outras áreas de cuidado social e governamental.
     (Com informações da BBCBrasil)

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6 - Rede Baiana de Biocombustíveis completa mais de dois anos

     Com um pouco mais de dois anos de atuação, a Rede Baiana de Biocombustíveis (RBB), formada por diversas instituições que trabalham voltadas ao biodiesel, está com encontro previsto para ser realizado nos dias 10 e 11 de outubro, na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), o evento acontecerá em conjunto com a Rede Nordeste de Biodiesel. “Estamos também organizando um evento para discussão da cultura do pinhão manso e fazemos parte da comissão organizadora do 3º Congresso Brasileiro da Mamona, que será realizado em 2008”, informou o coordenador técnico da RBB, Juliano da Silva Lopes, em entrevista ao Inovação Energética
     Lopes explicou que a rede possui várias atividades, todas relacionadas ao biodiesel. Entre elas está a de promover a interação entre os diversos setores que tenham interesse em biocombustíveis; fomentar pesquisas para o desenvolvimento de tecnologias e a qualificação dos diversos segmentos, que fazem parte do Programa Baiano de Biodiesel; manter um banco de dados com informações das diversas áreas ligadas à cadeia de produção de biodiesel disponível ao público; elaborar e submeter projetos cooperativos envolvendo governo empresa e universidade aos editais temáticos e fundos setoriais; e divulgar informações relacionadas ao tema biodiesel.
     Fazem parte da rede universidades, centros de pesquisa e extensão, empresas públicas e privadas, sociedade civil organizada, agentes financeiros, organizações do terceiro setor e o governo. 
     Segundo o coordenador, a RBB tem atuado junto aos órgãos de pesquisa e, além dos projetos em execução pelas universidades Estadual de Santa Cruz (Uesc), Federal da Bahia (UFBA) e Salvador (Unifacs), a rede está tentando recursos junto aos ministérios de Ciência e Tecnologia (MCT), da Integração Nacional e de Desenvolvimento Agrícola (MDA) para o fortalecimento da produção de oleaginosas. 
     A RBB foi lançada no dia 20 de abril de 2004 no auditório da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB). Entre os seus objetivos estão: 
      • Estimular a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação no setor da produção agrícola, industrial e de distribuição e uso do biodiesel e de seus co-produtos;
     • Facilitar a capacitação de recursos humanos para a atuação em todos os elos da cadeia produtiva do biodiesel;
     • Favorecer e coordenar investimentos na produção agrícola e industrial e de equipamentos de suporte logístico na cadeia produtiva do biodiesel;
     • Estimular os processos de transferência e validação de tecnologias na cadeia produtiva (realização de eventos, publicações científicas e implantação de unidades de demonstração);
     • Apoiar a Implantação e estruturação de laboratórios de certificação e controle de qualidade, voltados para o biodiesel e seus co-produtos;
     • Promover estudos, prospecção e incentivos a formação de mercados para o biodiesel, seus co-produtos;
     • Incentivar a criação de linhas de financiamento para o setor;
     • Contribuir para a organização da produção das oleaginosas, proporcionando o fortalecimento da agricultura familiar na cadeia produtiva do biodiesel.
     Consulte o site da rede www.rbb.ba.gov.br.

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7 - Primeiro Encontro Regional de Biodiesel acontece em São Luís

     Nos dias 30 e 31 deste mês, acontece em São Luís (MA) o 1º Encontro Regional de Biodiesel que visa discutir sobre o produto na região Nordeste. O evento é coordenado pelo Núcleo de Biodiesel da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e apoiado por várias instituições, entre elas a ABIPTI; a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep); a Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema); a Embrapa e o governo do Estado.
     O encontro será composto por palestras ministradas por representantes do MCT e também do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA); do Instituto Nacional de Tecnologia (INT); Confederação Nacional da Indústria (CNI); das Agências de Desenvolvimento do Nordeste (Adene); a Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e dos programas de biodiesel dos estados do Nordeste. Além das palestras, ocorrerão três mini-cursos sobre Culturas para a Produção de Biodiesel: vantagens e desvantagens (Embrapa – Meio Norte), Controle e Qualidade do Biodiesel (Pensalab) e Processo de Produção de Biodiesel (Tecbio).
     Informações, pelo site www.fapema.br/nucleodebiodiesel/encontro.

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8 - Gilman Rodrigues fala sobre desenvolvimento na área energética do Estado de Minas Gerais

      O secretário de Agricultura do Estado de Minas Gerais, Gilman Viana Rodrigues, em entrevista ao Inovação Energética sobre como o Estado acompanha a questão do desenvolvimento de energias alternativas. Rodrigues falou que o governo de Minas Gerais, que passou a cumprir a obrigatoriedade de destinar 1% do orçamento para pesquisas, está contribuindo para que o Estado esteja à frente e consiga desenvolver e utilizar novos meios de energia.
     Rodrigues mencionou uma usina do Estado, sem citar o nome, que utilizava determinado produto para produção de biocombustível, mas após algum tempo, passou a trabalhar com óleo de soja. Essa ação é devida ao aumento da demanda e oferta do grão e seus benefícios como meio de produção de biodiesel. Esse exemplo mostra que muitos produtores não avaliam os riscos. Ele explica que é essencial que os empreendedores do ramo, antes de montar uma fábrica de produção utilizando determinada planta ou qualquer outro meio de produção para biocombustível deve, primeiro, observar a demanda crescente do mercado.  
     O secretário citou a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), que “tem atuado firmemente na pesquisa das plantas, tais como mamona, girassol, pinhão manso, para informar ao produtor qual é a produtividade por área, qual é a produtividade do óleo e qual o nível de conversão energética do óleo de cada planta, para obter o perfil de cada produto”, explica.
     Para Gilman, a Epamig vive um novo cenário, pois a empresa está saindo de uma fase de muita dificuldade operacional, para outra que contém substancial reforço financeiro. Agregado a isso, Rodrigues lembra que a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) teve, neste ano de 2007, o melhor orçamento de sua vida funcional. O que contribui para o desenvolvimento de todo o Estado, não só na área de energia, mas de pesquisas em geral.  
    Informações, no site www.agricultura.mg.gov.br.
     (Gabriela Muller para o Inovação Energética)

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9 - Sampaio Filho fala sobre projetos de energia da Secretaria de Agricultura de São Paulo

     Em entrevista ao Inovação Energética, o Secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, João de Almeida Sampaio Filho, fala sobre projetos na área energética realizados pela secretaria. 
     Sampaio Filho destacou o centro de pesquisa localizado em Ribeirão Preto e também os 15 pólos regionais de pesquisa do Estado, voltados para o desenvolvimento de integração entre cana-de-açúcar, grãos ou ainda alternativas de origem animal para a produção de biodiesel. “Os projetos da Secretaria estão focados no incentivo à pesquisa de variedades da cana-de-açúcar, de maneira que essas sejam mais rentáveis e ambientalmente corretas”, afirma. 
     No centro de pesquisa, por exemplo, são realizados diversos estudos. Um deles é o melhoramento da cana. As pesquisas identificam genes relacionados às pragas e doenças, para evitá-las nas plantações. Outro objetivo é gerar conhecimento básico e aplicado para contribuir na criação de novas tecnologias para o setor sucroalcooleiro.
     Segundo Sampaio Filho, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento trabalha com o protocolo agroambiental para a redução dos prazos para o fim das queimadas no Estado e faz parte da Comissão Estadual de Bioenergia criada pelo governador José Serra para pesquisa e aplicação de políticas públicas, como parcerias com empresas.
    Informações, no site www.agroporta.sp.gov.br.
     (Gabriela Müller para o Inovação Energética)

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Agenda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

1º Encontro Regional de Biodiesel
30 e 31 de agosto de 2007
Realização: Núcleo de Biodiesel da Universidade Federal do Maranhão
Informações: (98)3235 -1458
E-mail: nucleodebiodieselufma@gmail.com
Site: www.fapema.br
Local: Hotel Abbeville, São Luís (MA)

1º Seminário Científico, Industrial e Político sobre Biocombustíveis
01 e 02 de setembro de 2007
Realização: Instituto Brasileiro de Apoio Às Pesquisas Ambientais (Ibrapam)
Informações: www.funep.fcav.unesp.br/eventos/
Local: Centro de Convenções da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinária da Universidade Estadual Paulista - Jaboticabal, SP

ExpoBiocom 2007 (Feira Internacional de Combustíveis Alternativos & I Congresso Internacional de Energia Renovável
24 a 26 de outubro de 2007
Realização: Consórcio OUSAR – Biocombustíveis / Esphera Eventos
Informações: (19) 3206-0665
E-mail: info@expobiocom.com.br
Site: www.expobiocom.com.br
Local: Centro de Convenções do Hotel Mabu, Thermas & Resort - Foz do Iguaçu – (PR)

2º Congresso da Rede Brasileira Brasileira de Biodiesel 
27 a 29 de novembro de 2007
Realização: ABIPTI e MCT
Informações: (61) 3273-0469
Site: www.abipti.org.br/congressobiodiesel2006/
Local: Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio (CNTC) – Brasília - DF

Feira e Congresso Internacional de Energias Alternativas, Renováveis, Limpas e Co-geração - Feira de BioCombustíveis
27 a 29 de novembro de 2007
Realização: ITM Expo Feiras e Convenções
Informações: (11)5521-6008
E-mail: energias@latinevent.com.br
Site: www.itmexpo.com.br/
Local: ITM - São Paulo SP

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