![]() |
||||||||||||||
Nessa
edição conversamos com o professor doutor Alfredo Jefferson de Oliveira,
que entre diversas ocupações, também é coordenador do Laboratório de
Ecodesign, na PUC - Rio. Com toda sua bagagem ele nos fala sobre o crescente
interesse do Ecodesign no Brasil, sugere uma nova visão da utilização
dos bens que não necessariamente precisam ser adquiridos em definitivo,
nos explica o que é o LED e nos dá sua visão do Ecodesign atual e suas
perspectivas para as decorrências desse processo. O Ecolink apresenta
o site do Setor Reciclagem, um portal informativo especializado em reciclagem
e que possui um farto arsenal de resenhas enviadas por assessorias de
comunicação ou por profissionais do segmento e matérias exclusivas.
O leitor terá ainda informações sobre um projeto que estuda alternativas
tecnológicas para utilização da casca de coco, cujo volume de resíduos
preocupa. Também terá informações oportunas sobre o Seminário de Reciclagem
e Valorização de Resíduo Sólido/Coleta Seletiva e Inclusão Social, além
da adesão da empresa alemã de cosméticos Beirsdorf como o mais novo
membro da associação Cempre. Agende-se quanto aos eventos em pauta,
como a Conferência Internacional sobre Avaliação de Ciclo de Vida -
CILCA 2005, II Feira Brasil Certificado - I Feira Latino-americana de
Produtos Certificados FSC, 1º Congresso Ibero-Americano sobre Desenvolvimento
Sustentável, NDesign no Maranhão, Concurso de Design de Caráter Social,
Recicleshow 2005 e EcoDesign 2005: 4th International Symposium on Environmentally
Conscious Design and Inverse Manufacturing.
Desejamos uma ótima leitura a todos. Até abril! voltar Alfredo Jefferson de Oliveira Doutor em Engenharia de Produção e coordenador do Laboratório de Ecodesign, da PUC-Rio
Ele acredita que o interesse pelo Ecodesign no Brasil tem aumentado e um bom termômetro é o interesse de alunos universitários, além da repercussão de prêmios, mostras e informativos que abordam a temática, a exemplo do Ecodesign-News. Jefferson defende o ponto de vista que inclui entre o binômio ter/ser, o “poder usar”, ou seja, “a idéia é que os produtos possam ser alugados ou compartilhados em vez de comprados”, afirma. Tê-lo como entrevistado do Ecodesign-News é resultado de meses de tentativas. Entre as tantas ocupações do professor estão pesquisas no LED, atividades de ensino, funções e cargos de administração acadêmica, como a pró-reitoria de Graduação da PUC, desde maio de 2004. Mas o interesse em participar do informativo foi sempre demonstrada, o que muito nos honra. Esperamos que o leitor goste do resultado. Fale um pouco sobre suas escolhas acadêmicas. O interesse pela relação entre projeto e natureza surgiu ainda na graduação. No mestrado trabalhei com projetos de implementos agrícolas voltados para população de baixa renda e, durante ele, me interessei pela Biônica e fui fazer um curso de extensão no antigo LBDI. Gostei e acabei numa especialização sobre este tema na Itália. Lá, a preocupação com os impactos ambientais foi tomando forma e acabei fazendo parte da equipe de projeto de um Laboratório Didático Itinerante para Educação Ambiental. Em 1994, iniciei o doutorado interessado na área do Ecodesign e, com uma bolsa “sanduíche”, passei uns poucos meses como visitante do ECDM-LAb (Environmental Conscious Design and Manufacture), na Universidade de Windsor, no Canadá, onde acabei focando minhas pesquisas nas relações do Design com a Remanufatura e a Economia de Serviços. O que motivou a criação do LED? Com a criação da pós-graduação em Design na PUC-Rio, o programa adotou uma estrutura de trabalho apoiada em Laboratórios de Pesquisa, criados em torno de sub-áreas específicas que refletiam os trabalhos dos pesquisadores da casa. Assim, quando terminei o doutorado, oficializamos o LED como um dos laboratórios do programa, dando continuidade a um trabalho que já vinha sendo realizado. Hoje o LED é um dos laboratórios que compõe uma das três linhas de pesquisa do Programa de Pós-graduação em Design, linha esta denominada Design: Tecnologia, Educação e Sociedade, e que também conta com os seguintes Laboratórios: Arte Eletrônica, Living Design, Pedagogia do Design e Gestão do Design. Como funciona o laboratório? O Laboratório de Ecodesign é um grupo de estudos que agrega pesquisadores e estudantes de graduação, mestrado e doutorado, interessados neste tema. A atividade principal é a acadêmica, ou seja, pesquisa e formação de pesquisadores. Normalmente as atividades se dão de forma interdisciplinar com a participação de pesquisadores de outras áreas e/ou de outras instituições. Quantos alunos participam dele e quais os temas de pesquisa? Atualmente, o LED conta com a participação regular de nove alunos (dois de doutorado, quatro de mestrado e um de iniciação científica) e os temas variam, refletindo o interesse dos participantes, mas sempre ligados ao projeto de produtos eco-eficientes: Temos os seguintes projetos em andamento: Foi difícil inserir o tema do Ecodesign na academia e de uma forma tão prática, com a criação de um laboratório? Muito pelo contrário, a preocupação com os impactos ambientais está presente em diversos cursos e departamentos, o que fez com que a aceitação tenha sido excelente. Como exemplo, diversas atividades ligadas ao tema são desenvolvidas no Departamento de Geografia e Meio Ambiente e na área tecnológica, além das pesquisas e projetos, existe uma graduação de Engenharia Ambiental. No curso de Design, a disciplina de Biônica é oferecida regularmente desde 1990; a de EcoDesign anualmente, desde 1996 e, desde 2001, é oferecida também uma disciplina de Projeto em Bambu com enfoque na sustentabilidade deste produto, sempre como disciplinas eletivas para os alunos interessados. O Laboratório desenvolve algum trabalho para a indústria ou tem projeto patrocinado? Atualmente estamos desenvolvendo um projeto em conjunto como o Laboratório de Gestão de Design, com o Departamento de Ciências dos Materiais e com diversos colaboradores. Trata-se de um interessante trabalho de levantamento e análise de materiais orgânicos com possibilidade de utilização industrial, para uma indústria européia. Vislumbramos a possibilidade de este projeto aumentar a demanda, colaborando com o sucesso das comunidades que vivem da extração e manuseio sustentáveis destes materiais e produtos. Como você vê o ecodesign no Brasil? O Ecodesign no Brasil tem tido um grande avanço, percebo isto pelo interesse dos alunos e o conseqüente aumento de informação por parte deles. Os concursos têm tido um grande papel na divulgação e estímulo aos profissionais e estudantes através da difusão de casos de sucesso, especialmente o Planeta Casa da Editora Abril e o Prêmio EcoDesign, da FIESP e CSPD (Centro de São Paulo Design). Em uma pesquisa realizada junto aos profissionais, percebemos que uma das maiores fontes de informação entre os designers ainda são os casos de sucesso. Estes, além dos resultados projetuais, informam e apresentam novos conceitos e possibilidades de desenho, tendências, fornecedores e etc. Não posso também deixar de registrar o papel importantíssimo, neste processo de divulgação, das mostras como a do Brasil faz Design e dos informativos como o Ecodesign-News e o do CEMPRE. Em termos acadêmicos o Ecodesign vem crescendo ano a ano, basta observar o aumento no número de publicações de artigos sobre o tema nos congressos de Design e nas revistas científicas, como a Estudos em Design. Acredito que estamos dando os primeiros passos, conscientizando os futuros e jovens designers e divulgando as possibilidades do Ecodesign. Qual seria o seu potencial ainda não explorado? Neste momento, a reciclagem ainda ocupa um dos papéis principais, mas acredito que só através da redução de materiais e energia atingiremos o nível de sustentabilidade necessário. O aumento da durabilidade e a intensificação do uso, através do compartilhamento me parece ser um caminho interessante para esta redução, e a economia de serviços pode contribuir muito neste sentido. Brinco com meus alunos que entre o degrau do TER, que vivemos hoje e o do SER, com o qual muitos sonham, talvez exista um degrau do PODER USAR, que esteja mais próximo do que parece. A idéia é que os produtos possam ser alugados ou compartilhados em vez de comprados, com grande intensificação do uso e com o controle e a gestão do desuso pela indústria proprietária, que passa a lucrar com o serviço oferecido em vez da venda do produto. Neste tipo de economia, a indústria ganha com o aumento da durabilidade dos produtos e investe no reaproveitamento, na remanufatura e no up-grade dos produtos. Pode parecer alguma fantasia, mas a idéia não é nova e, se olharmos em volta, veremos que isto já está acontecendo com diversos produtos/serviços. Por fim, sempre pedimos que os entrevistados deixem uma mensagem, dicas para quem ainda está na universidade e pode olhar para o Ecodesign com mais atenção. Não tenho muita dúvida que em breve o EcoDesign vai deixar de ser uma ênfase ou um diferencial no design de produtos e os cuidados com os impactos ambientais serão incorporados no processo projetual de todos produtos. Acho que não se trata de um estilo e sim de uma tendência e uma necessidade para mantê-los competitivos. Cada vez mais, a associação de produtos ecológicos com produtos improvisados vai se dissipando e a indústria começa a perceber que, seja por economia, seja para manter-se competitiva, ou seja, para atender legislações ambientais, devem oferecer produtos eco-eficientes, mantendo todas as qualidades atuais e também sua sustentabilidade. voltar ABIPTI estuda parceria com BASF e Escola Politécnica da USP A
ABIPTI sediou, no dia 29 de março, uma reunião entre representantes
de várias de suas unidades, a Escola Politécnica - USP e a BASF Aktiengesallchaft,
indústria química de origem alemã e com 90 anos de história no Brasil.
Entre os pontos abordados esteve a possível parceria entre a Abipti e a Fundação ECO, a ser criada pela BASF, que vai atuar na disseminação dos conceitos e critérios de ecoeficiência utilizados mundialmente pela empresa e que agora serão difundidos na América Latina - tarefa para a qual a Ecodesign-Net e o Ecodesign-News deverão contribuir. A BASF também recebeu o convite da Geamb para participar da Expo-Interativa, feira de amostra internacional de produtos e serviços para difusão e popularização da C&T. O evento será realizado no Rio de Janeiro, de 11 a 17 de abril de 2005, no âmbito do 4º Congresso Mundial de Centros e Museus de C&T, coordenado pela Fiocruz. Preocupado com a disseminação do conceito de ACV (Avaliação do Ciclo de Vida no Brasil) o professor Gil Anderi defendeu a participação da ABIPTI na formulação de um módulo sobre o tema, dentro do MBA à distância ministrado pela Poli a funcionários da empresa Odebrecht. Para Alceu Castello Branco, que defende a criação pela ABIPTI e seus parceiros de um Observatório de Tecnologias de Gestão - no âmbito do qual o tema ecodesign será tratado - a chave para a consolidação das idéias está justamente no potencial de reunir esforços, necessidades e expertises de diversas setores que hoje atuam separadamente. É nisso que Mirian Zancheta também acredita. Para ela, o sucesso de todas as organizações está nas parcerias. "Não é bom desenvolver aquilo em que o outro já tem experiência. Nosso objetivo é disseminar informação e a ABIPTI já trabalha com isso. Então, será importante para nós podermos usar essa rede já consolidada, confiável e de qualidade e passar boas informações por meio dela", afirmou. Para Gil Anderi foi uma surpresa agradável ter a oportunidade de conhecer melhor o trabalho desenvolvido pela ABIPTI, principalmente no campo do Ecodesign. Ele não tem dúvida de que o desenvolvimento está perpassado pelos vieses ambiental e econômico. Anderi acredita também na estreita relação entre a ACV e o Ecodesign. "Neste sentido foi muito bom enxergar a possibilidade de novos caminhos e parcerias na busca da consolidação da ACV no Brasil", disse. Uma grande troca de idéias e experiências e a promessa de uma união que poderá render bons frutos e potencializar outras atividades já desenvolvidas ou em planejamento por cada um dos atores – essa foi a tônica da reunião. voltar Setor Reciclagem Nossa
sugestão de ecolink desse mês é o site do Setor Reciclagem - www.setorreciclagem.com.br.
O ambiente é bem organizado e visualmente limpo. Cada notícia publicada no portal está relacionada a uma categoria - é a primeira informação da notícia. O internauta deve clicar na categoria da notícia que lhe interessa, sendo que as opções de assuntos encontram-se em um box. São eles: água, artesanato, borracha, catadores, coleta seletiva, construção civil, resíduo hospitalar, lâmpadas, metal, resíduos orgânicos, papel, plástico, projetos sociais, reciclados, reciclagem e recicláveis, além de sucata tecnológica e vidro. Para aprofundar a pesquisa, é possível digitar palavras-chave para executar uma busca em todas as notícias do site. voltar Casca de coco verde no combate à poluição do solo O
Brasil produz anualmente cerca de 800 milhões de cocos. Em cidades litorâneas,
as cascas do coco verde chegam a representar até 80% do volume total
do lixo recolhido na orla marítima. Cerca de 80% a 85% do peso bruto
do coco verde é de casca, resíduo que vai direto para os lixões ou outras
áreas inadequadas e leva mais de oito anos para sua completa decomposição.
A grande quantidade de casca de coco gerada, bem como a perspectiva de aumento expressivo da produção e consumo do coco verde, propiciou a criação do projeto Rotas Tecnológicas para o Aproveitamento e Valorização da Casca de Coco, que envolve uma rede nacional de instituições de pesquisa, integrada pela Embrapa Agroindústria Tropical (Fortaleza/CE), Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), Embrapa Instrumentação Agropecuária, Embrapa Solos, universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ), do Ceará (UFC), e de São Carlos (UFSCar/SP), Cefeteq-RJ, PUC-RJ, e Unicamp. O objetivo do projeto é estudar alternativas tecnológicas, empregando a casca de coco verde como matéria-prima principal em processos como fermentação para produção de proteína unicelular, imobilização de enzimas, tratamento de efluentes industriais, produção de condicionadores de solo a partir de biocatálise (compostagem) e biorremediação de solos contaminados. Vitor Hugo Marques - Assessoria de Imprensa do Cetem Fonte: www.genciact.mct.gov.br Seminário de Reciclagem e Valorização de Resíduo Sólido/Coleta Seletiva e Inclusão Social O evento ocorreu no dia 18 de março, em São Paulo e teve como objetivo discutir programas e projetos de reciclagem e coleta seletiva. Segundo os organizadores, o seminário buscou refletir sobre formas abrangentes de solucionar o problema do destino final dos resíduos sólidos provenientes da industrialização e da atividade comercial. Entre os temas abordados estavam: "Responsabilidade social e educação ambiental”, “Reciclando entulho de grandes municípios” e “Organização para um gerenciamento de resíduos sólidos sustentável". Beiersdorf investe em projetos de reciclagem e educação ambiental O "Cempre Informa", newsletter do Compromisso Empresarial para Reciclagem, anunciou que o mais novo membro da associação é a Beiersdorf, empresa com sede em Hamburgo, na Alemanha, que iniciou suas atividades no Brasil em 1975 e aqui construiu a mais moderna unidade do grupo na América Latina. Com atuação no ramo da cosmética, a Beiersdorf vem desenvolvendo projetos focados em reciclagem e educação ambiental, como o "Nívea Recicla" (coleta seletiva na fábrica e bairros vizinhos e doação de coletores para instituições educacionais), "Educar para Reciclar" (palestras e distribuição de cartilhas para crianças de 1ª a 4ª séries do ensino fundamental) e "Consórcio PCJ/Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí" (com ações de conscientização, planejamento e recuperação dos mananciais na sua área de abrangência). Fonte: Cempre Informa Janeiro/Fevereiro 2005 BNDES destina R$ 100 milhões a projeto de energia alternativa A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento à Usina de Açúcar Santa Terezinha Ltda., localizada no município de Tapejara (PR). No valor de R$ 100 milhões, os recursos se dão no âmbito do Programa de Apoio Financeiro a Investimentos em Fontes Alternativas (Proinfa). A operação se destina a aumentar para 50,5 MW a capacidade de co-geração de energia elétrica, que hoje é de 13,2 MW. Também serão feitos investimentos na expansão da área plantada, com o conseqüente aumento na produção de cana-de-açúcar e na capacidade de moagem da usina. Fonte: O Globo Online Herval Móveis lança linha de produtos com o Pano Gueto A linha Equilibrium, desenvolvida pela Herval em conjunto com a Gueto Ecodesign, foi lançada na ABIMAD 2005 - Feira Brasileira de Móveis e Acessórios de Alta Decoração - em São Paulo. O mobiliário de qualidade da Herval aliado ao conceito de ecodesign proposto pelo Pano Gueto chamou a atenção dos visitantes da feira, em busca por tendências e interessados pelo design ecologicamente correto. A feira, que reuniu mais de 140 expositores apresentando os lançamentos 2005 das principais indústrias de alta decoração do país, ocorreu no Centro de Exposições Imigrantes, entre os dias 21 e 24 de fevereiro. Fonte: Newsletter Gueto Pneus viram tijolo em construção na Inglaterra Materiais muito conhecidos mas nunca usados na construção foram a base para levantar uma casa batizada como Earthship, em Brighton, na Inglaterra. Pneus recheados com areia foram usados como tijolos e mostraram-se resistentes. Garrafas de vidro e latas de alumínio também fizeram parte desta inusitada lista de materiais de construção. A idéia foi do ecologista Daren Howarth, da Low Carbon Network (LCN). O projeto também terá tecnologia para gerar sua própria eletricidade com painéis e turbinas de vento, recolher as água da chuva e da neve e, tratar o esgoto. Depois de pronta, a casa de Howarth será usada como exemplo para educação ambiental. A intenção é que ela seja um centro para visitantes e escritórios. Fonte: www.estadao.com.br Garrafas PET se transformam em resina de alta resistência A Polinova, pequena empresa do Rio de Janeiro, desenvolve tecnologia para transformar as embalagens em resina de alta resistência com várias aplicações, inclusive fabricação de caixas d'água. A Polinova, empresa da Incubadora da Coordenação de Pós-graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ), está desenvolvendo um tipo especial de resina de poliéster a partir de garrafas PET em parceria com a Ambio, empresa da incubadora da Bio-Rio, que ficará a cargo da produção. O diretor comercial da empresa, Fábio Barcia, afirma que essa resina, ao contrário de similares encontrados no mercado, poderá ser customizada para as necessidades de cada cliente, já que a empresa domina toda a cadeia de produção. Fonte: Agência Sebrae de Notícias Prêmio CSN E IPT de Ecodesign incentiva transformação da sucata em peças de design
O prêmio, dividido em duas categorias, privilegiou a criatividade e inventividade dos vencedores, contemplando os trabalhos com design inusitado e soluções novas e até divertidas de reaproveitamento da matéria-prima. A iniciativa é resultado da parceria estabelecida entre a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro Belas Artes de São Paulo e o Centro São Paulo Design (CSPD), com o apoio da FINEP. Criada para incentivar o reaproveitamento das embalagens de aço pós-consumo, a premiação também tem como objetivo desenvolver tecnologias de embalagens retornáveis e contribuir para o incremento da renda de comunidades que vivem da coleta e beneficiamento de materiais recicláveis. Fonte: www.cspd.com.br Programa transforma pneus em combustível na Paraíba Na Paraíba, atualmente duas mil toneladas de pneus velhos são jogadas no lixo por mês e se tornam um grave problema de poluição e de focos do mosquito da dengue. A partir do final de março serão transformadas em combustível para a fabricação de cimento, dentro do Programa Nordeste Rodando Limpo. O responsável por esta transformação é a empresa Cimepar, do Grupo Cimpor, de Portugal, instalada na Ilha do Bispo, em João Pessoa. Segundo o gerente industrial Degmar Diniz, vai substituir por combustível/pneu, 20% do seu consumo de combustível normal. A Cimepar produz por ano 750 mil toneladas de cimento. "Todos os pneus que serão arrecadados no Nordeste virão para a Paraíba, onde existe uma das duas únicas máquinas trituradoras de todo Brasil, com capacidade de processar 10 toneladas por hora. Todos os pneus serão triturados aqui e, caso sobre algum combustível/pneu, será enviado para os estados da Bahia e Alagoas, onde existem três unidades do Grupo Cimpor" - disse Degmar Diniz. Os pneus serão coletados pelas Associações de Catadores. Edson Verber Fonte: Correio da Paraíba Bahia é o melhor estado do Brasil para explorar energia solar Os estados da Bahia, de Pernambuco e do Piauí, além do Planalto Central e, por último, as regiões Sudeste e Sul são, nessa ordem, as áreas mais apropriadas para exploração da energia solar no Brasil. Os dados foram levantados pelo Projeto Swera (Solar and Wind Energy Resouce Assessment). Financiado pelo Programa do Meio Ambiente das Organizações das Nações Unidas (UNEP-ONU), o projeto, realizado desde 2001 por pesquisadores brasileiros, consiste num mapeamento detalhado do potencial de energia solar e eólica no país. O trabalho servirá de base para planejar investimentos e traçar políticas públicas de aproveitamento de energias renováveis. Ramona Ordoñez Fonte: O Globo Online Curso Gestão Responsável para a Sustentabilidade O primeiro teve início nos dias 28 e 29, em São Paulo. Realizado desde 2003, pela Fundação Dom Cabral em parceria com o CEBDS, o GRS é destinado a gerentes, consultores, empresários, professores e líderes de associações profissionais, fundações, instituições e entidades de classe que desejam construir modelos de negócios que incorporem os princípios do desenvolvimento sustentável. O GRS oferece aos profissionais das áreas citadas: compreensão integrada da Sustentabilidade e Responsabilidade Corporativa; capacidade de identificar novas formas de atuar e desenvolver uma Gestão Responsável para a Sustentabilidade; ampliar a visão e o comprometimento com ações de responsabilidade social e sustentabilidade; domínio dos conceitos e prática sobre o tema; agregar valor à empresa através de uma prática consciente e conseqüente. Fonte: Assessoria de Imprensa do CEBDS voltar Abril Conferência Internacional sobre Avaliação de Ciclo de Vida - CILCA 2005 O
evento, promovido pela Eco Global S.A. e a Associação Sobre Avaliação
de Ciclo de Vida para a América Latina, acontece de 25 a 28 de abril
de 2005, em San José, Costa Rica. O objetivo da Conferência está focado
na educação e criação de capacidades nos países latino-americanos para
fomentar a aplicação das metodologias de análises de ciclo de vida nos
níveis empresarial e governamental.
Oito eixos temáticos serão discutidos por especialistas europeus, norte-americanos e latino-americanos e serão montados quatro ateliês de softwares para Avaliação de Ciclo de Vida. Sessões abertas para os inscritos revelarão detalhes de uso e características do SimaPro, GaBi4 e Umberto. Informações: www.ecoglobaladvisors.com e eg@ecoglobaladvisors.com. II Feira Brasil Certificado I Feira Latino-americana de Produtos Certificados FSC Os eventos acontecem de 18 a 20 de abril de 2006, em São Paulo, com o objetivo de promover produtos certificados com o selo FSC de toda a América Latina. A primeira edição da Feira Brasil Certificado, realizada no ano passado, reuniu mais de 5 mil visitantes, fomentando negócios e intercâmbio entre empresas florestais, comunidades e compradores. Informações: www.brasilcertificado.com.br Maio/ Junho 1º Congresso Ibero-Americano sobre Desenvolvimento Sustentável Lançamento da "Década ONU da Educação para o Desenvolvimento Sustentável" Resultado de uma parceria entre Unesco, Governo federal, WBCSD e uma rede de 14 conselhos nacionais, o 1º Congresso Ibero-Americano sobre Desenvolvimento Sustentável, promovido pelo CEBDS no Rio de Janeiro, de 31 de maio a 2 de junho, será o palco de lançamento na América Latina da "Década ONU da Educação para o Desenvolvimento Sustentável" e do “Dia Nacional do Desenvolvimento Sustentável” no Brasil. Um outro item da programação ganhará repercussão internacional: a Reunião de Ministros, com a participação de representantes do primeiro escalão dos governos de países da América Latina, Europa e África. Informações: www.cebds.com Julho NDesign no Maranhão Discussões sobre as diferentes faces do design por meio da diversidade cultural brasileira; design de baixa tecnologia x design de ponta; educação x mercado; diversidade cultural interferindo no design; conflitos entre profissões; o papel do designer no ecossistema. Estes serão temas abordados no 15º Encontro Nacional de Estudantes de Design - Ndesign, que tem como tema “PontaPonta”. O evento acontece de 17 a 24 de julho, na Universidade Federal do Maranhão. Informações: www.ufma.br e portal@ufma.br. Concurso de Design de Caráter Social O concurso é resultado de uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Programa Brasileiro de Design, a Associação Civil Universidade Solidária - UniSol , outros órgãos do governo federal e da sociedade civil e tem como tema "Comunidades Urbanas". As inscrições, abertas até julho de 2005, podem ser feitas em duas categorias: Veículos catadores de materiais recicláveis e Mobiliário Urbano para municípios históricos. O objetivo é popularizar o design de produto no mercado consumidor interno, mobilizando instituições de ensino superior para o atendimento à demanda de desenvolvimento de produtos para segmentos da sociedade que não têm no design uma ferramenta para a qualidade de vida. Os organizadores também esperam identificar novos talentos em formação. A meta é inseri-los no mercado nacional, promover a inclusão social, apoiar o ensino, a pesquisa e o desenvolvimento social, econômico, tecnológico e a formação da consciência sócio-ambiental dos públicos envolvidos. Informações: www.rededesignbrasil.org.br/designsocial Agosto Recicleshow 2005 - Seminário e Exposição sobre os Desafios Técnicos e Econômicos para a Reciclagem O evento ocorre de 16 a 20 de agosto de 2005, no Centro de Convenções do Pantanal, em Cuiabá, Mato Grosso e tem como público-alvo prefeituras, administrações regionais, órgãos públicos e organizações não-governamentais afetos ao tema; futuros empreendedores, notadamente micro e pequenos que tenham interesse em investir na área; fabricantes de máquinas e equipamentos; empresas que atuam na área de reciclagem; entidades empresariais; comunidade acadêmica e empresas de consultoria e projetos. A Recicleshow 2005 envolve prestadores de linhas de produtos e/ou serviços nas seguintes áreas: Informações: www.recicleshow.com.br e Fone: (11) 5591-6325; Fax: (11) 5591-6325; E-mails: info@recicleshow.com.br; marilda@agrishow.com.br. Dezembro EcoDesign 2005: 4th International Symposium on Environmentally Conscious Design and Inverse Manufacturing O evento acontece de 12 a 14 de dezembro de 2005, em Tóquio, Japão, e está sendo organizado pela Union of EcoDesigners (Association of EcoDesign Societies, Japan). O simpósio abordará os seguintes temas: Informações: www.ecodenet.com/ed2005 voltar A Newsletter da comunidade virtual EcoDesignNet é elaborada pela ABIPTI em parceria com o CGECon - MRE. Para entrar em contato, ou para assinar este informativo, envie nome completo, e-mail e nome da entidade para o endereço gestaodesign@abipti.org.br Caso seja de seu interesse deixar de receber este informativo, basta responder este mail, com o título CANCELAR. Telefone: (61) 340-3103; Fax: (61) 273-3600 |
||||||||||||||
|
Expediente
|
||||||||||||||
|