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Optar
por agir conscientemente, mesmo que o contexto ao redor não sinalize
como sendo esse o caminho mais curto. Subverter a visão reducionista
que prega o design como agregador de valor que gera mais lucro. Essas
noções de responsabilidade que o ecodesign busca, estão refletidas na
história de Cyntia Malaguti, designer e educadora que nos fala sobre
o belo trabalho desenvolvido junto a comunidades carentes, bem como
nos meios acadêmico e empresarial.
O artigo "Eco-Design e Engenharia de Materiais no Setor Automotivo - Uma prática" aborda a necessidade da evolução dos projetos automotivos para os processos de desmontagem, triagem e reciclabilidade. Esses procedimentos estão inscritos em um plano abrangente de releitura da fabricação de automóveis, que inclui não só a evolução de materiais e design como a progressiva mudança de mentalidade, tanto de quem fabrica, quanto de quem utiliza esse ícone do consumo. Jairo José Drummond e seus colaboradores propõem a identificação de melhoramentos nos sistemas de produção muitas vezes viciados na postura hermética, voltada apenas ao aumento de produtividade a baixos custos. No Ecolink, divulgamos o trabalho da revenda de madeiras certificadas Ecoleo, que propõe um novo conceito de consumo responsável de produtos certificados, preocupando-se em trabalhar com madeiras provenientes de florestas de manejo sustentável. No calendário dessa edição o assinante da Ecodesign-News obterá informações sobre o Prêmio UNESCO de Artesanato para a América Latina e o Caribe 2004, a Bienal Internacional de Design de Saint-Étienne e o 48º Congresso Brasileiro de Cerâmica. Trata-se de eventos sem enfoque direto na sustentabilidade, mas que podem abarcar positivamente essa proposta a medida que pessoas voltadas para esse debate participem e estimulem a inserção de critérios ambientais. Mencionamos também a participação da Unidade de Design da Abipti na Comissão Julgadora do Prêmio Ecodesign 2003/2004. Boa leitura a todos e boas vindas aos novos integrantes que têm se cadastrado na Comunidade, que já conta com aproximadamente 400 membros. voltar Cyntia Malaguti
Para uma pessoa em especial, o valor desconsiderado do lixo despertou um interesse precoce e segue até hoje. Ela é a carioca Cyntia Malaguti, 46 anos e há 18 moradora de São Paulo. O interesse por questões que há trinta anos sequer existiam formalmente, faz dela uma precursora por definição. Como estudava em um colégio perto do Morro Dona Marta, no Rio de Janeiro, Cyntia passou a enxergar a realidade ao seu redor por um enfoque social e começou a alfabetizar adultos naquela comunidade. Sua atuação aos poucos extrapolou a sala de aula para encontrar lugar nas ruas. As mesmas que, em época de chuva, eram inundadas não apenas pelas águas, mas por uma enorme quantidade de lixo que não encontrava escoadouro. Foi dele que retirou a matéria-prima para fabricar brinquedos reciclados. Quando passou a cursar Desenho Industrial, Malaguti começou a exercitar uma visão do design aplicado ao saneamento básico, à infra-estrutura da comunidade. Era preciso partir dos seus princípios, pensava, para ajudar a tornar certos lugares mais habitáveis. Nesse processo, chegou à conclusão de que o design era também responsável pela criação de tanto lixo. "Percebi que não tinha responsabilidade apenas na coleta, mas na criação do problema, com a produção exagerada. Então ficou mais claro para mim o papel do design e sua responsabilidade na geração do resíduo". Com o objetivo de contribuir para a solução do problema, Cyntia passou a acompanhar a discussão de um assunto que se dava no exterior e chamava-se ecodesign. "Aprofundei-me nos estudos fazendo mestrado, doutorado e pensando em critérios ambientais para projetos de design. Meu foco foi a embalagem, o uso de novos materiais", afirma. Segue a entrevista com a designer formada pela ESDI/UERJ; pós-graduada em engenharia de produção pela COPPE/UFRJ; doutora em estruturas ambientais urbanas pela FAUUSP, especializada nas áreas de ecodesign e gestão do design. Qual é a sua relação com a criação do Prêmio Ecodesign? Eu fui trabalhar no Departamento de Tecnologia da Fiesp no Núcleo de Informação em Design, então recém-criado. Era um ambiente profícuo de troca de informações e para onde convergia uma grande preocupação com o meio ambiente. Em 97, eu já percebia que havia um movimento internacional muito forte em relação a isso que coincidiu com um convite feito à Fiesp para participar com um estande-vitrine de um evento voltado para o meio ambiente em Hannover, Alemanha. Eu sugeri que levássemos uma amostra do design voltado ao meio ambiente e a sugestão teve uma resposta muito boa. O impacto positivo da exposição tornou-se um gancho para que eu pensasse no Prêmio Ecodesign. Por que não? A indústria estava se sentindo ameaçada por restrições em relação ao meio ambiente e não precisava ter uma postura reativa. Tecnologia limpa e de fim de processo poderiam ser usados como complementos na produção. Fizemos o lançamento do Prêmio ainda no evento da Alemanha e o comprometimento da Fiesp foi muito forte. Naquele momento qual foi a repercussão da iniciativa? O diretor do IF, o evento mais famoso na área do design, visitou nosso estande e fez um convite para que a exposição da Fiesp continuasse no País - aí ela decolou. Naquela época as soluções na linha do ecodesign eram muito tímidas e estavam voltadas prioritariamente ao plástico. Mas era preciso pensar na produção em larga escala para não ficarmos apenas no conceito do alternativo. No início houve uma "eco-histeria". As pessoas viram no ecodesign uma oportunidade de ter um ganho na imagem e se antecipar a todas as discussões. O Prêmio Ecodesign está na 4ª versão. Olhando para trás, que avaliação você faz dos rumos que ele tomou? Houve uma evolução grande no Prêmio. Mas acho que estaria no momento de dar outro pulo: com uma difusão mais ampla nas empresas, nas associações. A criação de prêmios específicos com focos em setores, em materiais, traria ramificações e atrairia mais empresas. Seria o momento também de novas articulações e de se considerar a regionalização, além de incorporar temas essenciais como os racionamentos de água e energia pelos quais o Brasil passou e passa. Na época, você estava na Fiesp. Hoje como está sua vida profissional? Eu senti que precisava de liberdade para fazer outras coisas, ser mais autônoma. Atualmente, sou professora do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, da Faculdade Senac de Design de Moda, da Associação Palas Athena, consultora técnica da Câmara de Comércio Brasil-Alemanha no projeto Design Excellence Brazil e de outras empresas. Além de fazer trabalhos em outros Estados brasileiros. Temos muitos leitores graduandos e sempre que podemos pedimos uma avaliação dos entrevistados sobre o ensino do Ecodesign e sobre a postura dos alunos em sala de aula. Na Belas Artes recentemente o Ecodesign foi incluído como disciplina. Mas independente disso há a questão da mudança de hábitos, uma visão que está perpassando as novas gerações. O jovem tem uma outra formação, ele quer intervir de forma positiva no meio. Por isso, o ecodesign tem uma receptividade boa. Sempre procurei lançar alguns de seus aspectos como temas para discussão e inclusive oriento alunos na pós-graduação que deram esse enfoque aos seus trabalhos. O designer muitas vezes se sente tolhido por cálculos, regras. Mas ele deve pensar nos materiais, nas soluções, nos aspectos visíveis e nas inúmeras possibilidades do design. Procuro estimular o lado lúdico, sugerir a criação de embalagens com materiais ambientalmente mais adequados. É preciso buscar, pesquisar, buscar sentimento, pensar no lado social. Próximo de cada um há materiais interessantes - é necessário ter cuidado para explorar sem depredar. Na sua opinião o Brasil aproveita bem os conceitos do Ecodesign? Que comparações você faria da nossa perspectiva atual em relação a outros países mais avançados nessa área? Sem ufanismo, acho que deveríamos valorizar mais o Brasil. Aplicar o ecodesign em questões sociais como o transporte urbano, o trânsito, o fortalecimento da cultura com soluções econômicas e ecológicas, com a criação de um sistema de produtos para uso coletivo. Temos muitas fontes de energia alternativas como o sol, o vento que não são utilizadas. Devíamos trabalhar com outras matrizes energéticas. O design deve pensar, por exemplo, de que maneira integrar essas fontes em novos produtos. Você demonstrou preocupação com a proliferação de selos de certificação. Há alguma recomendação sobre isso? O primeiro aspecto a ser pensado é se o selo apresentado é uma auto-declaração ou uma certificação realmente. É preciso também saber quais são os órgãos certificadores de fato, sua idoneidade e seus critérios. Dependendo do mercado para o qual se destina, há aquele que é mais importante. É só buscar o mais reconhecido para se adaptar aos seus critérios. O certificado é uma garantia, um diferencial. voltar Eco-Design e Engenharia de Materiais no Setor Automotivo - Uma prática (Trabalho apresentado no Congresso Abipti 2004, em Belo Horizonte/MG) Jairo José Drummond Câmara (Prof. Dr. CPqD/ED/UEMG) Róber Dias Botelho (Prof. MSc. CPqD/ED/UEMG) Fernando Denis de Souza (Graduando em Design Industrial CPqD/ED/UEMG) Introdução A indústria automotiva ao longo de todo o século 20 procurou aperfeiçoar os projetos automotivos voltados para uma montagem eficiente. Fordismo, Toyotismo, Volvismo e outros modelos híbridos tornaram-se referências para a aplicação do conceito de linha de produção. Entretanto, os problemas ambientais decorrentes da forte industrialização (e neste contexto, os automóveis têm sua parcela de responsabilidade), vem forçando equipes de projeto a reverem o conceito de produção automobilística e mesmo do conceito automóvel. O que antes era apenas produção e venda, hoje tem-se o enfoque do fim de vida do produto. Para auxiliar no estudo do fim de vida dos produtos, métodos foram criados com o intuito de racionalizar toda a sua vida útil. Assim, a desmontagem constitui-se em uma das variáveis mais atacadas nesse início de século 21. A desmontabilidade de um produto tem uma ligação direta com os efeitos nocivos desse junto ao meio ambiente. Através da desmontagem/triagem consegue-se otimizar os processos de reciclagem, tornando mais eficiente o aproveitamento de energia e de matéria-prima. A Reciclagem do Automóvel Juntamente à produção, a reciclagem representa uma forma de economia que tenderá a se desenvolver para um futuro próximo. Para MEDINA e GOMES (2002, p.2), "a questão da reciclagem dos materiais automotivos faz parte de um cenário maior onde se situam o automóvel, sua produção e o meio ambiente. Há que se considerar toda a rede de fornecedores de materiais e autopeças além dos setores que junto com o automobilístico formarão o mercado consumidor do material reciclado como embalagens, têxtil, vestuário e calçados, vidro, construção civil entre outros". Com base em MESQUITA E CASIMIRO (1999, p.1), qualquer automóvel chegará ao fim da sua vida útil. Na grande maioria dos automóveis, os metais são os materiais mais presentes, com destaque para o aço. Com isso, aproximadamente 700 Kg de metal, pode ser reutilizado como matéria-prima em indústrias de produção de aço. Isso representa em média 70% do peso médio de um carro. O restante dos materiais (cerca de 300 Kg) é composto por pequenos fragmentos de borracha, plásticos, tecido, vidro e tintas contaminadas com pós-metálicos, óleos e outros resíduos. De fato, este desperdício de material é perigoso, difícil de processar e causa consideráveis danos ao meio ambiente que podem ser evitados. O reprocessamento dos metais ainda é o mais rentável devido à recuperação/separação facilitados e a estabilidade das propriedades mecânicas, mesmo após inúmeros reprocessos. Para ilustrar este complexo material na indústria automobilística, FUAD-LUKE (2002, p.8) apresenta, "em 1950 a frota de carro mundial alcançava 50 milhões de veículos e o uso equivalente de combustível fóssil (óleo) era de 1,72 milhões de toneladas. Hoje há mais de 500 milhões de veículos e consumo de combustíveis fósseis excede 8,0 milhões de toneladas do equivalente em óleo". E complementando, MESQUITA E CASIMIRO (1999, p.2), "nos Estados Unidos, os 10 a 11 milhões de veículos que chegam todos os anos ao fim da sua vida útil são retirados de circulação. Uma rede de desmanteladores e fragmentadores processa 94% desses veículos, removendo os componentes que ainda poderão ser reutilizados e separando os materiais para reciclar. Aproximadamente 25% do peso do veículo ou perto de 75% em volume contínua como desperdício. (...)" Leia na íntegra voltar Prêmio UNESCO de Artesanato para a América Latina e o Caribe 2004 Durante o Encontro Internacional de Negócios e Artesanato, a Bahia vai sediar o Prêmio UNESCO de Artesanato para a América Latina e o Caribe 2004. O evento será de 5 a 8 de agosto. O objetivo do Prêmio, realizado em parceria com o Sebrae, é estimular o senso de inovação artística para a criação de modelos originais, aumentar a percepção do mercado mundial de modo a promover produtos de qualidade e reforçar os laços entre artesanato e design. O tema da edição 2004 é "Criações do Cotidiano" e a premiação será de US$ 10 mil, distribuído entre as melhores obras feitas de barro, cerâmica ou pedra, inscritas no Prêmio e selecionadas por um painel de jurados internacionais. O primeiro colocado terá a oportunidade de exibir seus trabalhos na feira internacional Maison & Objet, em Paris, França, durante o mês de setembro de 2005. Informações: www.unesco.org.br/eventos/ Bienal Internacional de Design de Saint-Étienne A tradicional Bienal Internacional de Design de Saint-Étienne acontece de 06 a 14 de novembro no Parc des Expositions, em St. Étienne, França. Além de exposição, o evento é um espaço para encontros e debates que abordam temas como a interatividade entre os objetos e a civilização em todos os campos, incluindo móveis, moda, design urbano, ferramentas, materiais e transportes. Todos os envolvidos na área do design estão convidados a participar (designers, agências, editoras, revistas, Centros de Design, empresas, galerias). As escolas de Design têm a alternativa de participar com trabalhos dentro do tema "Coffee and Cafés" ou com trabalhos do próprio departamento. Cerca de 3,5 mil euros serão distribuídos na premiação dos projetos. Informações: www.artschool-st-etienne.com 48º Congresso Brasileiro de Cerâmica Entre 28 de junho e 1º de julho, Curitiba vai sediar o 48º Congresso Brasileiro de Cerâmica. O objetivo do evento, que acontece na Universidade Federal do Paraná, é trazer ao público informações sobre o setor. Para incentivar o reconhecimento da importância do design para a competitividade e para a conquista de mercados nacional e internacionalmente, o Congresso vai dar atenção especial ao tema, com o Concurso de Design em Cerâmica. O objetivo da premiação é despertar o interesse e atrair a atenção de profissionais da área para o universo da cerâmica. O concurso foi instituído nas categorias profissional e estudante, em duas modalidades: Gráfico, para trabalhos realizados na superfície de peças cerâmicas, e Produto, para trabalhos tridimensionais. www.congressoceramica.com.br voltar ABIPTI participa de comissão julgadora do Prêmio Ecodesign A
Unidade de Design da Abipti participou da Comissão Julgadora (fase de
premiação) do Prêmio Ecodesign 2003/2004, no dia 14 de maio, no Centro
São Paulo Design (CSPD) e foi representada pela jornalista Waleska Barbosa,
responsável pelo Ecodesign-News. Participaram também da comissão julgadora Haroldo de Mattos Lemos (ABNT/ PNUMA), Luciana Pellegrino (ABRE); Marcos da Cruz Oliveira Rocha (ADP); Marili Brandão (Brasil Faz Design); André Vilhena (CEMPRE); Osvaldo Luis Guimarães (FIRJAN) e Márcio Augusto Rabelo Nahuz (IPT). Em sua 4ª edição o Prêmio Ecodesign atraiu 90 inscritos, 125% a mais que na última. Todas as regiões do País foram representadas, sendo 10 projetos do Norte, 3 do Nordeste, 2 do Centro-Oeste, 57 do Sudoeste e 18 do Sul. Os trabalhos apresentados foram analisados por um júri técnico que escolheu 24 finalistas baseando-se nos seguintes critérios: novidade da proposta; benefícios ambientais no processo produtivo; benefícios sócio-ambientais; impacto do design na exteriorização das características ecológicas e utilização de tecnologia inovadora aplicada ao projeto. Disponível nas categorias Produto no Mercado e Projeto, o Ecodesign tem o objetivo de reconhecer as empresas e profissionais que se empenharam na busca da redução dos impactos de seus produtos sobre o meio ambiente, em todo o seu ciclo de vida, agregando o conceito de ecoeficiência e sustentabilidade como vantagem competitiva. O resultado do Prêmio, iniciativa da Fiesp/Ciesp, com o apoio do CSPD, será divulgado no dia 03 de junho, às 18h30, no Salão Promocional da Fiesp, dentro da programação da Semana da VI Semana do Meio Ambiente. voltar Ecoleo revenda de madeiras certificadas O site é prático e traz dez links. No primeiro, "Ecoleo", os princípios da empresa são explicitados. Em "Relação de Produtos", o internauta conhece os tipos de madeira usadas no desenvolvimento dos produtos disponíveis: compensados, folhas para revestimento, prancha e bloco de madeira bruta, sarrafos, pinus, MDF cru, Batente Porta Passagem, Xapadur perfurado e normal, guarnição para batente, Eucaplac, Painel divisória e fôrmas para concreto. O terceiro link cita os fornecedores da revenda e nos que se seguem há uma espécie de prestação de serviço. As informações falam sobre o certificado do Smart Wood, recebido pela Ecoleo; prestam esclarecimentos sobre o FSC (sigla em inglês para Forest Stewardship Council, Conselho de Manejo Florestal), organização internacional que desenvolve princípios e critérios de certificação; credencia e monitora organizações certificadoras independentes; apóia o desenvolvimento de padrões nacionais e regionais de manejo florestal. Há também espaço para matérias publicadas na imprensa evidenciando o papel da empresa no mercado e uma lista de perguntas freqüentes, apropriadas para quem tem dúvidas sobre a importância dos selos de certificação. Há ainda um link para o Portal Leo, onde se pode realizar compras on line e saber os endereços das 27 lojas espalhadas pelo Brasil. www.ecoleo.com.br / www.leomadeiras.com.br. voltar A Newsletter da comunidade virtual EcoDesignNet é elaborada pela ABIPTI em parceria com o CGECon - MRE. Para entrar em contato, ou para assinar este informativo, envie nome completo, e-mail e nome da entidade para o endereço gestaodesign@abipti.org.br Caso seja de seu interesse deixar de receber este informativo, basta responder este mail, com o título CANCELAR. Telefone: (61) 340-3103; Fax: (61) 273-3600 |
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