CONTEÚDO

Entrevista
Natura Cosméticos

Estudo de caso
Caixa de chás – Natura

Nota
Diálogos para um Brasil Sustentável

Resenha
As Conexões Ocultas - Ciência para uma vida sustentável

Ensino e Extensão
Recicle Luz

Ecolink
IDHEA - Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica

Calendário
Prêmio ECOPET

Comunidade Ecodesign net

 
Editorial     

O ideal de uma sociedade mais justa, na multiplicidade de seus segmentos sociais e mais sustentável no sentido de ampliar as oportunidades de sobrevivência e qualidade de vida dos que nos sucedem, está na fundamentação básica dos conceitos de ecodesign ou design sustentável e já não fazem parte apenas das agendas dos pesquisadores, acadêmicos e formuladores de políticas, mas se transformam em fatores de competitividade no mercado crescentemente competitivo.

A entrevista com o Eduardo Luppi, diretor da Natura, é uma constatação disso, que já identificava práticas nessa linha em 1983. O tripé - ecologicamente correto, socialmente justo e economicamente viável - é a lógica utilizada pela Natura que evidencia a necessidade de atender critérios compatíveis com o modelo econômico em que vivemos.

A Nota apresentada nesse número amplia este contexto ao nível da palavra de ordem – transversalidade – proposta pelos autores, dentre eles Fritjof Capra, que estiveram em Brasília no mês de agosto, no evento "Diálogos para um Brasil Sustentável" promovido pelo Instituto Ecoar. Vale destacar a seguinte conclusão: “a proposta (da sustentabilidade) não se restringe à troca de um produto por outro, mas à necessidade de repensar os sistemas de produção envolvidos”.

Estamos sugerindo ao leitor, na secção ECOLINK, que conheça as ações e compromissos nessa linha, do Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica-IDHEA. O setor da habitação, em nossa visão, é um segmento importante nesse contexto por “gerenciar”, de forma integrada, um universo amplo de tecnologias que precisam estar alinhadas.

Esperamos, nesse novo contato, estar proporcionando à nossa comunidade novos elementos de reflexão sobre a relevância do Ecodesign.

voltar


Entrevista     

Natura Cosméticos
Eduardo Luppi, Diretor de Inovação


Conciliar os aspectos estéticos, técnicos e ambientais é o desafio no desenvolvimento de embalagens. Desde quando a NATURA tem atuado nesse sentido?

A Natura sempre considerou aspectos ambientais aliados aos técnicos e estéticos no desenvolvimento de embalagens. Por exemplo, já em 1983, ela foi a primeira empresa brasileira a comercializar refis em uma linha de produtos para banho. Em 2002, iniciamos o projeto de Avaliação de Ciclo de Vida de embalagens. Avaliar a escolha de materiais com base neste conceito consiste em levar em consideração todos os impactos ambientais associados a um produto, incluindo extração dos recursos naturais, transformação destes recursos, transporte ao longo da cadeia produtiva, uso e possibilidades de descarte.

Existe um marco referencial para o início da implementação de ações voltadas às questões do meio ambiente?

A embalagem de um produto garante a integridade dos seus benefícios intrínsecos durante seu transporte e armazenagem. Um impacto ambiental maior que o da embalagem seria causado se, por exemplo, uma embalagem inadequada fosse escolhida para um produto e este perdesse sua função antes de entregar o benefício ao consumidor. Em assuntos relacionados com o design de embalagem, o marco referencial foi o lançamento de refis em 1983.

Qual o principal objetivo da empresa ao investir em produtos e embalagens sustentáveis? Essa é uma ação estratégica da NATURA? Quais são as áreas envolvidas nesse processo?

O investimento em produtos e embalagens sustentáveis é embasado no tripé: socialmente justo, ecologicamente correto e economicamente viável. Retrata a consciência da Natura em fazer parte da natureza. Esta é uma ação estratégica da empresa que é acompanhada pelo Comitê da Sustentabilidade mensalmente. Neste Comitê, participam os gestores de diversas áreas da empresa, como por exemplo, Meio Ambiente, Inovação, RH, Suprimentos e Qualidade.

Na sua opinião, qual a influência desse "produto verde" sobre a decisão de compra do consumidor? Você acredita que esse cliente já tem uma consciência ambiental e demanda por produtos sustentáveis ou ainda é preciso trabalhar no sentido de mudar o comportamento do consumidor, criando nele essa consciência?

Acredito que a sociedade tem evoluído para valorizar os recursos naturais a fim de extrair seus benefícios de maneira a não comprometer sua sustentabilidade. Quando criamos e comercializamos produtos com este propósito, despertamos nos consumidores este conceito.

Qual é o nível de interferência do consumidor na tomada de decisão da empresa em relação aos aspectos de design de embalagens?

Os produtos são criados a partir de um conceito. As embalagens devem refletir os aspectos deste conceito. Normalmente, realizam-se pesquisas com consumidores para determinar a eficácia das funcionalidades da embalagem e sua identificação com o conceito do produto.

Qual é a metodologia de trabalho da área de Inovação - Desenvolvimento de Embalagens da NATURA no projeto de um novo produto/embalagem? Como se inserem os aspectos ambientais?

A área de Desenvolvimento de Embalagens é responsável por viabilizar tecnicamente a produção dos componentes de embalagem que compõem o design do produto. Para isso, avaliamos as possibilidades de uso de materiais, fornecemos dados para a área de engenharia e criamos as especificações técnicas dos itens. As caracteríticas ambientais são sempre levadas em conta, seja na utilização de menor massa de material, na escolha de materiais menos impactantes, na priorização de aplicar materiais reciclados e recicláveis.

Quais são as estratégias adotadas na redução do impacto ambiental dos produtos NATURA em todo o seu ciclo de vida?

Estudos de avaliação de ciclo de vida de embalagens fazem parte dos processos formais de lançamento de novos produtos. Além da avaliação do impacto ambiental com esta ferramenta, no desenvolvimento de embalagens, adotamos estratégias de Ecodesign como, por exemplo, utilizar materiais reciclados, reduzir o uso de materiais, a facilidade de desmontar peças compostas por diferentes materiais para promover sua reciclabilidade e aumentar o uso estendido das embalagens entre outras. Além disto, os produtos passam por uma seleção interna baseada nos resultados.

A NATURA tem conseguido retorno financeiro do investimento em produtos sustentáveis? É possível para a empresa atender a recomendação do desenvolvimento sustentável, o "ambientalmente correto, socialmente justo, culturalmente aceito e economicamente viável"?

A cada dia cresce no mundo o número de pessoas e organizações que compartilham o ideal de uma sociedade mais justa e que buscam conciliar suas atividades com um modelo sustentável de desenvolvimento. A Natura integra este movimento, que sonha construir um mundo de relações mais harmoniosas, em que a vida seja sempre respeitada. Trilhando este caminho, a Natura tem procurado fazer com que suas atividades sejam regidas por práticas sustentáveis. Isso representa um esforço permanente na tentativa de incorporar tais princípios à cultura da empresa e a seus processos de gestão, o que inclui comunicá-los de forma ampla e transparente e disseminá-los entre consumidores, colaboradores, consultoras, fornecedores e as comunidades com as quais a empresa se relaciona. Em 2002, no plano sócio-ambiental, enraizou-se na empresa o compromisso com o uso sustentável da biodiversidade brasileira e com a busca de relações de qualidade com todas as partes interessadas nos nossos negócios. Do ponto de vista econômico-financeiro, a manutenção da posição de mercado, foi acompanhada de expressivos progressos na qualidade dos resultados. As vendas alcançaram a marca de R$ 1,4 bilhão, com 4,8% de crescimento no volume físico. O lucro líquido do exercício, de R$ 119 milhões é o maior da história da empresa e expressa um salto de 187,5% em relação ao obtido em 2001.

voltar


Estudo de caso     

Caixa de chás – Natura

Em comemoração ao dia das mães de 2001 a Natura lançou um kit promocional com a linha de chás da empresa e, na ocasião, uma consumidora entrou em contato alertando que a embalagem, um estojo em embuia, utilizava uma espécie de madeira ameaçada de extinção.

A Natura pediu ao fornecedor a apresentação do certificado de origem da matéria-prima, obrigatório na comercialização e uso de alguns produtos oriundos da flora brasileira, encaminhou à consumidora e informou a ela que seria encomendada à ONG Imaflora – Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola – uma ação complementar de auditoria na cadeia de suprimentos do produto para determinar se o processo de extração e manejo correspondia aos critérios internacionalmente reconhecidos do FSC (Forest Steward Council). Esse processo revelou inconsistências, levando a empresa a adotar uma ação compensatória com o plantio da espécie e destinando recursos apurados com as vendas desses produtos a trabalhos de ONGs que atuam na recuperação ambiental de matas nativas.

Em fevereiro de 2002, a consumidora que fez o contato com a empresa, junto com sua filha, plantou mudas no Espaço Natura – Cajamar, somadas às muitas já alinhadas desde dezembro ao longo do rio Juqueri, que corta a reserva verde mantida junto às fábricas da Natura. Conforme revela a entrevista, nesse mesmo ano, a empresa deu início ao projeto de avaliação de ciclo de vida de embalagens. Já em 2003, os projetos PISCA/ESALQ e Viveiro de mudas/AMC receberam a doação de R$ 65.000,00.

voltar


Nota     

Diálogos para um Brasil Sustentável
Seminário sobre Meio Ambiente e Sustentabilidade


Entre os dias 12 e 15 de agosto, Brasília foi sede do seminário Diálogos para um Brasil Sustentável, que teve como proposta o levantamento de questões ambientais cruciais, tais como energias limpas e renováveis, agroecologia, educação para a sustentabilidade e ecodesign, reunindo pensadores e ambientalistas estrangeiros e brasileiros. O evento foi realizado por meio de uma parceria entre o Ministério do Meio Ambiente, o físico e teórico de sistemas Fritjof Capra, o Instituto Ecoar e o Programa Brasil Sustentável e Democrático.

Após um dia de palestras, a segunda etapa do evento consistiu na divisão dos participantes inscritos em grupos temáticos. Todos foram orientados no sentido de levar em conta aspectos como inclusão social, segurança alimentar, geração de trabalho e renda, conservação dos recursos naturais, além de gestão e ordenamento territorial, sempre observando a perspectiva da transversalidade. A tarefa básica de cada grupo temático foi gerar propostas para políticas públicas e projetos, bem como definir as interligações com outros temas dos Diálogos. No encerramento do evento foram apresentados os resultados e as propostas formuladas durante a semana.

Os princípios do ecodesign foram debatidos por especialistas brasileiros e estrangeiros, entre eles Amory Lovins, do Instituto Rocky Mountain, e Gunter Pauli, da Rede de Iniciativas para a Emissão Zero. As propostas não se restringiram à troca de um produto ou processo por outro, mas ressaltaram a importância de repensar os sistemas de produção envolvidos. Como um consenso no grupo, verificou-se a urgência de respostas às necessidades básicas da população (água, alimentação, moradia, saúde, energia, educação e trabalho) a partir das condições locais e regionais. Entre os participantes estavam ecologistas de diversos estados brasileiros, empresários e representantes de ONGs, dos ministérios do Trabalho, Meio Ambiente e Relações Exteriores.

Mais detalhes sobre o evento podem ser acessados no site do Ministério do Meio Ambiente, no link: Diálogos para um Brasil Sustentável

voltar


Resenha     

As Conexões Ocultas
Ciência para uma vida sustentável


A nova economia tem produzido uma série de impactos nocivos nos contextos sociais, democráticos e ambientais, transparecendo a insustentabilidade do chamado capitalismo global. Em As Conexões Ocultas, Ciência para uma vida sustentável, o renomado físico e teórico em sistemas Fritjof Capra defende a necessidade de uma profunda remodelação nesse sistema que tende a deterioração rápida e extensa do ambiente natural por não considerar a existência de uma interligação em redes complexas de organização.

O autor inicia o livro propondo a aplicação da teoria da complexidade na esfera social, apresentando, para isso, uma estrutura conceitual que integra as dimensões biológica, cognitiva e social da vida. Essa teoria sistêmica é aplicada à administração das organizações humanas, questionando até que ponto elas podem ser consideradas sistemas vivos. Adentrando num enfoque mais específico, Capra aborda os desafios e perigos da globalização econômica conduzida por instituições do capitalismo global, como a Organização Mundial do Comércio – OMC. As problemáticas científicas e éticas da biotecnologia e, em especial, a recente revolução conceitual da genética impulsionada pelas descobertas do Projeto Genoma Humano também são alvo de análise. Em contraposição, o autor destaca a importância das organizações não-governamentais e a ascensão das práticas de projeto ecológico no sentido de remodelar a globalização de acordo com diferentes valores.

Fritjof Capra é um dos diretores-fundadores do Centro de Eco-Alfabetização de Berkeley, Califórnia, que promove a divulgação do pensamento ecológico e sistêmico nas redes de educação primária e secundária. Ele faz parte do corpo docente do Schumacher College, centro internacional de estudos ecológicos localizado na Inglaterra e dá freqüentes seminários de adminstração para executivos de primeiro escalão. Capra é autor de diversos livros campeões de vendas em vários países do mundo, como O Tao da Física, O Ponto de Mutação e a Teia da Vida.

Para o físico, o grande desafio que se apresenta ao século XXI é o de promover mudanças nos sistemas de valores que atualmente determina a economia global e chegar-se a um sistema compatível com as exigências da dignidade humana e da sustentabilidade ecológica.

Título: As Conexões Ocultas. Ciência para uma vida sustentável.
Autor: Fritjof Capra
ISBN: 85-316-0748-5
Editora: Cultrix
Formato: 16.0 x 22.8 cm, 296 páginas
Título original: The Hidden Connections

voltar


Ensino e Extensão     

Recicle Luz

O designer Ivo Pons e a artista plástica Eliana Zaroni ministram curso de luminária com reciclados no Museu Brasileiro de Escultura, em São Paulo. As aulas são às sextas-feiras de 9h às 12h e aos sábados de 13h30 às 16h30. Os cursos são livres, ou seja, não possuem período definido de atuação, seguem de acordo com a aplicação dos próprios alunos e os conceitos vão sendo passados de acordo com a linha de desenvolvimento seguida. O atendimento é personalizado. Segundo Ivo Pons, o curso funciona como um grande estúdio de criação, voltado para a área ecológica, onde são trabalhados diferentes conceitos.

Eliana Zaroni é vice-diretora da Faculdade de Comunicação e Artes da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Ivo Pons, menção honrosa no prêmio Ecodesign da FIESP, também é professor na Mackenzie e atua no mercado de desenvolvimento de produtos.

O museu fica na Av. Europa, 218 em São Paulo - SP.
O telefone de contato é: (11) 3081 8611.
Outras informações podem ser solicitadas também pelos e-mails: cursos@mube.art.br / ivopons@hotmail.com / lanazarone@hotmail.com

voltar


Ecolink     

IDHEA
Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica


O IDHEA é uma entidade privada no Brasil dedicada à pesquisa e desenvolvimento de produtos ecológicos, reciclados e tecnologias sustentáveis para a Construção Sustentável.

O Instituto conta com um Banco de Dados de ecoprodutos, dedicando-se também à representação comercial de alguns deles. Dispõe ainda de uma vasta biblioteca dedicada exclusivamente ao tema e assuntos pertinentes (energias renováveis, saúde na habitação, construção sustentável).

”O trabalho do IDHEA tem como meta levar o conceito de modo de vida sustentável para os centros urbanos (grandes ou não), com o objetivo de estimular o consumo verde e sustentável, a união de tecnologias apropriadas e natureza, urbanidade e meio ambiente e a formação de uma cultura da sustentabilidade entre os povos”.

Os serviços oferecidos pela organização incluem:
  • consultoria para profissionais da área de arquitetura e construção, particulares e interessados em geral, que desejem construir casas ou imóveis sustentáveis e promover reformas com estilo ecológico;

  • informações gerais sobre tudo o que está relacionado a produtos ecológicos e tecnologias sustentáveis por meio da biblioteca, que tem como alicerce o primeiro Banco de Dados de produtos ecológicos do Brasil.

  • trabalho de formação e divulgação (cursos e palestras), voltado a arquitetos, engenheiros civis, químicos, ambientalistas, estudantes e interessados em produtos ecológicos, construção sustentável e temas correlatos.

  • pesquisa e desenvolvimento de ecoprodutos, voltados a empresas, indústrias e empreendedores interessados em transformar resíduos em novos produtos ou em fabricar produtos 100% ecológicos.


  • Com a realização da 1ª Mostra de Móveis Ecológicos e Ecodesign; Vestir Ecológico - Usos e Tendências; e Viver Ecológico em São Paulo, o IDHEA ganhou projeção nacional. O instituto vem se dedicando intensamente ao segmento, contribuindo para a disseminação da Construção Sustentável e dos Ecoprodutos por todo o país. No site, podem ser acessados artigos e entrevistas relacionados ao tema.

    Ecolink: www.idhea.com.br

    voltar


    Calendário     

    Prêmio ECOPET

    Estão abertas, até o dia 30 de setembro, as inscrições para a quarta edição do prêmio ECOPET, concedido anualmente pela ABIPET - Associação Brasileira da Indústria do PET. O objetivo é estimular pessoas físicas ou jurídicas a desenvolver estudos, processos inovadores e novas utilizações para o PET reciclado e premiar as boas idéias e iniciativas em prol da reciclagem de materiais.

    Serão escolhidos trabalhos em quatro categorias:
    A - Trabalhos escolares para alunos matriculados nas 5ª, 6ª, 7ª e 8ª séries do Ensino Fundamental e 1ª, 2ª e 3ª séries do Ensino Médio;
    B - Pesquisas acadêmicas, processos inovadores, máquinas ou processos tecnológicos que contribuam para a reciclagem do PET;
    C - Ações da coletividade que efetivamente incrementem a coleta local de embalagens pós-consumo;
    D - Ações ou projetos empresariais que contribuam para a disseminação da reciclabilidade do PET.
    Os interessados devem entregar os trabalhos pessoalmente, por correio ou e-mail, na Secretaria da ABIPET, até 30 de setembro. O regulamento e informações adicionais, podem ser acessadas no site da entidade www.abipet.org.br - que também exibe os projetos vencedores das edições anteriores, ou por telefone: (11) 3078 1688.

    voltar

    A Newsletter da comunidade virtual EcoDesignNet é elaborado pela ABIPTI em parceria com o CGECon - MRE.
    Para entrar em contato, ou para assinar este informativo, envie nome completo, e-mail e nome da entidade para o endereço
    gestaodesign@abipti.org.br
    Caso seja de seu interesse deixar de receber este informativo, basta responder este mail, com o título CANCELAR.
    Telefone: (61) 340-3103; Fax: (61) 273-3600

     
    Expediente     

    Coordenação: Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque (ABIPTI) e Zuhair Warwar (CGECon)
    Equipe Responsável: Alceu Castello Branco, Margit Bregener, Paula Franco, Pedro Nascimento
    Equipe Técnica: Iracema Ribeiro, Mário Fiorese
    Colaboradores da edição: Alessandro Mendes, Eduardo Loppi
    Colaboradores do projeto: Adriano Braun Galvão, Omar Laiunta


    Realização: