CONTEÚDO

Boas Práticas
Ilha Ecológica FIAT - Pioneira no reprocessamento do isopor

Ensino & Extensão
Curso de Especialização em Ecodesign na FEEVALE

Estudo
As estratégias de Ecodesign em Pequenas e Médias Empresas

Ecolink
O Instituto Akatu

Resenha
O Desenvolvimento de Produtos Sustentáveis

Calendário
4º Congresso Brasileiro Gestão de Desenvolvimento de Produto

17° Prêmio Design Museu da Casa Brasileira

Comunidade Ecodesign net

 
Editorial     

A adoção de conceitos de produtos ecologicamente sustentáveis por um número crescente de empresas é um importante indicador de que este assunto é relevante posto que representa uma demanda real da sociedade (consumidor) e já extrapola as fronteiras da academia.

O exemplo da FIAT, com a sua ILHA ECOLÓGICA, que concilia os aspectos econômicos com os ambientais é apresentado nessa edição como estimulo para que outras empresas que reconhecendo a força da sua marca e das suas campanhas promocionais para a conscientização social, venham a implementar processos de produção auto-sustentáveis. A experiência da Fiat demonstra que o retorno desse investimento é uma realidade. Sugerimos atentar para os números.

A presença de um Curso de Especialização em Ecodesign oferecido pelo Centro Universitário Feevale da região do Vale dos Sinos, em Novo Hamburgo, RS, é muito oportuna para atender a essa tendência das empresas (por exemplo a do segmento de calçados), e de um mercado por produtos sustentáveis.

Nesse sentido destacamos na seção Estudos, o trabalho dos pesquisadores Gunther e Reidson, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, que apresenta resultados de um meritório esforço de pesquisa sobre o uso de estratégias de Ecodesign em pequenas e médias empresas de cinco capitais brasileiras. A principal justificativa para adoção de processos ecologicamente corretos pelas empresas pesquisadas ainda fica por conta da legislação específica. Um mercado incipiente ainda é o principal entrave à iniciativas mais consistentes.

Nesse número informamos aos nossos leitores e participantes da Rede Ecodesignet que em breve estaremos lançando, em caráter experimental, uma nova seção em nossa comunidade. Trata-se de um “show-rom virtual” que consta de um espaço onde serão disponibilizados projetos de design e produtos desenvolvidos no País segundo os conceitos do ecodesign.

Em uma primeira fase estaremos disponibilizando os produtos encaminhados pelos nossos colaboradores e participantes da rede, os quais estarão subordinados a um processo de avaliação pelo Conselho Editorial da Ecodesignet. Sendo este novo serviço do interesse de nossa comunidade, é nosso propósito a criação de um conselho permanente e específico para identificação e seleção, no mercado brasileiro, de produtos e projetos, para o qual um código de "boas práticas de ecodesign" está sendo desenvolvido.

Desde já, portanto, aceitamos sugestões, indicações e encaminhamento de projetos e produtos nessa linha. Para tal será necessário o preenchimento de uma planilha de memória técnica do produto (que estará disponível, em breve no site www.cgecon.mre.gov.br/groups/ecodesign), de forma a que as suas informações de configuração estejam compreensiveis para a comunidade e contribuam com nosso objetivo de criação desse novo "espaço" que é o de disseminar e informar a sociedade sobre produtos ecologicamente sustentáveis.

Para orientação dos interessados o conceito adotado pela comunidade da ecodesignet é:
"Produto, sistema, infra-estrutura ou serviço, social e ambientalmente responsável, levando em conta: todas as etapas do ciclo de vida; o conceito do "berço à cova" ou do "berço ao renascimento", abrangendo a produção, distribuição, consumo e destinação; e a especial atenção para:
  • a carga ambiental

  • o consumo mínimo de matérias energia e água

  • a prevenção da geração de resíduos

  • os critérios de função, qualidade e aparência

  • a busca de inovações que representem vantagens de mercado".
  • voltar


    Boas Práticas     

    Ilha Ecológica FIAT - Pioneira no reprocessamento do isopor

    A FIAT Automóveis foi a primeira montadora brasileira a obter a certificação ISO 14001, em 1997. “Ela conseguiu reduzir em 32% a geração de resíduos por veículo e elevar para 92% o índice de reciclagem, reaproveitamento ou venda destes resíduos, para outra aplicação ambientalmente segura”.

    Em 1998 foi criada, dentro da fábrica de Betim (MG) uma área denominada ILHA ECOLÓGICA, onde está concentrada uma grande parte do trabalho ambiental da montadora. Lá, os resíduos industriais recicláveis são separados por categoria, armazenados e expedidos, tendo como objetivos o menor tempo possível de permanência e a melhor destinação do material, seja a reciclagem na própria ilha (como no caso do isopor) ou o encaminhamento para empresas recicladoras.

    Em dados comparativos, a Ilha Ecológica já possibilitou a reciclagem de 16 mil toneladas de papel e papelão, evitando a derrubada de uma floresta com 320 mil árvores. Foram recolhidas e encaminhadas para reciclagem 5.480 toneladas de plásticos diversos e 1.625 toneladas de isopor, quantidades equivalentes à utilização de 71 toneladas de petróleo como matéria-prima. Atualmente, a área movimenta cerca de 7 mil toneladas, entre metais (principalmente aço, ferro fundido e alumínio), madeira, papel e papelão, plástico, isopor e óleo. A Ilha ainda recolhe e encaminha para reciclagem 2,5 mil lâmpadas flourescentes.

    Reciclagem do isopor
    A Ilha destacou-se pelo pioneirismo na reciclagem de poliestireno expandido – o isopor - inicialmente considerado não reciclável e de longo tempo de decomposição pela natureza. O material apresenta também dificuldade de armazenagem e de transporte, diante do grande volume e baixa densidade. A solução foi o desenvolvimento, em 1996, de uma máquina recicladora, que condensa o poliestireno, reduzindo-o a um volume significativamente menor (50 vezes), preservando sua composição química e praticamente sem perdas - apenas 0,3%.

    Processo
    O primeiro passo da reciclagem é a "quebra" do isopor em pedaços menores. Em seguida, o material é aglutinado, através de exposição ao calor e ao atrito. Já bastante adensado, o material é colocado na extrusora, onde é submetido a novo aquecimento, em temperaturas controladas, até seu "derretimento" (e não a queima). Nesse estado, o isopor é homogeneizado e transformado em filetes, na forma de "espaguete". Depois de resfriados e secos, os filetes passam por uma máquina de picotes, transformando-o poliestireno em grânulos.

    Equipe responsável
    O processo e o equipamento de reciclagem do isopor foram desenvolvidos na fábrica da Fiat em Betim pela empresa Valki Plásticos, de Louveira (SP), em 1996. Atualmente, a reciclagem é feita pela empresa Bemplast, de Betim, na própria Ilha Ecológica.

    Usos
    O material reciclado é utilizado na fabricação de saltos de sapato, réguas, canetas, canaletas para fiação, caixas de CD`s, chaveiros, juntas de dilatação para pisos etc.

    Informações:
    Central de Relacionamento Fiat - 0800.707.1000

    voltar


    Ensino & Extensão     

    Curso de Especialização em Ecodesign na FEEVALE

    Com o objetivo de capacitar profissionais para o mercado sustentável e promover a criatividade para o desenvolvimento de eco-produtos o Centro Universitário Feevale, em Novo Hamburgo – RS, lança o curso de Especialização em Ecodesign, voltado a profissionais de nível superior em design, arquitetura, engenharia e áreas afins. As inscrições foram prorrogadas até o dia 14 de agosto e a taxa é de R$25,00. A promoção é do curso de Design, Instituto de Ciências Exatas e Tecnológicas.

    O curso de 360h/a com prazo de realização entre agosto de 2003 e agosto de 2004 será realizado no Campus II da Feevale. As aulas serão ministradas às sextas-feiras, das 18h às 22h30 e aos sábados, das 8h às 12h30, com início previsto para o próximo dia 22 de agosto. A documentação necessária inclui curriculum vitae, cópia do histórico e diploma de graduação e a seleção é feita pela análise dos documentos.

    Para o prof. Everton Amaral da Silva, coordenador do curso, os avanços tecnológicos exigem profissionais com uma visão adequada no sentido de integrar sistemas, com uma visão geral da cadeia produtiva e com ampla habilitação nas técnicas, na gestão de projetos, na pesquisa e desenvolvimento e nos princípios que norteiam o design, incluindo o Ecodesign. “A oferta do curso tende a aprimorar os profissionais capacitando-os para um mercado sustentável, onde se reconhece os problemas ambientais e suas causas e é possível influir na concepção, escolha de materiais adequados, fabricação de baixo impacto, melhor uso, reciclagem contínua e a disposição final dos produtos industriais”, acrescenta. Quanto ao mercado de trabalho da região, ganha destaque o setor coureiro calçadista do Vale do Rio dos Sinos, em constante evolução no que se diz respeito ao Design de Produto em função da crescente competitividade deste setor.

    O Dr. Wilson Kindlein Jr., coordenador do Núcleo de Desenvolvimento e Seleção de Materiais da UFRGS e membro da ecodesign-net é um dos palestrantes convidados do curso. As disciplinas incluem: Projeto de Produto Sustentável, Processos de Fabricação de Baixo Impacto Ambiental, Ergonomia aplicada ao Ecodesign, Eco-embalagem, Gestão ambiental, Materiais, entre outras.

    Para mais informações acesse o site: www.feevale.br
    ou entre em contato: posgraduacao@feevale.br / evertonamaral@feevale.br
    Telefone: (51) 5868822.

    voltar


    Estudo     

    As estratégias de Ecodesign em Pequenas e Médias Empresas
    As Estratégias de Ecodesign e o Processo de Desenvolvimento de Produto em Pequenas e Médias Empresas do Nordeste e Sudeste do Brasil: Um Estudo Comparativo


    Um grupo de pesquisadores em Ecodesign da Universidade Federal do Rio Grande do Norte investiga o uso de estratégias de Ecodesign pelas pequenas e médias empresas brasileiras. Alguns trabalhos foram publicados em congressos em Londres, Bélgica e mais recentemente em Estocolmo. A pesquisa: “As Estratégias de Ecodesign e o Processo de Desenvolvimento de Produto em Pequenas e Médias Empresas do Nordeste e Sudeste do Brasil: Um Estudo Comparativo” conta com o apoio técnico e financeiro do projeto nacional INSTITUTO FÁBRICA DO MILÊNIO – IFM, uma organização em âmbito nacional, apoiada pelo MCT, que agrega 350 pesquisadores, em 31 grupos de pesquisas, alocados em 19 Instituições de Ensino Superior. O perfil de atuação é focado na pesquisa em manufatura voltada para as necessidades nacionais da indústria. www.ifm.org.br/ifm

    A pesquisa mencionada envolveu uma série de visitas a pequenas e médias empresas (PMEs) nas cidades de Grande Natal, Grande Salvador, Grande Belo Horizonte, São Carlos e Grande Florianópolis e teve como objetivo identificar o uso de estratégias de Ecodesign em PMEs das regiões nordeste e sudeste do país e os seus intervenientes internos e externos, bem como as barreiras encontradas na implantação destas estratégias. Após uma revisão da literatura pertinente foi desenvolvido um questionário visando identificar se as PMEs pesquisadas estão levando em consideração aspectos ambientais no desenvolvimento de seus produtos. O questionário foi aplicado junto a projetistas/designers e profissionais ligados ao desenvolvimento do produto em 49 PMEs localizadas no Nordeste e Sudeste do país.

    A legislação ambiental foi o principal interveniente externo apontado pelas PMEs em estudo, enquanto que a redução de impactos ambientais e de custos de produção, e a abertura de novos nichos de mercado foram respectivamente os intervenientes internos das PMEs do nordeste e do sudeste. A principal barreira verificada foi a demanda de mercado como fator relevante para a implantação do Ecodesign pelas PMEs pesquisadas. Estas PMEs têm também indicado que o desenvolvimento de produtos ecologicamente corretos podem trazer uma desvantagem comercial para os seus negócios.

    A pesquisa foi inscrita no 4º Congresso Brasileiro Gestão de Desenvolvimento de Produto e está aguardando apenas a divulgação dos artigos aprovados, que está prevista para o início do mês de agosto. “Espera-se que outras pesquisas nesta área possam trazer novas diretrizes a ampliação das ações voltadas a implementação de Ecodesign nas PMEs”.

    O material enviado ao 4ºCBGDP pode ser acessado em 'pesquisas' no link download da ecodesign-net, e outras informações podem ser obtidas com os responsáveis pela pesquisa: Gunther Josuá Costa (Millennium Design/UFRN) guntherbr@uol.com.br e Reidson Pereira Gouvinhas (Millennium Design/UFRN) reidson@ct.ufrn.br.

    voltar


    Ecolink     

    O Instituto Akatu

    O trabalho do Instituto Fábrica do Milênio, tratado na seção ESTUDOS, ressalta a demanda de mercado como fator relevante para a implantação do Ecodesign nas MPEs pesquisadas. Ezio Manzini e Carlo Vezzoli, em “O Desenvolvimento de Produtos Sustentáveis” também tratam da importância da participação do consumidor na decisão das empresas de investir em produtos sustentáveis. Nesse sentido, trazemos como ECOLINK o Instituto AKATU pelo Consumo Consciente.

    Trata-se de uma organização não-governamental sem fins lucrativos, criado em 15 de março de 2001, no Dia Mundial do Consumidor, no âmbito do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social. “O Instituto Akatu acredita que o consumidor consciente tem um enorme poder de transformar o mundo e que esse poder é exercido, entre outras coisas, nas atitudes cotidianas de compra e consumo de produtos e serviços — e também no engajamento social”. Segundo seus responsáveis, essa consciência se torna coletiva e mobiliza o conjunto da sociedade, amplia o impacto das ações cotidianas rumo a uma sociedade economicamente próspera, socialmente justa e ambientalmente sustentável.


    Rua Francisco Leitão, 469, conjunto 1411 Telefone: (11) 3898-1626 Fax: 3898-1627 São Paulo - SP
     
    A missão da organização é “educar para o consumo consciente, informando, sensibilizando, instrumentando, mobilizando e animando cidadãos para que assimilem, nos seus comportamentos e atitudes, o conceito e a prática do consumo consciente”.

    No site podem ser acessados artigos relacionados ao consumo consciente, entrevistas e notícias e ainda é possível participar das discussões através dos fóruns. Disponibilizamos no link download da ecodesign-net a publicação: “Diálogos Akatu nº3”, resultado de uma série de seminários sobre as novas relações de consumo no secXXI, realizados em 2002 e promovidos pelo Akatu em parceria com o Clube de Budapeste.

    Ecolink: www.akatu.net

    voltar


    Resenha     

    O Desenvolvimento de Produtos Sustentáveis
    Os requisitos ambientais dos produtos industriais


    O Desenvolvimento de Produtos Sustentáveis – Os requisitos ambientais dos produtos industriais mostra um quadro “geral e organizado” do assunto e busca ser um instrumento de suporte à prática projetual. A proposta do livro é “contribuir ao desenvolvimento de uma cultura projetual capaz de enfrentar a transição para a sustentabilidade e promover o aparecimento de uma nova geração de produtos e serviços intrinsecamente mais sustentáveis”.

    O material apresentado é resultado dos trabalhos, pesquisas e atividades didáticas do Centro Interdipartamentale di Ricerca e Inovazione per la Sostenibilitá Ambientale - CIR.IS do Politécnico de Milão. Traz na primeira parte os perfis e percursos da sustentabilidade propondo uma hipótese de cenário para uma sociedade sustentável. Descreve as políticas, os projetos e os papéis de vários atores sociais envolvidos, com destaque para a função do designer. Em seguida trata das finalidades e estratégias para projetar e desenvolver produtos sustentáveis. Na terceira parte apresenta métodos e instrumentos para a avaliação e o desenvolvimento de produtos de baixo impacto e por último, um apêndice revela o impacto ambiental no nosso sistema de produção e consumo, com textos sobre o esgotamento de recursos, a poluição e o lixo.

    Seus autores têm uma extensa atuação na área do design e do desenvolvimento sustentável. Ezio Manzini é professor de Design Industrial no Politécnico de Milão, onde comanda o CIR.IS, coordena o Doutorado em Design Industrial e dirige o Mestrado em Design Estratégico. Também autor de diversos livros e artigos sobre ecologia, meio ambiente e desenvolvimento de produtos sustentáveis, e membro do conselho editorial de várias revistas internacionais especializadas em ecologia e meio ambiente como o Journal of Industrial Ecology (USA), o Lournal for Sustainable Product Design (UK) e o Design Issues (USA). Carlo Vezzoli é professor de Requisitos Ambientais dos Produtos Industriais no curso de Doutorado em Design Industrial do Politécnico de Milão, onde dirige o Laboratorio Strumentale di Requisiti Ambientali dei Prodoti Industriali e coordena o Centro Interdipartamentale. Lecionou em universidades estrangeiras – Holanda, Finlândia e Brasil. Coordena pesquisas em várias partes do mundo financiadas pela CE (Comunidade Européia) sobre métodos e instrumentos para o desenvolvimento dos sistemas sustentáveis, e pesquisas nacionais sobre a proteção ambiental. Autor de livros e artigos sobre produtos, design e desenvolvimento sustentáveis.

    Título: O Desenvolvimento de Produtos Sustentáveis:
    Os requisitos ambientais dos produtos industriais
    Autores: Ezio Manzini e Carlo Verozi
    ISBN: 85-314-0731-1
    Editora: Edusp – Editora da Universidade de São Paulo
    Formato: 16.0 x 21.7 cm, 368 páginas
    Título original: Lo Sviluppo di Prodotti Sostenibili:
    I requisiti ambientali dei prodotti industriali

    voltar


    Calendário     

    4º Congresso Brasileiro Gestão de Desenvolvimento de Produto
    6 a 8 de outubro - Gramado/RS


    A 4ª edição do Congresso Brasileiro Gestão de Desenvolvimento de Produto será realizada em Gramado, RS entre os dias 6 e 8 de outubro. A organização do evento está a cargo do Laboratório de Otimização de Produtos e Processos do PPGEP/UFRGS (LOPP). A programação contemplará atividades de caráter técnico e científico com seções temáticas divididas nas seguintes sub-áreas: estratégias; estrutura organizacional e organização do trabalho; modelos de gestão e gestão de projetos; ferramentas; métricas e sistemas de avaliação; temas correlatos.

    Estão previstos três mini-cursos, dois grupos de trabalho e quatro seminários internacionais. Estão confirmadas visitas a uma vinícola da região, a uma fábrica de calçados e a uma fábrica de chocolates. Essas visitas permitirão aos participantes o conhecimento de empresas e complexos que se destacam na economia gaúcha.

    Outras informações do evento podem ser obtidas no site: www.cbgdp.producao.ufrgs.br ou pelo e-mail: cbgdp@ppgep.ufrgs.br


    17° Prêmio Design Museu da Casa Brasileira

    As inscrições para o Prêmio Design Museu da Casa Brasileira serão realizadas entre os dias 7 e 8 de agosto. As fichas para participação já estão disponíveis na INTERNET, no site: www.mcb.sp.gov.br onde é possível acessar a íntegra do edital. Este ano, o Prêmio não se restringe mais ao universo doméstico, as categorias passaram a ser as seguintes:

  • Mobiliário

  • Utensílios

  • Iluminação

  • Têxteis e Revestimentos

  • Equipamentos Eletro-Eletrônicos

  • Equipamentos de Construção

  • Ensaios Críticos


  • A Ecodesign-net espera que sejam inscritos e premiados, projetos que levem em consideração os critérios da sustentabilidade: ecologicamente corretos; socialmente justos; economicamente viáveis e culturalmente aceitos.

    Mais informações pelo e-mail mcb@mcb.sp.gov.br
    ou pelos telefones: (11) 3032 2564 ou 3032 3727.

    voltar


    A Newsletter da comunidade virtual EcoDesignNet é elaborado pela ABIPTI em parceria com o CGECon - MRE.
    Para entrar em contato, ou para assinar este informativo, envie nome completo, e-mail e nome da entidade para o endereço
    gestaodesign@abipti.org.br
    Caso seja de seu interesse deixar de receber este informativo, basta responder este mail, com o título CANCELAR.
    Telefone: (61) 340-3103; Fax: (61) 273-3600

     
    Expediente     

    Coordenação: Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque (ABIPTI) e Zuhair Warwar (CGECon)
    Equipe Responsável: Alceu Castello Branco, Margit Bregener, Paula Franco
    Equipe Técnica: Iracema Ribeiro, Mário Fiorese, Pedro Nascimento
    Colaboradores da edição: Reidson Pereira Gouvinhas, Everton Amaral da Silva, Alessandro Mendes
    Colaboradores do projeto: Adriano Braun Galvão, Omar Laiunta


    Realização: