CONTEÚDO

Ensino e Extensão
Mestrado em Ecodesign na Inglaterra

Estudo
Estado da arte na Bélgica

Entrevista
Dr. Zuhair Warwar - CGECon

Notas
Conferência Suspronet
Seminário Ecodesign/FIESP


Resenha
Manual de Diseño Ecológico

Ecolink
Center for Design - Austrália

Calendário
Design Excellence

www.cgecon.mre.gov.br/groups/ecodesign
 
   

Editorial     

Reafirmando a nossa visão como veículo de divulgação de assuntos relacionados ao ecodesign, estamos apresentando a você um novo conjunto de informações, que esperamos, seja útil para os seus projetos.

Esperamos que o relato do designer brasileiro Márcio Dupont, sobre o mestrado em Design Sustentável na Bournemonth University, seja estimulante e uma alternativa para ampliar as competências do País no tema.

Como prometido, estamos retomando neste número, o estudo sobre o “Estado da Arte do Ecodesign na Europa, cujo documento completo encontra-se disponível para download em nossa página. Nessa edição apresentamos a situação da Bélgica, que apesar da “tradição européia” no assunto, está, na ocasião do estudo, como o Brasil, avaliando e adaptando metodologias.

Destacamos a entrevista com o Dr. Zuhair Warwar e a equipe do CGECon (serviço que já contabiliza 3 anos de atuação), ambiente no qual se encontra a comunidade virtual Ecodesignet. Ela resgata a visão do MRE com a criação da comunidade e aponta seus principais resultados e perspectivas para o futuro.

Na seção Ecolink, estamos focalizando o Centre for Design do Royal Melbourne Institute of Technology, reconhecido como um centro de referência no desenvolvimento de metodologias de projeto e ferramentas que auxiliam o design de produtos, sustentáveis”, que desenvolve pesquisas, presta consultoria e dispõe de um consistente programa de capacitação de pessoas.

Uma relação cuidadosa de objetos para casa e escritório desenvolvidos com técnicas de ecodesign, é o que estamos apresentando na seção Resenha, com o “Manual de Diseño Ecológico" de Alastair Fuad-luke, uma saudável provocação, para que iniciativas do gênero sejam conduzidas no Brasil.

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Ensino e Extensão     

O mestrado em Design Sustentável na
Bournemouth University segundo um designer brasileiro

Bournemouth University – Marcio Dupont

A menos de duas horas de Londres, a Universidade de Bourmouth tem como objetivo preparar o estudante para sua carreira de maneira eficaz. Ela conta com cerca de 12.000 estudantes, sendo que mais de 1.000 são oriundos de países fora do Reino Unido. “Na Europa, a rápida introdução da legislação sobre o desenvolvimento de produtos sustentáveis tem levado a indústria a adotar novas formas de trabalhar”. Essa característica marca o programa de mestrado em Design e Meio Ambiente, iniciado em 1996. O curso oferece duas opções, Design Sustentável e Design de Produtos Sustentáveis. No primeiro, o titulo é de mestre em artes e o trabalho final uma dissertação cultural. No outro, o titulo é mestre em ciências, e o trabalho final o desenvolvimento de um projeto “ecológico” junto a industria.

O brasileiro Marcio Dupont, 33 anos, designer de produtos formado em 1999, pela Universidad Autônoma Metropolitana Azcapotzalco no México é aluno do curso. O interesse dele pela questão ambiental surgiu em 1999 quando buscava uma especialização com foco no futuro, como o design sustentável. Conheceu o designer Pedro Alan, com mestrado na Holanda, representante do grupo O2 no México (www.o2.org) e com um centro de estudos sobre o design sustentável. Márcio participou de conferências e workshops nesse centro.

Segundo ele, foi difícil encontrar um curso dedicado exclusivamente ao design de produto e o tema meio ambiente, porque na maioria das opções existentes o foco era a arquitetura ambiental ou as engenharias. “Quando o design de produtos aparecia era relevado a última posição em importância”, acrescenta. Marcio conheceu então a Bournemouth University na "Feira de educação do Reino Unido", realizada no México a cada começo de ano. Destaca que a feira é realizada também em São Paulo. Ele aconselha aos interessados participar dessas feiras, conhecer as oportunidades e perguntar.

Com a ajuda do governo britânico, no programa "Produtos do Milênio" em 2000, a Inglaterra deu um importante passo na área de design de produtos sustentáveis. Um conjunto de produtos da melhor qualidade viajou o mundo inteiro mostrando o design inglês, e esse apoio continua com grandes investimentos como o "Museu do Design" em Londres www.designmuseum.org.

O designer acredita que a ementa do curso da Bournemouth University reflete a realidade européia, mas poderia ser trazida facilmente para a realidade brasileira com algumas limitações e mudanças. “A grande diferença que eu vejo em relação ao Brasil é que na Europa o ecodesign já está presente na vida diária, disponível no supermercado, em diferentes graus. É um conceito que já está na consciência coletiva, se pratica e é possível comprar essa idéia”. Marcio enxerga o ecodesign na América Latina numa escala menor, onde existem preocupações ambientais, porém ainda sem muito impacto coletivo, “ele não está presente e acessível a todos como em um supermercado já dentro do sistema de consumo”.

Quanto às possibilidades de trabalho na área do ecodesign, Marcio acredita que no Brasil possivelmente estariam ligadas à docência e à pesquisa, sem uma atuação prática. Na Europa, segundo ele, existe a oportunidade em se trabalhar dentro de uma empresa como a Phillips da Holanda, como consultor independente ou em projetos reais com impacto na comunidade local.

Cada uma das oito disciplinas do curso tem duração de uma semana e após uma pausa, inicia um
outro tema, podendo ser design sustentável e logo depois ergonomia. Entre as disciplinas obrigatórias do curso, comuns às duas opções estão: “research methods”, “interlocking nature of sustainability” e “enviromental law and cultural pressures”. Para conhecer mais a Universidade acesse: www.bournemouth.ac.uk ou entre em contato com a administração do programa de pós-graduação: pgdesign@bournemouth.ac.uk.

O designer Marcio Dupont se coloca à disposição para outras dúvidas maduca5@yahoo.com e convida a todos para visitar o seu site: www.angelfire.com/ma3/vitimasdodesign.

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Estudo     

Estado da Arte: Estudo sobre a Bélgica

Na primeira edição dessa newsletter, estabelecemos o compromisso de divulgar resumos dos resultados de cada país, no estudo: O Estado da Arte do Ecodesign na Europa, realizado em 1999. Relembramos que o documento completo pode ser acessado no link download da ecodesign-net e ressaltamos que os dados apresentados a seguir referem-se a um estudo que já tem quatro anos, mesmo assim, consideramos importante apresentá-lo ao nosso leitor. Na Bélgica, a pesquisa foi conduzida pela Vito - Flemish Institute for technological Research.

Com relação ao desenvolvimento de metodologias, a Bélgica e mais especificamente a Região de Flandres é bem ativa. Na ocasião do estudo, vários institutos estavam fazendo pesquisas para melhorar metodologias existentes e adaptá-las a realidade da Bélgica ou de grupos específicos como pequenas e médias empresas. Outros institutos tinham foco em áreas específicas do ecodesign, como o design para reciclagem e trabalhavam junto com empresas para estabelecer métodos. No entanto, na Bélgica, poucas organizações ofereciam, pelo menos até então, apoio a aspectos do ecodesign ligados à indústria. Naquele momento, a maior parte dos consultores de meio ambiente não se interessavam por atividades em ecodesign. O Governo de Flandres tomou medidas para implementar ecodedesign em sua política e esteve estimulando atividades de pesquisa e disseminação de atividades de ecodesign.

Com relação ao ensino do ecodesign, ele se restringia a cursos introdutórios ou estava inserido em cursos de engenharia ou de desenvolvimento de produtos. Os alunos não adquiriam experiência prática.

A maior parte da indústria ainda não estava informada sobre o ecodesign, em particular as pequenas e médias empresas. As maiores, incluindo as multinacionais conheciam as técnicas de Life Cycle Assessment e ecodesign, mas poucas estavam implementando projetos.

Os possíveis motivos apontados para a falta de interesse das empresas foram:
  • A falta de estímulo para se começar projetos em ecodesign, pois não havia esquemas de subsídios para tais atividades;
  • Na ocasião, não existia regulamentação na Bélgica sobre aspectos ambientais de produtos;
  • Havia pouco interesse dos consumidores por produtos ecoeficientes.


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    Entrevista     

    Entrevista com prof. Zuhair Warwar
    Coordenador do Projeto BRA 00/034 - "Desenvolvimento Institucional do Centro de Gestão Estratégica do Conhecimento em Ciência e Tecnologia"


    Gostaríamos, inicialmente, de resgatar a sua visão quanto a oportunidade de criação, em 2000 do CGeCon, no âmbito do Departamento de Cooperação Científica, Técnica e Tecnológica (DCT) do MRE.

    Em 1995, na gestão do Embaixador Carlos Alberto de Azevedo Pimentel, o DCT, com o Projeto "Política de Cooperação Internacional em Ciência e Tecnologia", iniciou o processo para dotar-se dos instrumentos demandados pela sociedade do conhecimento e sociedade em Rede, e incorporar tais instrumentos à rotina de suas ações. Várias ações foram desenvolvidas ao longo dos anos de 1995-1998. Tais ações levaram o então Secretário Geral do Ministério, Embaixador Sebastião do Rego Barros, a autorizar a implantação no DCT, no âmbito do Projeto UEP/BID "Fortalecimento da Capacidade do MRE na área Econômica Internacional" de um Centro de Gestão Estratégica do Conhecimento em C&T - o CGECon, com o objetivo de apoiar a formulação da política externa brasileira de C&T, no campo da cooperação internacional e por extensão contribuir para o fortalecimento da inserção competitiva brasileira no cenário internacional.

    A implantação do CGECon a partir de 2000 representa importante avanço em termos de apropriação de novas tecnologias chaves, na área de C&T e inaugura um novo relacionamento entre o Estado e o usuário - notadamente o setor demandante de pesquisa e desenvolvimento. Este passa a beneficiar-se diretamente de informações estratégicas coletadas, inclusive no exterior, por meio do Sistema de Informação em Ciência e Tecnologia no Exterior - SICTEX - uma rede de observatórios, denominados Setores de Ciência e Tecnologia (SECTECs), localizados em representações diplomáticas brasileiras no exterior. Os SECTECs atuam como antenas do panorama tecnológico internacional, acompanham o cenário local em áreas de conhecimento consideradas prioritárias para a agenda de cooperação em C&T e monitoram tendências e brechas tecnológicas que podem ser aproveitadas pelo Governo e sistema produtivo brasileiro para o fortalecimento da sua competitividade internacional.

    Fazendo um balanço das ações dos 3 últimos anos do CGECon, quais são, na sua visão, os principais resultados obtidos, que confirmam o acerto e a relevância dessa visão?

    O CGECon é o único caso de sucesso da agenda do conhecimento do Programa Avança Brasil. A tecnologia desenvolvida pelo Centro é de ponta, gratuita, totalmente aberta. Além disso, a equipe do CGECon adquiriu ao longo dos últimos três anos "expertise" nos temas tratados pelo CGECon. O conceito de gestão do conhecimento está bem mais disseminado no âmbito do MRE e do Governo Federal, mas isso não se deve somente ao trabalho do CGECon.

    A ecodesign-net, como uma das comunidades de prática do CGECon, obteve uma adesão considerável dispondo, hoje, ao final de 1 ano, de cerca de 200 participantes. Que considerações você faria visando o crescimento contínuo dessa comunidade no sentido de contribuir para a missão do CGECon?

    A missão do CGECon é promover a gestão do conhecimento para o subsídio da formulação e implementação da política externa de cooperação em C & T. A Ecodesign-net visa oferecer um ambiente virtual, favorável ao intercâmbio de informações e conhecimentos entre atores de ecodesign possibilitando sinergia de trabalho e ações pertinentes a essa temática. O ecodesign, que é a incorporação sistemática de preocupações com o ciclo de vida de produtos no design de produtos de serviços, tem repercussões sobre as políticas industriais e comerciais de países e constitui importante mecanismo de agregação de valor às exportações brasileiras, em particular para países que possuem rigorosas leis ambientais. A expectativa é de que a Ecodesign-net venha a crescer e ser um ponto de referência do tema no País tanto para pessoas que atuam diretamente na área, quanto para pessoas que atuam na área comercial. Também existem temas decorrentes do ecodesign como a certificação. O Brasil, com as ferramentas oferecidas pela comunidade, pode vir a ter uma posição mais atuante nos fóruns internacionais que estipulam normas e diretrizes para certificação de produtos. Por meio da gestão do conhecimento, os negociadores brasileiros poderão utilizar as ferramentas oferecidas pela Comunidade para subsidiar suas posições.

    Quais são as propostas em estudo para o CGECon na linha de ampliar os seus resultados como uma ferramenta estratégica do Departamento de Temas Científicos e Tecnológicos e do MRE?


    O objetivo do CGECon é atender demandas de clientes tanto do âmbito interno do Itamaraty quanto do âmbito externo. Os departamentos geográficos e temáticos, a Agência Brasileira de Cooperação (ABC), o Instituto Rio Branco (IRBR) e os postos no exterior constituem os clientes do segmento interno do MRE. No âmbito do segmento externo os clientes incluem os poderes executivo, legislativo e a sociedade civil. Na sociedade civil, diversos setores poderão se beneficiar da atuação do CGECon tais como: o sistema universitário, institutos de P&D, ONGs, confederações de indústria, de comércio, de agricultura, de transportes, outros centros de gestão do conhecimento e as organizações brasileiras com escritórios no exterior como a FINEP, SEBRAE, EMBRAPA, SOFTEX entre outros.

    O Comitê Executivo do Governo Eletrônico (E-gov), definiu a criação de oito Câmaras Técnicas, tendo sido o MRE/Departamento de Temas Científicos e Tecnológicos/CGECon indicado para coordenar a Câmara de Gestão do Conhecimento e Informação Estratégica. Como o CGECon pretende atuar?


    A Câmara de Gestão de Conhecimento e Informação tem como missão atuar na promoção do uso e aplicação da Gestão do Conhecimento e da Inteligência Competitiva na definição de normas e políticas macro-estratégicas para o Governo Eletrônico, em temas e áreas de interesse nacional, a fim de conquistar oportunidades e vantagens competitivas no âmbito internacional. O MRE, por meio do Departamento de Temas Científicos e Tecnológicos e o CGECon, por meio da comunidade virtual "Câmara Técnica CGIE" desempenharão papel estratégico na integração de iniciativas, projetos e programas aplicados à gestão do conhecimento e áreas correlatas no âmbito do Governo eletrônico.

    Considerando a importância estratégica da certificação no contexto do ecodesign, na sua visão como o CGECon (e o Brasil) pode atuar na determinação de normas internacionais, em especial relacionadas ao Ecodesign? Qual poderia ser o papel da Ecodesignet nesse processo?

    A política comercial brasileira inclui a necessidade de aumentar as exportações e isso demanda uma complementação de suporte por parte dos especialistas da comunidade científica. O CGECon é uma ferramenta para criar sinergia entre pessoas para esse fim. O processo de criação de normas relacionadas ao ecodesign e áreas correlatas está em andamento nas organizações internacionais como a ISO e o Brasil deve procurar participar de maneira mais ativa.

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    Notas     

    Conferência Suspronet

    Conforme anunciamos na primeira edição, disponibilizamos no link download da ecodesign-net os documentos referentes a Conferência Suspronet, realizada em Amsterdã, Holanda nos dias 5 e 6 de junho de 2003

    Suspronet: Rede de indústrias e institutos com foco no design de produtos e serviços sustentáveis. www.suspronet.org/

    Entre os temas abordados destacamos:
  • Ecolife 2: Eco-efficient LIFE cycle Technologies from Products to Service Systems.
  • Eco-efficient product service systems: the development of innovative business fields
  • The design plan; A tool for organising the design activities oriented to generate sustainable solutions.
  • Environmental life cycle information management.


  • Seminário "ECODESIGN – Produção e Consumo Sustentável"

    Como parte da série de eventos promovidos na Semana de Meio Ambiente da FIESP, entre os dias 2 e 6 de junho, a entidade realizou por meio do Centro São Paulo Design o Seminário “ECODESIGN – Produção e Consumo Sustentável". A ecodesign-net esteve presente no evento apresentando o trabalho da comunidade, como ferramenta de comunicação entre os interessados na temática e convidando o público presente a participar.

    Na ocasião do evento foi lançado o Catálogo Prêmio Ecodesign, publicação que traz os projetos vencedores das três edições deste prêmio, concedido bienalmente pela entidade com o objetivo de estimular o uso de princípios ecológicos e tecnologias limpas no design de produtos. Segundo o diretor-titular do Departamento de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Fiesp/Ciesp, Angelo Albiero Filho, o catálogo pretende fortalecer a cultura do Ecodesign no País e divulgar no Brasil e no Exterior o potencial competitivo brasileiro, "aproveitando suas incontáveis riquezas naturais de forma sustentável".

    Lembramos que uma versão em .pdf do catálogo está disponível no link download da ecodesign-net. Em "Publicações na área de ecodesign".

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    Resenha     

     
    Manual de Diseño Ecológico

    O Manual de Diseño Ecológico “pretende estimular novas maneiras de pensar, mostrando um enfoque ecologicamente plural em relação ao design”. “Essa pluralidade ecológica está moldada na diversidade de soluções que são entregues aos designers e fabricantes representados no livro, procedentes de mais de trinta países de todo o mundo”.

    O livro traz uma relação de objetos para casa e escritório, desenvolvidos com técnicas de ecodesign. Ele é composto de três partes. A introdução inclui a história do ecodesign e as últimas tendências em estratégias de design sustentável. A segunda parte contém descrições detalhadas de objetos para uso doméstico e produtos para o escritório e atividades de trabalho. Uma outra parte inclui informações sobre materiais, fabricantes que utilizam técnicas de ecodesign, estúdios de design, organizações verdes, informações on-line e um glossário dos termos e conceitos. Enfim, o livro é uma fonte rica de informações tanto para o consumidor quanto para o profissional de design.

    Título: Manual de Diseño Ecológico
    Autor: Alastair Fuad-luke
    ISBN: 1-900826-36-4
    Editora: Editorial Cartago S.L
    Título original: The Eco-Design Handbook © 2002 Thames & Hudson Ltd.
    Tradução: Maria Arozamena / Torreclavero
    Formato: 21,0 x 16,5 cm - 352 páginas.

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    Ecolink     

    Centre for Design – sustainability, research, solutions


    O Centre for Design “promove a sustentabilidade ambiental por meio de um programa dirigido à pesquisa, consultoria, capacitação e gestão do conhecimento”. É reconhecido internacionalmente como um centro de referência no desenvolvimento de metodologias de projeto e ferramentas que auxiliam o design de produtos sustentáveis. O Programa foca a sustentabilidade e a eco-eficiência como fonte de inovação e responsabilidade no desenvolvimento dos negócios.

    A instituição participa de redes nacionais e internacionais que incluem centros de pesquisa, empresas e instituições possibilitando o desenvolvimento, baseado em boas práticas, de produtos, edifícios, serviços e políticas. Também se mantém informada sobre políticas e regulamentações, bem como tendências em design sustentável e inovação em todos os setores.

    Centre for Design - RMIT University
    Level 8, Building 8, 360 Swanston Street
    Melbourne 3000 Victoria, Australia
    O Centro tem um forte time multidisciplinar de pesquisadores e especialistas da Universidade RMIT. Na busca de soluções práticas, desenvolve projetos em parceria com a indústria, o governo e a comunidade.

    A sede da instituição é a Faculty of the Constructed Environment no RMIT (Royal Melbourne Institute of Tecnology), em Melbourne. O RMIT é uma das maiores e mais respeitadas Universidades da Austrália. Ecolink: www.cfd.rmit.edu.au/


    Para maiores informações:
    +61 (0) 3 9925 2362
    cfd@rmit.edu.au

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    Calendário     

    O Brasil prepara-se para concorrer ao Oscar do design

    O projeto Design Excellence Brazil foi lançado no dia 9 de junho, em São Paulo, para promover o reconhecimento internacional do design de produtos e serviços desenvolvidos no País, visando o fortalecimento da imagem e da projeção dos produtos brasileiros para exportação. É uma realização da Câmara do Comércio e Indústria Brasil-Alemanha de São Paulo em parceria com a APEX-Brasil e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, com apoio da Hannover Fairs do Brasil, representante do iF.

    Nesta primeira iniciativa apoiada pelo atual Governo para promoção do design brasileiro no mercado externo, o Design Excellence Brazil inscreverá até 56 representantes brasileiros nas diversas áreas e categorias do iF (Industrie Forum) Design Award 2004, em Hannover, um dos maiores concursos do gênero no mundo, cuja premiação é considerada o Oscar do Design.

    Estão previstos dois anos de ações do Design Excellence Brazil, sendo o iF da Alemanha o primeiro destino do projeto, a porta de entrada, através do design, desses produtos brasileiros na comunidade européia e internacional. O D&E Brazil apoiará de 50% a 90% dos custos de todas as etapas de participação no Prêmio da seguinte forma: 50% para grandes empresas; 70% para médias e 90% para micros e pequenas.

    A ECODESIGN-NET ressalta a importância da participação brasileira com produtos sustentáveis, tendo em vista o novo cenário europeu e mundial quanto às barreiras ambientais aos produtos e ainda, o destaque que a Alemanha tem dado às questões ambientais.

    Outras informações: www.debrazil.com.br ou pelo telefone: (11) 5187.5138


    Colaboração:
    Cyntia Malaguti - consultora técnica
    Projeto Design Excellence Brazil


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    A Newsletter da comunidade virtual EcoDesignNet é elaborado pela ABIPTI em parceria com o CGECon - MRE.
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    e-mail e nome da entidade para o endereço gestaodesign@abipti.org.br
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    Telefone: (61) 340-3103; Fax: (61) 273-3600

    Expedientek ll

    Coordenação: Zuhair Warwar (CGECon) e Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque (ABIPTI)
    Equipe Responsável: Alceu Castello Branco, Margit Bregener, Paula Franco
    Equipe Técnica: Iracema Ribeiro, Mário Fiorese, Pedro Nascimento, Felipe Gubert, André Gubert
    Colaboradores da edição: Márcio Dupont, Cyntia Malaguti
    Colaboradores do projeto: Adriano Braun Galvão, Omar Laiunta

    Realização: