LEIA NESTA
EDIÇÃO ______________________________________
1 - Governo realiza leilão
de arroz
2 - Dados da Anvisa revelam: tomate, morango
e alface são os mais contaminados com agrotóxicos
3 - Conselho da
Política do Café desenvolve agenda estratégica da cafeicultura brasileira
4 - CNA afirma que mais de 90% do leite inspecionado tem boa
qualidade
5 - Setor de floricultura movimentou mais de R$ 2 bilhões no
ano passado
6 - Evento reúne diversas formas de
transferência de tecnologia
7 - Conselho de Medicina
Veterinária e Secretaria de Agricultura de Goiás assinam termo de
cooperação
8 - Bahia estimula produção de trigo
9 - IPA instala em junho 20 Pais no interior do Estado
Agenda
1 -
Governo realiza leilão de arroz
O governo federal iniciou a venda de
arroz dos estoques públicos para regular o abastecimento do mercado
nacional. O primeiro leilão foi realizado no dia 5 de maio, na Companhia
Nacional de Abastecimento (Conab) ligada ao Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (Mapa). Com um preço de abertura de R$ 28 a saca
de 50 kg, foram comercializados 84,7% das 32,084 mil toneladas ofertadas.
Por motivos operacionais, não foi possível disponibilizar as 55 mil
toneladas previstas, armazenadas nos Estados do Rio Grande do Sul e de
Santa Catarina. Na próxima semana, será realizada mais uma rodada do
leilão, com oferta entre 70 e 80 mil toneladas do
cereal.
Segundo noticiou o Mapa, o
diretor de Gestão de Estoques da Conab, Rogério Colombini, afirmou que o
Brasil dispõe de arroz suficiente para o abastecimento do mercado interno,
que deve demandar cerca de 9 milhões de toneladas até o final deste ano.
De acordo com Colombini, a Conab dispõe de 1,3 milhão de tonelada em
estoque e estima que outras 7,5 milhões de toneladas estejam em poder dos
produtores e cooperativas do Rio Grande do
Sul.
O diretor afirmou que a alta do
preço do arroz, como a de outras commodities brasileiras, se deve
a fatores internacionais, como a queda de produção na Ásia, em funções de
questões climáticas, associados ao aumento do consumo mundial, a exemplo
do que se acentua em diversos países
africanos.
A decisão da intervenção foi
negociada com o setor produtivo e industrial em reunião realizada no dia
24 de abril, na Secretaria de Política Agrícola do
Mapa.
Os leilões serão realizados com o
objetivo de tentar conter a alta dos preços no mercado e evitar movimentos
especulativos até a entrada da nova safra.
Exportações
Também
no dia 24 de abril, para definir o rumo das exportações de arroz, com a
participação de representantes do ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (Mapa) e do setor privado, foi descartada qualquer
possibilidade de o governo impor barreiras às vendas externas do arroz
feitas diretamente pelo setor privado. A suspensão das exportações do grão
atinge apenas os estoques do governo, ainda sem prazo para serem
restabelecidas.
O ministro da
Agricultura, Reinhold Stephanes, não participou do encontro, mas confirmou
que não foi pedido aos agricultores que paralisassem as exportações. Ele
afirmou que vai deixar o mercado fluir, desde que não haja o risco de
desabastecimento. O ministro assegurou que as barreiras, como o aumento da
tarifa de exportação do produto, que estariam sendo estudadas pelo governo
só serão adotadas em casos
extremos.
Segundo noticiou a Agência
Brasil, o representante da Confederação da Agricultura e Pecuária do
Brasil (CNA) na Câmara Setorial do Arroz, Francisco Schardong, disse que
as exportações brasileiras de arroz totalizaram 800 mil toneladas em 2007
e afirmou que a meta de exportação deste ano continua a
mesma.
O ministro informou, no dia 23 de
abril, que o Brasil não iria atender ao crescente pedido de exportação de
500 mil toneladas de arroz que recebeu de países sul-americanos e
africanos para este ano, devido à demanda mundial por alimentos e a
conseqüente alta dos preços.
(Com
informações do Mapa e da Agência Brasil)
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2 - Dados da Anvisa revelam: tomate, morango e alface são os
mais contaminados com agrotóxicos
Os dados do Programa de Análise de
Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), divulgados, no dia 23 de
abril, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), apontaram o
tomate, o morango e a alface como os produtos agrícolas que apresentaram
os maiores números de amostras irregulares referentes ao uso de defensivos
agrícolas, durante o ano de 2007. Os dois problemas detectados foram
teores de resíduos acima do permitido e o uso de agrotóxicos não
autorizados para essas culturas. O programa é coordenado pela Anvisa, em
parceria com as Secretarias Estaduais de
Saúde.
Das 123 amostras de tomates
analisadas, 55 apresentaram resultados insatisfatórios, o equivalente a
44,72%. Nesta cultura, os técnicos encontraram a substância monocrotofós,
ingrediente ativo que teve o uso proibido em novembro de 2006, devido à
alta toxicidade. Apesar de os teores de resíduos encontrados não
ultrapassarem os limites aceitáveis para a alimentação diária da
população, foi detectada a presença do metamidofós no tomate de mesa. Esse
agrotóxico é autorizado apenas para a cultura de tomate industrial
(plantio rasteiro), que permite aplicação por via aérea, trator ou pivô
central, evitando assim a possibilidade de intoxicação do trabalhador
rural. A substância também foi encontrada no morango e na alface, culturas
para as quais não é permitido o uso desse
defensivo.
Nas 94 amostras de morango
analisadas, 41, ou seja, 43,62% apresentaram resultados insatisfatórios. O
índice da alface também foi alto, 40% das 135 amostras registraram
resíduos irregulares de defensivos.
A
batata e a maçã tiveram redução no número de amostras com resíduos de
agrotóxicos. A batata, que apresentou em 2002, primeiro ano de
monitoramento do programa, índice de 22,2% de uso indevido de agrotóxicos
teve o nível reduzido para 1,36%, alimento com menos amostras
insatisfatórias nos dados de 2007. A maçã apresentou índice de 5,33%, no
mesmo período, baixando o índice para 2,9%. No balanço geral, dos nove
produtos avaliados, alface, batata, morango, tomate, maçã, banana, mamão,
cenoura e laranja, o índice de amostras insatisfatórias ficou em
17,28%.
Medidas
Os
resultados das análises serão encaminhados ao Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (Mapa), órgão responsável pela fiscalização das
lavouras que realizará ações dirigidas aos produtores. O uso da substância
monocrotofós foi denunciado à Polícia Federal e ao Mapa, para que procedam
as investigações.
Um grupo de trabalho
(GT) será formado para elaboração de material educativo direcionado a
produtores, distribuidores, profissionais de extensão rural e
consumidores. O GT será coordenado pela Anvisa e terá a participação de
representantes do Ministério, da Associação Brasileira de Supermercados
(Abras) e do Ministério da Saúde. Outro grupo de trabalho foi instituído
pelo Ministério da Saúde, em caráter permanente, para a elaboração de um
Plano Integrado de Ações de Vigilância em Saúde relacionada a Agrotóxicos.
O grupo será composto pelo Ministério, Anvisa e a Fundação Oswaldo
Cruz.
A Abras, parceira do Para,
informará quais lojas associadas têm condições de garantir a
rastreabilidade das amostras até o produtor.
Agrotóxicos
A
Anvisa deu início à reavaliação de 14 substâncias ativas utilizadas em
agrotóxicos. No Brasil, esse trabalho é necessário porque o registro dos
defensivos é concedido em caráter definitivo, sem prazo de validade. Os
relatórios devem ficar prontos até o fim do ano. As análises poderão
resultar até na proibição total do uso de agrotóxicos. As coordenações
estaduais de vigilância sanitária iniciaram as atividades locais, com o
intuito de sensibilizar os atores envolvidos no uso de defensivos
agrícolas.
O Para passará a
acompanhar oito novas culturas a partir deste ano. São elas abacaxi,
arroz, cebola, feijão, manga, pimentão, repolho e uva.
Para
O
programa foi criado em 2001 com o objetivo de manter a segurança alimentar
do consumidor e a saúde do trabalhador rural. Hoje, atende 16 Estados e
até 2009 deve chegar a todo o país. A escolha dos itens leva em
consideração a importância desses alimentos na cesta básica do brasileiro,
o consumo in natura, o uso de agrotóxicos e a distribuição das lavouras
pelo território nacional.
As amostras
coletadas em pontos de venda pelas vigilâncias sanitárias dos Estados e
Municípios são enviadas para os laboratórios de resíduos de agrotóxicos.
Se comprovada a utilização de agrotóxicos acima dos limites permitidos
pela Anvisa, os órgãos responsáveis pelas áreas de agricultura e meio
ambiente são acionados para rastrear e solucionar o
problema.
Para mais informações, acesse o
site www.anvisa.gov.br
(Com
informações da Anvisa)
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3 - Conselho da
Política do Café desenvolve agenda estratégica da cafeicultura
brasileira
A criação de um grupo de trabalho (GT)
para desenvolver a agenda estratégica da cafeicultura brasileira foi um
dos temas da reunião do Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC)
que aconteceu em Brasília, no dia 29 de abril. A base da estratégia de
ação da proposta foi traçada no workshop “Pensando o Agronegócio
Cafés do Brasil”, no dia 17 de abril, que reuniu produtores, exportadores,
representantes da indústria, pesquisadores e governo. Durante o evento, o
Conselho Nacional do Café (CNC) adotou a defesa da sustentabilidade
econômica por meio de políticas de geração de renda. O encontro foi
realizado pelo Centro de Inteligência do Café e da Coordenação Geral de
Apoio às Câmaras Setoriais e Temáticas do Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (Mapa) e teve como objetivo abrir
espaço para discussões sobre as estratégias para o agronegócio do
café.
Idealizado e desenvolvido
pelo Centro de Inteligência do Café (CIC), o evento reuniu entidades como
Conselho Nacional do Café (CNC) , Confederação da Agricultura e Pecuária
do Brasil (CNA), Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic),
Conselho dos Exportadores do Café do Brasil (Cecafé), Associação
Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics) e da Condederação Nacional
do Comércio (CNC)
Em texto da Agência
Brasil, o coordenador-geral de Apoio às Câmaras Setoriais e Temáticas do
Mapa, Aguinaldo José de Lima, espera que este trabalho direcione o
planejamento do setor para os próximos cinco anos.
Recursos
O
secretário executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (Mapa), Silas Brasileiro, anunciou, na semana passada, que
disponibilizará R$ 300 milhões das Operações Oficiais de Crédito (OOC),
que são recursos do Tesouro Nacional, para apoiar a comercialização da
safra 2008 do café.
Em texto do
Mapa, o secretário informou ainda que será lançado, ainda sem data
confirmada, o Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro) para o café. O
grupo de trabalho, criado no dia 29 de abril, pelo Conselho Deliberativo
da Política do Café (CDPC), fará a modelagem técnica dos leilões do Pepro.
O grupo discutirá também o valor do preço de referência e o valor do
prêmio.
O Pepro é um
instrumento que permite ao Governo Federal garantir um patamar de preço ao
produtor (preço de referência). Trata-se, na prática, de um prêmio
concedido ao produtor rural ou à cooperativa que se disponha a vender o
seu produto pela diferença entre o valor de referência fixado pelo governo
e o valor do prêmio a ser arrematado no
pregão.
Em maio de 2007, o governo
realizou leilões de Pepro para o café no valor de R$ 40 por saca,
totalizando cinco milhões de sacas, sendo quatro milhões no primeiro
leilão e um milhão de sacas no segundo.
Aquisição de
Café
O Mapa publicou no Diário
Oficial da União (DOU), no dia 2 de maio, o aviso que contém normas para
as instituições financeiras integrantes do Sistema Nacional de Crédito
Rural (SNCR) atuarem como agentes financeiros do Fundo de Defesa da
Economia Cafeeira (Funcafé). Os itens a serem financiados são as linhas de
custeio, colheita, estocagem e Financiamento para Aquisição de Café
(FAC).
O montante do Funcafé
destinado ao financiamento para a safra 2008/09 é de R$ 2,16 bilhões,
sendo R$ 453 milhões para custeio, R$ 496 milhões para colheita, R$ 898
milhões para estocagem e R$ 313 milhões para o
FAC.
As instituições financeiras
interessadas deverão encaminhar o pedido de contratação à Secretaria de
Produção e Agroenergia (SPAE), do
Mapa.
(Com informações do Mapa e da Agência Brasil).
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4 - CNA afirma que
mais de 90% do leite inspecionado tem boa qualidade
Em texto da Confederação da Agricultura e
Pecuária do Brasil (CNA), divulgado no final de abril, o assessor-técnico
da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da CNA, Marcelo Martins, disse
que mais de 90% do leite sob inspeção atendem a todos os requisitos de
qualidade. Segundo ele, há necessidade de ajuste apenas na contagem
bacteriana total.
O assessor destacou
que, atualmente, o país tem oito laboratórios oficiais credenciados, que
fazem parte da Rede Brasileira de Laboratórios de Controle da Qualidade do
Leite, e que há mais dois em credenciamento. Ele adiantou que há previsão
de liberar R$ 12 milhões para equipar esses
laboratórios.
Ainda em texto da
CNA, Marcelo Martins lembrou que o assunto das fraudes é discutido desde
2001. E avaliou que as ações tomadas em conjunto pelos ministérios da
Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Justiça e pela Polícia
Federal são as que podem trazer melhor
resultado.
A assessoria de
comunicação do Mapa informou ao Agronegócio & Inovação que o Programa
de Monitoramento da Qualidade do Leite tem previsão de ser implementado no
próximo mês de junho.
(Com
informações da CNA e do Mapa)
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5 - Setor de
floricultura movimentou mais de R$ 2 bilhões no ano
passado
O setor de floricultura movimentou R$ 2,4
bilhões, em 2007. O mercado é composto por 7 mil produtores, que atuam em
25 mil pontos de venda. Entre os 250 tipos de flores existentes no Brasil,
as mais vendidas são rosas, lírios, tulipas, gérberas e tropicais. Quando
acompanhadas por vasos, os destaques são a violeta, begônia e Kalanchoe
(flor da fortuna).
Os maiores
produtores de flores são os Estados de São Paulo, Minas Gerais, Ceará e
Rio Grande do Sul. São Paulo é responsável por 70% do volume total de
produção. Em relação ao consumo, 85% da demanda também está no
Sudeste.
De acordo com o anuário
brasileiro das flores 2007, o país produz e comercializa tanto as espécies
temperadas quanto as tropicais, o que contribui para a venda de flores
tradicionais e exóticas. O carro-chefe da produção nacional são as
ornamentais.
Segundo noticiou o
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o presidente
da Câmara Setorial de Flores e Plantas Ornamentais, Renato Opitz, informou
que as flores que mais se desenvolveram no país, nos últimos meses, foram
as orquídeas, bromélias e tropicais.
As
datas comemorativas que mais contribuem para o aumento de renda do
produtor brasileiro são o Dia das Mães, dos Namorados, Finados,
Internacional da Mulher e o Natal.
(Com
informações do Mapa)
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6 - Evento reúne
diversas formas de transferência de tecnologia
A Embrapa Milho e Sorgo, em parceria com
a Emater-MG e com a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais
(Epamig), está organizando a primeira edição da Semana de Integração
Tecnológica (SIT). O evento será realizado na Embrapa em Sete Lagoas, nos
dias 12 a 16 de maio, e reunirá várias atividades de transferência de
tecnologias, como cursos, oficinas, palestras e dias de campo. A
participação na SIT é
gratuita.
O objetivo é
valorizar e promover a mediação entre diferentes tipos de conhecimento,
como o de produtores rurais, o de pesquisadores, o de técnicos da extensão
rural e o de universidades. A coordenação da SIT, na Embrapa Milho e Sorgo
está a cargo da Área de Negócios Tecnológicos (ANT). Durante o evento
serão realizados cursos e oficinas sobre produção de leite de qualidade,
plantas medicinais, agroecologia, minhocultura, implantação e práticas
culturais dos pomares, produção de sementes em propriedade rural, manejo
da cultura do milho para altas produtividades entre outros
cursos.
Serão realizados
quatro dias de campo. Os dias de campo terão como tema a agricultura
orgânica, o planejamento conservacionista, novas cultivares para a
produção de grãos e forragem e a agricultura de
subsistência.
Dentro da SIT,
acontecerá também o Seminário de Inovação Tecnológica e Desenvolvimento
Regional no Agronegócio. Marcado para 15 de maio, o seminário contará com
palestras sobre diferentes temas como a promoção de negócios em
biotecnologia, incubação de empresas na Embrapa, o papel das fundações de
apoio à pesquisa na transferência de conhecimento acadêmico para o
mercado, o desenvolvimento regional sustentável, pólos de inovação e o
programa de incentivo à
inovação.
São parceiros do evento o
Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Universidade Federal de
Viçosa (UFV), o Sindicato dos Produtores Rurais de Sete Lagoas, o
Laboratório Nacional Agropecuário de Pedro Leopoldo-MG (Lanagro), Embrapa
Recursos Genéticos e Biotecnologia, Embrapa Gado de Leite, Embrapa Meio
Ambiente, Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical, Embrapa Agrobiologia,
Embrapa Instrumentação Agropecuária, entre outros
parceiros.
Mais informações
pelo telefone (31) 3779-1067.
(Com
informações da Embrapa Milho e
Sorgo)
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7 - Conselho de
Medicina Veterinária e Secretaria de Agricultura de Goiás assinam termo de
cooperação
A secretaria de Agricultura, Pecuária e
Abastecimento de Goiás (Seagro) e o Conselho Regional de Medicina
Veterinária (CRMV) do Estado assinaram, no dia 29 de abril, o Termo de
Cooperação e Integração para a fiscalização das indústrias e
estabelecimentos de comercialização de produtos de origem animal e insumos
de uso na pecuária. O secretário de Estado da Agricultura, Leonardo
Veloso, juntamente com o presidente do CRMV, Wanderson Portugal, o
superintendente Federal da Agricultura em Goiás, Helvécio Magalhães,
estiveram presentes no evento.
O objetivo
do Termo é potencializar as ações de fiscalização dos órgãos e entidades
envolvidas, com intuito de promover e proteger a saúde dos consumidores,
assegurando um dos direitos básicos do ser
humano.
Participaram do acordo o
CRMV, a Superintendência Federal da Agricultura em Goiás, Secretária da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seagro), Agência Goiana de Defesa
Agropecuária (Agrodefesa), Secretaria Estadual de Saúde, Superintendência
de Vigilância Sanitária e Ambiental, Secretaria Municipal de Saúde,
Departamento de Vigilância Sanitária de Goiânia, Ministério Público
Federal e Estadual e Superintendência de Proteção aos Direitos do
Consumidor.
(Com informações do Portal do
Agronegócio)
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8 - Bahia estimula
produção de trigo
O governo do Estado da Bahia vai apresentar
proposta aos produtores da região da Chapada, com expectativa de início do
plantio de trigo a partir deste mês. Devido à alta dos preços do produto
agrícola, que tem provocado aumentos constantes em pães e massas, a Bahia
decidiu investir na produção. Atualmente, 100% do trigo consumido no
território baiano é importado.
Segundo o
superintendente da política do agronegócio da Secretaria Estadual da
Agricultura (Seagri), Eujácio Simões, as condições estão muitos
favoráveis, além do preço em alta, o Estado tem boa infra-estrutura para
realizar o plantio, noticiou a Seagri. Ele explicou também que a proposta
será apresentada a três grandes empresas. São elas Bagisa, Progresso e
Igarachi, situadas entre os municípios de Mucugê e Ibicoara. Entre 2004 e
2006, as unidades produziram trigo no Estado, numa parceria com o governo
e o Moinho Salvador.
Simões relembra que em
2004, a produção de trigo na Bahia atingiu 3,7 mil toneladas, mas o
negócio ficou inviabilizado devido ao alto custo. Não havia energia
elétrica suficiente para mover os motores de irrigação (pivôs), os quais
operavam à base de óleo combustível, que era muito caro. Em 2005, o Estado
registrou uma produção de 1,9 mil toneladas, caindo para 1,7 mil em 2006.
No ano seguinte o plantio foi suspenso. Segundo ele, desde o fim do ano
passado há energia elétrica suficiente para mover os
pivôs.
Detalhes da proposta que será
apresentada ainda não foram revelados.
(Com
informações da Seagri)
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9 - IPA instala em
junho 20 Pais no interior do Estado
O Instituto Agronômico de Pernambuco
(IPA) instalará em junho deste ano, 20 unidades do Projeto Agroecológico
Integrado Sustentável (Pais), na Zona da Mata, Agreste e Sertão
Pernambucano. As unidades são sistemas em forma de espiral onde em
cada faixa é cultivado um tipo específico de hortaliças, por
exemplo.
Como o próprio nome diz,
o projeto visa à integração de cultura. A rotatividade de cultura é um dos
principais benefícios proporcionados por essas unidades. Por meio dela o
solo equilibrado proporciona ao produtor agrícola a colheita diária dos
produtos variados. Outra importante vantagem do Pais é a diminuição dos
gastos para o agricultor. Os investimentos em água, energia, mangueira
para irrigação e outros instrumentos necessários às atividades de plantio
são reduzidos de R$ 5 mil para R$ 4 mil, uma economia de 25% no capital
total.
Pesqueira, Ouricuri,
Ipojuca e Sirinhaém são alguns dos 20 municípios que receberão as unidades
demonstrativas. Ao todo serão disponibilizados pelo IPA R$ 100 mil para as
instalações. Para 2009, o governo de Estado e o IPA pretendem construir
270 PAIS em todo o Estado. Um investimento estimado em R$ 1,3
milhões.
Em 2007, por
intermédio do IPA, 90 delas foram instaladas no sertão do Estado.
Araripina, Ipubi e Bodocó foram alguns dos municípios que receberam as
unidades. Nesse projeto, os agricultores receberam treinamento para
realizar a agricultura orgânica em
hortaliças.
O IPA é associado à
ABIPTI.
Informações adicionais pelo telefone (81)
3184-7233.
(Com informações do IPA)
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Agenda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
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1° Simpósio de Certificação de Cafés Sustentáveis
•19 a 24 de maio
Realização: Coordenado pelo Centro de
Café do Instituto Agronômico de Campinas (IAC)
Informações: http://www.cafeculturaminas.com.br/
Telefone:
(35) 3721-3851
Localização: Parque José Afonso Junqueira, s/n - Poços
de Caldas (MG)
Congresso ABIPTI 2008
• 04 a 06 de
junho
Realização: Assossiação Brasileira das Instituições de Pesquisa
Tecnológica (ABIPTI)
Informações: www.congresso.abipti.org.br
E-mail:
congresso@abipti.org.br
Fone:
(61) 3348-3128 e 3348-3129
Local: Campina Grande - PB
27º Congresso Nacional de Milho e Sorgo – Agroenergia, Produção
de Alimentos e Mudanças Climáticas: Desafios para Milho e
Sorgo
• 31 de agosto a 4 de setembro
Realização: Instituto
Agronômico do Paraná (Iapar) em parceria com a unidade de Milho e Sorgo
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e promoção da
Associação Brasileira de Milho e Sorgo (ABMS)
Informações: (43)
3025-5223
E-mail: cnmslondrina@fbeventos.com
Site:
www.cnmslondrina.com.br
Localização:
Centro de Exposições e Eventos de Londrina (PR)
17ª Reunião Brasileira de Manejo e Conservação do Solo e da
Água – Manejo e Conservação do Solo e da Água no contexto das Mudanças
Ambientais
• 10 a 15 de agosto
Realização: Organização
Embrapa Solos, Embrapa Agrobiologia, Universidade Federal Rural do Rio de
Janeiro (UFRRJ) e promoção Sociedade Brasileira de Ciências do
Solo
Informações: (21) 2179-4577
E-mail: rbmcsa2008@cnps.embrapa.br
Site:
www.rbmcsa.com.br
Localização:
Hotel Glória, Rio de Janeiro (RJ)
9º Simpósio Nacional do Cerrado e 2º Simpósio Internacional de
Savanas Tropicais
• 12 a 17 de outubro
Realização: Embrapa
Cerrados, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária –
Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento
Informações: (61) 3388-9953
E-mail: simposiocerrado@cpac.embrapa.br
Site:
http://simpósio.cpac.embrapa.br
Localização:
Centro de Convenções Ulysses Guimarães, Brasília – DF
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Contato . . . . . . . . . . . . . . . .
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Para assinar este informativo, envie
e-mail com nome, cargo, instituição e telefone para agronegocio_inovacao@abipti.org.br.
Para solicitar sua saída da
lista, também envie o pedido para o mesmo endereço.
Informações . . .
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O informativo quinzenal Agronegócio &
Inovação é um produto da Agência Gestão C&T de Notícias criado por
meio de parcerias institucionais entre a ABIPTI, o Consepa e a Embrapa. Os
responsáveis pela sua realização são as unidades de Arranjos Produtivos
Locais (APLs) e de Tecnologia Industrial Básica (TIB) da ABIPTI,
juntamente com a Unidade de Informação e Gestão Tecnológica (IGT), que é a
responsável pela Agência.
Para obter mais
informações, encaminhe e-mail para agronegocio_inovacao@abipti.org.br.
Telefones: (61) 3348-3129 e (61) 3348-3113.
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ABIPTI -
Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica
www.abipti.org.br
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Madi
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Edição:
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Thaís
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