DESTAQUES
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1 - Presidente da CNA fala
de sua gestão e destaca a necessidade de estabelecimento de uma política
agrícola consistente de médio e longo prazo
2 - EBDA faz
programação para atender agricultores familiares em
2008
3 - Região do Noroeste gaúcho receberá R$ 2,9 milhões
LEIA
TAMBÉM
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4 - Técnicos
europeus estão no Brasil para vistoria
5 - Portaria
designa representantes de órgãos e entidades para compor o Conselho
Deliberativo da Política do Café
6 - Software de
Classificação de Terras para Irrigação da Embrapa é patenteado e está
disponível para download
7 - Processo de seleção
para chefe-geral da Embrapa Roraima entra na penúltima fase
8 - Projeto de lei proíbe financiamentos e incentivos à
produção de cana-de-açúcar na Amazônia
9 - Experiências inovadoras no agronegócio
serão discutidas em evento do Sebrae
10 - Expo Café acontece
em Londrina, em março
11 - Prazo para envio de artigos técnicos
para a revista da Apta foi prorrogado
12 - Cachaça Baiana será exportada para a Europa, por meio
de parceria liderada pela EBDA
Agenda
1 -
Presidente da CNA fala de sua gestão e destaca a necessidade de
estabelecimento de uma política agrícola consistente de médio e longo
prazo
Em entrevista
exclusiva ao Agronegócio & Inovação, presidente da CNA diz que a única
forma da agropecuária brasileira aumentar a produção, tanto em volume como
em qualidade, é por meio do estabelecimento de uma política agrícola
consistente de médio e longo prazo. Somente assim estará cumprindo com sua
missão de garantir o abastecimento, a segurança dos alimentos e contribuir
para o desenvolvimento do país.
Agronegócio & Inovação - Quais
ações da CNA, realizadas ao longo dos anos, o senhor
destacaria?
Fábio de
Salles Meirelles - A principal missão da CNA é a
defesa dos interesses do produtor rural brasileiro, seja pecuarista ou
agricultor. Quando se pensa na defesa dos interesses dos produtores, a
primeira questão que vem em mente é a econômica, que compreende a maior
parte do nosso esforço, mas a CNA atua também em áreas como a garantia do
direito de propriedade. Trabalhamos para minimizar ou evitar que as
questões regulatórias e burocráticas se tornem entraves à atividade
produtiva. Essa atuação diz respeito à adequação de obrigações e
procedimentos, por exemplo, de licenciamento ambiental, de preenchimento
de guias e documentos. Acima de tudo, nosso trabalho é sempre focado na
melhoria da qualidade de vida do homem do campo, no aprimoramento da
mão-de-obra do trabalhador rural e no seu fortalecimento social e de sua
família.
Agronegócio
& Inovação - Como o senhor avalia o quadro atual da
agricultura e da pecuária brasileira?
Fábio de
Salles Meirelles - Os números macro do setor estão
positivos. Temos previsão de crescimento da safra 2007/08, com produção
prevista de 136 milhões de toneladas e exportações recordes. O crescimento
no PIB do agronegócio de 2007 deverá fechar em aproximadamente 6,5%. Mas,
apesar de todos os números favoráveis, a renda do produtor não tem seguido
o mesmo ritmo. O setor vem atravessando uma crise de rentabilidade nos
últimos anos, onde o produtor tem sofrido com a depreciação do seu
patrimônio. Mesmo com boa safra e produtividade, somadas à normalidade
climática em praticamente todo o país e a um ótimo cenário internacional,
o produtor não conseguiu ter boa rentabilidade. Este é o gargalo do
processo produtivo.
O produtor
precisa ter renda, ter lucro, pois é isso o que move toda a cadeia do
agronegócio. Se não houver o fortalecimento das cadeias produtivas, por
meio da melhoria da lucratividade do produtor, o aumento da produtividade
e a expansão da produção ficarão comprometidos, dificultando a permanência
dos produtores no campo e gerando, como conseqüência, o desemprego no
setor.
Na verdade, vários processos
impediram que a lucratividade ficasse com o produtor. Fornecedores de
insumos, indústrias de equipamentos, máquinas, implementos e defensivos se
anteciparam à eventual melhoria de faturamento na atividade agropecuária e
elevaram os seus preços para ter mais lucratividade. É importante
ressaltar, no entanto, que faturamento é diferente de lucro. Houve uma
transferência real de recursos do produtor para as indústrias de insumos,
o que ajudou a corroer um pedaço da lucratividade da atividade rural. Se o
setor não investisse em tecnologia para aumentar sua produtividade,
estaria em situação ainda mais
complicada.
Outro percalço enfrentado
pelo produtor é a questão da infra-estrutura. Quanto mais deficientes e
precários forem o transporte e a logística, menos o produtor recebe. O
custo do escoamento da produção fica mais alto, diminui a qualidade do
produto e se somam as perdas que ficam pelo caminho. A infra-estrutura
afeta tanto na entrega de insumos ao produtor, quanto no transporte dos
produtos das fazendas aos centros consumidores ou portos para exportação.
Não se trata de transferência de renda, como acontece com os insumos.
Neste caso, ninguém ganha.
O oligopólio
da indústria de insumos que existe no Brasil é outro ponto importante. O
governo deveria deliberar para permitir a importação de insumos pelo
produtor. Na Argentina, os preços de defensivos agrícolas são cerca de 40%
menores que no Brasil, o que tira a competitividade do setor frente a
outros países. Na China, os mesmos insumos são vendidos por um quinto do
preço praticado no Brasil.
Além disso,
não podemos deixar de lembrar do gargalo da legislação trabalhista que é
inadequada ao meio rural, pois foi concebida sem levar em consideração as
especificidades do setor agropecuário. Somam-se a isso as dificuldades
geradas pelo sistema tributário brasileiro que, além de sua complexidade
operacional, impõe uma pesada carga fiscal aos empresários, onerando tanto
os investimentos quanto a
produção.
Entretanto, talvez o ponto mais
importante seja a necessidade de o governo criar uma política agrícola
definida para toda cadeia produtiva, adequada às características da
atividade rural e planejada para médio e longo prazo. Essa é a única forma
da agropecuária brasileira aumentar a produção, tanto em volume como em
qualidade, cumprindo seu compromisso com o abastecimento e a segurança
alimentar, além de continuar contribuindo com a geração de emprego e renda
para o país. Dessa forma, o produtor poderá ter mais segurança, condições
de produzir e se manter no campo.
Agronegócio
& Inovação - Qual é a sua opinião sobre o advento dos
biocombustíveis, no Brasil e em outros países?
Fábio de
Salles Meirelles - Quanto mais rápido esse mercado se
consolidar, melhor para o Brasil. Somos líderes em termos de
competitividade na produção de etanol e também seremos na produção de
biodiesel, portanto, teremos condições de ter uma participação
considerável no mercado de biocombustíveis. O Brasil tem vocação para isso
e está muito avançado em termos tecnológicos. A iniciativa de se buscar,
junto com os EUA, a organização do mercado de etanol é, sem dúvida,
importante e estratégica para o futuro de nossas exportações. Mas, para
não perdermos “a janela de oportunidade”, precisamos buscar a abertura de
novos mercados, maiores investimentos em P&D e infra-estrutura
logística, sempre com parceiros com objetivos econômicos, e não políticos
e ideológicos.
Apesar de as
matérias-primas utilizadas pelo Brasil e pelos Estados Unidos serem
diferentes, os norte-americanos estão avançados nas pesquisas sobre
utilização de celulose para produção de álcool. A incorporação dessa
tecnologia é importante para o Brasil por causa da utilização do bagaço de
cana, que pode representar um aumento de até 30% na produção de álcool de
cana por hectare.
Agronegócio
& Inovação - Como o senhor avalia a situação das
Oepas dentro do SNPA hoje?
As Organizações Estaduais de Pesquisa
Agropecuária (Oepas) infelizmente têm sofrido ainda mais que as unidades
federais de pesquisa (Embrapa). Além de haver um processo de
desinvestimento em muitos Estados, a falta de cooperação e articulação
entre elas traz ainda mais ineficiência na alocação de recursos. Há dois
anos, houve um esforço para tentar aumentar a cooperação entre as
organizações, mas esse projeto perdeu força. Acreditamos que é fundamental
retomar esse projeto para as Oepas compartilharem esforços e recursos de
pesquisa, a fim de elevar a eficiência dos investimentos. É importante
também buscar recursos no setor privado, por meio de parcerias
público-privadas, aproveitando-se da Lei de Inovação Tecnológica.
Agronegócio
& Inovação - Que tipos de avanços no agronegócio o
Brasil precisa alcançar?
Fábio de
Salles Meirelles - Diante da complexidade dos
desafios a serem enfrentados pelos diversos segmentos que compõem a
atividade agropecuária brasileira, a CNA propõe como grande avanço o
estabelecimento de uma política agrícola consistente de médio e longo
prazo. Essa é a única forma da agropecuária brasileira aumentar a
produção, tanto em volume como em qualidade, cumprindo com sua missão de
garantir o abastecimento, a segurança dos alimentos e contribuir para o
desenvolvimento do país.
No âmbito dessa
política agrícola é preciso manter sólidos e amplos instrumentos para
assegurar o que segue:
• Garantia de
renda e lucratividade para os produtores, com disponibilização de
mecanismos de garantia de preços e gerenciamento de riscos da produção
contra as intempéries
climáticas.
• Fortalecimento da
legislação antitruste a fim de garantir o equilíbrio de forças nas cadeias
produtivas. Além disso, é importante incentivar a produção dos defensivos
genéricos.
• Fortalecimento dos
investimentos na infra-estrutura de transporte e armazenagem de produtos
agrícolas, por meio do aumento das inversões do setor público e pela
criação de regras claras e seguras, para que o setor privado invista e
tenha lucro suficiente para amortizar esse
investimento.
• Aprimoramento do
Sistema de Defesa Agropecuária, com destinação de mais recursos para essa
finalidade, assim como implementação de medidas que garantam melhor
aplicação dos recursos e gestão dos programas. Um controle mais rigoroso
da sanidade animal e vegetal está entre as prioridades, principalmente,
por ser um fator determinante para a competitividade do produto brasileiro
e para o acesso a mercados. Hoje, as exigências nas áreas de segurança dos
alimentos têm se tornado barreiras não-tarifárias à penetração dos
produtos brasileiros em mercados importantes, como Estados Unidos e
Japão.
• Crescimento da produção de
alimentos e energia em bases sustentáveis, a fim de permitir a oferta de
produtos certificados do ponto de vista social e
ambiental.
Além disso, buscar avanços nas
negociações internacionais de comércio e criar adidos agrícolas nas
embaixadas brasileiras pode nos ajudar bastante nessa área. A desoneração
tributária das cadeias produtivas e a simplificação do sistema tributário
brasileiro devem, também, ser
perseguidas.
E, por fim, cabe lembrar que
os percalços dos últimos anos contribuíram para elevar o endividamento do
produtor rural, portanto, a renegociação das dívidas dos produtores rurais
é um outro ponto em que temos que buscar solução definitiva, para que a
agropecuária nacional avance permanentemente no caminho do
desenvolvimento.
Agronegócio
& Inovação - O senhor poderia avaliar a conduta do
governo federal nos últimos anos com relação à agricultura e à
pecuária?
Fábio de
Salles Meirelles - Infelizmente, o governo federal,
nos últimos anos, não tem dado a adequada atenção que deveria para um
setor que é, de certa forma, a locomotiva da economia brasileira. É
importante lembrar que a agropecuária representa mais de um quarto do PIB
nacional, é responsável por 36% do montante exportado pelo Brasil e
emprega praticamente 30% da mão-de-obra economicamente ativa no país. Um
setor econômico com toda essa representatividade deveria ter no mínimo uma
maior respeitabilidade por parte do governo, proporcional à contribuição
que oferece.
Agronegócio
& Inovação - E quanto ao orçamento federal para o
setor, que tipo de avaliação o senhor faz? Há recursos contingenciados
para pesquisa agropecuária, o que isso impacta no desenvolvimento do
setor? Quanto tem se perdido de investimento ao longo desses
anos?
Fábio de
Salles Meirelles - O próprio ministro da Agricultura,
Reinhold Stephanes, diz que o problema de recursos públicos para a
agropecuária é muito mais uma questão de organização e gestão do que
propriamente de orçamento. A parte do orçamento do setor destinada ao
financiamento de safra – custeio, comercialização e investimento – tem
tido acréscimo de recursos. Porém, há uma série de impedimentos que fazem
com que esse dinheiro, mesmo estando aquém da expectativa do setor,
esteja, nos últimos dois anos, até sobrando nos cofres das instituições
financeiras. Isso acontece porque produtores têm dificuldades para ter
acesso ao crédito, geralmente, em razão da falta de garantias e limites de
crédito. Sempre pleiteamos um volume acima do que é disponibilizado nos
planos agrícola e pecuário, mas devido a esses problemas individuais de
crédito, os recursos chegam a sobrar.
No
que diz respeito à pesquisa agropecuária, quanto mais investimento melhor.
É uma aplicação de recursos a longo prazo, mas que precisa ser feita.
Hoje, praticamente todo o dinheiro destinado aos centros de pesquisa é
usado para pagar mão-de-obra dos pesquisadores. Essa insuficiência de
recursos gera a necessidade de viabilizar as pesquisas por meio de
parcerias com o setor privado.
A
CNA defende um investimento maciço nessa área, que representou grande
avanço para o setor com o desenvolvimento da agricultura tropical e do
Cerrado. Infelizmente, nos últimos anos, temos visto que esses
investimentos não acompanham a demanda e o dinamismo do setor. É preciso
investir no desenvolvimento de novas variedades, utilizando biotecnologia
para criar cultivares resistentes a pragas e doenças. Esse investimento
não pode parar, pois o desenvolvimento do setor agropecuário depende de
avanços tecnológicos permanentes. Somente assim o Brasil se manterá
competitivo e com crescente participação no cenário
global.
(Fabiana Santos para o
Agronegócio & Inovação)
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2 - EBDA faz programação para atender agricultores
familiares em 2008
A Empresa Baiana de Desenvolvimento
Agrícola (EBDA) discutiu e ajustou no último dia 14, sua
programação de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) deste ano,
no sentido de garantir, o atendimento de, pelo menos, 120 mil agricultores
familiares do Estado. Para isso, a empresa elaborou a proposta de
Programação Operacional – 2008 no âmbito do Plano Plurianual – PPA/Bahia
2008/2011. Participaram da reunião diretores, chefes de departamento e
gerentes regionais.
As bases
programáticas que incluem a base conceitual e política do
PPA-Participativo, o processo de construção da programação, recursos
orçamentários, estrutura física e quadro pessoal, foram discutidos por
Gerência Regional. Entre as diretrizes estabelecidas, durante as
discussões, destacou-se a Estratégica Socioeconômica que visa dinamizar a
agricultura familiar e desenvolver o agronegócio articulado com a rede de
produção estatal.
Na esfera dessas
diretrizes, a Empresa trabalhará cinco programas e 26 ações orçamentárias.
Entre eles o programa Qualificar, que objetiva a qualificação dos
produtores rurais, a elevação de produtividade e a inclusão
social.
As redes temáticas do Programa
Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf)/EBDA, que
integram a programação de 2008, como fortalecimento da agricultura
familiar na cadeia produtiva do leite, produtos e mercados diferenciados,
apoio à comercialização, biodiesel, agroecologia e crédito, também foram
apresentadas. A programação ainda contou com discussão sobre as metas do
Pronaf junto à programação das Gerências
Regionais.
Os participantes ainda
discutiram os aspectos operacionais dos programas Garantia Safra,
Semeando, Microbacias e Biodiesel. Estavam presentes os representantes dos
centros de profissionalização, unidades de UEP’s (Unidades Educativas de
Produção), Central de Laboratórios e Claveba (Classificação de Produtos
Vegetais da Bahia).
Veja mais informações
no site www.ebda.ba.gov.br.
(Com
informações da EBDA)
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3 - Região do
Noroeste gaúcho receberá R$ 2,9 milhões
O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e
Pequenas Empresas (Sebrae/RS) vai investir, neste ano, cerca de R$ 2,9
milhões em 12 projetos para incentivar a diversificação da matriz
produtiva da região Noroeste do Rio Grande do Sul. Os três projetos
voltados para o agronegócio têm como gestora a técnica de agronegócios do
Sebrae, Eloísa Muxfeldt Arns, e contemplarão cinco setores. Pólo de
Apicultura do Noroeste Gaúcho, Pólo de Fruticultura e Floricultura do
Noroeste Gaúcho e Pólo de Suinocultura e Bovinocultura de Leite do
Noroeste Gaúcho.
Os projetos serão
desenvolvidos por meio do Programa Juntos Para Competir, uma parceria
entre o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do RS (Senar), o Sebrae/RS
e a Federação de Agricultura do RS (Farsul). Além dessas entidades, as
prefeituras, sindicatos rurais, Emater, e as associações de produtores
também são parceiros dos projetos. A região de atuação é composta de
108 municípios das regiões Noroeste Colonial, Médio e Alto Uruguai,
Missões e Fronteira Noroeste do RS. Aproximadamente 600 produtores serão
beneficiados.
Segundo informou
Eloísa Arns, nos projetos serão desenvolvidas atividades de capacitação
técnica e tecnológica, treinamentos e cursos sobre gestão das
propriedades, seminários e missões visando acesso a novos mercados. Os
cursos de qualificação serão oferecidos pelo Senar e demais entidades
parceiras.
A apicultura receberá recursos
de R$ 425 mil e propõe a diversificação da venda de produtos apícolas,
como forma de aumentar o valor agregado dos produtos tendo como objetivo
final aumentar o faturamento nas propriedades. A perspectiva na
fruticultura é de aumento do volume de frutas comercializadas na região e
aumento da comercialização de frutas in
natura.
Na floricultura, o
objetivo é o aumento da qualificação do produto, com ênfase nos processos
de colheita e pós-colheita e a ampliação da comercialização de flores na
região. Os recursos para fruticultura e floricultura serão de R$ 425
mil.
Na bovinocultura do leite e na
suinocultura, aumento na produtividade e melhora dos índices de sanidade
animal são premissas básicas. Os projetos de bovinocultura do leite e
suinocultura receberão recursos de R$ 500
mil.
O Programa Juntos Para Competir teve
início em 2003, mas os projetos foram pactuados no final de dezembro de
2007 e tiveram início este ano e com duração de três
anos.
(Thaís Paranhos para o Agronegócio
& Inovação)
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4 - Técnicos
europeus estão no Brasil para vistoria
Técnicos europeus chegaram ao Brasil, na
última segunda-feira (25), para vistoriar algumas fazendas de gado
indicadas pelo governo como aptas a exportarem carne para União Européia.
Segundo anunciou o Ministério da Agricultura, os próprios inspetores
europeus iriam definir o roteiro de visitas para avaliação do sistema de
rastreabilidade do gado brasileiro. A inspeção ocorrerá até o dia 11 de
março.
A segunda lista de fazendas,
entregue no dia 15, durante uma reunião com representantes da UE em
Bruxelas (Bélgica) não foi aceita e o ministério enviou para a Comissão
Européia na sexta-feira (22) uma relação com cerca de 200 fazendas que
atendem aos critérios de importação exigidos pelo bloco e seus respectivos
relatórios de inspeções.
O ministro da
Agricultura, Reinhold Stephanes afirmou, em encontro com a comitiva russa,
que para o Brasil conseguir alcançar o volume de exportação de carne que
atenda às necessidades da UE, é necessário que pelo menos 4 mil fazendas
estejam aptas para exportar, conforme noticiou a Agência Brasil. O país
vai primeiro atender às normas firmadas com a UE para depois
discuti-las.
A União Européia suspendeu
no dia 31 de janeiro a importação de carne brasileira alegando
insuficiência de garantias sanitárias e de qualidade oferecidas pelo país.
O sistema de rastreabilidade adotado também foi
questionado.
Informações adicionais, no
site www.mapa.gov.br.
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5 - Portaria designa
representantes de órgãos e entidades para compor o Conselho Deliberativo
da Política do Café
Foi publicada no Diário Oficial da União
no dia 19 de fevereiro, a portaria nº 103 que designa membros para compor
o Conselho Deliberativo da Política do Café – CDPC, com mandato até 10 de
novembro de 2008. Comporão o CDPC membros das seguintes instituições:
Ministério da Fazenda (MF), Ministério das Relações Exteriores (MR),
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC),
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), Conselho Nacional
do Café (CNC), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA),
Associação Brasileira das Indústrias do Café (ABIC), Associação Brasileira
da Indústria de Café Solúvel (ABICS) e Conselho dos Exportadores de Café
do Brasil (CECAFÉ).
A íntegra da portaria
está disponível neste link.
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6 - Software de
Classificação de Terras para Irrigação da Embrapa é patenteado e está
disponível para download
O Instituto Nacional de Propriedade
Industrial (INPI) concedeu ao centro de pesquisa da Empresa Brasileira de
Pesquisa Agropecuária – Embrapa, localizado no Rio de Janeiro (Embrapa
Solos) o registro do software Sistema Brasileiro de Classificação
de Terras para Irrigação com Enfoque na Região Semi-Árida (Sibcti).
Cruzando informações sobre solo, água, planta e sistema de irrigação
escolhido, o Sibcti permite uma avaliação do ambiente para
irrigação.
Desenvolvido com uma linguagem
simples e com vários níveis de ajuda, o Sistema possibilita a utilização
por qualquer usuário, mesmo que não seja um especialista. O software
é fruto de uma parceria com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales
do São Francisco e do Parnaíba e contou com a colaboração de técnicos de
universidades, institutos de pesquisa, consultores e
agricultores.
O sistema é gratuito
e pode ser acessado pelo site www.cnps.embrapa.br/sibcti
A
Embrapa Solos é associada à ABIPTI.
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7 - Processo de
seleção para chefe-geral da Embrapa Roraima entra na penúltima
fase
O candidato ao cargo de chefe-geral da
Embrapa Roraima, Francisco Joaci Freitas Luz, foi considerado habilitado
para continuar no processo de seleção após sessão pública ocorrida na
última sexta-feira (22). O candidato apresentou proposta e defendeu que
pretende realizar uma gestão participativa orientada para reforçar
competências e parcerias e passou por questionamentos do Comitê de
Avaliação da Proposta de Trabalho (CAPT). A próxima etapa constitui
avaliação de perfil gerencial.
Uma
empresa especializada na seleção de executivos contratada pela Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) realizará a avaliação da
capacidade e potencial gerencial de Francisco Joaci Freitas Luz. Na última
fase, o diretor-presidente escolhe entre os candidatos habilitados e
designa quem será o chefe-geral. Na Embrapa Roraima havia apenas um
candidato concorrendo e nas etapas anteriores o Comitê de Avaliação
Central (CAC) analisou a formação e a experiência gerencial e profissional
do candidato.
Mais informações no
site www.cpafrr.embrapa.br.
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8 - Projeto de lei
proíbe financiamentos e incentivos à produção de cana-de-açúcar na
Amazônia
O Projeto de Lei 2.323/07, de autoria da
deputada Rose de Freitas (PMDB-ES), proíbe as instituições de crédito de
conceder financiamentos em condições favorecidas e outros incentivos para
a implantação e operação de agroindústrias processadoras de cana-de-açúcar
para produção de álcool etílico combustível na região
Amazônica.
A proposta impede que os agentes
financeiros do Sistema Nacional de Crédito Rural concedam financiamentos
com cobrança de juros inferiores aos de mercado, subsídios governamentais
ou equalização de taxa de juros aos empreendimentos agropecuários de
produção de cana-de-açúcar, quando destinados a suprir indústrias
processadoras de álcool etílico combustível, localizados na área da
Amazônia Legal. A proposta proíbe também a concessão de incentivos fiscais
por parte da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) ou de
qualquer outro ente público.
Em sua
justificativa, Rose ressalta a forte presença do etanol na agenda nacional
por envolver razões econômicas, sociais e questões estratégicas e acredita
que a polêmica ainda aumenta quando se discute para onde se encaminharão
as áreas de plantio de cana-de-açúcar. A imprensa noticiou
recentemente que o zoneamento agrícola ,que será implantado neste ano, vai
permitir e incentivar o plantio de cana-de-açúcar para a produção de
etanol, em áreas já degradadas ou devastadas da
Amazônia.
A proposta vem ao encontro da
preocupação vivida hoje em adotar medidas que reduzam o aquecimento global
e o processo de mudança climática, e isso significa o desenvolvimento de
ações de conservação e recuperação da Amazônia. A autora acredita na
criação de restrições econômicas ao plantio de cana-de-açúcar na região
para tornar pouco vantajosa a exploração. E explica que não somente pelo
desmatamento prévio, que sempre estará presente, como pelas queimadas para
o corte da cana, tudo contribuirá para a elevação da emissão de gases e
para a redução da biodiversidade brasileira.
Ela acredita ainda que o plantio da cana-de-açúcar em áreas já degradadas
não se mostra tão prometedor porque nada garante que os plantios serão
feitos nessas áreas e porque o sistema de produção utilizado, de
monocultura, traz sérios prejuízos ao equilíbrio dos ecossistemas e à
biodiversidade.
O projeto segue em
caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Amazônia,
Integração Nacional e Desenvolvimento Regional (CAINDR), Agricultura,
Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR), Finanças e
Tributação (CFT), Constituição e Justiça e de Cidadania
(CCJC).
Acompanhe a tramitação da proposta
neste link.
(Thaís Paranhos para o Agronegócio & Inovação)
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9 - Experiências
inovadoras no agronegócio serão discutidas em evento do
Sebrae
O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e
Pequenas Empresas (Sebrae), realizará, nos dias 5 a 7 de março, a partir
das 9h, na Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), em
Brasília, o seminário Agronegócio & Inovação. O objetivo é discutir
experiências inovadoras em
agronegócio.
Participará da
abertura do evento, entre outros, o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto.
Serão debatidos os seguintes temas: experiências inovadoras em
marketing e encadeamento produtivo; produtos inovadores;
empreendimentos inovadores de produtos orgânicos e de agroenergia;
experiências inovadoras em certificação e indicações geográficas;
experiências inovadoras em certificação e indicações geográficas; painel
de estudos de mercados
setoriais.
No painel serão
abordadas as contextualizações mercadológicas dos estudos da cachaça,
café, hortaliças minimamente processadas, banana, farinha de mandioca,
embutidos e defumados, aqüicultura – camarões e tilápia - e queijos
nacionais.
Os interessados
podem obter informações pelo e-mail grace@sebrae.com.br.
Acesse
o site www.sebrae.com.br.
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10 - Expo Café
acontece em Londrina, em março
Nos dias 18 e 19 de março, Londrina (PR)
será sede da Expo Café e Negócios 2008. O evento é uma feira
nacional da cafeicultura, voltada a visitantes e produtores de vários
Estados brasileiros. Atualmente, em função da necessidade crescente de
agregar valores aos produtos e de ampliar as fontes de renda do
agronegócio, a feira vem sendo diversificada. Segundo o sócio diretor da
Ivento, empresa responsável pela Expo Café e Negócios 2008, as constantes
inovações tecnológicas têm feito com que o paladar dos brasileiros fique
mais apurado, em busca de novas opções.
O
evento será realizado no Centro de Difusão de Tecnologia do Instituto
Agronômico do Paraná (Iapar), que apóia o evento. O secretário da
Agricultura e Abastecimento do Estado, Walter Bianchini, fará a abertura
do ciclo de palestras.
Os temas
tratados nas palestras são sobre a qualidade e certificação do café,
caminhos para exportação, sabores e aromas do produto, estratégia do plano
de revitalização da lavoura cafeeira do Paraná e linhas de crédito e
financiamento. Haverá, também, um debate para analisar a conduta da
sustentabilidade do café. Em resumo, a feira oferecerá a possibilidade de
estreitar relacionamentos entre diversas cadeias do setor produtivo
cafeeiro, troca de experiências, mostras de inovações tecnológicas e
negócios.
A entrada é gratuita e os
participantes terão a oportunidade de conhecer todas as etapas do Ciclo do
Café Gourmet, denominado café com alta qualidade, desde a produção até a
exportação. De acordo com presidente da Câmara Setorial do Café da
Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, Nathan Herszkowicz, o
mercado de café gourmet praticamente inexistia há sete anos e,
nos dias atuais, representa 5% do mercado total
brasileiro.
Na abertura da feira, são
esperadas autoridades da cadeia produtiva do café. Além do secretário da
Agricultura e Abastecimento, Walter Bianchini, está prevista a
participação de Nathan Herszkowicz, presidente do SindiCafé, de São Paulo;
Johnny Fusinatto Franzon do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural
(Senar), de Curitiba; Fernando Lopes, do Instituto Totum, além dos
pesquisadores do Iapar, Maria Brigida dos Santos Scholz e Armando
Androcioli Filho.
Veja a
programação completa da feira neste link.
(Com
informações do Iapar)
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11 - Prazo para
envio de artigos técnicos para a revista da Apta foi prorrogado
Foi prorrogado para o dia 5 de março o
envio de artigos sobre o tema Água na Agropecuária para publicação
na Revista Tecnológica e Inovação Agropecuária, série técnica da
Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), que deverá ser
publicada em maio.
A
publicação é uma oportunidade para os pesquisadores da Apta levarem a
público seus trabalhos sobre os temas abordados. A revista deverá promover
também o diálogo com outras instituições de pesquisa e ensino, criando
oportunidades de parcerias. Para isso, serão aceitos artigos enviados por
professores, acadêmicos, pesquisadores e especialistas da
área.
O edital de convocação,
publicado em janeiro, alerta que os artigos técnicos deverão ter
linguagem simples, portanto, expressões de difícil compreensão devem ser
evitadas para atingir todo o público-alvo da revista, que é composto por
produtores rurais, estudantes, pesquisadores e agentes ligados ao
desenvolvimento da agropecuária.
Os
trabalhos devem abordar os seguintes subtemas: qualidade de água;
eutrofização; poluição xenobionte em recursos hídricos; água e conservação
de solo; irrigação sustentável; uso da água na pecuária; aqüicultura
sustentável; tratamento e reuso da água; manejo e conservação dos corpos
d´água (mata ciliares); aspectos econômicos da água na agropecuária;
legislação dos recursos hídricos; ciclo hidrológico e
agropecuária.
Para ler o edital na
íntegra acesse este link.
Seminário
A
Apta também vai realizar nos dias 13 e 14 de março, no Centro de
Exposições de Barra Bonita-SP, o 2° Seminário dos Programas Estratégicos
da Apta – Sustentabilidade Ambiental – Qualidade de Vida para Novas
Gerações. Os autores da revista também estão convidados a enviar resumos
ao evento.
O Programa Estratégico
Sustentabilidade Ambiental da associação tem como objetivo desenvolver
projetos relacionados à regulamentação e uso adequado dos recursos
naturais renováveis, por meio do manejo sustentável e da diversificação de
produtos como forma de garantir a preservação da
biodiversidade.
O evento contará com a
participação do secretário da Agricultura e Abastecimento do Estado de São
Paulo, João de Almeida Sampaio Filho, do coordenador da Apta, João Paulo
Feijão Teixeira, do presidente do Instituto Planeta Água (BA),Guilherme
Arantes,
Durante o evento, serão
realizadas quatro palestras voltadas para a sustentabilidade ambiental dos
sistemas agropecuários, o terceiro setor e a influência das mudanças
climáticas sobre o crescimento e desenvolvimento de plantas e seu impacto
na produção de biomassa.
Acesse o
site do evento neste link. A Apta é
associada à
ABIPTI.
(Com
informações da Apta)
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12 - Cachaça
Baiana será exportada para a Europa, por meio de parceria liderada pela
EBDA
A cachaça baiana de Abaíra, município do
Estado da Bahia, passará, a partir de março, a realizar exportações
do produto em larga escala. Cerca de 140 produtores rurais firmaram
contrato este ano com uma importadora italiana, que garantirá a
comercialização da bebida em toda a Europa pelos próximos três anos. A
primeira remessa de 21 mil garrafas de 700 ml começou a ser engarrafada
pela Cooperativa dos Produtores de Derivados de Cana-de-Açúcar da
Microrregião de Abaíra (Coopama) e pela Associação de Produtores de
Aguardente de Qualidade da Microrregião de Abaíra (Apama) e terá como
destino a Itália.
A
iniciativa é fruto de uma parceria liderada pela Empresa Baiana de
Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Secretaria da Agricultura
(Seagri), Coopama, Apama e outras entidades do setor de
cana-de-açúcar.
A Apama e a Coopama
assinaram um contrato com a exportadora paulista Comudi Internacional para
exportar cerca de um milhão de garrafas, até 2010, para a
Europa. Inicialmente, a Abaíra vai ser comercializada por uma rede de
supermercados, em lojas situadas na Itália, Áustria, Alemanha e
Suíça.
De acordo com o presidente da
Apama e agricultor familiar, José Silva Souza, inicialmente será mantida a
média mensal de exportação de 21 mil garrafas. O objetivo é aumentar
mensalmente a exportação para que, ao longo do ano de 2010, alcance
um milhão de unidades.
Souza
destaca que a iniciativa é um grande passo para inserir o agricultor
familiar no mercado internacional e melhorar a situação financeira de
muitos produtores. Ele acredita que haverá um reconhecimento maior e,
consequentemente, surgirão novos contratos para a exportação da
cachaça.
O presidente da Apama
salienta, ainda, que a bebida é certificada pelo Instituto Nacional de
Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e Instituto
Baiano de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial (Ibametro), além
de contar com selo de controle de
qualidade.
Na atividade de
produção da cachaça, os agricultores contam com a apoio da EBDA, por meio
da assistência técnica e realização de campos de experimentação. Com
o objetivo de avaliar variedades de cana mais resistentes e produtivas
para a fabricação da cachaça, adaptadas à microrregião de Abaíra, a EBDA
está preparando três áreas de pesquisa com cana-de-açúcar. A seleção de
levedura (microorganismos que servem como base para a fermentação de um
produto de qualidade) é outro trabalho da empresa, desenvolvido em
parceria com a Universidade de Ouro Preto/MG, Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas
Empresas (Sebrae).
A EBDA é
associada à ABIPTI
(Com
informações da Coopama e Apama)
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Agenda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
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9º Simpósio Nacional do Cerrado e 2º Simpósio Internacional de
Savanas Tropicais
• 12 a 17 de outubro
Realização: Embrapa
Cerrados, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária –
Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento
Informações: (61) 3388-9953
E-mail: simposiocerrado@cpac.embrapa.br
Site:
http://simpósio.cpac.embrapa.br
Localização:
Centro de Convenções Ulysses Guimarães, Brasília – DF
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Contato . . . . . . . . . . . . . . . .
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Para assinar este informativo, envie
e-mail com nome, cargo, instituição e telefone para agronegocio_inovacao@abipti.org.br.
Para solicitar sua saída da
lista, também envie o pedido para o mesmo endereço.
Informações . . .
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O informativo quinzenal Agronegócio &
Inovação é um produto da Agência Gestão C&T de Notícias criado por
meio de parcerias institucionais entre a ABIPTI, o Consepa e a Embrapa. Os
responsáveis pela sua realização são as unidades de Arranjos Produtivos
Locais (APLs) e de Tecnologia Industrial Básica (TIB) da ABIPTI,
juntamente com a Unidade de Informação e Gestão Tecnológica (IGT), que é a
responsável pela Agência.
Para obter mais
informações, encaminhe e-mail para agronegocio_inovacao@abipti.org.br.
Telefones: (61) 3348-3129 e (61) 3348-3113.
Expediente . . . . . .
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ABIPTI -
Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica
www.abipti.org.br
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Madi
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Gontijo, Aristides Monteiro Neto, Isa Assef dos Santos, Kepler Euclides
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Comunicação:
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dos Sistemas Estaduais de Pesquisa Agropecuária (Consepa)
Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária
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