Agronegócio & Inovação

 

Brasília, 27 de fevereiro de 2007 - Nº 11 - Ano 1


DESTAQUES __________________________________________

1 - Presidente da CNA fala de sua gestão e destaca a necessidade de estabelecimento de uma política agrícola consistente de médio e longo prazo


2 - EBDA faz programação para atender agricultores familiares em 2008


3 - Região do Noroeste gaúcho receberá R$ 2,9 milhões




LEIA TAMBÉM __________________________________________



4 - Técnicos europeus estão no Brasil para vistoria


5 - Portaria designa representantes de órgãos e entidades para compor o Conselho Deliberativo da Política do Café


6 - Software de Classificação de Terras para Irrigação da Embrapa é patenteado e está disponível para download


7 - Processo de seleção para chefe-geral da Embrapa Roraima entra na penúltima fase


8 - Projeto de lei proíbe financiamentos e incentivos à produção de cana-de-açúcar na Amazônia 


9 - Experiências inovadoras no agronegócio serão discutidas em evento do Sebrae


10 - Expo Café acontece em Londrina, em março


11 - Prazo para envio de artigos técnicos para a revista da Apta foi prorrogado 


12 - Cachaça Baiana será exportada para a Europa, por meio de parceria liderada pela EBDA


Agenda

 

 

1 - Presidente da CNA fala de sua gestão e destaca a necessidade de estabelecimento de uma política agrícola consistente de médio e longo prazo

Fábio de Salles Meirelles, presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).     Em entrevista exclusiva ao Agronegócio & Inovação, presidente da CNA diz que a única forma da agropecuária brasileira aumentar a produção, tanto em volume como em qualidade, é por meio do estabelecimento de uma política agrícola consistente de médio e longo prazo. Somente assim estará cumprindo com sua missão de garantir o abastecimento, a segurança dos alimentos e contribuir para o desenvolvimento do país.

     Agronegócio & Inovação - Quais ações da CNA, realizadas ao longo dos anos, o senhor destacaria?

     Fábio de Salles Meirelles - A principal missão da CNA é a defesa dos interesses do produtor rural brasileiro, seja pecuarista ou agricultor. Quando se pensa na defesa dos interesses dos produtores, a primeira questão que vem em mente é a econômica, que compreende a maior parte do nosso esforço, mas a CNA atua também em áreas como a garantia do direito de propriedade. Trabalhamos para minimizar ou evitar que as questões regulatórias e burocráticas se tornem entraves à atividade produtiva. Essa atuação diz respeito à adequação de obrigações e procedimentos, por exemplo, de licenciamento ambiental, de preenchimento de guias e documentos. Acima de tudo, nosso trabalho é sempre focado na melhoria da qualidade de vida do homem do campo, no aprimoramento da mão-de-obra do trabalhador rural e no seu fortalecimento social e de sua família.

     Agronegócio & Inovação - Como o senhor avalia o quadro atual da agricultura e da pecuária brasileira?

     Fábio de Salles Meirelles - Os números macro do setor estão positivos. Temos previsão de crescimento da safra 2007/08, com produção prevista de 136 milhões de toneladas e exportações recordes. O crescimento no PIB do agronegócio de 2007 deverá fechar em aproximadamente 6,5%. Mas, apesar de todos os números favoráveis, a renda do produtor não tem seguido o mesmo ritmo. O setor vem atravessando uma crise de rentabilidade nos últimos anos, onde o produtor tem sofrido com a depreciação do seu patrimônio. Mesmo com boa safra e produtividade, somadas à normalidade climática em praticamente todo o país e a um ótimo cenário internacional, o produtor não conseguiu ter boa rentabilidade. Este é o gargalo do processo produtivo. 
     O produtor precisa ter renda, ter lucro, pois é isso o que move toda a cadeia do agronegócio. Se não houver o fortalecimento das cadeias produtivas, por meio da melhoria da lucratividade do produtor, o aumento da produtividade e a expansão da produção ficarão comprometidos, dificultando a permanência dos produtores no campo e gerando, como conseqüência, o desemprego no setor.
     Na verdade, vários processos impediram que a lucratividade ficasse com o produtor. Fornecedores de insumos, indústrias de equipamentos, máquinas, implementos e defensivos se anteciparam à eventual melhoria de faturamento na atividade agropecuária e elevaram os seus preços para ter mais lucratividade. É importante ressaltar, no entanto, que faturamento é diferente de lucro. Houve uma transferência real de recursos do produtor para as indústrias de insumos, o que ajudou a corroer um pedaço da lucratividade da atividade rural. Se o setor não investisse em tecnologia para aumentar sua produtividade, estaria em situação ainda mais complicada.
     Outro percalço enfrentado pelo produtor é a questão da infra-estrutura. Quanto mais deficientes e precários forem o transporte e a logística, menos o produtor recebe. O custo do escoamento da produção fica mais alto, diminui a qualidade do produto e se somam as perdas que ficam pelo caminho. A infra-estrutura afeta tanto na entrega de insumos ao produtor, quanto no transporte dos produtos das fazendas aos centros consumidores ou portos para exportação. Não se trata de transferência de renda, como acontece com os insumos. Neste caso, ninguém ganha.
     O oligopólio da indústria de insumos que existe no Brasil é outro ponto importante. O governo deveria deliberar para permitir a importação de insumos pelo produtor. Na Argentina, os preços de defensivos agrícolas são cerca de 40% menores que no Brasil, o que tira a competitividade do setor frente a outros países. Na China, os mesmos insumos são vendidos por um quinto do preço praticado no Brasil.
     Além disso, não podemos deixar de lembrar do gargalo da legislação trabalhista que é inadequada ao meio rural, pois foi concebida sem levar em consideração as especificidades do setor agropecuário. Somam-se a isso as dificuldades geradas pelo sistema tributário brasileiro que, além de sua complexidade operacional, impõe uma pesada carga fiscal aos empresários, onerando tanto os investimentos quanto a produção.
     Entretanto, talvez o ponto mais importante seja a necessidade de o governo criar uma política agrícola definida para toda cadeia produtiva, adequada às características da atividade rural e planejada para médio e longo prazo. Essa é a única forma da agropecuária brasileira aumentar a produção, tanto em volume como em qualidade, cumprindo seu compromisso com o abastecimento e a segurança alimentar, além de continuar contribuindo com a geração de emprego e renda para o país. Dessa forma, o produtor poderá ter mais segurança, condições de produzir e se manter no campo.

     Agronegócio & Inovação - Qual é a sua opinião sobre o advento dos biocombustíveis, no Brasil e em outros países?

     Fábio de Salles Meirelles - Quanto mais rápido esse mercado se consolidar, melhor para o Brasil. Somos líderes em termos de competitividade na produção de etanol e também seremos na produção de biodiesel, portanto, teremos condições de ter uma participação considerável no mercado de biocombustíveis. O Brasil tem vocação para isso e está muito avançado em termos tecnológicos. A iniciativa de se buscar, junto com os EUA, a organização do mercado de etanol é, sem dúvida, importante e estratégica para o futuro de nossas exportações. Mas, para não perdermos “a janela de oportunidade”, precisamos buscar a abertura de novos mercados, maiores investimentos em P&D e infra-estrutura logística, sempre com parceiros com objetivos econômicos, e não políticos e ideológicos. 
     Apesar de as matérias-primas utilizadas pelo Brasil e pelos Estados Unidos serem diferentes, os norte-americanos estão avançados nas pesquisas sobre utilização de celulose para produção de álcool. A incorporação dessa tecnologia é importante para o Brasil por causa da utilização do bagaço de cana, que pode representar um aumento de até 30% na produção de álcool de cana por hectare.

     Agronegócio & Inovação - Como o senhor avalia a situação das Oepas dentro do SNPA hoje?

     As Organizações Estaduais de Pesquisa Agropecuária (Oepas) infelizmente têm sofrido ainda mais que as unidades federais de pesquisa (Embrapa). Além de haver um processo de desinvestimento em muitos Estados, a falta de cooperação e articulação entre elas traz ainda mais ineficiência na alocação de recursos. Há dois anos, houve um esforço para tentar aumentar a cooperação entre as organizações, mas esse projeto perdeu força. Acreditamos que é fundamental retomar esse projeto para as Oepas compartilharem esforços e recursos de pesquisa, a fim de elevar a eficiência dos investimentos. É importante também buscar recursos no setor privado, por meio de parcerias público-privadas, aproveitando-se da Lei de Inovação Tecnológica.

     Agronegócio & Inovação - Que tipos de avanços no agronegócio o Brasil precisa alcançar?

     Fábio de Salles Meirelles - Diante da complexidade dos desafios a serem enfrentados pelos diversos segmentos que compõem a atividade agropecuária brasileira, a CNA propõe como grande avanço o estabelecimento de uma política agrícola consistente de médio e longo prazo. Essa é a única forma da agropecuária brasileira aumentar a produção, tanto em volume como em qualidade, cumprindo com sua missão de garantir o abastecimento, a segurança dos alimentos e contribuir para o desenvolvimento do país.
     No âmbito dessa política agrícola é preciso manter sólidos e amplos instrumentos para assegurar o que segue:
     • Garantia de renda e lucratividade para os produtores, com disponibilização de mecanismos de garantia de preços e gerenciamento de riscos da produção contra as intempéries climáticas.
     • Fortalecimento da legislação antitruste a fim de garantir o equilíbrio de forças nas cadeias produtivas. Além disso, é importante incentivar a produção dos defensivos genéricos.
     • Fortalecimento dos investimentos na infra-estrutura de transporte e armazenagem de produtos agrícolas, por meio do aumento das inversões do setor público e pela criação de regras claras e seguras, para que o setor privado invista e tenha lucro suficiente para amortizar esse investimento.
     • Aprimoramento do Sistema de Defesa Agropecuária, com destinação de mais recursos para essa finalidade, assim como implementação de medidas que garantam melhor aplicação dos recursos e gestão dos programas. Um controle mais rigoroso da sanidade animal e vegetal está entre as prioridades, principalmente, por ser um fator determinante para a competitividade do produto brasileiro e para o acesso a mercados. Hoje, as exigências nas áreas de segurança dos alimentos têm se tornado barreiras não-tarifárias à penetração dos produtos brasileiros em mercados importantes, como Estados Unidos e Japão.
     • Crescimento da produção de alimentos e energia em bases sustentáveis, a fim de permitir a oferta de produtos certificados do ponto de vista social e ambiental.
     Além disso, buscar avanços nas negociações internacionais de comércio e criar adidos agrícolas nas embaixadas brasileiras pode nos ajudar bastante nessa área. A desoneração tributária das cadeias produtivas e a simplificação do sistema tributário brasileiro devem, também, ser perseguidas.
     E, por fim, cabe lembrar que os percalços dos últimos anos contribuíram para elevar o endividamento do produtor rural, portanto, a renegociação das dívidas dos produtores rurais é um outro ponto em que temos que buscar solução definitiva, para que a agropecuária nacional avance permanentemente no caminho do desenvolvimento.

     Agronegócio & Inovação - O senhor poderia avaliar a conduta do governo federal nos últimos anos com relação à agricultura e à pecuária?

     Fábio de Salles Meirelles - Infelizmente, o governo federal, nos últimos anos, não tem dado a adequada atenção que deveria para um setor que é, de certa forma, a locomotiva da economia brasileira. É importante lembrar que a agropecuária representa mais de um quarto do PIB nacional, é responsável por 36% do montante exportado pelo Brasil e emprega praticamente 30% da mão-de-obra economicamente ativa no país. Um setor econômico com toda essa representatividade deveria ter no mínimo uma maior respeitabilidade por parte do governo, proporcional à contribuição que oferece.

     Agronegócio & Inovação - E quanto ao orçamento federal para o setor, que tipo de avaliação o senhor faz? Há recursos contingenciados para pesquisa agropecuária, o que isso impacta no desenvolvimento do setor? Quanto tem se perdido de investimento ao longo desses anos?

     Fábio de Salles Meirelles - O próprio ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, diz que o problema de recursos públicos para a agropecuária é muito mais uma questão de organização e gestão do que propriamente de orçamento. A parte do orçamento do setor destinada ao financiamento de safra – custeio, comercialização e investimento – tem tido acréscimo de recursos. Porém, há uma série de impedimentos que fazem com que esse dinheiro, mesmo estando aquém da expectativa do setor, esteja, nos últimos dois anos, até sobrando nos cofres das instituições financeiras. Isso acontece porque produtores têm dificuldades para ter acesso ao crédito, geralmente, em razão da falta de garantias e limites de crédito. Sempre pleiteamos um volume acima do que é disponibilizado nos planos agrícola e pecuário, mas devido a esses problemas individuais de crédito, os recursos chegam a sobrar.
     No que diz respeito à pesquisa agropecuária, quanto mais investimento melhor. É uma aplicação de recursos a longo prazo, mas que precisa ser feita. Hoje, praticamente todo o dinheiro destinado aos centros de pesquisa é usado para pagar mão-de-obra dos pesquisadores. Essa insuficiência de recursos gera a necessidade de viabilizar as pesquisas por meio de parcerias com o setor privado. 
     A CNA defende um investimento maciço nessa área, que representou grande avanço para o setor com o desenvolvimento da agricultura tropical e do Cerrado. Infelizmente, nos últimos anos, temos visto que esses investimentos não acompanham a demanda e o dinamismo do setor. É preciso investir no desenvolvimento de novas variedades, utilizando biotecnologia para criar cultivares resistentes a pragas e doenças. Esse investimento não pode parar, pois o desenvolvimento do setor agropecuário depende de avanços tecnológicos permanentes. Somente assim o Brasil se manterá competitivo e com crescente participação no cenário global.
     (Fabiana Santos para o Agronegócio & Inovação)

voltar


2 - EBDA faz programação para atender agricultores familiares em 2008

     A Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) discutiu e ajustou no último dia 14, sua programação de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) deste ano, no sentido de garantir, o atendimento de, pelo menos, 120 mil agricultores familiares do Estado. Para isso, a empresa elaborou a proposta de Programação Operacional – 2008 no âmbito do Plano Plurianual – PPA/Bahia 2008/2011. Participaram da reunião diretores, chefes de departamento e gerentes regionais.
     As bases programáticas que incluem a base conceitual e política do PPA-Participativo, o processo de construção da programação, recursos orçamentários, estrutura física e quadro pessoal, foram discutidos por Gerência Regional. Entre as diretrizes estabelecidas, durante as discussões, destacou-se a Estratégica Socioeconômica que visa dinamizar a agricultura familiar e desenvolver o agronegócio articulado com a rede de produção estatal. 
     Na esfera dessas diretrizes, a Empresa trabalhará cinco programas e 26 ações orçamentárias. Entre eles o programa Qualificar, que objetiva a qualificação dos produtores rurais, a elevação de produtividade e a inclusão social.
     As redes temáticas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf)/EBDA, que integram a programação de 2008, como fortalecimento da agricultura familiar na cadeia produtiva do leite, produtos e mercados diferenciados, apoio à comercialização, biodiesel, agroecologia e crédito, também foram apresentadas. A programação ainda contou com discussão sobre as metas do Pronaf junto à programação das Gerências Regionais. 
     Os participantes ainda discutiram os aspectos operacionais dos programas Garantia Safra, Semeando, Microbacias e Biodiesel. Estavam presentes os representantes dos centros de profissionalização, unidades de UEP’s (Unidades Educativas de Produção), Central de Laboratórios e Claveba (Classificação de Produtos Vegetais da Bahia).
     Veja mais informações no site www.ebda.ba.gov.br.
     (Com informações da EBDA)

voltar


3 - Região do Noroeste gaúcho receberá R$ 2,9 milhões

     O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/RS) vai investir, neste ano, cerca de R$ 2,9 milhões em 12 projetos para incentivar a diversificação da matriz produtiva da região Noroeste do Rio Grande do Sul. Os três projetos voltados para o agronegócio têm como gestora a técnica de agronegócios do Sebrae, Eloísa Muxfeldt Arns, e contemplarão cinco setores. Pólo de Apicultura do Noroeste Gaúcho, Pólo de Fruticultura e Floricultura do Noroeste Gaúcho e Pólo de Suinocultura e Bovinocultura de Leite do Noroeste Gaúcho. 
     Os projetos serão desenvolvidos por meio do Programa Juntos Para Competir, uma parceria entre o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do RS (Senar), o Sebrae/RS e a Federação de Agricultura do RS (Farsul). Além dessas entidades, as prefeituras, sindicatos rurais, Emater, e as associações de produtores também são parceiros dos projetos. A região de atuação é composta de 108 municípios das regiões Noroeste Colonial, Médio e Alto Uruguai, Missões e Fronteira Noroeste do RS. Aproximadamente 600 produtores serão beneficiados. 
     Segundo informou Eloísa Arns, nos projetos serão desenvolvidas atividades de capacitação técnica e tecnológica, treinamentos e cursos sobre gestão das propriedades, seminários e missões visando acesso a novos mercados. Os cursos de qualificação serão oferecidos pelo Senar e demais entidades parceiras.
     A apicultura receberá recursos de R$ 425 mil e propõe a diversificação da venda de produtos apícolas, como forma de aumentar o valor agregado dos produtos tendo como objetivo final aumentar o faturamento nas propriedades. A perspectiva na fruticultura é de aumento do volume de frutas comercializadas na região e aumento da comercialização de frutas in natura
     Na floricultura, o objetivo é o aumento da qualificação do produto, com ênfase nos processos de colheita e pós-colheita e a ampliação da comercialização de flores na região. Os recursos para fruticultura e floricultura serão de R$ 425 mil. 
     Na bovinocultura do leite e na suinocultura, aumento na produtividade e melhora dos índices de sanidade animal são premissas básicas. Os projetos de bovinocultura do leite e suinocultura receberão recursos de R$ 500 mil.
     O Programa Juntos Para Competir teve início em 2003, mas os projetos foram pactuados no final de dezembro de 2007 e tiveram início este ano e com duração de três anos.
     (Thaís Paranhos para o Agronegócio & Inovação)

voltar


4 - Técnicos europeus estão no Brasil para vistoria

     Técnicos europeus chegaram ao Brasil, na última segunda-feira (25), para vistoriar algumas fazendas de gado indicadas pelo governo como aptas a exportarem carne para União Européia. Segundo anunciou o Ministério da Agricultura, os próprios inspetores europeus iriam definir o roteiro de visitas para avaliação do sistema de rastreabilidade do gado brasileiro. A inspeção ocorrerá até o dia 11 de março.
     A segunda lista de fazendas, entregue no dia 15, durante uma reunião com representantes da UE em Bruxelas (Bélgica) não foi aceita e o ministério enviou para a Comissão Européia na sexta-feira (22) uma relação com cerca de 200 fazendas que atendem aos critérios de importação exigidos pelo bloco e seus respectivos relatórios de inspeções.
     O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes afirmou, em encontro com a comitiva russa, que para o Brasil conseguir alcançar o volume de exportação de carne que atenda às necessidades da UE, é necessário que pelo menos 4 mil fazendas estejam aptas para exportar, conforme noticiou a Agência Brasil. O país vai primeiro atender às normas firmadas com a UE para depois discuti-las.
     A União Européia suspendeu no dia 31 de janeiro a importação de carne brasileira alegando insuficiência de garantias sanitárias e de qualidade oferecidas pelo país. O sistema de rastreabilidade adotado também foi questionado.
     Informações adicionais, no site www.mapa.gov.br.

voltar


5 - Portaria designa representantes de órgãos e entidades para compor o Conselho Deliberativo da Política do Café

     Foi publicada no Diário Oficial da União no dia 19 de fevereiro, a portaria nº 103 que designa membros para compor o Conselho Deliberativo da Política do Café – CDPC, com mandato até 10 de novembro de 2008. Comporão o CDPC membros das seguintes instituições: Ministério da Fazenda (MF), Ministério das Relações Exteriores (MR), Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), Conselho Nacional do Café (CNC), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Associação Brasileira das Indústrias do Café (ABIC), Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (ABICS) e Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (CECAFÉ).
     A íntegra da portaria está disponível neste link.

voltar


6 - Software de Classificação de Terras para Irrigação da Embrapa é patenteado e está disponível para download

     O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) concedeu ao centro de pesquisa da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, localizado no Rio de Janeiro (Embrapa Solos) o registro do software Sistema Brasileiro de Classificação de Terras para Irrigação com Enfoque na Região Semi-Árida (Sibcti). Cruzando informações sobre solo, água, planta e sistema de irrigação escolhido, o Sibcti permite uma avaliação do ambiente para irrigação.
     Desenvolvido com uma linguagem simples e com vários níveis de ajuda, o Sistema possibilita a utilização por qualquer usuário, mesmo que não seja um especialista. O software é fruto de uma parceria com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba e contou com a colaboração de técnicos de universidades, institutos de pesquisa, consultores e agricultores. 
     O sistema é gratuito e pode ser acessado pelo site www.cnps.embrapa.br/sibcti 
     A Embrapa Solos é associada à ABIPTI.

voltar


7 - Processo de seleção para chefe-geral da Embrapa Roraima entra na penúltima fase

     O candidato ao cargo de chefe-geral da Embrapa Roraima, Francisco Joaci Freitas Luz, foi considerado habilitado para continuar no processo de seleção após sessão pública ocorrida na última sexta-feira (22). O candidato apresentou proposta e defendeu que pretende realizar uma gestão participativa orientada para reforçar competências e parcerias e passou por questionamentos do Comitê de Avaliação da Proposta de Trabalho (CAPT). A próxima etapa constitui avaliação de perfil gerencial.
     Uma empresa especializada na seleção de executivos contratada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) realizará a avaliação da capacidade e potencial gerencial de Francisco Joaci Freitas Luz. Na última fase, o diretor-presidente escolhe entre os candidatos habilitados e designa quem será o chefe-geral. Na Embrapa Roraima havia apenas um candidato concorrendo e nas etapas anteriores o Comitê de Avaliação Central (CAC) analisou a formação e a experiência gerencial e profissional do candidato. 
     Mais informações no site www.cpafrr.embrapa.br.

voltar


8 - Projeto de lei proíbe financiamentos e incentivos à produção de cana-de-açúcar na Amazônia

     O Projeto de Lei 2.323/07, de autoria da deputada Rose de Freitas (PMDB-ES), proíbe as instituições de crédito de conceder financiamentos em condições favorecidas e outros incentivos para a implantação e operação de agroindústrias processadoras de cana-de-açúcar para produção de álcool etílico combustível na região Amazônica.
     A proposta impede que os agentes financeiros do Sistema Nacional de Crédito Rural concedam financiamentos com cobrança de juros inferiores aos de mercado, subsídios governamentais ou equalização de taxa de juros aos empreendimentos agropecuários de produção de cana-de-açúcar, quando destinados a suprir indústrias processadoras de álcool etílico combustível, localizados na área da Amazônia Legal. A proposta proíbe também a concessão de incentivos fiscais por parte da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) ou de qualquer outro ente público.
     Em sua justificativa, Rose ressalta a forte presença do etanol na agenda nacional por envolver razões econômicas, sociais e questões estratégicas e acredita que a polêmica ainda aumenta quando se discute para onde se encaminharão as áreas de plantio de cana-de-açúcar.  A imprensa noticiou recentemente que o zoneamento agrícola ,que será implantado neste ano, vai permitir e incentivar o plantio de cana-de-açúcar para a produção de etanol, em áreas já degradadas ou devastadas da Amazônia. 
     A proposta vem ao encontro da preocupação vivida hoje em adotar medidas que reduzam o aquecimento global e o processo de mudança climática, e isso significa o desenvolvimento de ações de conservação e recuperação da Amazônia. A autora acredita na criação de restrições econômicas ao plantio de cana-de-açúcar na região para tornar pouco vantajosa a exploração. E explica que não somente pelo desmatamento prévio, que sempre estará presente, como pelas queimadas para o corte da cana, tudo contribuirá para a elevação da emissão de gases e para a redução da biodiversidade brasileira.
     Ela acredita ainda que o plantio da cana-de-açúcar em áreas já degradadas não se mostra tão prometedor porque nada garante que os plantios serão feitos nessas áreas e porque o sistema de produção utilizado, de monocultura, traz sérios prejuízos ao equilíbrio dos ecossistemas e à biodiversidade. 
     O projeto segue em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Amazônia, Integração Nacional e Desenvolvimento Regional (CAINDR), Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR), Finanças e Tributação (CFT), Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).
     Acompanhe a tramitação da proposta neste link
     (Thaís Paranhos para o Agronegócio & Inovação)

voltar


9 - Experiências inovadoras no agronegócio serão discutidas em evento do Sebrae

     O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), realizará, nos dias 5 a 7 de março, a partir das 9h, na Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), em Brasília, o seminário Agronegócio & Inovação. O objetivo é discutir experiências inovadoras em agronegócio. 
     Participará da abertura do evento, entre outros, o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto. Serão debatidos os seguintes temas: experiências inovadoras em marketing e encadeamento produtivo; produtos inovadores; empreendimentos inovadores de produtos orgânicos e de agroenergia; experiências inovadoras em certificação e indicações geográficas; experiências inovadoras em certificação e indicações geográficas; painel de estudos de mercados setoriais. 
     No painel serão abordadas as contextualizações mercadológicas dos estudos da cachaça, café, hortaliças minimamente processadas, banana, farinha de mandioca, embutidos e defumados, aqüicultura – camarões e tilápia - e queijos nacionais.  
     Os interessados podem obter informações pelo e-mail grace@sebrae.com.br
     Acesse o site www.sebrae.com.br.

voltar


10 - Expo Café acontece em Londrina, em março

     Nos dias 18 e 19 de março, Londrina (PR) será sede da Expo Café e Negócios 2008.  O evento é  uma feira nacional da cafeicultura, voltada a visitantes e produtores de vários Estados brasileiros. Atualmente, em função da necessidade crescente de agregar valores aos produtos e de ampliar as fontes de renda do agronegócio, a feira vem sendo diversificada. Segundo o sócio diretor da Ivento, empresa responsável pela Expo Café e Negócios 2008, as constantes inovações tecnológicas têm feito com que o paladar dos brasileiros fique mais apurado, em busca de novas opções.
     O evento será realizado no Centro de Difusão de Tecnologia do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), que apóia o evento. O secretário da Agricultura e Abastecimento do Estado, Walter Bianchini, fará a abertura do ciclo de palestras. 
     Os temas tratados nas palestras são sobre a qualidade e certificação do café, caminhos para exportação, sabores e aromas do produto, estratégia do plano de revitalização da lavoura cafeeira do Paraná e linhas de crédito e financiamento.  Haverá, também, um debate para analisar a conduta da sustentabilidade do café. Em resumo, a feira oferecerá a possibilidade de estreitar relacionamentos entre diversas cadeias do setor produtivo cafeeiro, troca de experiências, mostras de inovações tecnológicas e negócios. 
     A entrada é gratuita e os participantes terão a oportunidade de conhecer todas as etapas do Ciclo do Café Gourmet, denominado café com alta qualidade, desde a produção até a exportação. De acordo com presidente da Câmara Setorial do Café da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, Nathan Herszkowicz, o mercado de café gourmet praticamente inexistia há sete anos e, nos dias atuais, representa 5% do mercado total brasileiro.
     Na abertura da feira, são esperadas autoridades da cadeia produtiva do café. Além do secretário da Agricultura e Abastecimento, Walter Bianchini, está prevista a participação de Nathan Herszkowicz, presidente do SindiCafé, de São Paulo; Johnny Fusinatto Franzon do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), de Curitiba; Fernando Lopes, do Instituto Totum, além dos pesquisadores do Iapar, Maria Brigida dos Santos Scholz e Armando Androcioli Filho. 
     Veja a programação completa da feira neste link
     (Com informações do Iapar)

voltar


11 - Prazo para envio de artigos técnicos para a revista da Apta foi prorrogado

     Foi prorrogado para o dia 5 de março o envio de artigos sobre o tema Água na Agropecuária para publicação na Revista Tecnológica e Inovação Agropecuária, série técnica da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), que deverá ser publicada em maio.  
     A publicação é uma oportunidade para os pesquisadores da Apta levarem a público seus trabalhos sobre os temas abordados. A revista deverá promover também o diálogo com outras instituições de pesquisa e ensino, criando oportunidades de parcerias. Para isso, serão aceitos artigos enviados por professores, acadêmicos, pesquisadores e especialistas da área. 
     O edital de convocação, publicado em janeiro, alerta que os artigos técnicos deverão ter linguagem simples, portanto, expressões de difícil compreensão devem ser evitadas para atingir todo o público-alvo da revista, que é composto por produtores rurais, estudantes, pesquisadores e agentes ligados ao desenvolvimento da agropecuária. 
     Os trabalhos devem abordar os seguintes subtemas: qualidade de água; eutrofização; poluição xenobionte em recursos hídricos; água e conservação de solo; irrigação sustentável; uso da água na pecuária; aqüicultura sustentável; tratamento e reuso da água; manejo e conservação dos corpos d´água (mata ciliares); aspectos econômicos da água na agropecuária; legislação dos recursos hídricos; ciclo hidrológico e agropecuária. 
     Para ler o edital na íntegra acesse este link.

     Seminário
     A Apta também vai realizar nos dias 13 e 14 de março, no Centro de Exposições de Barra Bonita-SP, o 2° Seminário dos Programas Estratégicos da Apta – Sustentabilidade Ambiental – Qualidade de Vida para Novas Gerações. Os autores da revista também estão convidados a enviar resumos ao evento. 
     O Programa Estratégico Sustentabilidade Ambiental da associação tem como objetivo desenvolver projetos relacionados à regulamentação e uso adequado dos recursos naturais renováveis, por meio do manejo sustentável e da diversificação de produtos como forma de garantir a preservação da biodiversidade.
     O evento contará com a participação do secretário da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, João de Almeida Sampaio Filho, do coordenador da Apta, João Paulo Feijão Teixeira, do presidente do Instituto Planeta Água (BA),Guilherme Arantes, 
     Durante o evento, serão realizadas quatro palestras voltadas para a sustentabilidade ambiental dos sistemas agropecuários, o terceiro setor e a influência das mudanças climáticas sobre o crescimento e desenvolvimento de plantas e seu impacto na produção de biomassa. 
     Acesse o site do evento neste link. A Apta é associada à ABIPTI
     (Com informações da Apta) 

voltar


12 - Cachaça Baiana será exportada para a Europa, por meio de parceria liderada pela EBDA 

     A cachaça baiana de Abaíra, município do Estado da Bahia, passará, a partir de março, a realizar exportações do produto em larga escala. Cerca de 140 produtores rurais firmaram contrato este ano com uma importadora italiana, que garantirá a comercialização da bebida em toda a Europa pelos próximos três anos. A primeira remessa de 21 mil garrafas de 700 ml começou a ser engarrafada pela Cooperativa dos Produtores de Derivados de Cana-de-Açúcar da Microrregião de Abaíra (Coopama) e pela Associação de Produtores de Aguardente de Qualidade da Microrregião de Abaíra (Apama) e terá como destino a Itália.  
     A iniciativa é fruto de uma parceria liderada pela Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), Coopama, Apama e outras entidades do setor de cana-de-açúcar. 
     A Apama e a Coopama assinaram um contrato com a exportadora paulista Comudi Internacional para exportar cerca de um milhão de garrafas, até 2010, para a Europa. Inicialmente, a Abaíra vai ser comercializada por uma rede de supermercados, em lojas situadas na Itália, Áustria, Alemanha e Suíça.
     De acordo com o presidente da Apama e agricultor familiar, José Silva Souza, inicialmente será mantida a média mensal de exportação de 21 mil garrafas. O objetivo é aumentar mensalmente a exportação para que, ao longo do ano de 2010, alcance um milhão de unidades.  
     Souza destaca que a iniciativa é um grande passo para inserir o agricultor familiar no mercado internacional e melhorar a situação financeira de muitos produtores. Ele acredita que haverá um reconhecimento maior e, consequentemente, surgirão novos contratos para a exportação da cachaça. 
     O presidente da Apama salienta, ainda, que a bebida é certificada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e Instituto Baiano de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial (Ibametro), além de contar com selo de controle de qualidade.  
     Na atividade de produção da cachaça, os agricultores contam com a apoio da EBDA, por meio da assistência técnica e realização de campos de experimentação. Com o objetivo de avaliar variedades de cana mais resistentes e produtivas para a fabricação da cachaça, adaptadas à microrregião de Abaíra, a EBDA está preparando três áreas de pesquisa com cana-de-açúcar. A seleção de levedura (microorganismos que servem como base para a fermentação de um produto de qualidade) é outro trabalho da empresa, desenvolvido em parceria com a Universidade de Ouro Preto/MG, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). 
     A EBDA é associada à ABIPTI
     (Com informações da Coopama e Apama)

voltar


Agenda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

9º Simpósio Nacional do Cerrado e 2º Simpósio Internacional de Savanas Tropicais
• 12 a 17 de outubro
Realização: Embrapa Cerrados, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Informações: (61) 3388-9953
E-mail: simposiocerrado@cpac.embrapa.br
Site: http://simpósio.cpac.embrapa.br
Localização: Centro de Convenções Ulysses Guimarães, Brasília – DF 

voltar

 

Contato . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

     Para assinar este informativo, envie e-mail com nome, cargo, instituição e telefone para agronegocio_inovacao@abipti.org.br.

    Para solicitar sua saída da lista, também envie o pedido para o mesmo endereço.


Informações
  . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

    O informativo quinzenal Agronegócio & Inovação é um produto da Agência Gestão C&T de Notícias criado por meio de parcerias institucionais entre a ABIPTI, o Consepa e a Embrapa. Os responsáveis pela sua realização são as unidades de Arranjos Produtivos Locais (APLs) e de Tecnologia Industrial Básica (TIB) da ABIPTI, juntamente com a Unidade de Informação e Gestão Tecnológica (IGT), que é a responsável pela Agência. 

   Para obter mais informações, encaminhe e-mail para agronegocio_inovacao@abipti.org.br.
   Telefones: (61) 3348-3129 e (61) 3348-3113.


Expediente  . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


ABIPTI - Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica
www.abipti.org.br

Presidente:
Luis Fernando Ceribelli Madi

Vice-Presidentes:
Aldair Rizzi, Alfredo Gontijo, Aristides Monteiro Neto, Isa Assef dos Santos, Kepler Euclides Filho

Secretário Executivo:
Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque

Unidade de Arranjos Produtivos Locais (APLs) e de Tecnologia Industrial Básica (TIB)

Gerente:
Joaci Franklin de Medeiros
jfmedeiros@abipti.org.br

Unidade de Informação e Gestão Tecnológica (IGT)

Gerente:
Alceu Castello Branco
alceu@abipti.org.br

Edição:
Fabiana Santos
DF-7061/JP
fabiana@abipti.org.br

Diagramação: 
Eduardo Oliveira 
eduardo@abipti.org.br

Estagiária de Comunicação: 
Alessandra Braga - alessandra.braga@abipti.org.br
Thaís Paranhos - thais.paranhos@abipti.org.br 

Entidades parceiras:
Conselho Nacional dos Sistemas Estaduais de Pesquisa Agropecuária (Consepa)
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)