
Brasília, 14 de novembro de 2007 - Nº 5 -
Ano 1
DESTAQUES
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1 -
Vice-presidente da Associação de Turismo Rural do Circuito das Frutas
ressalta a iniciativa e fala da agregação de valor às frutas
2 - Perspectiva de desenvolvimento regional é base para
Campo Experimental da Embrapa Soja em Balsas (MA)
3 - Estudo mostra
endividamento de cafeicultores do Estado de Minas Gerais
4 - Aprovada a criação da Câmara Técnica de Agricultura
Orgânica e Agroecologia do Paraná
NOTÍCIAS
_____________________________________________
5 - Criado GT para
coordenar órgãos encarregados do zoneamento agroecológico da
cana-de-açúcar
6 - Embrapa realiza 2° Encontro Anual de
Biofortificação de alimentos
7 - Folha Top of Mind 2007
estréia nova categoria Preservação do Meio Ambiente com empate
8 - Mapa modifica sistema de fiscalização nas empresas de
laticínio
9 - Comissão de Agricultura aprova PL que
prevê criação do Fundaf
10 -
Realizada Audiência Pública para debater nova Política Nacional de
Irrigação
11 - Queda no consumo de arroz e feijão foi
debatida em audiência na Câmara dos Deputados
12 - Embrapa
lança publicação sobre hortaliças orgânicas
13 - Lançados primeiros clones de cajueiro
14 - UnB inaugura Laboratório de
Substratos
15 - Conheça, nesta edição, a Embrapa
Semi-Árido e a IPA
1 -
Vice-presidente da Associação de Turismo Rural do Circuito das Frutas
ressalta a iniciativa e fala da agregação de valor às
frutas
O Circuito das Frutas, iniciativa criada
oficialmente em 2000, no Estado de São Paulo, vem unindo esforços dos
governos federal, estaduais e municipais nos âmbitos da agricultura e
do turismo, somando também a iniciativa privada.
Confira entrevista exclusiva concedida
por Paulo Junqueira, vice-presidente da Associação de Turismo Rural do
Circuito das Frutas.
Agronegócio
& Inovação - Como funciona o Circuito de Frutas? Objetivos, ações,
parceiros?
Paulo
Junqueira - O Circuito das Frutas é um território
composto, em forma de consórcio, por nove municípios [paulistas]: Jundiaí,
Itatiba, Itupeva, Jarinú, Indaiatuba, Louveira, Morungaba, Vinhedo e
Valinhos. Seu objetivo é desenvolver o turismo como um todo nesta região,
que é muito próxima da capital e oferece muitos atrativos, em especial a
produção de frutas. É a região de maior produção de frutas de mesa do
país. Assim sendo, em busca da valorização da atividade do produtor rural,
iniciou-se um processo de mostrar aos visitantes como é a vida no campo, o
trabalho do produtor rural, seus produtos 'in natura' e
transformados. Nesse processo, muitos são os parceiros: Sebrae, Sescoop,
Senar, Senac e o com apoio do governo do Estado de São Paulo e do
Ministério do
Turismo. Agronegócio & Inovação - Existe uma associação
somente para o turismo rural do circuito das frutas? Poderia explicar
melhor?
Paulo
Junqueira - É verdade. Temos a Associação de Turismo Rural
Rural do Circuito das Frutas (ATRCF). Veja, o Circuito das Frutas se
divide em duas frentes, mas que trabalham juntas. A associação reúne
os produtores que recebem turistas em suas propriedades, é a iniciativa
privada. E existe também o Pólo do Circuito das Frutas, que é o consórcio
entre as prefeituras dos municípios, a participação pública. A ATRCF conta
hoje com quase 50 associados aptos a receber turistas, obedecendo a uma
'carta de princípios' que norteia as condições mínimas que a propriedade
deve obedecer para receber o turista. É importante lembrar que dos quase
20 circuitos turísticos do Estado de São Paulo, o Circuito das Frutas é o
único que depende da produção agrícola para ter o que mostrar ao turista.
Sem frutas não há turismo, embora, é claro, que alguns proprietários
explorem também o turismo em outras atividades como legumes, hortaliças,
flores, ordenha leiteira, cavalos, etc.
Agronegócio
& Inovação - Que ações são desenvolvidas nos municípios que compõem
esse circuito?
Paulo
Junqueira - O consórcio de municípios tem um grupo de
trabalho permanente, que se reúne mensalmente, visando o desenvolvimento
de ações para alavancar o turismo na região. Participa de feiras e eventos
divulgando as propriedades e os produtos de seus municípios, além do
calendário de colheita das frutas e das festas municipais, como as do
morango, do figo, da goiaba, do pêssego, da ameixa, do caqui, do maracujá
e as tradicionais festas da uva. Além
disso, realizam um trabalho de sensibilização, orientados pelo Sebrae,
junto à população da região, pois na realidade, todo mundo ganha com esse
fluxo de turistas.
Agronegócio
& Inovação - Há uma preocupação com a busca de soluções
inovadoras no circuito (seja de processo, seja de tecnologias utilizadas
pelos agricultores)?
Paulo
Junqueira - Sem dúvida alguma. A tecnologia na produção de
frutas é cada vez mais intensa. Temos dentro do território o Centro de
Engenharia Agrícola e a Estação Experimental de Fruticultura, órgãos de
pesquisa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) do Estado de
São Paulo. Inclusive, em junho passado, tivemos o 1º Fórum de
Desenvolvimento do Circuito das Frutas e, a partir dele, várias tratativas
entre produtores e SAA tiveram início, buscando inovações e soluções em
termos de manejo de pomares, aplicação de defensivos, implantação de novos
pomares e novas variedades. Além da
capacitação do produtor rural para que ele aprenda a receber turistas.
Essa capacitação passa também por novas formas de agregar valor ao seu
produto, ou seja, ele aprende a transformar o produto 'in
natura'. E aí surgem as deliciosas compotas, geléias, os doces,
os queijos, os
vinhos... Agronegócio & Inovação - Que tipo de ações existem
que possam interessar aos leitores do informativo a atuarem como parceiros
do circuito?
Paulo
Junqueira - O Circuito das Frutas é hoje uma referência em
termos de organização do espaço rural para receber o turista. É claro que
temos outras regiões no Brasil que são muito organizadas, como a Serra
Gaúcha, Venda Nova do Imigrante (ES) e Lages (SC), para citar algumas. O
turismo rural é um novo "agronegócio", é uma inovação grande e promissora
na região. Veja: a ministra Marta Suplicy esteve, em outubro, em Vinhedo
anunciando a construção de uma escola de hotelaria no território do
Circuito das Frutas e o governo do Estado de São Paulo estuda a
implantação da "Universidade da Fruta". A Escola Técnica Benedito Storani,
da Fundação Paula Souza, em Jundiaí, inicia no próximo ano os cursos
técnicos de agricultura voltado à fruticultura e à agroindústria. São
muitas as oportunidades de agronegócio e tecnologias no nosso território e
a ATRCF está à disposição para qualquer contato que se interesse em
participar do nosso negócio, aliás, do nosso agronegócio.
Agronegócio
& Inovação – Cite resultados positivos dessa
iniciativa.
Paulo
Junqueira - Digo que nosso território tem se destacado
porque estamos conseguindo, com muito trabalho, unir os esforços dos
governos federal, estaduais e municipais nos âmbitos da agricultura e
do turismo, somando também a iniciativa privada. As ações são tomadas
conjuntamente, discutidas abertamente e sempre buscando a melhoria dos
produtores e dos municípios. Recentemente, tivemos a visita dos
secretários da Agricultura e Abastecimento e do Turismo, que passaram um
dia de turista no Circuito das Frutas. A Secretaria de Turismo já tem um
estudo avançado para a implantação de trem turístico, que irá de São Paulo
até Jundiaí. A Secretaria de Agricultura anunciou esta semana abertura de
uma linha crédito para turismo rural, com juros de 3% ao ano, incentivando
o investimento do produtor ao turismo rural. São anseios da iniciativa
privada sendo respondidos pelo governo. Esta integração é
positiva! Informações adicionais podem
ser obtidas pelo site www.circuitodasfrutas.org.br. Para
entrar em contato com o Paulo Junqueira o e-mail é cantodojatoba@yahoo.com.br. (Fabiana
Santos para o Agronegócio & Inovação)
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2 - Perspectiva de desenvolvimento regional é base para
Campo Experimental da Embrapa Soja em Balsas
(MA)
Inaugurado no último dia 30 de outubro,
em Balsas (MA), o Setor de Campo Experimental da Embrapa Soja permitirá
ampliar a geração de conhecimentos e tecnologias, capazes de proporcionar
a diversificação e sustentabilidade, numa perspectiva de desenvolvimento
regional. É o que informa a chefe-geral da Embrapa Soja, Vânia
Castiglioni, em entrevista ao Agronegócio &
Inovação. Ela explica que o campo
experimental de Balsas, que faz parte do organograma da Embrapa Soja, se
encontrava em área alugada, que não atendia na essência, as necessidades
para a realização das pesquisas atuais, além do que não havia
possibilidades de ampliação. “Assim, o primeiro objetivo foi melhorar as
condições de trabalho para a atuação de 11 empregados já alocados em
Balsas. O segundo objetivo foi, com a possibilidade de ampliação, criar a
oportunidade para a atuação de outras Unidades de pesquisa na geração de
conhecimentos e tecnologias, capazes de proporcionar o desenvolvimento
sustentado da região”. Vânia
Castiglioni disse que as pesquisas não serão totalmente voltadas para o
Estado do Maranhão. “Dependendo da necessidade, algumas pesquisas serão
mais localizadas e pontuais. A intenção é que seja um pólo de
desenvolvimento regional. Atualmente as pesquisas já têm abrangência nos
estados do Piauí, Tocantins e Pará”, afirma.
Recursos A
chefe-geral da Embrapa Soja explica que os recursos para o campo
experimental são oriundos da Finep, por meio de valores alocados pelo
projeto Tecnologias para o manejo sustentado da soja e culturas
associadas nos cerrados do sul do Maranhão. Vânia informa que a Finep
viabilizou a construção de Laboratório de Solos, salas para pesquisadores
e casa de vegetação. Esses recursos representaram cerca de 50 % dos
investimentos em infra-estrutura. A outra parte foi provida pela Embrapa.
As pesquisas de campo continuarão sendo executadas nas áreas de
produtores, colaboradores e parceiros como a Fundação de Apoio à Pesquisa
do Corredor de Exportação Norte (Fapcen).
Embrapa
Soja A Embrapa Soja tem 32 anos.
É uma das unidades da Embrapa e tem como missão o desenvolvimento de
pesquisas com soja e girassol, em nível nacional, e desenvolve trabalhos
com trigo, em nível regional. Participa de vários projetos de
pesquisa em parceria com outras unidades. Recentemente, novas áreas foram
incorporadas, tais como Agroenergia, Bioinformática, Agroecologia e Saúde
e Segurança Alimentar. Atualmente, o quadro de pessoal conta com 73
pesquisadores sendo que três estão em
Balsas. Informações sobre a Embrapa
Soja, pelo site www.cnpso.embrapa.br. (Gabriela
Müller para o Agronegócio & Inovação)
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3 - Estudo mostra
endividamento de cafeicultores do Estado de Minas
Gerais
Um estudo realizado nos meses de julho a
outubro deste ano mostra dados do endividamento dos cafeicultores de Minas
Gerais. O Conselho Nacional do Café (CNC) e o Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (Mapa) encomendaram o estudo à empresa de
consultoria Agroconsult. Em
entrevista ao Agronegócio & Inovação, o sócio-diretor da empresa, e um
dos responsáveis pelo estudo, André Pessôa, falou sobre os dados da
pesquisa realizada pela Agroconsult. “O estudo focou somente Minas Gerais
para fazer um diagnóstico da situação atual da cafeicultura”, afirmou
Pessôa. A Agroconsult avaliou o
fluxo de caixa em cada estrato de cafeicultores do Estado desde 1994 e
comparou os resultados com o nível de endividamento em termos
estaduais. De acordo com Pessôa, “o
objetivo do estudo foi avaliar o nível de custo de produção de sete
diferentes estratos da cafeicultura mineira, levando em conta escala de
produção e sistema de produção, em três diferentes regiões (Triângulo
Mineiro, Zona da Mata e Sul de
Minas).” Segundo o estudo, os
cafeicultores mineiros devem R$ 2,2 bilhões. Desse total, R$ 1,30 bilhão
são referentes às dívidas dos produtores e os outros R$ 894,5 milhões
correspondem ao endividamento das
cooperativas. Pessôa disse que o
papel da Agroconsult nesse estudo foi o de subsidiar o setor cafeeiro, o
Congresso Nacional e os formuladores de políticas públicas dos ministérios
da Agricultura e da Fazenda com dados criteriosamente levantados para
permitir que, em conjunto, encontrem as melhores soluções para os
problemas expostos. Os dados do estudo estão disponíveis no CNC www.cncafe.com.br. Informações
sobre a Agroconsult, pelo site www.agroconsult.com.br. (Gabriela
Müller para o Agronegócio & Inovação)
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4 - Aprovada a
criação da Câmara Técnica de Agricultura Orgânica e Agroecologia do
Paraná
A Secretaria da Agricultura e
Abastecimento do Paraná (Seab) autorizou a criação da Câmara Técnica de
Agricultura Orgânica e Agroecologia no Estado. A Câmara Técnica será
vinculada ao Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural e Agricultura
Familiar (Cedraf) e conta com a participação de pesquisadores que fazem
parte de sua direção. Em entrevista ao Agronegócio & Inovação, o
pesquisador do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e diretor-presidente do Centro
Paranaense de Referência em Agroecologia, Airton Brisolla, explicou os
objetivos da Câmara Técnica. Confira a
entrevista:
Agronegócio & Inovação: Qual é a proposta da Câmara
Técnica?
Airton Brisolla: A proposta é a
constituição de um foro oficial no âmbito do Cedraf, no qual instituições
governamentais e não governamentais possam debater as várias questões
relativas à agroecologia e à agricultura orgânica e às atividades
fortemente ligadas à agricultura
familiar.
Agronegócio & Inovação: As atividades da Câmara
Técnica já foram
iniciada?
Airton Brisolla: Nós estamos em fase de formalização,
redigindo o regulamento, pormenorizando os objetivos, definindo as
instituições participantes e elaborando metas a serem
cumpridas.
Agronegócio & Inovação: Quais são os principais
objetivos?
Airton Brisolla:
Os principais objetivos são: congregar os
diversos atores governamentais e não governamentais envolvidos com a
agroecologia e com a agricultura orgânica; contribuir para a
formulação de políticas públicas que contribuam para o desenvolvimento da
agroecologia e da agricultura orgânica paranaense; e acompanhar as
atividades do setor, propondo medidas para o seu
desenvolvimento.
Agronegócio & Inovação: A Câmara Técnica abrangerá todos
os produtores rurais do
Paraná?
Airton Brisolla: A princípio a Câmara
Técnica, por estar inserida no Cedraf, terá uma preocupação maior em
responder às demandas e aos anseios dos agricultores familiares que
trabalham com a produção orgânica, mas, evidentemente, todos os produtores
envolvidos com o sistema orgânico terão voz na Câmara
Técnica.
Agronegócio & Inovação: De que forma o produtor rural
será
beneficiado?
Airton Brisolla: Acredito que a Câmara
Técnica poderá atuar para resolver questões relevantes à produção orgânica
de alimentos, tais como capacitação, comercialização, certificação,
associativismo e cooperativismo, geração de pesquisas e de tecnologia
apropriadas e de crédito.
Informações
sobre a Seab, pelo site www.seab.pr.gov.br. (Gabriela
Müller para o Agronegócio & Inovação)
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5 - Criado GT para
coordenar órgãos encarregados do zoneamento agroecológico da
cana-de-açúcar
Por meio de portaria do Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), publicada no Diário Oficial
da União, no dia 31 de outubro, foi instituído grupo de trabalho (GT) para
coordenar diferentes órgãos encarregados do Zoneamento Agroecológico da
Cana-de-Açúcar, previsto para ser concluído em junho do próximo
ano. O grupo será responsável por
acompanhar o projeto técnico e financeiro, centralizar os dados e
relatórios para encaminhar ao Mapa e à direção das instituições que
participam do projeto. Os
representantes designados são: -
Alexandre Betinardi Strapasson, que coordenará o
grupo; - Cid Jorge Caldas, suplente
do coordenador; - Roberto Vizentin,
titular representante do Ministério do Meio Ambiente
(MMA); - Marcos Estevam Del Prete,
suplente do representante do MMA; - Luiz
Gomes de Souza, titular representante da
Embrapa; - José Felipe Ribeiro,
suplente do representante
Embrapa; - Silvio Isopo Porto,
titular representante da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab);
e - Airton Camargo Pacheco da Silva,
suplente do representante da
Conab. Veja a íntegra da portaria
neste link. Acesse a página
três, da Seção 2, do Diário Oficial da União, do dia 31.
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6 - Embrapa realiza
2° Encontro Anual de Biofortificação de alimentos
A Embrapa Agroindústria de Alimentos,
localizada no Rio de Janeiro (RJ) em parceria com pesquisadores de mais
seis países – Peru, Estados Unidos, Colômbia, China, Índia e México -
realiza durante esta semana, em Niterói, um encontro para analisar os
resultados dos Programas HarvestPlus e AgroSalud, direcionados ao
enriquecimento nutricional de elementos básicos da alimentação: feijão,
batata-doce, milho, mandioca, feijão caupi e arroz. O evento começou dia
11 e vai até hoje, dia 14. Uma das
respostas positivas do encontro foi o anúncio da descoberta, feita por
pesquisadores chineses, após três anos de estudo, de variedades de
batata-doce com teores de betacaroteno (agentes da pró-vitamina A) cinco
vezes maiores que os manifestados em porções convencionais da
raiz. Outro resultado foi a
fabricação do milho QPM (Qualidade Protéica Melhorada) feita pela Embrapa
Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG). Ele possui mais de 50% de lisina e
triptofano; aminoácidos encontrados na constituição de proteínas e
enzimas, para o melhor funcionamento do
metabolismo. Com apoio da
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual
Paulista (Unesp) e Universidade de Adelaide (Austrália) o próximo passo
será entrar em acordo com pequenos produtores, técnicos da extensão rural
e com o governo para disponibilizar esses tipos biofortificados de
alimentos às comunidades rurais, encarregadas de torná-los acessíveis às
populações carentes. Pesquisadores
da Embrapa Meio-Norte (Teresina-PI), após terem analisados 50 acessos de
feijão-caupi, apresentaram uma linhagem mais rica em ferro: A BRS
Xique-xique. O nome vem de uma planta cultivada na região Nordeste e que
se mantém verde durante todo ano, ainda que em períodos de seca. A
previsão é de que ela seja lançada em
2008. Trabalho semelhante aconteceu em
Santo Antonio de Goiás (GO), onde pesquisadores da Embrapa Arroz e Feijão
trabalharam em 121 acessos de feijão, na procura de tipos com maior teor
de ferro e zinco. Entretanto, ao contrário dos resultados alcançados em
Teresina, a linhagem descoberta possui baixa produtividade e ainda é
inadequada para lugares com clima seco. Quando adaptada à região
semi-árida, ela pode produzir 1,5 toneladas por hectares, caso isso não
ocorra, ela chega a cerca de 500 kg/ha, um terço da produção. A
expectativa é de um melhoramento genético gradativo que irá necessitar de
mais investimentos. O cultivo do trigo biofortificado no Paquistão e na
Índia enquadra-se no mesmo caso - melhorado, mas com baixa
produtividade. O encontro também abordou
o uso da farinha de mandioca e batata-doce na receita de pães e bolos como
opção rentável para o setor agroindustrial.
Primeiro
Estado No Brasil, o
primeiro Estado a adotar o programa AgroSalud e o HarvestPlus foi o
Maranhão. Atualmente, a Embrapa e a Agência Estadual de Pesquisa
Agropecuária e Extensão Rural (Agerp) está dando base para as variedades
modificadas de mandioca chegar ao campo. Como perspectiva, estima-se para
dezembro o início de uma análise da receptividade do produto pela
população, em parceria com o Conselho Estadual de Segurança Alimentar
(Consea). Os hábitos alimentares também serão estudados em Sergipe, onde
existe um cenário de deficiência de vitaminas e minerais em crianças de
até seis
anos. Consumo
saudável Esses alimentos são
conhecidos por serem usualmente encontrados na mesa das famílias de baixa
renda da Ásia, América Latina e África. Isso porque são agentes portadores
de ferro, zinco e pró-vitamina A. Eles são fontes de nutrientes
responsáveis pelo desenvolvimento do intelecto, da resistência física, e
da menor ocorrência da mortalidade de gestantes e crianças menores
de seis anos e de doenças, como a anemia.
Os
programas O AgroSalud é uma
parceria entre várias instituições de pesquisa centradas na qualidade de
alimentos nutritivos da América Latina e Caribe. O HarvestPlus possui os
mesmo objetivos, só que focaliza a América Latina, Ásia e África. Os dois
programas desenvolvem técnicas e estudos que maximizam os nutrientes dos
alimentos e que não diminuam a produtividade deles, o que pode tornar o
processo mais caro, e desinteressante do ponto de vista
comercial. Outras informações, pelo
site da Embrapa Agroindústria de Alimentos, www.ctaa.embrapa.br (Com
informações da Embrapa)
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7 - Folha Top of
Mind 2007 estréia nova categoria Preservação do Meio Ambiente com
empate
Na segunda quinzena de outubro, foi
divulgado o resultado da pesquisa que premia as empresas, marcas ou
instituições mais lembradas pelos brasileiros com o prêmio Top of Mind, do
instituto de pesquisas do Grupo Folha, o Datafolha. O Top of Mind 2007
estreou nova categoria com empate. O prêmio Preservação do Meio Ambiente
foi para quatro marcas. A pergunta
da pesquisa, realizada em 164 municípios espalhados em todo o Brasil mais
o Distrito Federal, foi: “Qual a primeira marca que lhe vem à cabeça
quando se fala em preservação do meio ambiente?”. Do total, 63% dos
entrevistados não souberam citar nenhuma marca. Entre as respostas, a
empresa Ypê liderou com 5%, em seguida o Ibama, com 4% e o empate entre a
Natura e o Greenpeace, com 3%. A
empresa Ypê - marca de produtos de higiene e limpeza - criou uma nova
logomarca que é representada pela água, que simboliza a vida. A Ypê
desenvolveu uma campanha chamada Florestas Ypê em parceria
com a Fundação SOS Mata Atlântica, que irá investir no plantio de milhares
de árvores dentro do programa Florestas do Futuro. Acesse o programa pelo
site www.florestasdofuturo.org.br. A
instituição do governo Federal que é vinculada ao Ministério do Meio
Ambiente (MMA), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos
Naturais Renováveis (Ibama), realiza
programas e projetos na área ambiental visando à melhoria do meio ambiente
e da sociedade em geral. A
Natura trabalha com cosméticos e é uma empresa que investe em programas de
ação sustentável. Suas ações são encontradas no site www.natura.net. A
organização não-governamental, Greenpeace, tem fortes
ações em defesa do meio ambiente em todo o
mundo. Informações sobre o Top of
Mind 2007, pelo site datafolha.folha.uol.com.br.
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8 - Mapa modifica
sistema de fiscalização nas empresas de laticínio
No dia 9 de novembro, o ministro da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, falou, em
entrevista ao “em
Questão” - boletim da Secretaria de Comunicação Social da
Presidência da República - sobre a modificação que o ministério realizou
no sistema de fiscalização das empresas de laticínio sob o controle do
Serviço de Inspeção Federal (SIF). De acordo com o ministro, o Mapa
alterou o sistema de fiscalização nas empresas de laticínio para garantir
a qualidade do leite consumido no País. O novo modelo já foi adotado em
cinco municípios mineiros: Patos de Minas, Muriaé, Ravena, Rio Casca e
Três Corações e será estendido a outros
Estados. Stephanes disse que o novo
modelo “foi projetado para inibir fraudes como as detectadas em Minas
Gerais e que para consolidar essa mudança será preciso passar por uma fase
de transição, em que os dois modelos conviverão. Além disso, será
necessário revisar e atualizar o Regulamento de Inspeção Sanitária em
vigor”.
Novo
modelo De acordo com o
ministro, o novo modelo prevê auditorias nos laticínios de forma
aleatória, que serão realizadas por uma equipe responsável pela inspeção,
constituída de, no mínimo, três servidores do Mapa (dois médicos
veterinários fiscais agropecuários e um agente de inspeção sanitária)
juntamente com os técnicos mantidos pelas próprias empresas. Segundo
Stephanes, esses fiscais irão realizar análises criteriosas sobre o
funcionamento da empresa e seus processos produtivos, incluindo a
avaliação de desempenho dos servidores responsáveis pela inspeção do
SIF junto à empresa. No sistema adotado anteriormente, os fiscais federais
agropecuários trabalhavam de forma permanente nos principais
laticínios. Stephanes disse que o Mapa
espera aumentar o padrão de eficiência da fiscalização e intensificar a
coleta de amostras de Leite UHT (ultra alta temperatura),
prioritariamente, de todas as marcas disponíveis no mercado, submetendo-as
a análises laboratoriais para verificar sua conformidade de acordo os
regulamentos técnicos. “Em caso de detecção de “não-conformidades”, como
acidez ou gordura, a empresa será submetida a um Regime Especial de
Avaliação e Controle, o que implicará na retenção dos produtos elaborados,
que somente serão liberados após avaliação laboratorial pelo SIF”,
afirmou o ministro.
Para
conhecimento Segundo o
ministro, as substâncias que podem ser adicionadas ao leite produzido pelo
processo de UHT são o citrato de sódio, o monofosfato de sódio, o
trifosfato de sódio, separados ou misturados, numa quantidade não superior
a 0,1 grama por 100 mililitros do produto. Essas substâncias são usadas
como estabilizante, ou seja, para evitar a separação dos componentes do
leite dentro da embalagem. No caso do leite pasteurizado, nenhuma
substância pode ser adicionada. Caso os consumidores suspeitem do produto,
devem comunicar ao Mapa, por meio do telefone 0800 704 1995, da
Central de Relacionamento do ministério, todos os dias, das 8h às
20h. Informações sobre o Mapa, pelo
site www.agricultura.gov.br.
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9 - Comissão de
Agricultura aprova PL que prevê criação do Fundaf
No dia 31 de outubro, a Comissão de
Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da
Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei 1.171/07, do deputado Gilmar
Machado (PT-MG). O objetivo do PL é a criação do Fundo de Manutenção e
Desenvolvimento da Agricultura Familiar (Fundaf) para cada município e o
Distrito Federal. De acordo com a
Agência Câmara, o PL propõe que o Fundaf seja composto por 1% dos recursos
provenientes de diversos impostos, como o Imposto sobre Circulação de
Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), o Imposto de Renda, o Imposto
sobre Produtos Industrializados (IPI), o IPVA e o
IPTU. O projeto apresenta
justificativa com afirmação de que, em 2008, cinco milhões de famílias
sobreviverão pelo trabalho na agricultura familiar. O proposta propõe a
utilização do mesmo critério do Programa Nacional de Fortalecimento da
Agricultura Familiar (Pronaf) para a escolha das famílias, já que este
programa possui conteúdo social
forte. Segundo a proposta, o fundo
será implantado progressivamente nos primeiros três anos de vigência e a
União deverá complementar os recursos com 10% das verbas totais destinadas
ao Pronaf. No primeiro ano do
fundo, essa complementação será de R$ 300 milhões; no segundo, de R$ 600
milhões; e no terceiro, de R$ 1
bilhão. O PL tramita em caráter
conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e
Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania
(CCJ). Informações sobre o projeto de
lei, pelo link.
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10
- Realizada Audiência Pública para debater nova Política Nacional de
Irrigação
No último dia 6, a Comissão de
Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da
Câmara dos Deputados, realizou audiência pública para tratar do Projeto de
Lei 6.381/05, de origem do Senado Federal, proposta pelo relator do
projeto, o deputado Afonso Hamm (PP-RS), em Brasília. O PL institui
nova Política Nacional de Irrigação, revogando assim a atual, de 1979.
Segundo a Agência Câmara, na audiência
pública foram discutidas as ações a serem implementadas na área de
irrigação para rever as políticas públicas no setor. Ocorrerão outras
audiências públicas sobre o PL em Cristalina (GO), Porto Alegre (RS) e
Petrolina (PE). Ainda sem data marcada. Informações
sobre o PL podem ser obtidas neste link.
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11 - Queda no
consumo de arroz e feijão foi debatida em audiência na Câmara dos
Deputados
Na segunda quinzena de outubro foi
realizada audiência pública na Câmara dos Deputados pelas Comissões de
Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR), de
Educação e Cultura (CEC) e pela Comissão de Seguridade Social e Família
(CSSF) para debater o consumo do arroz e
feijão. A preocupação sobre o tema surgiu
após pesquisas que apontaram os grãos com perda de consumo para alimentos
gordurosos na mesa dos brasileiros. Além
de membros das três comissões, estavam presentes a chefe-geral da Embrapa
Arroz e Feijão, Beatriz da Silveira Pinheiro e os expositores Angélica
Magalhães, nutricionista do Instituto Riograndense do Arroz (Irga); Nelson
Nardo Júnior, professor da Universidade Estadual de Maringá (UEM); e
Carlos Adilio Maia do Nascimento, presidente do Instituto Brasileiro de
Produção Sustentável e Direito Ambiental
(IBPS). De acordo com a Assessoria
de Imprensa da Embrapa, Beatriz Pinheiro lançou algumas sugestões para
retomar um maior consumo do arroz e do feijão pelos brasileiros. Uma
delas é a campanha “Arroz e Feijão: par perfeito do Brasil”, que tem como
principal objetivo modificar a percepção sobre os valores nutricionais
desses alimentos. Informações sobre
a Embrapa Arroz e Feijão, pelo site www.cnpaf.embrapa.br.
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12 - Embrapa lança
publicação sobre hortaliças orgânicas
O Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (Mapa) em parceria com Pesquisadores da Empresa Brasileira
de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Hortaliças) anunciou na sexta feira, dia
9 de novembro, em Brasília, o lançamento do livro Produção Orgânica de
Hortaliças – o produtor pergunta e a Embrapa
responde. Em comemoração à 3ª Semana dos
Alimentos Orgânicos, que aconteceu de 5 a 11 de novembro, em Brasília, a
publicação traz esclarecimentos sobre as vantagens dos produtos orgânicos,
por não possuírem substâncias químicas. O livro serve para motivar a
produção, abordando técnicas de plantio das hortaliças, os cuidados com o
solo e a adubação, o controle das pragas, o planejamento pós-colheita e a
legislação que rege produtos
orgânicos. O livro custa R$ 30, e
pode ser adquirido na sede da Embrapa, em Brasília, ou pela livraria
virtual no site da empresa, www.embrapa.br
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13 - Lançados
primeiros clones de cajueiro
Durante o 4° Caju Nordeste, que aconteceu
de 25 a 27 de outubro, no município de Aracati (CE), a Embrapa
Agroindústria Tropical em parceria com a Companhia de Óleos do Nordeste
(Cione) lançou clones de cajueiro para plantio
comercial. O fruto é conhecido por seu
alto teor nutritivo, por ser fonte de vitamina C, mas convencionalmente
fabricado, ele possui baixa produtividade e rentabilidade. Os novos tipos
de caju são BRS 274 (Jacaju) e o BRS 275 (Dão). A inovação objetiva suprir
a demanda de exportações do fruto, com castanhas e produtividade maiores.
Após 14 anos de pesquisa, a Embrapa espera disponibilizar as mudas dos
clones do caju a partir de janeiro do próximo ano. Atualmente, ela também
desenvolve outras pesquisas que envolvem o fruto, como a criação da barra
de caju. Para saber mais, acesse o
site da Embrapa Agroindústria Tropical, www.cnpat.embrapa.br ou o
site do evento www.cajunordeste.com.br/ (Com
informações da Embrapa Agroindústria Tropical)
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14 - UnB inaugura
Laboratório de Substratos
Na última sexta-feira, dia 9 de novembro, a
Universidade de Brasília (UnB) inaugurou o Laboratório de Análise de
Corretivos, Adubos e Substratos (Labstratos), localizado na Fazenda Água
Limpa, no Park Way. Nele, os produtores, agricultores, pecuaristas, as
empresas públicas e privadas poderão ser orientados sobre formas de
potencializar o plantio, e a produção, já que o laboratório oferecerá
análise da terra, e indicação do melhor adubo e fertilizante a ser usado
de acordo com o solo. A construção
teve início em 2005 e, de acordo com a Assessoria de imprensa da Unb, a
área do laboratório consiste em 540 m², estruturada em quatro ambientes: o
laboratório de pesquisa; um local para preparo do material de análise; um
espaço para estudo e reuniões; e sala de
aula. O slogan do laboratório,
"Racionalize a aplicação de insumos", evidencia a preocupação no estudo e
correção do solo, e na necessidade em tornar público essas informações
antes do plantio, o que favorece a redução dos gastos e reflete na
qualidade dos produtos alimentícios a serem comercializados na
região. Como
funciona As amostras poderão ser
recebidas e o relatório da análise entregue pelos Correios ou na sala de
recepção do laboratório. O encaminhamento do relatório também poderá ser
feito por e-mail. Além disso, os pesquisadores fazem visitações a
domicílio. Saiba mais sobre o laboratório
no site www.labstratos.com.br ou pelo
telefone (61) 3380-2021.
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15 - Conheça,
nesta edição, a Embrapa Semi-Árido e a IPA
Nesta edição, a seção Conheça o SNPA apresenta
duas instituições que integram o Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária
e estão situadas no Estado de Pernambuco. A Empresa Pernambucana de
Pesquisa Agropecuária (IPA), que é associada à ABIPTI, e
a Embrapa Semi-árido. Esta seção tem como meta
informar os leitores sobre as instituições que fazem parte do SNPA, por
meio de textos sintéticos para dar maior visibilidade ao setor do
agronegócio no país. Inicialmente estão
sendo disponibilizados resumos das Organizações Estaduais de Pesquisa
Agropecuária (Oepas) e das unidades da
Embrapa. Para conhecer o resumo da IPA,
acesse este link.
Já o texto sobre a Embrapa Semi-árido pode ser acessado neste link.
As informações são divididas por unidade da Federação e, a cada
edição do informativo, ficarão disponíveis no portal da Agência Gestão
C&T de Notícias por este link.
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Contato . . . . . . . . . . . . . . . .
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Para assinar este informativo, envie
e-mail com nome, cargo, instituição e telefone para agronegocio_inovacao@abipti.org.br.
Para solicitar sua saída da
lista, também envie o pedido para o mesmo endereço.
Informações . . . .
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O informativo quinzenal Agronegócio
& Inovação é um produto da Agência Gestão C&T de
Notícias elaborado por meio de parcerias entre as Unidade de Arranjos
Produtivos Locais (APLs) e de Tecnologia Industrial Básica (TIB) da
ABIPTI, juntamente com a Unidade de Informação e Gestão Tecnológica (IGT),
que é a responsável pela Agência. Para
obter mais informações, encaminhe e-mail para agronegocio_inovacao@abipti.org.br.
Telefones: (61) 3348-3129 e (61) 3348-3113.
Expediente . . . . . . . . . .
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ABIPTI - Associação
Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica www.abipti.org.br
Presidente: Luis Fernando Ceribelli Madi
Vice-Presidentes: Aldair Rizzi, Aristides
Monteiro Neto, Isa Assef dos Santos, Kepler Euclides Filho
Secretário Executivo: Lynaldo Cavalcanti de
Albuquerque
Unidade de Arranjos Produtivos Locais
(APLs) e de Tecnologia Industrial Básica (TIB)
Unidade de Informação e Gestão Tecnológica
(IGT)
Estagiárias de Comunicação:
Basilia Rodrigues – basilia.rodrigues@abipti.org.br
Gabriela Müller – gabriela@abipti.org.br
Entidades parceiras:
Conselho Nacional dos
Sistemas Estaduais de Pesquisa Agropecuária (Consepa) Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
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