A reunião
do Fórum Nacional das Fundações e Entidades de
Amparo Pesquisa foi precedida pela apresentação de painéis
por representantes do Ministério de Ciência e Tecnologia
e do Ministério da Saúde para os quais a presidência
do Fórum havia preparado questionamento prévio, tendo
como tema central a descentralização do Sistema Nacional
de C&T e o papel das FAP`s neste processo. O primeiro a apresentar
foi o Dr. Carlos Américo Pacheco, Secretário Executivo
do MCT, o qual demonstrou a necessidade de se conhecer a complexidade
do Sistema Nacional de C&T antes de iniciar um processo de descentralização,
o que considera muito difícil em função da C&T
não ter a universalidade que outros setores apresentam, como
a da Saúde e o da Educação. Sugeriu a descentralização
em ações federais que necessitam ser racionalizadas, como
as que levam ao aumento das escalas de operações e dificuldades
operacionais e congestionamento do sistemas devido ao número
elevado de convênios e contratos, onde os custos têm sido
maiores que os benefícios, mas entende que estas não seriam
atraentes para as FAP`s, em função de serem pontuais e
envolverem pequena soma de recursos financeiros. Foi
claro, no entanto, ao destacar o papel das FAP`s e das secretarias estaduais
de C&T na articulação com as instituições
com as quais estão mais próximas em seus respectivos estados
e mais aptas para definirem as suas relevâncias e destacou a importância
destas instituições estaduais no planejamento das ações
e construção de uma agenda comum com o Centro de Gestão
e Estudos Estratégicos (CGEE). Com relação à
fala de Pacheco, o Prof. Landi ressaltou a sua objetividade e compromisso,
ao contrário de alguns que se ausentam para evitar o debate,
e destacou que a parceria é de interesse de ambas as partes e
que esta deve ser construída através de um processo com
repasses de recursos do tesouro e dos fundos discutidos caso a caso.
Pacheco ressaltou novamente a relevância da parceria com as Fap’s
e lembrou que chamadas conjuntas entre as Fap’s e o CNPq ficaram
prejudicadas porque o fomento do CNPq foi reduzido, tendo sido passado
para os fundos setoriais e sugeriu a formação de um grupo
de trabalho com pessoas não envolvidas diretamente com a gestão,
mas com conhecimento dos sistemas federal e estaduais e tempo para elaboração
de proposições de integração com as Fap’s
e concluiu sua fala demonstrando que o MCT não pretende recuar
no processo de descentralização, mas destacou novamente
a necessidade de se conhecer o sistema de C&T, que é seletivo
e não universal, e que a descentralização deve
ser criada a partir desta lógica. O segundo a fazer apresentação
foi o Dr. Ésper Abrão Cavalheiro, Presidente do CNPq,
o qual ao retomar o tema da descentralização deu como
exemplo os avanços obtidos com os Programas Regionais de Pós-Graduação,
cujo processo de desconcentração teve iniciativa da própria
comunidade e demonstrou a necessidade do CNPq criar uma estrutura de
planejamento para aprimorar a articulação com os demais
ministérios, com as Secretarias Estaduais de C&T e com as
FAP’s, com as quais tem uma história mais antiga, e mencionou
ter ações formalizadas com 12 FAP`s. Destacou a heterogeneidade
das características das FAP`s, motivo pelo qual demonstrou a
necessidade de tratar caso a caso, sem estabelecer regra únicas
e que gostaria de ter com as FAP`s um planejamento comum das atividades,
para que as ações estaduais estejam em consonância
com a Política Nacional a ser construída, para a qual
o CGEE vem sendo construído em momento oportuno. Destacou a importância
das Fap’s no levantamento das vocações locais e
que a descentralização não pode ser feita sem um
compromisso das Fap’s com o interesse de uma Política Nacional
a ser construída. Fechando este primeiro painel, ocorreu a apresentação
do Prof. Dr. José Galizia Tundisi, ex-presidente do CNPq,
o qual procurou contribuir com o debate a partir de sua experiência
como presidente do CNPq e nas mais diversas ações no âmbito
da gestão em níveis locais e regionais, como na estruturação
da Secretaria Municipal de São Carlos (SP) e destacou a dificuldade
que se tem de integrar planos de ações regionais com o
nacional. Apontou alguns exemplos bem sucedidos e que tiveram participação
das FAP`s como a estruturação de estudos de clusters,
como o do Cacau na Bahia, onde ficou demonstrado a importância
das FAP`s na ação de prospecção em nível
estadual. Em outra esfera, demonstrou também a importância
das FAP`s no fortalecimento de programas internacionais como o SOAR,
na área de astronomia, e a função catalisadora
que as FAP`s possuem para obtenção de fundos locais, principalmente
do setor produtivo, para a qual a presença consorciada do CNPq
e FINEP, mais do que com ajuda financeira auxilia em sua presença
política para fortalecer estas ações. Com relação
as bolsas considera difícil a descentralização
mas que poderiam ocorrer mais parcerias com as FAP`s como o programa
conjunto realizado com a FAPEMIG, CNPq e FIEMG para bolsas de pós-doutorado,
também implementado no Rio Grande do Sul. Comentou o fato de
que inovação gera inovação e da importância
de ser passada aos políticos que os investimentos em C&T
aceleram o desenvolvimento e conseqüentemente elevam a arrecadação.
Por fim destacou também a heterogeneidade das características
de cada FAP e que a articulação com os organismos federais
deve ser implementada caso a caso e que o MCT poderia ser fundamental
no processo de estruturação e consolidação
das mesmas em cada estado. Nas discussões após a apresentação
deste painel, o Prof. Landi ressaltou a importância da retomada
das reuniões conjuntas dos fóruns das FAP`s e das Secretarias
de Estado de C&T, quando poderia haver um primeiro dia de reuniões
e discussões comuns seguida de reunião de cada fórum,
com relação ao que o Dr. Evandro Mirra ofereceu o CGEE
para operacionalizar a articulação entre as Secretarias
de Estado, FAPs e o Sistema Nacional de C&T. Dr. Sérgio Bampi,
Diretor-Presidente da FAPERGS e representante das FAP`s no CGEE, mencionou
a necessidade de integrar o SEBRAE na construção de uma
agenda comum assim como demais atores, principalmente os envolvidos
nas ações tecnológicas e de inovação,
informando que algumas FAP`s já possuem diretorias de inovação.
O segundo painel da manhã foi iniciado com o Dr. Mauro Marcondes
Rodrigues, Presidente da FINEP, que comentou sobre a descentralização
e a nova forma de funcionamento da FINEP após a criação
dos fundos setoriais. Destacou a necessidade das FAP`s terem conhecimento
prévio das intenções futuras das agências
federais no processo de articulação de ações
comuns e a inclusão dos Sebrae’s estaduais nestes processo,
uma vez que estas instituições têm a obrigação
de investir 10% de seus recursos em tecnologia. Fez questão de
ressaltar a importância do trabalho de José Pelúcio
Ferreira na FINEP, com relação ao qual a FINEP programou
uma homenagem. O segundo a apresentar foi o Dr. Evandro Mirra de Paula
e Silva, ex-presidente do CNPq e atual presidente do Centro de Gestão
e Estudos Estratégicos (CGEE), o qual explicou a lógica
orçamentária do CNPq e o grande interesse desta agência
no fortalecimento das FAP`s, uma vez que a execução de
ações estratégicas comuns passam pelo fortalecimento
das agências estaduais. Discorreu sobre a questão indução
versus demanda espontânea e mencionou que 85 % dos investimentos
do CNPq não passam por nenhum tipo de crivo político mas
que os projetos aprovados são coerentes com os anseios governamentais,
dando como exemplo os projetos na área das ciências agrárias
dos quais 40% estão relacionados com as questões ambientais
e que na área da Saúde, das 1 600 linhas de pesquisa levantadas
com base nos temas das bolsas de produtividade, que considera um bom
parâmetro para avaliação dada a continuidade do
processo de avaliação, 70 % correspondem às prioridades
da Agenda Nacional de Saúde e que as de saúde e meio ambiente,
desta agenda, encontram-se contempladas nos projetos da área
das engenharias (saneamento) e do meio ambiente. Ao contrário
do que pode aparecer, informou que a resposta na demanda espontânea
tem sido por projetos aplicados e que se faz necessário induzir
a pesquisa básica, porque esta é ainda relativamente pequena
em algumas áreas. Comentou sobre a necessidade de serem implementadas
ações conjuntas e uma aliança política para
conquistar um lugar para a C&T na agenda política o que será
possível através de ações que povoem o cotidiano
e que dê sentido ao CGEE, o qual deve também construir
o seu lugar e torná-lo um sonho comum, iniciado na Conferência
Nacional de C,T&I e o CGEE um processo a ser construído.
O terceiro a apresentar neste painel foi o Dr. José Seixas Lourenço,
do Ministério de Ciência e Tecnologia, o qual iniciou com
um breve histórico das ações do MCT na descentralização,
com destaque para seu interesse e compromisso por este processo, dando
como exemplo a estruturação dos sistemas estaduais de
C&T nos estados, os estímulos à inserção
de garantias de percentuais destinados ao investimento em C&T nas
constituições estaduais, o esforço para incluir
representante dos estados menos favorecidos em recursos financeiros
nos comitês assessores do CNPq e a instituição dos
programas regionais de pesquisa e pós-graduação.
Destacou o papel do Ministro de Ciência e Tecnologia Ronaldo Mota
Sardenberg na retomada histórica deste processo de descentralização,
demonstrada, entre outras ações, na sua participação
nas reuniões do Fórum das Secretarias Estaduais de C&T.
Reforçou a necessidade da parceria e da necessidade de um trabalho
conjunto entre as agências nacionais e entre estas e o sistema
estadual e apresentou o fluxograma de enquadramento, análise
e contratação de projetos decorrentes de ações
articuladas, denominados Projetos Cooperativos, apresentando exemplos
do que vem sendo implementado em cada estado com o destaque para a importância
de serem analisadas as prioridades do Estado e de se trabalhar com o
conceito de Demanda de Arranjos Produtivos ou Cadeias Regionais, devido
ao poder de sensibilização destes procedimentos juntos
aos governos estaduais. Fechando este painel ocorreu a apresentação
da Dra. Beatriz Tess, do Ministério da Saúde, com o tema
“Ciência e Tecnologia em Saúde: Modelo de Gestão
Compartilhada”, como projeto piloto a ser avaliado, a qual colocou
que não é possível falar em Agenda Nacional sem
levar em consideração as agendas estaduais, com relação
ao que apresentou histórico do processo em desenvolvimento da
elaboração de projeto de ação conjunta com
as FAP`s para promoção de articulação e
integração entro os sistemas estaduais de Saúde
e de C&T para o qual está previsto o montante de R$ 2 680
000,00 para ações de fomento e de fortalecimento institucional.
Apresentou também a forma como o M.S. vem desenvolvendo os indicadores
de C&T na área da saúde, os quais a Dra. Cleilza Ferreira
Andrade, Superintende de C&T da Bahia, considerou fundamentais para
que as FAP`s venham a direcionar suas prioridades e o Prof. Landi destacou
a necessidade de uma ação conjunta entre o CNPq e as FAP`s
para definição deste índice e, a exemplo do que
se vem construindo com o M.S,, procurar os demais ministérios
que investem em C&T como do Meio Ambiente, Agricultura e Transporte,
entre outros, com relação ao que a Dra. Maria de Fátima
Aquino Matos, Presidente da FAPEPI, reforçou esta necessidade.
O Dr. Jocelino, Presidente da FAP-SE, foi enfático ao questionar
a legislação dos fundos setoriais por não garantir
percentuais específicos destinados a cada estado, a exemplo de
como vem sendo feito pelo Ministério da Saúde na alocação
de recursos de forma descentralizada, com relação ao que
o Dr. Marcondes (FINEP) respondeu não ser a legislação
um problema pelo fato de existir um percentual garantido para cada região
e que os editais vêm sendo aprimorados a fim de atender a necessidade
de desconcentrar o conhecimento no Brasil e estabelecer redes de integração.
Foi finalizada a primeira parte da reunião do Fórum para
a qual havia sido também convidado o Dr. Abílio Baeta
Neves que desmarcou, no dia anterior, sua participação.
À tarde, às 15 horas e 25 minutos foram retomados os trabalhos,
no mesmo local, com início da reunião do Fórum
pelo seu Presidente Prof. Dr. Francisco Romeu Landi (FAPESP) com abertura
para discussão sobre o que foi apresentado pela manhã
quando o Dr. Jocelino Menezes, Presidente da FAP-SE, retomou a questão
da descentralização enfatizando a necessidade das FAP`s
tomarem a iniciativa no sentido de garantir percentual de repasse dos
fundos setoriais para cada estado, para o que mudanças na lei
de criação dos fundos setoriais devem ser implementadas
para este fim e propor ao MCT a apresentação de uma proposta
federalizada. Dr. Hébert Rodrigues Pereira, Presidente da FAPESQ
(Paraíba) teceu comentários sobre a tramitação
final da lei que cria os novos quatro fundos setoriais na Câmara
dos Deputados e o Dr. João Carlos Maia, Presidente da FAPEMAT,
defendeu a proposição do Prof. Landi de se antecipar às
decisões e que não considera a questão legal prioritária
e que esta discussão deve ser mais no âmbito estratégico.
O Prof. Landi comentou o fato da presença dos representantes
do MCT na reunião ser um aspecto positivo, com o que concordou
o Dr. Naftale Katz, Diretor Científico da FAPEMIG, o qual colocou
a necessidade de reivindicar parte dos recursos para os estados dentro
do clima de boa vontade demonstrada pelos representantes do MCT, com
relação ao que foi enfático ao parabenizar o Prof.
Landi pelo empenho na articulação para se conseguir as
apresentações realizadas pela manhã. E que, dada
à disposição de diálogo, deveria ser dado
início a um processo de negociação aberta com os
mesmos e destacou a importância de apoiar o Centro de Gestão
e de Estudos Estratégicos (CGEE) e que as questões financeiras
devam ser levadas para outro âmbito, com relação
ao que o Dr. Jocelino deixou claro não ser contra ao CGEE quanto
ao processo de formulação de políticas de C&T
mas ressaltou o problema da questão financeira e que estas questões
enfraquecem a implementação de políticas de C&T
nos estados e sua continuidade, ao contrário do que ocorre com
outros setores como a Saúde, Segurança, Educação
e Cultura e criticou a não implementação do proposta
de “um para um” na alocação de recursos financeiros
apresentada pelo MCT e propôs que seja formulada uma proposta
objetiva quanto à questão financeira, com relação
a qual o Dr. João Carlos Maia (FAPEMAT) argumentou que se não
for apresentada uma proposta clara do que se pretende fazer com um possível
recurso federal alocado na FAP, o MCT não repassará recurso,
como ficou claramente demonstrado nas falas dos representantes deste
ministério. O Prof. Landi considerou a questão complexa
e controvertida, requerendo uma discussão mais aprofundada e
passou para o primeiro item em pauta referente à Aprovação
da Ata de Brasília - Com relação à ata da
reunião anterior, a mesma não foi ainda elaborada, devendo
ser aprovada em reunião futura. No segundo item da pauta, relativo
à Aprovação do Regimento do Fórum, foram
apresentadas sugestões de modificações no texto
previamente distribuídos aos membros, após o referido
regimento, cujo texto na íntegra segue anexo a esta ata, foi
aprovado por unanimidade. Relativo ao terceiro item da pauta –
Discussão sobre o modelo de repasse de recursos a ser encaminhado
ao MCT – o Prof. Landi ressaltou a importância de atendimento
à solicitação de resposta ao questionário
distribuídos às FAP`s, sobre o levantamento dos recursos
e características de cada FAP. O Dr. Ivon Fittipaldi, Diretor
Científico da FACEPE (Pernambuco), comentou sobre a dificuldade
com relação à interpretação jurídica
dos termos dispostos nas legislações estaduais referentes
aos repasses financeiros e que se deva aproveitar a ampla divulgação
na mídia, de temas referentes a C&T, para se chamar a atenção
da Sociedade para esta questão e divulgar os governos que estão
cumprindo a legislação. Dr. João Carlos Maia (FAPEMAT)
sugeriu que seja procurada uma orientação jurídica
conjunta para que as FAP`s obtenham a integralização dos
repasses com relação ao que o Dr. Hébert Rodrigues
Pereira (FAPESQ- Paraíba) colocou que existe um novo cenário
criado com a Lei de Responsabilidade Fiscal e o Dr. Rafael Alves, Diretor-Presidente
da FUNDECT (Mato Grosso do Sul) apontou que é melhor sensibilizar
a Sociedade com relação à importância dos
investimentos em C&T do que procurar medidas judiciais para a integralização
do repasse. Dr. Eurico Lopes, Diretor Científico da FAPEAL, comentou
que o texto na Constituição Federal não é
claro, o que deixa abertura para interpretações distintas
referentes aos repasses e Dr. Rafael Alves (FUNDECT – Mato Grosso
do Sul) exemplificou que em Mato Grosso do Sul a redação
da Constituição Estadual foi modificada no sentido de
deixar claro que o repasse para C&T deve ser feito à FUNDECT.
O Prof. Landi demonstrou a necessidade de se acertar a terminologia
dando como exemplo que na FAPESP o percentual é sobre a receita
tributária e que se devam implementar ações inteligentes
para sensibilizar a sociedade e os políticos mas que isto só
é possível se for mostrado o retorno dos investimentos
em C&T. Comentou que a FAPESP foi construída a partir de
uma intensa luta até ser conquistado os vinte anos de repasse
integralizado. O Dr. Jocelino retomou a questão da necessidade
de elaboração de uma proposta de articulação
das FAP`s com o CGEE e ficou decidido que para a próxima reunião
das FAP`s , marcada para fevereiro de 2001 em Recife, PE, as FAP`s apresentem
proposições e intenções para o ano de 2002
para serem entregue ao Dr. Sérgio Bampi, Diretor-Presidente da
FAPERGS e representante das FAP`s no CGEE, apresentar no comitê.
Jocelino (FAP-SE) retomou sua colocação com relação
à repartição dos recursos e Cleilza (Bahia) considerou
mais importante discutir e apresentar modelos de gestão compartilhada
entre estados e o Governo Federal e ressaltou a necessidade de uma orientação
jurídica para as Fap’s com relação aos seus
respectivos repasses, com relação ao que o Prof. Landi
garantiu a realização de uma palestra sobre o assunto
com o Prof. Dalmo Dallari para o qual Naftale (FAPEMIG) sugeriu que
sejam enviadas previamente as legislações de cada FAP
para análise do Prof. Dallari. Foi comentado o fato do Programa
Pró-Ciências da CAPES não estar mais sendo realizado
pelas Fap’s em seus respectivos estados, com relação
ao que foi sugerida por Paulo Boggiani, Diretor Científico da
FUNDECT (Mato Grosso do Sul) algum tipo de manifestação
junto ao MEC, o que foi considerado desnecessário, já
que tal medida já havia sido tomada. A reunião foi encerrada
pelo Prof. Landi, tendo sido considerada por todos extremamente produtiva,
em função da apresentação dos painéis
pela manhã, fruto da articulação do Prof. Landi,
e da boa representação das Fap’s, tendo ocorrido
a participação de representantes de quinze FAP’s
e eu Paulo Boggiani, Diretor Científico da FUNDECT, lavrei a
presente ata, a qual depois de lida e aprovada será assinada
pelo membros presentes abaixo relacionados.
São Paulo, 7 de dezembro de 2001.
• Francisco Romeu Landi (Presidente
do Fórum das FAP’s e Diretor-Presidente da FAPESP)
• Sérgio Bampi (Diretor-Presidente
da FAPERGS – Rio Grande do Sul)
• Niceu R.X. Nazareno (Diretor
Científico da Fundação Araucária –
Paraná)
• João Carlos de S. Maia
(Presidente da FAPEMAT – Mato Grosso)
• Rafael G. O. Alves (Presidente
da FUNDECT – Mato Grosso do Sul)
• Paulo César Boggiani (Diretor
Científico da FUNDECT – Mato Grosso do Sul)
• Hébert Rodrigues Pereira
(Presidente da FAPESQ – Paraíba)
• Cleilza Ferreira Andrade (Superintendente
de C&T – Bahia)
• Jader Onofre de Morais (Presidente
da FUNCAP – Ceará)
• Paulo de T. M. Luna (Diretor
Técnico-Científico da FUNCITEC – Santa Catarina)
• Marília Barros (Presidente
da FAPDF – Distrito Federal)
• Maria de Fátima Aquino
Matos (Presidente da FAPEPI – Piauí)
• Jocelino Menezes (Presidente da FAP-SE – Sergipe)
• Daison Olzany Silva (Presidente
da FAPEMIG – Minas Gerais)
• Naftale Katz (Diretor Científico
da FAPEMIG – Minas Gerais)
• Marcos Flávio Neves (Diretor
Financeiro da FAPEMIG – Minas Gerais)
• Eurico Lopes (Diretor Científico
da FAPEAL – Alagoas)
• Ivon Fittipaldi (Diretor Científico
da FACEPE – Pernambuco)
• José Márcio Malta Lessa (Diretor-Presidente
da FAPEAL – Alagoas)