Comunicações
• Assume novo diretor-presidente
da Fundação de Amparo à Pesquisa do Distrito Federal
(FAP/DF), Kazuyoshy Ofugi.
• Assume novo diretor-presidente da Fundação de
Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG), José Geraldo
de Freitas Drummond.
• Na Fundação de Amparo à Pesquisa do Piauí
(FAPEPI), a diretora-científica, Maria de Fátima Aquino
Matos, assume o cargo de diretora-presidente.
• Sérgio Bampi é afastado da presidência da
Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do
Sul (FAPERGS). Ele era vice–presidente do Fórum das FAPs
e também representante das FAPs no Conselho de Administração
do CGEE.
• Em breve, a ABIPTI deverá ser formalmente a secretaria-executiva
do Fórum das FAPs. Projeto com esse objetivo foi apresentado
ao CNPq.
• Paulo de Tarso Mendes Luna assumiu a diretoria geral da Fundação
de Ciência e Tecnologia (FUNCITEC), de Santa Catarina, com o afastamento
do diretor geral, Honorato Antônio Tomelin, para candidatar-se
a deputado federal.
• Cláudia Lima Cardoso assume a diretoria científica
da Fundação de Apoio e de Desenvolvimento do Ensino, Ciência
e Tecnologia do Estado de MS (FUNDECT).
Considerações
e Propostas
• O Maranhão, representado
pelo seu sub-gerente de Ciência e Tecnologia, Carlos Alberto dos
Santos Marques, analisa a possibilidade de criar uma fundação
de amparo à pesquisa no Estado, que já dispõe de
um fundo estadual de amparo à pesquisa. Sugere a realização
de uma reunião em São Luís, com a presença
dos presidentes do Fórum das FAPs e do Fórum dos Secretários,
para analisar qual seria o modelo mais adequado ao estado: continuar
com o fundo ou criar uma estrutura centralizada ou uma fundação.
• Foi feita uma análise da última reunião
das FAPs, realizada em Recife/PE, quando se discutiu sobre a autonomia
administrativa e financeira das FAPs e sobre o efetivo repasse de recursos
a essas fundações. Naquela oportunidade, o Fórum
das FAPs apresentou aos secretários a proposta de uma moção
nesse sentido, que não foi aprovada. Qual será a próxima
ação do Fórum das FAPs em relação
a esse assunto? Uma ação política, diplomática?
Um melhor diálogo com os secretários? É necessário
entender as razões da não aprovação da moção
e as críticas a essa iniciativa para entender o processo político.
É preciso também mobilizar a comunidade para que ela pressione
o sistema político.
• O presidente do Fórum das FAPs, Francisco Romeu Landi,
informou que o presidente do Fórum dos Secretários solicitou
ao secretário de C&T do Rio Grande do Sul, Renato Oliveira,
que elaborasse uma proposta de descentralização dos Sistemas
Estaduais de C&T, considerando uma maior participação
das FAPs.
• O diretor científico da FAPEMIG, Naftale Katz, destacou:
a renovação nos quadros de direção das FAPs
(aproximadamente 40%); o papel das FAPs como como órgão
de Estado e não de Governo; a fragilidade dos Conselhos Estaduais
de C&T, que representam prioritariamente a academia, e não
a comunidade em geral, incluindo a tecnologia, a indústria, o
comércio e toda a sociedade civil organizada.
• Minas Gerais propõe repetir a Conferência Nacional
de CT&I em nível estadual, buscando representatividade de
todos os segmentos da sociedade, gerando ao final do evento um documento
isento de partidarismo, com as prioridades dos Estados para os próximos
10 anos, sendo as FAPs as executoras desse planejamento.
• O presidente do Fórum das FAPs, Francisco Romeu Landi,
destacou a proposta de inclusão, na pauta da Reunião do
Fórum Nacional dos Secretários, das questões do
Sistema Nacional de C&T distribuído, descentralizado.
• Foi proposta pela FAPEPI a organização de fóruns
com a participação efetiva de todas as FAPs para realização
de audiências com os governadores nos Estados. FAPs bem sucedidas
poderiam dar seu depoimento, no sentido de sensibilizar os governos
locais para viabilizar mais apoio.
• A FAPEPI sugeriu ainda a organização, através
da presidência do Fórum, de eventos de sensibilização
nos estados que estejam menos favorecidos em questões de repasses
financeiros – “as FAPs maiores têm muito que ajudar
as FAPs menores e mais novas”.
• No Piauí, foi regulamentado o Fundo de Desenvolvimento
Científico e Tecnológico, que deverá receber em
breve o primeiro repasse do Governo do Estado. Até agosto próximo,
o Plano de Desenvolvimento Científico e Tecnológico do
Piauí deverá estar consolidado e aprovado. Está
sendo negociado com empresários locais o repasse de um percentual
sobre o faturamento das empresas para o Fundo de Desenvolvimento Científico
e Tecnológico, como forma de fortalecer a inovação.
• Paulo Luna, diretor da FUNCITEC, defende que a questão
da autonomia resulta dos compromissos e apoios e que as FAPs podem facilitar
essa conquista divulgando experiências bem sucedidas. Segundo
ele, o Fórum poderia começar a buscar um meio de facilitar
a divulgação do papel das FAPs, para que esse papel seja
bem entendido. Há alguns extremistas, do ponto de vista acadêmico,
imaginando que somente os doutores podem apresentar projetos a fundo
perdido. As FAPs têm como responsabilidade ajudar a construir
o futuro, a questão das tecnologias chaves para o futuro tem
que ser encaminhada, mas essas duas coisas poderiam aparecer num documento
de divulgação, contendo os exemplos de cada uma das FAPs.
A compreensão da importância das FAPs pela sociedade em
geral é algo fundamental, que pode ser trabalhada em curto prazo,
com os diversos exemplos. Há bons exemplos para apresentar. Sugere-se
fazer um trabalho de divulgação através do site
do Fórum ou mesmo por meio de um documento a ser entregue aos
deputados, apresentando a apropriação dos resultados das
pesquisas e da inovação na sociedade.
• O diretor-presidente da Fundação Araucária,
Gonçalo Signorelli, sugere, em relação à
autonomia, fazer um paralelo com a autonomia das instituições
federais de ensino superior e das instituições estaduais.
Há um debate grande na ANDIFES, na ANDES, em nível de
estado. A questão da autonomia das FAPs tem que passar necessariamente
pelo ponto de vista que se estabelece nas discussões das instituições
de ensino superior. Autonomia com responsabilidade derivando necessariamente
em contratos entre as partes, contratos de gestão. Ele informou
que está sendo encaminhado ao Ministério da Justiça
a transformação da Fundação Araucária
em Organização da Sociedade Civil de Interesse Público,
com o objetivo de obter mais habilidade e flexibilidade de negociação
com a outra parte que é o ente financiador, o Estado, e o Governo.
• Gonçalo sugere a regulamentação de fundos
mediante repasses automáticos vinculados a receitas tributárias,
no caso do ICMS principalmente, como caminho para a garantia do repasse
efetivo do recurso. É a regulamentação de fundos,
quer dizer, a criação onde não tem, depois a sua
conseqüente regulamentação com base em vinculação
com a receita tributária que a lei permite para Ciência
e Tecnologia e não permite para outras atividades.
• Sobre a questão dos mandatos, Gonçalo acredita
que também passa pela natureza jurídica da FAP. Na medida
que fundação pública é uma coisa e fundação
privada outra, no caso da Paraná é uma fundação
privada, com acordo de gestão, portanto é o mandato que
determina a permanência ou não da diretoria, é o
conselho da fundação e não o governador ou o secretário.
Ele ressalta que os Conselhos de Ciência e Tecnologia têm
sido órgãos mais figurativos.
• O diretor-presidente da FUNDECT, Rafael Geraldo de O. Alves,
defendeu que a autonomia deve ser conquistada antes de tudo por competência,
demonstrando que Ciência e Tecnologia são fatores importantes
para o desenvolvimento. Ele defende ainda que as agências ou as
fundações têm que estar politicamente articuladas
e com autonomia. Esse ponto de equilíbrio tem que ser bem balanceado.
• O presidente do Fórum das FAPs, Romeu Landi, ilustra
que seriam o contrato de gestão e o contrato político.
• O diretor-presidente da FUNCAP, Jader Onofre de Morais, cita
como ponto crucial da autonomia a diretoria executiva ter mandato.
• Debates em torno da questão do não cumprimento
dos repasses de recursos definidos nas legislações estaduais.
• O diretor geral da FUNCITEC, Paulo de Tarso Mendes Luna, defende
que a autonomia é um negócio que tem que ser conquistado
pela percepção da sociedade da importância da função
das FAPs e sugere a elaboração de um documento tendo como
público alvo a classe política, os empresários
e a sociedade em geral, colocando uma contextualização
(o que já foi discutido anteriormente pelos dirigentes de FAPs)
e apresentando exemplos de ações relevantes em cada FAP.
Seria um documento a mais para ser entregue a toda a bancada estadual,
aos eventuais candidatos a governo. Ele destaca que o Fórum das
FAP´s é despersonalizado, não tem a questão
partidária. Ele sugere ir em busca de como pagar essa conta,
que eventualmente poderia ser partilhada. Propõe a elaboração
de uma revista das FAPs, com um número especial do Fórum.
• O presidente da FAP/DF, Kazuyoshi Ofugi, defende que a FAP tem
que estar aliada à comunidade científica, pensar uma forma
de trazer a comunidade científica para o seu lado na sensibilização
junto ao governo, isso é fundamental. Ele defende ainda que as
FAPs precisam ser mais agressivas na busca de recursos, como por exemplo
o FUST (Fundo de Universalização dos Serviços de
Telecomunicações). Ele propõe uma proposta de trabalho
conjunto, com todas as FAPs, para serem mais agressivas com relação
a atuação da gestão desse fundos. Sugere a elaboração
de uma moção com uma proposta das FAPs para que, juntamente
com o Ministério das Comunicações (FUST), possam
atuar. Citou também o fundo que vai ser sancionado e será
gerenciado pela ANA. Sugere ainda a organização de uma
secretaria do Fórum para estruturar um programa de captação
de recursos para todas as FAPs, que teriam então força
política para captar recursos setoriais que não são
do MCT.
• Foi sugerida também a utilização dos recursos
destinados ao programa nacional de inspeção veicular,
advindos de inspeção obrigatória nos veículos
brasileiros quanto a sua capacidade de poluir e suas condições
mecânicas de tráfico, pelas FAPs, através das secretarias
do meio ambiente. Foi citada a FINATEC, fundação ligada
à UnB, que está com um projeto sobre inspeção
veicular, inclusive já recebeu recursos substanciais para a preparação
de todas as informações visando a formalização
desse fundo. Essa fundação tem um patrimônio grande
e está construindo um prédio que será transformado
num centro tecnológico para formalização dessa
política. Foi sugerido um contato com o presidente da FINATEC,
para falar sobre o assunto.
• A diretora geral da FAPESB, Cleilza Ferreira Andrade, relembrou
a reunião das FAPs realizada em São Paulo, quando em relação
à questão da autonomia e ao repasse de recursos para as
FAPs, foi acatada por todos a sugestão de contratação
de uma consultoria especializada, ou a realização de um
workshop com juristas de renome, que seriam previamente subsidiados
com elementos legais de informações sobre essas fundações
de forma que orientassem como proceder. A questões eram: como
bancar essa consultoria? A discussão num workshop seria suficiente?
Ou seria necessário um estudo mais exaustivo, mas reflexivo sobre
esse assunto ?
• Cleilza alertou ainda para a questão dos fundos setoriais,
considerando que não se chegou a algo concreto na negociação
com o Governo federal em relação á participação
das FAPs na gestão desses fundos – “não é
uma participação na gestão do dinheiro, não
é compartilhar uma quantia no bolo, não é isso,
é uma questão de disciplinamento de políticas públicas”.
Destacou que a visibilidade das FAP´s nos estados é imprescindível
para o seu fortalecimento político em meio às comunidades
científicas e à sociedade como um todo. Destacou ainda
a falta de informação sobre os projetos que estão
sendo apoiados pelos fundos setoriais. Sugeriu a discussão dessa
questão para se chegar a uma posição firme do Fórum
em relação a isso.
• O presidente do Fórum das FAPS, Francisco Romeu Landi,
fez um relato das ações tomadas em relação
ao contato com juristas para obter subsídios legais nas discussões
da autonomia e dos repasses de recursos – tentou-se um contato
com o Dr. Dalmo Dalari(?) para participação na reunião
de Belo Horizonte, o que não se concretizou. Considerando que
esta questão ainda está em aberto, sugere organizar isso
informalmente, verificando a possibilidade de recursos das FAPs para
pagar, ou buscando apoio do CNPq.
• O diretor-presidente da FACEPE, José Carlos Cavalcanti,
argumentou que o Fórum não está agindo como fórum
e sim como um aglomerado de presidentes que agora têm uma rotatividade
dos membros, que é saudável. Ele defende que o Fórum
deva ter algumas diretrizes comuns independentes de secretários
e de ministros. Destacou também a questão dos fundos setoriais
como extremamente importante. Relembrou o processo de aprovação
desses fundos no Congresso e defendeu a participação dos
estados na sua implementação - “nós e o Cláudio
Marinho apoiamos em primeira mão a idéia dos fundos setoriais,
nós fomos aos parlamentares muitas vezes com resistência
dos acadêmicos e conseguimos a aprovação sem discussão
no Congresso. Foi um acordo de lideranças para aprovação
desses fundos. Desde 1999, nós temos sido parceiros de primeira
linha do Governo federal e não temos a participação
esperada na dinâmica dos fundos. O arcabouço, o desenho
foi inteligente, ninguém pode negar a competência da equipe
do ministro Sardenberg, mas isso não está sendo, no meu
ponto de vista, uma obra completa, por que nós, enquanto estados,
não somos parceiros nisso”. Neste ano eleitoral, sugere
a discussão desses temas com os partidos que estão concorrendo
com propostas de mudanças para o País. Alerta que os secretários
não estão se mobilizando para fazer a defesa do arcabouço
de C&T – “O que estamos fazendo para defender uma melhor
harmonização das políticas públicas de C&T?
Autonomia e repasse de recursos são importantes, mas não
são relevantes nesse momento, neste ano, por que devemos construir
um novo arcabouço. Não estamos discutindo questões
relevantes do nosso sistema de C&T”. Alerta que o Fórum
deveria estar mais antenado com isso – “as eleições
são em outubro e não sabermos o que vamos fazer a partir
de janeiro de 2003, não se sabe sei se os fundos setoriais serão
mantidos. O novo presidente, os novos ministros terão que conhecer
ou reconhecer o que foi feito nos últimos quatro anos”.
Destacou que, em 2001, Pernambuco captou nos Fundos setoriais R$ 20.349.379,00,
valor que corresponde ao dobro do investimento da FACEPE no ano passado
e a FACEPE não tem conhecimento desses projetos. Ele defendeu
que o Fórum tenha um posicionamento e que o presidente defenda
essa postura, sem ficar a reboque do ministro.
• O diretor científico da FAPEL, Eurico de Barros Lobo
Filho, destacou um ponto fundamental no processo da autonomia - a transparência
das ações das fundações nas suas execuções,
argumentando que isso gera uma credibilidade muito grande dentro da
comunidade e é essa comunidade que dá sustentabilidade
às FAPs.
• O diretor-presidente da Fundação Araucária,
Gonçalo Signorelli, fez algumas considerações em
relação ao FUST – “Em 1998, o Fórum
dos Secretários fez uma reunião sobre o FUST, na câmara
dos deputados, exatamente com esse sentido que o Kazu levantou e de
lá para cá nada mudou em termo de utilizar o FUST como
recurso para C&T. Pior ainda, tem uma denúncia no Jornal
da Ciência que o FUST vai ser utilizado para cobrir o rombo das
empresas telefônicas. Em 1999, também foi feito um movimento
nacional liderado pelo Paraná para que fossem estabelecidos recursos
para inspeção veicular, fizemos um documento, calculamos
até o recurso disponível, mas o DENATRAN segurou, com
pressão de grandes instituições privadas que querem
prestar o serviço”.
• Gonçalo sugere a elaboração de um documento,
que pode se chamar “reflexões criticas acerca da autonomia
das FAP`s”, derivado de um workshop com trabalhos em grupos, utilizando
a experiência da ANDIFES.
• O diretor-presidente da FACEPE, José Carlos Cavalcanti,
alertou para a necessidade de se ter uma visão geral sobre a
articulação dos estados com a União no capítulo
da Ciência e Tecnologia, que não só se limita aos
fundos, há também a Lei de Inovação. “Os
fóruns das FAPs e dos secretários foram convidados a opinar
sobre a Lei de Inovação? O que eu temo é que como
essas coisas foram feitas imperialmente pelo MCT, sem ancoras nos estados,
um novo governo não tenha compromisso com o que foi feito. Essa
não é uma questão só dos fundos setoriais,
mas é uma questão de preocupação com todo
o arcabouço que nos ajudamos a montar, mas que não está
ancorado nos estados”.
• O diretor-presidente da FAPESP, Francisco Romeu Landi, informou
que a FAPESP está divulgando os indicadores de C&T do Estado
de São Paulo e que um exemplar dessa publicação
seria entregue a cada um dos Estados. Ele defende que essa iniciativa
seja reproduzida em todas as FAPs no Brasil, cada uma fazendo no seu
estado, ao invés do MCT, que inclusive já está
se articulando na remontagem dos indicadores. Ele informou ainda que
esse assunto já foi tratado com o secretário-executivo
do MCT, Carlos Américo Pacheco, que ficou entusiasmado e disse
que esse é realmente o caminho, designando a assessora do MCT,
Sandra Holanda, para cuidar da questão. Na reunião programada
para a tarde do dia 16/05/02, o MCT vai apresentar uma proposta de trabalho
conjunto com as FAPs em relação aos indicadores, para
que cada estado monte o seu sistema de indicadores de ciência
e tecnologia utilizando metodologias comuns e que essas informações
sejam consolidadas em nível federal.
Decisões
• Construir um arcabouço jurídico
para a questão da autonomia e do repasse de recursos da FAPs.
Elaborar proposta de previsão de datas para a realização
do workshop para tratar desse assunto (Cleilza / BA) - prazo de 30 dias
para a apresentação da proposta.
• Ainda em relação à autonomia e ao efetivo
repasse: considerar as parcerias com o Governo federal no sentido de
alavancar os recursos estaduais; realizar reuniões locais, organizadas
pelas FAPs, com empresários e com a comunidade; buscar a autonomia
com interação política. (José Carlos Cavalcanti
/ PE e Cleilza / BA).
• Definir posicionamento do Fórum das FAPs em relação
ao FUST (Kazu / DF). Foi sugerido que as questões do FUST, da
inspeção veicular e de outras fontes de recursos sejam
tratadas em conjunto com o Fórum Nacional dos Secretários
de C&T.
• Definir posição do Fórum das FAPs com relação
aos fundos setoriais a partir do debate previsto para a tarde do dia
16/05/2002.
• Analisar a proposta de C&T dos candidatos a presidente (José
Carlos Cavalcanti / PE irá reunir as propostas).
• Elaborar documento sobre a importância das FAPs (participação
de todos).
• A próxima reunião do Fórum das FAP´s
será no dia 8 de julho, em Goiânia (GO), com a apresentação
e discussão das propostas encaminhadas nesta reunião.
Participantes
• Francisco Romeu Landi (Fapesp)
• Valdevino José de Oliveira (Sec. de Fazenda e Planejamento)
• Cleílza Ferreira Andrade (Fapesb)
• Kazuyoshy Ofugi (FAP/DF)
• Naftale Katz (Fapemig)
• José Carlos Silva Cavalcanti (Facepe)
• Jáder Onofre de Morais (Funcap)
• Paulo de Tarso Mendes Luna (Funcitec)
• Gonçalo Signorelli de Farias (Fundação
Araucária)
• Marília de Barros (Governo do DF)
• Rafael Geraldo Alves de Oliveira (Fundect)
• Carlos Alberto dos Santos Marques (Sub-Gerência de C&T
do MA)
• Eurico de Barros Lobo Filho (Fapeal)
• Cláudia Andréa Lima Cardoso (Fundect)
• Ivon Fittipaldi (Facepe)
• Liz Elaine G. Lobo (FAP/DF – Assessoria de Imprensa)
• Gilbson Alencar (ABIPTI – Gestão C&T)
• Juan D. Rolon (FAP/DF)
• Maria de Fátima Aquino Matos (FapepiI)
Data: 16 de maio de 2002
Local: Hotel Nacional – Brasília / DF
Horário: 09:00 h
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